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Açoreana • Mãe de 2 humanos e 1 🐶
Mudei de vida. Levei a bagagem comigo.
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Travel log 38 e 39/39 — A despedida de Curaçao foi como a manhã perfeita: lenta e colorida. Começámos o último dia a saborear os últimos raios de sol na piscina do hotel, acompanhados por música boa e as páginas do livro que nos fez companhia. Foi um momento de desacelerar e processar a aventura antes do turbilhão do regresso.

As ruas de Pietermaai e Punda ainda nos presentearam com arte e cores vibrantes, um adeus visual deste paraíso caribenho. Depois, foi tempo de entregar a scooter, fechar as malas, e almoçar com o coração já a bater mais forte. O transfer levou-nos para o aeroporto e, a partir daí, começou a longa jornada para casa.

Foram 19 horas de viagem, com escalas em Bogotá e Madrid, aterrando já no 39º dia dedsta aventura. Ao aterrar, o melhor reencontro: a família, com sorrisos largos e braços abertos. Um fim de ciclo perfeito.

Voltar à rotina e ao trabalho é inevitável, mas nunca voltamos iguais. A nossa 5ª volta ao mundo voltou a ensinar-nos que o mundo é grande e diverso e que viajar exige flexibilidade, mas a recompensa é incrível.

Mais uma vez percebemos que dar valor ao essencial e viver com menos é libertador.
Sentimos uma gratidão imensa por termos a oportunidade de viver e concretizar experiências como esta. É um privilégio que nunca daremos por garantido.

As malas estão arrumadas, mas o coração e a cabeça continuam cheios de histórias. Obrigad@ a todos os que nos acompanharam nesta jornada épica. Até à próxima! 🌍✨

*Já temos todos os stories da viagem nos destaques 
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#aroundtheworld #travelcommunity #outdoors #travelfamily taken in Curacao, The Caribbean by @decqmota
2
2 months ago
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Travel Log 37/39 — Tugboat, praias e última noite em Curaçao 🇨🇼

Saímos de manhã, desta vez em direção a leste, para conhecer a Director’s Bay.

É uma praia super reservada, meio escondida, com muito pouca gente, mas acabou por não nos entusiasmar assim tanto. Por isso seguimos para a vizinha Tugboat Beach, famosa pelo rebocador afundado que se tornou uma das atrações mais conhecidas da ilha.

E aí sim, ficámos.

O espaço é mesmo giro: música boa, ambiente descontraído, gente a mergulhar, outros a pintar, outros simplesmente a ler e a relaxar. Daqueles sítios onde apetece ficar sem grande pressa.

Mergulhámos, lemos, ouvimos música e descansámos. A única coisa menos entusiasmante era a oferta de almoço, que se resumia praticamente a hot dogs. 😁

Por isso acabámos por seguir para a praia ao lado, Caracas Bay, onde almoçámos num restaurante incrível, em cima da água e cheio de referências portuguesas: Brisa do Mar. Houve bolo do caco, brisa de maracujá e aquela sensação curiosa de encontrar um bocadinho de Portugal no Caribe.

Ao final do dia ainda fomos à praia de Punda, mesmo perto do nosso hotel, onde ainda não tínhamos ido. Foi um mimo para fechar o dia de praias: leitura no Kobo, música e mar.

À noite, na nossa última noite em Curaçao, fomos jantar ao Mundo Bizarro, um restaurante cheio de ritmos caribenhos, e deambulámos pela última vez pelas ruas coloridas de Pietermaai e Punda.

Foi o nosso último dia inteiro em Curaçao ❤️

Agora queremos saber: o que gostaram mais de ver sobre Curaçao? 🇨🇼👇
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#AroundTheWorld #Curaçao #TugboatBeach #DirectorsBay #Caribe

Primeira praia do dia, mas não ficamos muito tempo.👉

Mas o azul é o mesmo 😍 👉

TugBoat beach. A famosa praia do rebocador afundado 🤿.👉

e o azul continua 😍👉

😁

Neste dia levamos o colchão rede. E veio para Portugal 🏖️👉

Um dos cantinhos giros desta praia. Pinturas.👉

👀

Vimos peixes lindos. 🐟👉

E eis que o vimos. Estava a apenas 5 metros. Muito fácil de ver e explorar.👉

Brisa do Mar. Ficamos rendidos. Influências madeirenses.👉

E o azul continua... 😍👉

Punda Beach. Excelente para fechar o dia e as férias. 😘 taken in Curacao, The Caribbean by @decqmota
2
2 months ago
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Travel Log 36/39 — Flamingos, tartaruga, pelicanos e Punda Vibes 🇨🇼

Saímos depois do pequeno-almoço, novamente em direção a oeste, para mais um dia de praias em Curaçao.

Antes das praias, parámos em Seru Largu para ver os flamingos. É bonito, embora sejam poucos — vimos uns seis — e estejam um pouco longe. Ainda assim, valeu pela paisagem e por aquele primeiro momento mais tranquilo do dia.

Começámos pela Praia Jeremi, mas ficámos pouco tempo: bonita, sim, mas com pouca sombra e sem grande estrutura de apoio. Seguimos para a Praia de Santa Cruz, onde também fizemos só uma paragem breve.

Na rota de regresso, almoçámos num mini mercado muiiiito local, no meio do nada — daqueles sítios improváveis que acabam por fazer parte da história do dia.

Depois chegámos à Praia de Daaibooi.
E foi aqui que o dia ganhou outro brilho.

Não sabíamos praticamente nada sobre esta praia e nem reparámos no sinal a avisar para não tocar nas tartarugas. Entrámos na água e, de repente, tínhamos dezenas de pelicanos à nossa volta, a mergulhar e a alimentar-se entre os banhistas.

E depois apareceu ela: a tartaruga mais bonita e amistosa. Daquelas surpresas que fazem uma praia ficar para sempre guardada.😍

Ao final da tarde regressámos ao hotel a tempo da Punda Vibes, que acontece todas as quintas-feiras em Willemstad. Comércio aberto até mais tarde, música, gente na rua, luzes, cor e um fogo de artifício gigante para fechar.

Foi um dia muito Curaçao: praias, mota, calor, flamingos, pelicanos, tartaruga e uma noite cheia de vida.

Qual seria o vosso momento preferido deste dia — flamingos, tartaruga, pelicanos ou a Punda Vibes? 🇨🇼
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#aroundtheworld #curacao #Daaibooi #Punda #caribe taken in Curacao, The Caribbean by @decqmota
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2 months ago
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Travel Log 35/39 — Um verdadeiro dia azul em Curaçao 🇨🇼

Segundo dia em Curaçao e dia de ir finalmente à procura daquele mar que parece editado, mas não é.

Saímos logo de manhã para alugar a mota, tomámos o pequeno-almoço e arrancámos em direção à Kenepa Grandi.

E que praia.

A cor da água é surreal. Daquelas que uma pessoa vê em fotografias e pensa: “sim, claro, deve ter filtro”. Mas não. É mesmo assim. Azul, transparente, brilhante, impossível de ignorar.

Ficámos ali um bom bocado, entre mergulhos, sol, água e aquele cenário de postal. E ainda houve coragem para saltar da rocha. 💪

Depois seguimos para a Kenepa Chiki, mais pequena, mas igualmente bonita, e fechámos a tarde na Praia Lagun, com um smoothie de papaia na mão e aquela sensação boa de dia muito bem aproveitado.

Ao fim da tarde regressámos a Willemstad.

À noite atravessámos o canal de ferry até Otrobanda, vimos as luzes e as cores da cidade do outro lado, jantámos por lá e fechámos o dia com Curaçao iluminada à nossa volta.

Foi mesmo isto: mota, praias, mergulhos, sal, calor, cor e mar.

Um verdadeiro dia azul. 🏖️

#Curacao #KenepaGrandi #KenepaChiki #PlayaLagun #caribe taken in Curacao, The Caribbean by @decqmota
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2 months ago
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Travel Log 34/39 — Bon bini, Curaçao 🇨🇼❤️

Depois de uma viagem noturna, com escala no Panamá — daquelas sempre desafiantes porque dormir, dormir, não se dorme quase nada — chegámos a Curaçao.

E chegámos incrivelmente bem.

Talvez seja influência da cor.
Curaçao tem qualquer coisa que se sente logo: fachadas coloridas, luz forte, calor, mar ali perto e uma energia descontraída que nos recebeu sem grandes cerimónias.

Como já é tradição nesta volta ao mundo, chegámos cedo demais para fazer check-in. 😁
Por isso deixámos as malas, fomos almoçar e aproveitámos para respirar um bocadinho da cidade até termos o quarto disponível.

Depois de tudo instalado, fomos espreitar a “praia” do hotel. Não era ainda uma daquelas praias paradisíacas que tínhamos guardadas para o dia seguinte, mas era um recanto amoroso: areia, acesso direto ao mar e aquele convite inevitável para entrar na água.

E entrámos.

Primeiro contacto feito com o mar de Curaçao. A água não é tão quente como no Sudeste Asiático, mas é suficientemente agradável para ficar de molho — e absolutamente necessária, porque o calor aqui sente-se de dia e de noite.

Ao fim do dia fomos jantar em Pietermaai, uma das zonas mais bonitas e animadas da cidade, cheia de restaurantes, fachadas coloridas, luzes e aquele ambiente bom de fim de dia tropical.

Último destino desta aventura oficialmente começado.☀️
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#curacao #caribean #pietermaai #aroundtheworld #travelcommunity taken in Curacao by @decqmota
10
2 months ago
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Travel Log 33/39 — Último dia na Cidade do México e ainda havia tempo para aproveitar mais um pouco.

Começámos com umas compras de última hora, daquelas inevitáveis quando ainda há artesanato, lembranças e coisas giras por ver.

Depois subimos à Torre Latinoamericana, um dos edifícios mais icónicos da cidade. Durante muitos anos foi o prédio mais alto da América Latina e continua a ser uma das melhores formas de perceber a dimensão da Cidade do México lá de cima.

Almoçámos com vista para o Palácio de Belas Artes, o que tornou a pausa ainda melhor.

Depois deambulámos mais um pouco pela cidade, sem grande plano, só a aproveitar as últimas horas no centro: ruas cheias, comércio, movimento, trânsito, vendedores e aquela energia tão própria da Cidade do México. Pelo caminho, a Rita ainda fez uma massagem em plena rua.

Ao fim do dia, jantámos num restaurante mesmo ao lado do hotel, daqueles achados simples e bons para fechar a estadia.

Depois foi hora de regressar ao hotel, pegar nas malas e seguir para o aeroporto.✈️

O México foi intenso, colorido, barulhento, simpático e muito mais surpreendente do que imaginávamos.

Agora seguimos rumo ao último destino desta aventura.
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#AroundTheWorld  #MexicoCity #México #TorreLatinoamericana #palaciodebellasartes taken in Cidade Do Mexico , Mexico by @decqmota
0
2 months ago
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Travel Log 32/39 — O coração histórico da Cidade do México 🇲🇽

Segundo dia na Cidade do México e dia de mergulhar no seu Centro Histórico.

Começámos pelo Zócalo, a Praça da Constituição, rodeada por alguns dos lugares mais importantes da cidade: a Catedral Metropolitana, o Templo Mayor e o Palácio Nacional.

É daqueles sítios onde se sente logo o peso da história. Camadas e camadas de tempo, religião, política, ruínas, arquitetura, movimento e vida a acontecer tudo ao mesmo tempo.

Depois seguimos pela Avenida Francisco I. Madero, uma das ruas mais movimentadas do centro. Aqui sente-se 100% a energia da cidade: gente, lojas, música, vendedores, turistas, locais, igrejas, edifícios históricos e aquela sensação de que está sempre tudo a acontecer.

Almoçámos no Salón Corona, o original, uma cantina tradicional mexicana cheia de ritmo, sabor e ambiente local.

A seguir fomos ao Templo de São Francisco, mesmo em frente à Casa dos Azulejos, onde entrámos depois. E que surpresa bonita. Por fora já é linda, com a fachada coberta de azulejos azuis e brancos; por dentro é um antigo palácio transformado em espaço vivo, com restaurante, loja, bar e imensos detalhes para ver. E o melhor: dá para entrar e visitar livremente.

Ainda vimos por fora o Palácio de Belas Artes e fomos deambulando pela Alameda Central, antes de fechar o dia num dos lugares mais importantes de peregrinação do México: a Basílica de Santa Maria de Guadalupe.

Visitámos a antiga e a nova basílica, conhecemos um pouco da sua história e percebemos melhor a dimensão da devoção à Virgem de Guadalupe. Mesmo num dia comum, estava cheia de pessoas, famílias, fé e emoção.

Foi um dia cheio, intenso e muito mexicano.

E cada vez mais sentimos isto: não há melhor forma de conhecer uma cidade do que caminhar por ela, entrar, sair, parar, observar e deixar que ela se revele. ❤️
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#MexicoCity #CentroHistorico #Zocalo #CasaDosAzulejos #BasilicaDeGuadalupe taken in Cidade Do Mexico by @decqmota
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2 months ago
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Travel Log 31/39 — Primeiro dia na Cidade do México e começámos por um lugar muito especial: a Casa Azul, o museu Frida Kahlo, em Coyoacán.

Foi aqui que Frida viveu, onde também viveu com Diego Rivera, e sente-se isso em cada canto. A casa está lindamente preservada, cheia de objetos, cores, detalhes e presença. Não é só um museu: é uma casa que conta histórias. Vale muuuuuito a pena.

Depois seguimos para o Jardim Hidalgo, cheio de vida, comércio, música, famílias, bancas e movimento. Foi o nosso primeiro grande contacto com o povo mexicano. E que surpresa boa. Pessoas doces, simpáticas, cordiais, nada invasivas. Daquelas coisas bonitas de viajar: irmos desfazendo ideias pré-concebidas e conhecendo, de verdade, um povo.

Pelo caminho, acabámos chamados para um teatro amador ao ar livre: Romeu e Julieta, mas numa versão cómica. E o que nos rimos. Teatro gratuito, cada um contribui com o que quiser, e nós ali, sem plano, completamente dentro da vida local.

Depois fomos almoçar ao Mercado de Coyoacán. E foi incrível. Talvez dos melhores tacos que já provámos. Comida simples, direta, cheia de sabor e com aquela energia de mercado que nós adoramos.

Seguimos para o mercado de artesanato e foi um mundo. Cor, peças, bancas, detalhes, vontade de ver tudo. E sempre com respeito. O máximo que ouvimos foi um “olá”. Nada insistente, nada intrusivo. Conseguimos ver tudo à vontade e com vontade.

O final do dia trouxe uma experiência improvável, pelo menos para a Rita: lucha libre mexicana na Arena Coliseo. Máscaras, gritos, teatro, acrobacias, drama e uma energia impossível de explicar. Daquelas coisas que talvez não estivesse na lista óbvia… mas ainda bem que fomos.

Fechámos o dia em modo bar: margaritas, cervejas e nachos, no Distrito Urbano.

Foi um primeiro dia intenso, colorido, divertido e muito imersivo.
A Cidade do México entrou logo em grande. 🇲🇽
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#MexicoCity #Coyoacan #FridaKahlo #LuchaLibre #travelcommunity taken in Mexico City, Mexico by @decqmota
4
2 months ago
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Travel Log 30/39 — Stanley Park em duas rodas 🇨🇦

Último dia em Vancouver e ainda havia uma coisa que queríamos muito fazer: explorar o Stanley Park de bicicleta.

E vale mesmo a pena.

O parque é absolutamente maravilhoso. Verde, enorme, junto ao mar, com montanhas ao fundo e aquele ar de cidade que vive muito para fora.

Como tínhamos transfer para o aeroporto às 13h, fizemos uma volta rápida, sem grandes paragens pelo caminho. Foram 11 km em pouco mais de 1 hora — o suficiente para perceber que, com mais tempo, este é daqueles sítios para parar, explorar, fotografar e aproveitar com calma.

O famoso Stanley Park Seawall é uma das rotas mais bonitas para caminhar ou pedalar em Vancouver, sempre entre água, floresta, skyline e montanhas. 

No regresso a English Bay Beach, ainda bebemos um batido proteico, antes de  voltarmos ao hotel para o check-out.💪

Seguimos para o aeroporto pois era dia de deixar o Canadá e saltar para outro país.

Próxima paragem: México 🇲🇽
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#Vancouver #StanleyPark #Canada #travelaroundtheworld #biketour taken in Vancouver, B.C., Canada by @decqmota
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2 months ago
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Travel Log 29/39 — Começámos o dia no Capilano Suspension Bridge Park. Fomos no transfer gratuito desde o centro de Vancouver. A ponte existe desde 1889 e continua a ser daquelas experiências turísticas que, mesmo sabendo ao que vamos, impressionam e muito: floresta enorme, ponte a mexer bastante e aquele verde todo por baixo.

De volta à cidade, almoçámos em Canada Place e seguimos a pé até Hornby Street, onde apanhámos o ferry para Granville Island.

Deambulamos pelo Public Market, um dos pontos mais conhecidos da ilha, e ficámos por ali a viver um bocadinho aquela zona: bancas, comida, lojas, artistas, cheiros, movimento e aquela energia boa de mercado. 

Regressámos de ferry a Hornby Street e caminhámos pelo Seawall Water Walk até ao hotel.

Terminámos à beira-mar, com patas de caranguejo e um clássico, fish and chips.

Vancouver continua a ser isto para nós: natureza em grande, cidade bonita, água sempre por perto e dias que acabam melhor junto ao mar. 🇨🇦

Já cá estiveram? O que gostaram mais? 
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#Vancouver #CapilanoSuspensionBridge #GranvilleIsland #englishbaybeach #travelaroundtheworld taken in Vancouver, B.C., Canada by @decqmota
6
2 months ago
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Travel Log 28/39 — Saímos rumo a Coal Harbour e, sinceramente, tudo pelo caminho mereceu uma fotografia.

Pela arquitetura dos prédios.
Pelos vidros.
Pelos terraços.
Pelos recantos cheios de plantas.
Por aquela forma tão Vancouver de juntar cidade, mar, montanha e verde no mesmo enquadramento.

Tudo muito arborizado, mas numa versão capa da revista Garden Design. 😁

Fomos deambulando pelo Seawall, aquele passeio junto à água que nos vai mostrando uma das combinações mais bonitas da cidade: montanhas ao fundo, prédios envidraçados, terraços que parecem jardins suspensos e hidroaviões a levantar e a amarar mesmo ali ao lado. 

Passámos pela Jack Poole Plaza, pelo Canada Place, e depois subimos ao Vancouver Lookout, no Harbour Centre. O miradouro tem vista panorâmica de 360º sobre a cidade, o porto, as montanhas e o skyline. 

Seguimos para Gastown, onde fomos ver o famoso Steam Clock. Parece antiquíssimo, mas é de 1977 — e mesmo assim tem aquele charme de postal antigo, com vapor, turistas à volta e toda a gente à espera do momento certo. 🔊

Depois entrámos em Chinatown pela Millennium Gate, seguimos a pé pela cidade e ainda descansámos num banco em frente à Cathedral of Our Lady of the Holy Rosary. 

Terminámos na Robson Street, entre lojas, movimento, bancas, mercado e aquela vida de cidade grande que Vancouver também tem.

E, como no dia anterior, acabámos o dia da melhor forma: à espera do pôr do sol. Sentados na areia, a comer fruta 🌅😀.
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#travelaroundtheworld #vancouver #CoalHarbour #Gastown #Canada taken in Vancouver, British Columbia by @decqmota
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2 months ago
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Travel Log 27/39 — O mesmo dia, noutro continente 🇨🇦

Tecnicamente, este é o dia seguinte da viagem.
Mas no calendário… ainda era o mesmo dia.

Depois de sairmos de Tóquio, fazermos escala em Seul, atravessarmos o Pacífico e “andarmos para trás no tempo”, chegámos a Vancouver ainda no dia 28. 😁

Fizemos check-in no hotel e fomos almoçar, ainda naquele modo estranho de corpo cansado, após mais um voo noturno.

A primeira volta foi por English Bay, uma das zonas de praia mais conhecidas de Vancouver, junto ao West End e muito perto do Stanley Park. E foi logo um ótimo cartão de visita da cidade: mar, montanhas ao fundo, troncos na praia, pessoas por todo o lado e aquele ritmo descontraído de fim de dia.

Fomos brincar nas estátuas do riso, a obra A-maze-ing Laughter, do artista Yue Minjun, instalada em Morton Park, junto a English Bay. Faz parte da arte pública mais conhecida de Vancouver e é impossível passar ali sem entrar um bocadinho na brincadeira. 

Também fomos ver o Inukshuk, aquela estrutura de pedra com forma humana que se tornou um dos símbolos desta zona. 

E ainda passámos pela escultura 217.5 Arc x 13, do artista francês Bernar Venet, em Sunset Beach. São 13 arcos de aço curvados que, ao pôr do sol, parecem quase feitos para enquadrar o horizonte.
Mas o mais bonito foi observar Vancouver a acontecer.

Gente a correr.
Gente sentada nos troncos a olhar para o mar.
Pessoas a jogar vólei, roundnet, a ler, a comer gelado, a tocar música, a conversar a dois, a três, a quatro.

E, à medida que o pôr do sol se aproximava, parecia que toda a gente sabia exatamente o que fazer: escolher um lugar, sentar e olhar para o horizonte.

Não foi um momento banal. Foi presença.

A luz ficou intensa, quase a encandear, e por uns minutos ficou tudo ali: o mar, as montanhas, as silhuetas, os barcos, as conversas baixas e aquela cor impossível de ignorar.

Há sempre qualquer coisa mágica num pôr do sol. E Vancouver recebeu-nos assim. 🇨🇦
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#AroundTheWorld #Vancouver #englishbay #visitvancouver taken in English Bay by @decqmota
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3 months ago
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