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📍Espaço de Microcuradorias CLN 412 bloco C lojas 12 e 22
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ANDREA CAMPOS DE SÁ

Baile perfumado, 2026
Instalação de objetos
Material: Impressão Van Dyke Brown sobre couro, tapete de couro atanado, feno, selaria, punhal de ferro forjado, lã e cera pigmentada

Sem título, 2026
Objetos
Gravação sobre aço; Impressão Van Dyke Brown sobre couro, e vidro.

“Couro, terra avermelhada, feno... a secura do sertão (este que também nos habita). A lendária documentação da tragédia traz as cabeças cortadas, que na obra são inscritas em círculos de couro sensibilizados por processo fotográfico. Dez cangaceiros, um autorretrato da artista e o cordeiro imolado. O feno é mesa-ofertório feita com o alimento dos rebanhos. Ocupa o centro de uma sala rural – adobe e terra colorida. O sacrifício oferece certa imagem de gozo.

No corredor, duas relíquias das fotos ovaladas. Memória-tesouro. E a arma-facão inscrita com a imagem do imolado.”

Texto da curadora Marília Panitz

Obras em exibição no subsolo da exposição TRIEB+
Registros: dalton_camargos

Produção executiva: @incentivem

Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF.

deCurators
SCLN 412 Bloco C Lojas 12 e 22
Eficiência, Amor e Selvageria by @decurators
9
3 days ago
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VALÉRIA PENA-COSTA

Escombros, 2026
Instalação de objetos 
Tecido, madeira, cimento e cola

Precipitação, Série Ophelianas. 2026
Óleo sobre tela
80 x 80 cm 

Obras em exibição no subsolo da exposição TRIEB+

“Na cápsula de concreto, a luz sutil deixa antever, na monocromia cinza, as formas – esqueleto e recobrimento – sem corpo. Escombros anuncia o que já foi (ou um vir a ser do relato). São vestígios da recorrente imagem feminina, centro do vocabulário da artista. O ambiente natural desconhecido (tantas vezes emulado) de verdes e azuis noturnos, aqui foi subsumido no cimento, galhos e vestidos que os vestem. Mas estranhamente parece nos devolver uma paisagem de floresta e fundo de rio...

Já fora da sala, a Ophelia, meio boneca-criança, meio história exemplar, é submersa pela história de amor ancestral.”

Texto da curadora Marília Panitz

Registros: dalton_camargos

Produção executiva: @incentivem

Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF.

deCurators
📍SCLN 412 Bloco C Lojas 12 e 22
Eficiência, Amor e Selvageria 💥 by @decurators
5
5 days ago
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O deCurators agradece aos colaboradores e ao público que tem participado dos eventos da exposição TRIEB+ 💥

Reunimos aqui alguns registros da festa de abertura, da visita conduzida pelas artistas Gisel Carriconde Azevedo e Andrea Campos de Sá para a turma de calouros do Bacharelado em Artes da UnB, e da conversa com a psicanalista Luciana Salum e a historiadora e crítica literária Ludimila Moreira.

Fiquem atentxs à programação dos próximos eventos:

Conversa com Marco Antônio Vieira e Walter Menon
Sexta-feira, 23 de outubro

Visita guiada com os artistas
Sábado, 31 de outubro

Lançamento do catálogo impresso
Sábado, 14 de novembro

Visitação da exposição 
Quinta a sábado, das 15h às 19h 
Com xs educadorxs Cecília Borges e Enrico Scodeller

Até 8 de novembro 
CLN 412, Bloco C, lojas 12 e 22 
deCurators

Um agradecimento especial à @laboutiquebsb que gentilmente ofereceu os pães para a festa de abertura da TRIEB+. 

Produção executiva:
Incentivem @incentivem

Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF. by @decurators
9
7 days ago
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EKSPERIMENTALISSOM 2026 lança a sexta setlist do projeto @v.i.s.a.g.e, um programa musical com curadoria de MENA @dudanunes__ gerado em colaboração com a rádio @dailycue de Ribeirão Preto, SP. O programa Visage 006 poderá ser acessado diretamente no site do deCurators, no seguinte endereço: https://decurators.org/Visage-006-Levi-Lenzi (link na bio)

006 - Levi Lenzi 

Levi Lenzi é um artista multidisciplinar que transita entre pintura, design, tatuagem, discotecagem e produção musical. Sua sonoridade atravessa gêneros como soul, early house, disco, electro, breakbeat e techno, com forte caráter percussivo e interesse pela desconstrução de formatos. Com produções lançadas pelos selos Nice & Deadly, Perfecto Estado, Gop Tun Records e seu próprio @amorforec , apresentou seu Live Act em 2025 no festival de música eletrônica experimental da Gop Tun: Festival Não Existe. Residente da Function FM com o projeto Peregrine, também passa por rádios independentes como Operator Radio, Rádio Tempo Não Pára, Na Manteiga e Veneno, levando sua pesquisa musical tanto às pistas quanto a espaços de escuta mais intimista.

“Um mesmo campo sonoro pode reproduzir experiencias ordinárias e extraordinárias, de dentro e de fora, físicas e metafísicas, portanto o som é uma linguagem de equilíbrio: espiritual e mundana, na mesma intensidade

Improvisação I é uma colagem de memórias particulares e coletivas capturadas por gravações de campo e samples em vinil que interage à síntese sonora de máquinas virtuais. Essa conversa articulada em tempo real transmuta tais memórias para um novo momento, uma memória neonata. Microfonia, a agulha do toca-discos como um microfone percussivo, feedback como um instrumento, voz, sintetizadores e automações são algumas das ferramentas de improvisação utilizadas nesse experimento.”

Na improvisação de Levi, o que me marcou de imediato foi a sensação de uma arquitetura espacial. Pode-se imaginar uma grande sala onde cada som ecoa, se repete, se silencia, se transforma e se desloca livremente por cada canto. Essa manipulação dos elementos no espaço cria texturas e formas quase visuais (continua nos comentários) taken in deCurators by @decurators
4
12 days ago
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Visite a exposição TRIEB+
Quinta a sábado
15h-19h

Mediação: 
Cecília Borges
Enrico Scodeller

Até 8 de novembro
CLN 412 bloco C lojas 12 e 22
deCurators

Imagem:
Andrea Campos de Sá @andreacamposdesa
Bíblia (detalhe)

Produção executiva:
Incentivem @incentivem

Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF. by @decurators
1
14 days ago
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8/10 • 19h30
LUCIANA SALUM
LUDIMILA MOREIRA
sobre TRIEB +

No dia 8 de outubro, às 19h, a psicanalista Luciana Salum e a historiadora e crítica literária Ludimila Moreira participam de uma conversa voltada às relações entre corpo, desejo e processos de criação, ampliando o debate proposto pela mostra TRIEB+.

Imperdível!

Produção executiva: @incentivem

Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF.

📍SCLN 412 C, Subsolo
deCurators
Eficiência, Amor e Selvageria 💥 by @decurators
6
16 days ago
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Conheça os artistas e as curadoras da exposição TRIEB+

Artistas
Andrea Campos de Sá
@andreacamposdesa 
Gisel Carriconde Azevedo
@giselcarricondeazevedo
Miguel Simão
@miguel_simao_costa
Valéria Pena-Costa
@valeriapenacosta

Curadoras
Gisel Carriconde de Azevedo
@decurators
Marília Panitz
@mariliapan

Abertura
Sábado • 19/9 • 18h
Visita guiada com as curadoras 
Produção executiva: @incentivem

Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF.

SCLN 412 Bloco C Lojas 12 e 22
Eficiência, Amor e Selvageria 🔥 by @decurators
10
a month ago
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TRIEB +
Abertura sábado 19 de setembro
Salas térreo e subsolo, às 18h
De 19set. a 8nov.

"Parece, então, que o instinto [trieb, pulsão] é um impulso, inerente à vida orgânica, a restaurar um estado anterior de coisas, impulso que a entidade viva foi obrigada a abandonar sob a pressão de forças perturbadoras externas, ou seja, uma espécie de elasticidade orgânica, ou para dizê-lo de outro modo, a expressão da inércia inerente à vida orgânica."
Sigmund Freud

[...] Uma mostra que se debruça sobre o trabalho de artistas que estão na casa dos sessenta anos em pleno processo criativo. Andrea Campos de Sá @andreacamposdesa, Gisel Carriconde Azevedo @giselcarricondeazevedo, Miguel Simão @miguel_simao_costa e Valéria Pena-Costa @valeriapenacosta vêm marcando a produção artística de Brasília desde os anos oitenta, com obras que permanecem pulsantes. [...] Permanência da pulsação da novidade, da experimentação, da ousadia e do erro; Pulsão de Eros instalada como motriz do desejo, afirmação da vida como coesão, como construção e autoconservação; esta que sempre surge em paralelo à Pulsão de Morte – aquela que nos acompanha ao longo da vida, mas que a maturidade permite um encontro (quase) consciente. Pulsão de Eros que empurra para a exploração do desconhecido com as ferramentas que só o tempo de ofício permite. Pulsão de Morte como caminho de introspecção, de redução das tensões ao máximo (mas também, como reivindicava Freud, pulsão de agressão, de destruição em relação a certas imposições externas)[...] (trechos do texto curatorial de Marília Panitz @mariliapan)

📷 1- Detalhe obra Miguel Simão;
📷 2- Detalhe obra Andrea Campos Sá
📷 3- Detalhe obra Gisel Carriconde Azevedo;
📷 4- Detalhe obra Valéria Pena-Costa

Identidade visual e design gráfico @celiamatsunaga

Produção executiva: @incentivem
Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF.

🎼 @lidice999
🍸@vanesa.liberato sa.liberato e @th.sanjo

SCLN 412 Bloco C Lojas 12 e 22
Eficiência, Amor e Selvageria 🔥 taken in deCurators by @decurators
10
a month ago
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A produção artística perde força com o passar dos anos ou encontra novas possibilidades de criação e desejos?

É a partir dessa pergunta que TRIEB+ reúne Andrea Campos de Sá, Gisel Carriconde Azevedo, Miguel Simão, Valéria Pena-Costa, com curadoria de Gisel Carriconde Azevedo e Marília Panitz, todos atuantes na cena das artes visuais de Brasília desde os anos 1990.

A articulação desta mostra coletiva é inspirada na noção freudiana de pulsão (trieb), conceito limite entre o somático e o psíquico.

As obras atravessam questões fundamentais da existência humana como vida, morte, erotismo e a própria experiência da arte, apresentando diferentes modos de compreender o desejo como potência criadora.

TRIEB+ convida o público a refletir sobre longevidade, experimentação e (im) permanência na arte contemporânea.

19 de setembro
No deCurators

Identidade visual e design gráfico: @celiamatsunaga 
Produção executiva: @incentivem

Este projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF. by @decurators
4
a month ago
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4/9 SEXTA
e 5/9 SÁBADO
de 20h às 22h

MORRER PELOS PASSARINHOS é uma coleção de performances que compartilha com o público o fim de um mundo conforme o conhecemos e a possibilidade de um luto coletivo que nos possa confrontar com o não-sentido, com o vazio, com o medo, com a desumanização, mas, principalmente, uns com os outros. Este projeto teve a sua estreia em março de 2024, em Coimbra, no âmbito do Festival END — Encontro de Novas Dramaturgias. Na sua programação em Brasília, serão apresentadas as performances Godôs, Bocas e Apostrof’Apocalipse.
#1: Godôs. Duração 60'. 
#2: Bocas. Duração 25'. 
#3: Apóstrof’apocalipse. Duração 25'.
Maiores de 16 

LÍGIA SOARES ( @ligiapsoares ) é coreógrafa e dramaturga portuguesa, residente em Lisboa. Desde 1999, desenvolve um trabalho que transita entre dança, teatro e performance, apresentado em diversos países. Sua pesquisa explora dispositivos cénicos que incorporam a presença do espectador como elemento da dramaturgia, muitas vezes deslocando os papéis de performer e público. Atua também como dramaturga, mentora de escrita para cena e colaboradora em projetos de dança e teatro. Entre suas criações destacam-se Romance, O Ato da Primavera, Turning Backs, Jogo de Lençóis e A Minha Vitória Como Ginasta de Alta Competição.

HENRIQUE FURTADO VIEIRA é bailarino, performer e coreógrafo, formado em Engenharia de Energia e Meio Ambiente e residente em Lisboa. Sua formação artística foi realizada em instituições francesas, e sua prática transita entre a criação coreográfica, a performance e a colaboração com diversos artistas. Desenvolve também trabalhos de investigação, pedagogia, escrita e dramaturgia ligados à dança. Em suas criações, destaca-se a sobreposição de estilos e gêneros, a presença vocal e os espaços da imaginação. Seus trabalhos já foram apresentados em instituições e festivais como Aerowaves, CCB, Teatro Municipal do Porto, CDC Toulouse, Festival Roma Europa e Temps d’Images.

deCurators 📍 SCLN 412C, Loja 12, Térreo
Eficiência, amor e selvageria 💥 by @decurators
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2 months ago
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EKSPERIMENTALISSOM 2026 lança a quinta setlist do projeto @v.i.s.a.g.e, um programa musical com curadoria de MENA @dudanunes__ gerado em colaboração com a rádio @dailycue de Ribeirão Preto, SP. O programa Visage 005 poderá ser acessado diretamente no site do deCurators, no seguinte endereço: https://decurators.org/Visage-005-Lara-Abreu (link na bio)

005- LARA ABREU

Nascida e criada em Planaltina no Distrito Federal, @abreeulara é artista multimídia que investiga as relações entre corpo, matéria, espaço e linguagem. Sua prática transita entre as artes visuais, o som e a performance, explorando processos de experimentação e transformação dos materiais como formas de investigação e redescoberta de linguagens, gestos e estéticas. Em suas performances, utiliza o pedal de voz como instrumento de manipulação e mixagem de sobreposições que permitem explorar as (dis)sonâncias entre voz, corpo e mente. A partir desse mesmo pensamento, apropria-se do recurso da colagem em sua dimensão virtual, articulando fragmentos visuais e sonoros para construir novas relações entre matéria, imagem, som e símbolo. Seu trabalho parte do encontro com o outro (ou mesmo) onde cria espaços de percepção e estranhamento, nos quais a linguagem se fragmenta, se transforma e se reconstrói.

“Na ausência do tempo o material resiste. 
Essa é uma improvisação/estudo de materiais em som. 
Como visage, 
deixa e guarda rastros de faces de identidade fragmentada. 
Penso ter avistado o movimento e seu rastro, mas vejo que me engano. 
Engano que não tem contorno e resiste ao material.”

Os próximos episódios da Visage serão de material autoral e improvisos, pensando nisso trouxe esse set da Lara e graças a tamanha identificação do material sonoro dela com o conceito do programa Visage. Vejo essa improvisação como uma jornada de longas meditações da alma (voz) traduzidas através de um circuito eletrônico (pedal) e o mais fascinante é como a repetição de uma nota contínua pode ser tratada e transformada durante o percurso, imprimindo impressões e criando novas sonoridades através de efeitos como eco, reverb, corretor de afinação, harmonia e distorção. taken in deCurators by @decurators
8
2 months ago
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Nos dias 4 e 5 de setembro, às 20h, as performances “Godôs”, “Bocas” e “Apóstrof’apocalipse”, da coleção “Morrer pelos Passarinhos”, de Henrique Furtado Vieira e Lígia Soares, serão apresentadas no deCurators, em Brasília.

“Godôs”
Uma performance sobre a espera, inspirada em À Espera de Godot, de Samuel Beckett. Na rua, os artistas tentam convencer pessoas que passam a entrar num teatro e a ocupar o palco. Dentro da sala, o público acompanha esta tentativa em tempo real, até ao momento imprevisível do encontro.

“Bocas”
Inspirada em Boca (Not I), de Samuel Beckett, Bocas coloca os corpos dos performers e as suas imagens digitais em tensão. Entre ecrãs, vozes e corpos, a performance interroga as formas contemporâneas de comunicação, proximidade e desconexão.

“Apóstrof’apocalipse”
Um acontecimento sonoro e textual que envolve o público numa sala escura, entre sons de animais, máquinas, catástrofes e guerra. Através de karaokes poéticos ditos em voz alta e em uníssono, os espectadores participam numa experiência vertiginosa que cruza linguagem, corpo, trabalho, capitalismo, desigualdade e outras questões sociais.

Entrada Livre

Direção, criação e performance: Lígia Soares e Henrique Furtado Vieira
Direção de produção: Ana Lobato
Direção técnica e desenho de luz: Hugo Coelho
Composição musical e sonoplastia: João Lucas
Vídeo partilhado (Godôs: O chão nas cidades): Andrea Maciel
Coordenação digressão Brasil: Daniela Ribeiro / O Rumo do Fumo
Comunicação digressão Brasil: Carlota Lloret e João Albano / O Rumo do Fumo
Tradução e difusão: Mariana Pimentel
Administração e produção executiva Brasil: Priscila Maia
Técnico de luz, som e vídeo: Lemar Rezende
Cenotécnico: William Zimoto
Carregador: Ygor de Oliveira Ferreira
Apoio: Consulado Geral de Portugal em São Paulo e Instituto Camões by @decurators
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2 months ago
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