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PERFIL INFORMATIVO BASEADO EM EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS - CONTEÚDO EDUCACIONAL.
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SLU-PP-332: O “EXERCISE MIMETIC” QUE ESTÁ CHAMANDO ATENÇÃO NA CIÊNCIA

O SLU-PP-332 é um composto experimental desenvolvido para ativar os Estrogen-Related Receptors (ERRα, ERRβ e ERRγ) — receptores nucleares diretamente envolvidos na regulação do metabolismo energético e da função mitocondrial.

E é justamente aí que a molécula se torna interessante.

Os ERRs participam da regulação de processos como:

• metabolismo oxidativo
• função e atividade mitocondrial
• oxidação de ácidos graxos
• fosforilação oxidativa
• adaptação muscular ao exercício aeróbico

Em modelos experimentais, o SLU-PP-332 foi capaz de induzir no músculo um programa molecular semelhante a determinadas respostas observadas após exercício aeróbico.

Em camundongos, os pesquisadores observaram aumento de características oxidativas nas fibras musculares e melhora da capacidade de resistência. Outros estudos também encontraram aumento do gasto energético, maior oxidação de gordura e melhora da sensibilidade à insulina em modelos de obesidade e síndrome metabólica.

Mas existe um ponto fundamental:

SLU-PP-332 NÃO é um “atalho comprovado para substituir o exercício”.

Os principais resultados publicados até agora são pré-clínicos, especialmente em células e modelos animais. Ainda não temos evidência clínica suficiente para afirmar eficácia, segurança, doses terapêuticas ou efeitos de longo prazo em seres humanos.

Além disso, o desenvolvimento da classe continua evoluindo. Um composto relacionado, o SLU-PP-915, foi desenvolvido posteriormente com melhor biodisponibilidade oral e também apresentou efeitos de “exercise mimetic” em modelos animais.

Ou seja:

A ciência não está descobrindo simplesmente uma nova molécula para “queimar gordura”.

Está explorando uma possibilidade muito mais interessante:

manipular farmacologicamente os circuitos moleculares responsáveis por algumas das adaptações metabólicas produzidas pelo exercício.

A base científica para esse texto é sólida: o estudo original demonstrou ativação de ERRα/β/γ, aumento de função mitocondrial e resistência; estudos posteriores in by @dlabs.sp
2
a month ago
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OXIMETOLONA — HEMOGENIN

Uma análise farmacológica e fisiológica da molécula

A oximetolona é um esteroide anabolizante androgênico sintético de administração oral, desenvolvido originalmente para aplicações terapêuticas específicas.

Sua farmacologia vai muito além da composição corporal: envolve receptor androgênico, expressão gênica, metabolismo hepático, eritropoiese, perfil lipídico, equilíbrio hidroeletrolítico e eixo endócrino.

01 — MECANISMO DE AÇÃO

A molécula interage com o receptor androgênico intracelular, modulando a expressão de determinados genes e influenciando processos relacionados à síntese proteica e ao metabolismo celular.

Seus efeitos, entretanto, não se limitam ao tecido muscular.

02 — ESTRUTURA E METABOLISMO

A oximetolona é um esteroide 17α-alquilado. Essa característica favorece sua atividade por via oral, mas também está associada a maior atenção ao metabolismo e à função hepática.

03 — SISTEMA HEMATOLÓGICO

A molécula pode influenciar a eritropoiese, característica relacionada ao seu histórico de utilização terapêutica em determinadas condições hematológicas.

04 — PERFIL METABÓLICO

Sua exposição pode produzir alterações importantes, incluindo:

• redução de HDL e alterações de LDL;
• alterações de marcadores hepáticos;
• retenção hidroeletrolítica;
• possíveis alterações da pressão arterial;
• supressão do eixo hipotálamo–hipófise–gônadas.

05 — O PONTO CENTRAL

Uma alteração rápida no peso corporal não representa necessariamente ganho equivalente de tecido muscular. Metabolismo, água, sistema hematológico e composição corporal precisam ser analisados em conjunto.

POR QUE É UMA MOLÉCULA COMPLEXA?

Porque reúne atividade oral, ação sobre o receptor androgênico, efeitos hematológicos, metabolismo hepático relevante, alterações lipídicas e efeitos hidroeletrolíticos.

Por isso, analisar uma molécula exige mais do que perguntar “o que ela faz?”

É necessário compreender como atua, como é metabolizada, quais sistemas afeta e qual é o seu perfil de risco.

CONHECER A FARMACOLOGIA NÃO SIGNIFICA RECOMENDAR by @dlabs.sp
2
a month ago
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10 FORMAS DE GANHAR MASSA MUSCULAR E PERDER GORDURA.

Recomposição corporal não depende de um único hormônio, suplemento ou “truque metabólico”.

O resultado vem da combinação entre treinamento, nutrição, sinalização hormonal, metabolismo energético e função mitocondrial.

1. Controle o déficit calórico
Um déficit moderado favorece a redução de gordura sem comprometer desnecessariamente a massa muscular.

2. Consuma proteína suficiente
Aminoácidos essenciais, especialmente leucina, estimulam a síntese proteica muscular através da sinalização envolvendo mTORC1.

3. Priorize tensão mecânica
Progressão de carga, volume e qualidade do treinamento são fundamentais para ativar os mecanismos responsáveis pela hipertrofia.

4. Melhore a sensibilidade à insulina
Músculo metabolicamente saudável utiliza melhor a glicose e melhora o particionamento de nutrientes.

5. Preserve um ambiente hormonal adequado
Testosterona, GH, IGF-1, insulina e outros hormônios participam da regulação do metabolismo muscular — mas picos hormonais isolados não substituem treinamento e nutrição adequados.

6. Mantenha a função tireoidiana adequada
T3 e T4 participam da regulação do metabolismo energético e da função mitocondrial. Mais hormônio não significa necessariamente mais resultado.

7. Estimule a biogênese mitocondrial
Exercício aeróbico e atividade física ativam vias como AMPK → PGC-1α, aumentando a capacidade oxidativa do músculo.

8. Use o cardio estrategicamente
Cardio bem dosado pode melhorar condicionamento, metabolismo e capacidade oxidativa.

9. Durma e recupere-se adequadamente
Sono insuficiente compromete recuperação, desempenho e regulação metabólica.

10. Desenvolva flexibilidade metabólica
A capacidade do músculo de utilizar carboidratos e gordura de acordo com a demanda melhora a eficiência metabólica e favorece a recomposição corporal.
O ponto central?

Não existe um único “hormônio anabólico” responsável pelo resultado.
Existe uma interação entre:

TENSÃO MECÂNICA
↓
mTORC1
↓
↑ síntese proteica
↓
HIPERTROFIA

ESTÍMULO METABÓLICO
↓
AMPK → PGC-1α
↓
↑ biogênese mitocondrial taken in Vila Olímpia by @dlabs.sp
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2 months ago
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taken in Sé - São Paulo by @dlabs.sp
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2 days ago
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Nosso atleta @victorhhugo a 2 dias da sua competição @mrolympiabrasil em busca do seu cartão profissional.
#teamdelta taken in Academia Gaviões 24h - Rio Branco by @dlabs.sp
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2 days ago
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Gravando… @ravaccini 

Conteúdo para @dlabs.sp 

Detalhes da minha finalização rumo ao Mr. Olympia Brasil🇧🇷 taken in São Paulo, Brazil by @dlabs.sp
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2 days ago
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TREINAR ATÉ A FALHA É REALMENTE NECESSÁRIO PARA MAXIMIZAR A HIPERTROFIA?

A ciência não sustenta uma resposta tão simples quanto “quanto mais falha, melhor”.

A análise dos estudos sobre treinamento resistido mostra que a proximidade da falha, a carga utilizada e o volume de treinamento influenciam a interpretação dos resultados.

O que as evidências indicam?

▪️ Hipertrofia: aproximar-se da falha pode favorecer o crescimento muscular, mas atingir a falha absoluta não demonstra uma vantagem consistente em todos os protocolos.

▪️ Recrutamento motor: cargas elevadas recrutam unidades motoras desde as primeiras repetições. Com cargas leves, a fadiga progressiva aumenta a necessidade de recrutamento.

▪️ Carga utilizada: com cargas leves, interromper a série muito antes da falha pode limitar o estímulo hipertrófico. Com cargas mais elevadas, a diferença pode ser menor.

▪️ Volume de treinamento: quando há apenas uma série efetiva, treinar até a falha pode adquirir maior relevância. Em protocolos com múltiplas séries, trabalhar próximo da falha pode ser uma estratégia eficiente.

▪️ Fadiga e desempenho: a falha pode aumentar a fadiga aguda e comprometer temporariamente o desempenho, sem garantir ganhos adicionais proporcionais.

▪️ Força muscular: os resultados não indicam que atingir a falha seja obrigatoriamente superior para desenvolver força.

QUAL É A APLICAÇÃO PRÁTICA?

Trabalhar entre 1 e 3 RIR — ou seja, terminar a série com uma a três repetições possíveis em reserva — é um ponto de partida razoável para grande parte dos treinos com múltiplas séries.

Isso não representa um ótimo universal comprovado. Exercício, carga, volume, experiência do praticante e capacidade de recuperação devem orientar a decisão.

A falha muscular é uma ferramenta de treinamento, não uma obrigação em todas as séries.

A questão não é simplesmente treinar mais perto da falha. É encontrar a relação mais eficiente entre estímulo, fadiga e recuperação.

Salve este conteúdo para consultar na próxima organização do seu treinamento.

JAHN ANÁLISE | Treino • Ciência • Resultados

#Hipertrofia #TreinamentoResistido #CiênciaDoTreinamento #Fisiculturismo #JahnAnalise taken in São Paulo, Brazil by @dlabs.sp
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3 days ago
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1. Madrugada de domingo na @academiagavioes24hriobranco.
2. Titan, tinha feito o Review da máquina, vou refazer para essa conta.
4. Ciclo de notícias toda segunda é dia de expor opiniões sobre homens “malhados” de sunga fio dental banhados em óleo. @monster_cast 
5.Conselhos. taken in São Paulo, Brazil by @dlabs.sp
4
10 days ago
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ESSENTIALS — DIA DO SHOW

O indispensável para o fisiculturista

DOCUMENTAÇÃO

* RG/Documento
* Credenciamento e número do atleta
* Horários e programação do evento
* Celular + carregador + power bank

ALIMENTAÇÃO & HIDRATAÇÃO

* Todas as refeições já porcionadas
* Alimentos de fácil digestão
* Água conforme o protocolo
* Eletrólitos, se planejados
* Talheres e potes - papel toalha é bem vindo.

APRESENTAÇÃO

* Sunga oficial + reserva
* Bronzeador + material para retoque
* Óleo/acabamento, se planejado
* Pente/escova
* Itens para cabelo e barba
* Toalhas

PUMP & POSING

* Elásticos/mini bands
* Música/fone
* Roteiro de poses
* Cronograma do pump-up

CONFORTO

* Chinelo
* Roupa confortável e roupa limpa para depois
* Cadeira ou banquinho, se permitido
* Almofada/toalha para sentar
* Sacos para roupa e lixo
* Papel higiênico
* Lenços umedecidos
* Álcool em gel
* Kit de higiene pessoal

SAÚDE

* Medicamentos de uso habitual, quando prescritos
* Suplementos já utilizados no protocolo
* Nada novo no dia do show

O MAIS IMPORTANTE: 

No dia do show, você não improvisa. Você executa.

Tudo que puder ser separado, pesado, organizado e conferido na véspera, deve estar pronto antes de sair para o evento.

Texto por F. Jahn taken in Barueri - SP by @dlabs.sp
2
13 days ago
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No fisiculturismo, ninguém vê o que realmente custa construir um físico.
Não veem as noites em que você questionou se ainda valia a pena.
Os treinos em que o corpo pedia para parar.
As refeições feitas sem fome.
As derrotas que ninguém fotografou.
Os dias em que olhar no espelho era encontrar apenas aquilo que ainda faltava.

Existe uma parte do fisiculturismo que é silenciosa.
Você aprende a conviver com desconforto.
A trabalhar sem reconhecimento.
A continuar mesmo quando ninguém acredita.
A suportar a distância entre quem você é hoje e quem decidiu se tornar.

Porque, em algum momento, você percebe:
não é sobre motivação.
Motivação desaparece.

O que permanece é a capacidade de continuar quando ela desaparece.
No fim, resta você diante do processo
E talvez seja justamente aí que a resiliência nasce:
quando você para de esperar que fique fácil.
Você simplesmente continua. taken in Academia Gaviões 24h - Rio Branco by @dlabs.sp
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13 days ago
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 by @dlabs.sp
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16 days ago
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DROGAS NO FISICULTURISMO FEMININO

Uma análise técnica sobre fisiologia, performance e riscos

No fisiculturismo feminino, o uso de agentes farmacológicos pode alterar significativamente a composição corporal, a recuperação e a capacidade de sustentar treinamentos de alta intensidade.

Entre os mecanismos envolvidos está a ativação do receptor androgênico, que pode aumentar a síntese proteica e favorecer adaptações musculares. Porém, os efeitos anabólicos não são completamente dissociados dos efeitos androgênicos.

No organismo feminino, essa relação merece atenção especial.

A exposição a agentes androgênicos pode estar associada a:

• alterações do ciclo menstrual
• supressão do eixo hormonal
• acne e aumento da oleosidade
• aumento de pelos corporais
• queda de cabelo em indivíduos predispostos
• alterações da libido
• mudanças na voz
• aumento do clitóris
• alterações no perfil lipídico
• possíveis impactos cardiovasculares e hepáticos

Um dos pontos mais importantes é a variabilidade individual. Genética, duração da exposição, características farmacológicas do agente, condições clínicas e associação com outros fatores podem modificar consideravelmente a resposta.

E existe uma diferença fundamental entre efeito desejado e custo fisiológico.

Quanto maior a exposição a determinados estímulos farmacológicos, maior pode ser também a possibilidade de efeitos adversos — alguns potencialmente persistentes.

Por isso, a discussão científica não deveria se limitar a:

“O que proporciona mais resultado?”

A pergunta mais importante é:

“Qual é o impacto dessa estratégia sobre a fisiologia feminina, no curto e no longo prazo?”

No esporte de alto rendimento, conhecimento não significa incentivo. Significa compreender mecanismos, benefícios potenciais, limitações e riscos para tomar decisões mais responsáveis.

Conteúdo exclusivamente educacional. Não constitui prescrição, recomendação ou incentivo ao uso de substâncias farmacológicas. by @dlabs.sp
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