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📚 Te provo que dá para ler (muito) na rotina corrida.
⚖️ Do clássico ao romance: o que realmente vale seu tempo.
👇 Comece por aqui:
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Nem todo livro com capa fofa é para adolescentes.

Nos últimos anos ficou cada vez mais difícil identificar a faixa etária de alguns livros só pela capa. Muitas vezes a estética parece juvenil, mas o conteúdo foi pensado para adultos.

Por isso reuni mais de 50 livros que eu considero ótimas opções para adolescentes de diferentes gostos.

Um guia para pais, tios, padrinhos, professores e para qualquer pessoa que queira incentivar o hábito da leitura.

📚 Salve este post.
❤️ Compartilhe com outros leitores.

E me diga nos comentários: qual livro você presentearia um adolescente? by @dnabookz
33
4 months ago
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Meu desvio de caráter? Amar o Dean Di Laurentis.
E sinceramente… não quero ser curada 😂 O Jogo, terceiro livro da série Amores Improváveis, da Elle Kennedy, entregou TUDO pra mim.

Sobre o que é o livro:

Dean sempre foi o pegador do grupo... divertido, impulsivo, cheio de energia e zero preparado pra se apaixonar por alguém. Até que entra a Allie, com aquele “eu não quero me envolver, viu?” que só faz ele… se envolver mais ainda.

O romance deles é intenso, elétrico, cheio de química e com aquele caos delicioso que só Dean sabe proporcionar.

O que me marcou:

• Dean é o personagem mais caótico, engraçado e irresistível dessa série. Meu Deus, eu não tinha chance nenhuma contra ele, ninguém teria.
• Allie é perfeita pra equilibrar o boy: pé no chão, coração enorme, mas firme quando precisa ser.
• A química entre os dois? INDECENTE. Eu li cada capítulo sorrindo e pensando “meu Deus, é por isso que eu amo farofa”.
• A história é mais madura do que parece. Dean cresce muito, e isso me pegou de surpresa.
• Tem drama? Tem, mas é muito bem colocado, nada exagerado.
• E o humor… sério. Esse livro é o mais divertido da série.

Considerações finais:

O Jogo é aquele livro que te pega pela risada e te prende pelo coração.
Dean é um desvio de caráter? Com certeza.
Mas também é impossível não amar a entrega, a vulnerabilidade e o jeito todo errado-certo dele.
Leitura deliciosa, rápida, quente e cheia de personalidade.

Meu favorito da série? Talvez sim.

Nota: 4,5/5⭐ by @dnabookz
139
6 months ago
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No Dia dos Namorados, trago um serviço de utilidade pública: o Tinder Literário.

Analisei os candidatos, li as avaliações e cheguei à conclusão científica de que eu escolheria o Tucker.

Não apenas pelo homem. Mas também pela caminhonete. Principalmente pela caminhonete.

Observações importantes sobre outros candidatos:

⚠️ Heathcliff: recomendamos terapia antes de qualquer tentativa de relacionamento.

⚠️ Raskólnikov: inteligente, mas talvez seja melhor verificar o histórico criminal antes do primeiro encontro.

👇 Agora quero saber:

Quem leva o seu match? by @dnabookz
239
4 months ago
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“A educação nunca é neutra.” E Paulo Freire sabia muito bem disso.

Em 1963, sua experiência de alfabetização em Angicos (RN) mostrou que ensinar a ler e escrever também podia ser um caminho para desenvolver consciência crítica. Após o golpe militar de 1964, Freire foi preso e exilado, e seu Programa Nacional de Alfabetização foi extinto.

Em Pedagogia do Oprimido, escrito durante o exílio, ele defendeu uma educação capaz de ajudar as pessoas a compreender e questionar a realidade em que vivem.

Afinal, quem se beneficia das desigualdades teria interesse em ensinar as pessoas a questioná-las?

Educar também é ensinar a pensar criticamente.
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#PauloFreire #Educação #LiteraturaESociedade #política by @dnabookz
18
a day ago
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Eu amo descobrir que os grandes escritores da literatura também tinham seus “esse livro é superestimado” KKKKK

Virginia Woolf e James Joyce foram dois dos nomes mais importantes do modernismo, mas Virginia não parecia ter muita paciência para Ulisses. Ela achava a experiência de leitura difícil e pouco agradável e registrou suas impressões em cartas e diários.

Virginia e Leonard Woolf ainda chegaram a considerar publicar Ulisses pela Hogarth Press, editora que administravam. Mas o manuscrito era enorme e extremamente trabalhoso de produzir, então acabaram desistindo. Só que a fofoca fica mais interessante justamente porque Virginia não precisava achar o livro “ruim” para não gostar dele.

Ela podia reconhecer a importância de Joyce e, ao mesmo tempo, pensar: “Meu Deus, que negócio cansativo.”

E sinceramente? Isso é muito leitor, né? Porque existe uma diferença enorme entre reconhecer o valor de uma obra e gostar da experiência de lê-la.

No fim, dois dos maiores nomes do modernismo ficaram para a história lado a lado. Mas pelo menos um deles não parecia muito empolgado com o livro do outro 👀 by @dnabookz
14
a day ago
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Publicado em 1962, Laranja Mecânica nasceu em um contexto marcado pela tensão da Guerra Fria, pelo medo da violência juvenil e por debates sobre autoridade, punição e controle social. Burgess escreveu uma obra que vai muito além de um protagonista violento, ele nos coloca diante de uma pergunta difícil sobre até onde o Estado pode ir para tentar produzir uma sociedade melhor.

Alex é cruel, violento e responsável por atos terríveis. Mas, quando tentam eliminar sua capacidade de escolher o mal, a questão deixa de ser simplesmente como impedir que ele faça o que faz e passa a ser: é possível transformar alguém em uma pessoa boa tirando dela a liberdade de escolher?

Porque, convenhamos, impedir alguém de praticar o mal não é necessariamente o mesmo que ensinar essa pessoa a fazer o bem. Uma coisa é escolher agir com bondade; outra, completamente diferente, é não ter alternativa.

E isso não significa romantizar a violência ou ignorar as vítimas. Significa questionar se uma sociedade pode abrir mão da liberdade individual em nome da ordem e, ainda assim, afirmar que está produzindo seres humanos moralmente melhores.

Mais de seis décadas depois, a provocação de Burgess continua atual. Afinal, quando o controle passa a ser justificado pelo bem coletivo, quem decide até onde ele pode chegar?

Uma pessoa que não pode escolher fazer o mal é realmente boa ou apenas foi privada da própria liberdade?

📚 Laranja Mecânica, Anthony Burgess.

#laranjamecanica #anthonyburgess #literaturaesociedade #classicosdaliteratura #bookstagrambrasil by @dnabookz
14
3 days ago
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Ler todos os dias parece impossível quando a vida está corrida. Trabalho, casa, responsabilidades… às vezes o dia simplesmente passa.
Mas a verdade é que a leitura quase nunca acontece nas horas perfeitas. Ela acontece nos pequenos intervalos da vida.

Na pausa do almoço.
Antes de dormir.
Em 10 minutinhos que a gente decide entregar a uma história.

E aos poucos… essas páginas vão se acumulando.

E você?
Em que momento do dia costuma ler?
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#vidadeleitora #rotinadeleitura #habitosdeleitura #leituradiaria #instaliterario by @dnabookz
44
6 months ago
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Eu cresci sabendo que ser nordestina vinha acompanhado de uma porção de estereótipos.

O Nordeste que aparece muitas vezes no imaginário brasileiro é um lugar de seca, fome, pobreza e atraso. Como se uma região inteira pudesse ser resumida pelas dificuldades que enfrenta.

Mas o Nordeste não é esse recorte!

O Nordeste também é tudo aquilo que existe apesar das tentativas de reduzi-lo a uma caricatura: é cultura, criatividade, literatura, música, festa, comida, afeto, memória, luta e resistência.

Eu tenho orgulho de ser nordestina não apesar da nossa história de luta. Tenho orgulho justamente por ela 🌵❤️🍃

Feliz Dia do Nordestino! by @dnabookz
29
5 days ago
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Escolhi esses trechos porque, para mim, eles carregam muito daquilo que torna essa história tão potente: a relação com a terra, a desigualdade, a exploração de quem sempre teve tão pouco e a luta de quem precisou resistir para simplesmente ter o direito de existir com dignidade.

Torto Arado fala de pessoas que foram historicamente silenciadas e, ainda assim, encontraram maneiras de resistir, preservar sua memória e reivindicar seu lugar.

É uma história sobre o sertão, sobre um Brasil que muitas vezes prefere não olhar para as próprias raízes. E por isso, esse livro é tão especial para mim. Um livro que não deixa a gente simplesmente passar pela história. Ele faz a gente pensar em quem teve direito à terra, à voz, à liberdade, e em quem ainda precisa lutar por tudo isso.

Esses são alguns dos trechos que ficaram comigo 🌵 by @dnabookz
46
7 days ago
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10 perguntas, 10 livros e um pouquinho da minha vida de leitora em cada resposta 🍃

É muito doido pensar em como alguns livros ficam marcados na nossa história por motivos completamente diferentes. Alguns a gente ama, outros a gente odeia, mas todos acabam fazendo parte da nossa trajetória como leitores ❤️

Tags | #livros #leitura #livrosfavoritos #bookstagrambrasil #dicasdelivros by @dnabookz
34
10 days ago
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Setembro foi um mês bem bom por aqui 😂📚

Foram 9 livros lidos e teve de tudo um pouco: Agatha Christie me fazendo perceber que o Poirot está sempre uns 15 passos na minha frente, Raphael Montes me apresentando oficialmente à crueldade em dose dupla, os 5 livros de Mindfck* que eu simplesmente DEVOREI e, para fechar o mês, uma releitura de Garota Exemplar que só serviu para confirmar que esse continua sendo meu suspense favorito ❤️

No geral, um mês de leituras sangrentas e com uma certeza: preciso ler mais Agatha Christie e Raphael Montes ✅️

E vocês? O que leram em setembro? Me contem um livro que marcou o mês de vocês...

Tags: #leiturasdesetembro #balançoliterario #livros #leiturasdomes #bookstagram by @dnabookz
40
12 days ago
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Eu já queria conhecer a escrita do Raphael Montes há algum tempo, então comecei Dias Perfeitos muito mais para descobrir se o estilo dele funcionaria comigo. E funcionou. MUITO.

No começo, tive uma sensação muito forte de estar entrando numa história com uma vibe meio You: um cara obcecado por uma mulher, acompanhando seus passos, criando uma realidade própria em torno daquela relação e justificando comportamentos completamente absurdos. Só que, conforme a história avança, a coisa fica muito mais pesada e perturbadora.

O que me marcou:

• O Téo é um personagem extremamente desconfortável de acompanhar justamente porque estamos presos ao olhar dele. E acho que esse é um dos grandes acertos do livro: você não está apenas vendo o que ele faz, mas tentando entender como ele consegue enxergar tudo aquilo como algo justificável.

• Vi algumas críticas dizendo que o livro tem violência gratuita, principalmente porque algumas situações parecem não ter uma função além de chocar. Eu não vejo dessa forma. Se você se dispõe a escrever uma história pelo olhar de um cara como o Téo, acho que essa violência “gratuita” é justamente o que deveria existir. Ela não precisa ter uma justificativa moral ou narrativa bonita. Ela faz parte da maneira distorcida como ele enxerga o mundo.

• O final. Para mim, foi um dos grandes acertos. Vi gente criticando, mas gostei justamente porque não entregou aquilo que seria mais óbvio. Acho que qualquer outro desfecho poderia facilmente cair numa obviedade chata e tirar boa parte do impacto da história.

• E nem achei TÃO pesado assim. É pesado? Sim. Tem situações bem perturbadoras? Também. Mas eu já li muitas coisas mais pesadas, então, para mim, foi bem tranquilo nesse sentido. Acho que talvez eu tenha ido esperando algo ainda mais extremo por tudo que já ouvi sobre os livros do Raphael.

_______________

Foi uma leitura que me deixou bastante desconfortável, mas também muito curiosa para conhecer mais do Raphael. E isso diz bastante sobre o quanto a experiência funcionou para mim. Se Dias Perfeitos foi minha porta de entrada e já me fez terminar pensando “quero ler tudo desse homem”, podemos considerar que o teste foi bem sucedido.

4/5🌟 by @dnabookz
30
13 days ago
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