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Um espaço de escuta e reflexão.
Idealizado por duas psicólogas:
- Luisa Rotenberg CRP 06/157056
- Gabriela W. Moraes CRP 08/28988
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CRONOS: Simbolizado pelo deus Cronos na mitologia grega, essa forma de tempo diz respeito ao tempo compartilhado, mostrado nos relógios e calendários.

KAIRÓS: Essa forma de tempo se refere ao tempo próprio, único, vivido. Kairós é filho de Cronos na mitologia grega.

AIÓN: O tempo da intensidade de presentificação e concentração, que Heráclito compara com uma força de entrega infantil.

Cronos, Kairós e Aión podem e devem existir juntos. Um complementa ao outro. Somos passíveis de flutuar entre os tempos, tramitando entre o presente e o passado, de volta ao presente para depois dar um pulo no futuro, num movimento eterno da vida.Talvez o maior desafio seja conciliar o tempo de ser e o tempo de fazer, as atividades que nos são exigidas e aquelas nas quais é necessário apenas contemplar, deixar a vida fluir num ócio contemplativo.

 Como você lida com seu tempo? Como você dialoga entre essas três formas de experienciar o tempo? by @dupla.escuta
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5 years ago
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CRONOS: Simbolizado pelo deus Cronos na mitologia grega, essa forma de tempo diz respeito ao tempo compartilhado, mostrado nos relógios e calendários.

KAIRÓS: Essa forma de tempo se refere ao tempo próprio, único, vivido. Kairós é filho de Cronos na mitologia grega.

AIÓN: O tempo da intensidade de presentificação e concentração, que Heráclito compara com uma força de entrega infantil.

Cronos, Kairós e Aión podem e devem existir juntos. Um complementa ao outro. Somos passíveis de flutuar entre os tempos, tramitando entre o presente e o passado, de volta ao presente para depois dar um pulo no futuro, num movimento eterno da vida.Talvez o maior desafio seja conciliar o tempo de ser e o tempo de fazer, as atividades que nos são exigidas e aquelas nas quais é necessário apenas contemplar, deixar a vida fluir num ócio contemplativo.

 Como você lida com seu tempo? Como você dialoga entre essas três formas de experienciar o tempo? by @dupla.escuta
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5 years ago
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CRONOS: Simbolizado pelo deus Cronos na mitologia grega, essa forma de tempo diz respeito ao tempo compartilhado, mostrado nos relógios e calendários.

KAIRÓS: Essa forma de tempo se refere ao tempo próprio, único, vivido. Kairós é filho de Cronos na mitologia grega.

AIÓN: O tempo da intensidade de presentificação e concentração, que Heráclito compara com uma força de entrega infantil.

Cronos, Kairós e Aión podem e devem existir juntos. Um complementa ao outro. Somos passíveis de flutuar entre os tempos, tramitando entre o presente e o passado, de volta ao presente para depois dar um pulo no futuro, num movimento eterno da vida.Talvez o maior desafio seja conciliar o tempo de ser e o tempo de fazer, as atividades que nos são exigidas e aquelas nas quais é necessário apenas contemplar, deixar a vida fluir num ócio contemplativo.

 Como você lida com seu tempo? Como você dialoga entre essas três formas de experienciar o tempo? by @dupla.escuta
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5 years ago
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Feliz dia do Psicólogo! by @dupla.escuta
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5 years ago
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O que o eu tem de único encontra-se precisamente naquilo que o ser humano tem de inimaginável.

 Só consegue imaginar-se o que é idêntico em todos, o que é comum a todos.

O “eu individual” é aquilo que se distingue do geral, e é, portanto, aquilo que não pode ser adivinhado nem calculado antecipadamente, aquilo que primeiro é preciso desvendar, descobrir, desvendar no outro.

Trecho do livro “Insustentável leveza do ser”.
Imagens: Doan Ly by @dupla.escuta
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5 years ago
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Perdemos a sensibilidade de saborear.⁣
⁣
Aniquilamos o sentir, cheirar, degustar. Devoramos sem nos lambuzar.⁣
⁣
O saborear é estar atento aos sentidos. É estar com apetite na medida certa, é estar com fome sem estar faminto. É o desejo sem pressa. É percorrer os sabores, texturas, cheiros, sons.⁣
⁣
Às vezes, devoramos pessoas e momentos. Às vezes devoramos amores. Aniquilamos a possibilidade da água na boca, da fantasia, do tesão. Temos pressa. Vivemos com pressa.⁣
⁣
Matamos a fome, mas não saciamos a alma.

Texto por Gabriela Moraes
Imagens: Doan Ly by @dupla.escuta
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5 years ago
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Jacques Prévert de uma maneira delicada, mas ao mesmo tempo perturbadora demonstra como a presença sem um olhar pode facilmente se tornar ausência. 

Prévert nasceu em 1900, morreu em 1977 e escreveu também para cinema e teatro.

Imagem: Doan Ly by @dupla.escuta
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5 years ago
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Quem foi Hilma af Klint?

Hilma af Klint nasceu em 1862 em Estocolmo e foi  pioneira do abstracionismo.

Ela foi a primeia mulher a ser aceita na Real Academia de Belas-Artes da Suécia. No início de sua carreira, af Klint se dedicou a pintar paisagens e natureza, já revelando sua paixão pela botânica e matemática. Porém seu trabalhou principal foca nos mundos invisíveis, influenciada pelos movimentos espirituais da época, como o rosa-cruz, a teosofia e, mais tarde, a antroposofia. 

Hilma af Klint fez parte do grupo “As cinco”, composto por artistas mulheres que acreditavam serem conduzidas por espíritos elevados, que desejavam comunicar por meio de imagens.

Sua arte abstrata e surreal estava para além de seu tempo, já produzindo arte com estes traços em 1906, muito antes do movimento ganhar força com Mondrian e Kandinsky.

Curiosamente, a artista trabalhou por um período de tempo no Instituto Veterinário de Estocolmo como desenhista científica. Durante sua estadia, teve contato com a Teoria da Evolução de Darwin. 

As obras de Hilma af Klint possuem uma dimensão espiritual da existência e procuram fazer visível o que fica além do que o olho pode ver. Ela tende a abordar o metafísico e a dualidade inerente à natureza.

Ela expôs apenas o início de suas obras, que eram mais desenho e pintura de retratos e paisagens, mas nunca abstratas. No seu testamento, escreveu que a sua obra abstrata não fosse exposta ao público até 20 anos depois da sua morte. 

Estamos fascinados pelos traços da artista. A sensação que se tem é de uma fantasia atravessada pela ciência. Onde a arte e a subjetividade encontram as células, a biologia e a ciência. 

Na nossa opinião, a arte de Hilma Klint é uma expressão rica e transmite muito o que é ser humano: vasto, infinito e complexo. by @dupla.escuta
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5 years ago
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Criar é preciso.

Onde há frustração - tem criatividade.

Onde há paz - tem criatividade.

Criatividade é a nossa capacidade de buscar respostas novas aos desafios que o meio nos apresenta, nossa maneira de se auto regular como organismo.

Ser criativo, portanto, não é talento que apenas alguns possuem - é inato à natureza de qualquer organismo vivo. 

É necessário no ser humano justificar sua existência.

Cria-se uma maneira de se esquentar: o fogo 

Cria-se uma maneira de se sustentar: o trabalho 

Cria-se uma maneira de se organizar: a sociedade 

Cria-se uma maneira de viver: o amor

Texto de Luisa Rotenberg

Arte por Hilma af Klint by @dupla.escuta
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5 years ago
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O amor é a arte de criar algo com a ajuda da capacidade do outro.
Bertolt Brecht by @dupla.escuta
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5 years ago
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Criar é preciso.

Onde há frustração - tem criatividade.

Onde há paz - tem criatividade.

Criatividade é a nossa capacidade de buscar respostas novas aos desafios que o meio nos apresenta, nossa maneira de se auto regular como organismo.

Ser criativo, portanto, não é talento que apenas alguns possuem - é inato à natureza de qualquer organismo vivo. 

É necessário no ser humano justificar sua existência.

Cria-se uma maneira de se esquentar: o fogo 

Cria-se uma maneira de se sustentar: o trabalho 

Cria-se uma maneira de se organizar: a sociedade 

Cria-se uma maneira de viver: o amor by @dupla.escuta
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5 years ago
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“Viver não é necessário. Necessário é criar”  Fernando Pessoa by @dupla.escuta
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