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Foi publicada a segunda edição, revista e ampliada, do Encruzilhadas Queer no Direito. Depois de ter cruzado os Andes e ser publicado na Colômbia pela @editorial_ur , cruzado o atlântico e ser publicado na Espanha pela @editorialcomares , o livro volta ao berço da @editoradevires e @queerlivros, já grandinho, mais gordinho e mais sabido. Disponível no site da editora e no meu stories. Está lindo demais, com essa capa da maravilhosa @trdn . Prefácios do @renan_quinalha e da @sarawagneryork by @edervanpelt
19
10 months ago
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2
a month ago
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8
2 months ago
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O que o direito faz quando nos reconhece como sujeitos?

E o que ele também faz quando nos classifica, normaliza, protege, controla — ou decide quem pode falar, escolher, circular, pertencer?

Em Temas sobre Sujeitos de Direitos, vamos partir da fabricação moderna do sujeito jurídico para acompanhar suas críticas, seus limites e suas transformações.

Ao longo de 15 encontros, passaremos pelo sujeito liberal, pela normalização, pela crítica materialista e pelas políticas de reconhecimento; pelas fronteiras produzidas por raça, colonialidade, gênero, sexualidade, capacidade e nacionalidade; até chegar aos animais, à natureza, aos dados, aos algoritmos, à inteligência artificial, aos ciborgues e aos futuros possíveis da própria ideia de pessoa.

A pergunta que atravessa todo o percurso é simples apenas na aparência:

Quem — ou o quê — pode aparecer como sujeito do Direito, sob quais condições e a que custo?

Deslize para conhecer o percurso completo do curso.

#SujeitosDeDireitos #TeoriaDoDireito #Direito #UFF by @edervanpelt
8
2 months ago
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Curso Direito, Gênero e Sexualidade

O Direito não apenas reconhece corpos, identidades, famílias e modos de vida que existiriam previamente a ele. Também participa de sua produção: nomeia, classifica, autoriza, protege, normaliza, distribui vulnerabilidades e estabelece fronteiras entre experiências que podem ou não aparecer como juridicamente inteligíveis.

É a partir desse problema que percorreremos os quinze encontros do curso.

Começaremos pelas genealogias da regulação sexogenérica e pela construção histórica da cidadania no Brasil. Em seguida, passaremos pelas críticas feministas, queer e trans ao sujeito universal do Direito e pelos saberes situados. Depois, examinaremos algumas das principais arenas em que gênero e sexualidade são materialmente governados: violência, acesso à justiça, corpo, saúde, famílias, reprodução, trabalho e proteção social.

No último módulo, a pergunta se desloca novamente: o que acontece com os direitos sexogenéricos quando conquistas jurídicas convivem com políticas antigênero, pânicos morais, autoritarismos e novas formas de controle?

O percurso termina, portanto, onde talvez uma disciplina crítica deva terminar: não apenas perguntando quais direitos ainda faltam, mas também que formas de liberdade conseguimos imaginar para além dos modos de vida que o próprio Direito já sabe reconhecer.

Nos cards, o percurso completo dos quatro módulos e dos quinze encontros.

#DireitoGeneroESexualidade #DireitosSexuais #GeneroESexualidade #TeoriaDoDireito #DireitosHumanos EstudosQueer Feminismos Direito UFF by @edervanpelt
18
2 months ago
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#Oroyá​ #Serpentear​ #PolíticaDoIncômodo​

Nem tudo o que retorna volta para ocupar o lugar que deixou.

Neste vídeo, apresento Oroyá: uma mulher expulsa pela comunidade que a formou, transfigurada em serpente e incapaz — ou indisposta — a retornar à forma humana. Sua história organiza uma reflexão sobre as maneiras pelas quais o direito reconhece, protege e, ao mesmo tempo, captura as formas de vida que procura tornar inteligíveis.

Falo também sobre o percurso menos organizado que levou à criação dessa figura: as críticas recebidas depois da publicação de *Encruzilhadas Queer no Direito*, as dúvidas em torno das práticas de liberação e das práticas de liberdade, uma conversa em uma mesa de bar, uma palestra em Belo Horizonte e as sucessivas mudanças de pele de uma serpente que ainda não encerrou seu movimento.

Oroyá orienta uma operação crítica que chamo de serpentear, composta por quatro movimentos: circundar, fender, deslocar e contraprovar. Não se trata de um protocolo, mas de uma forma situada de examinar as rachaduras dos dispositivos e, principalmente, as suturas que o direito oferece quando já não consegue esconder suas insuficiências.

O artigo que deu origem a esta conversa foi publicado em espanhol:

VAN PELT, Eder. “Oroyá: mitopoética de una justicia serpentina”. *Revista Polémicas Feministas*, v. 10, p. 1–25, 2026.

Oroyá não toca a própria cauda. Por isso, o movimento continua.

#EncruzilhadasQueer​ #TeoriaQueer​ CríticaAoDireito​ FilosofiaDoDireito​ DireitosSexogenéricos​ JustiçaSerpentina​ AméfricaLadina​ by @edervanpelt
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3 months ago
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6
3 months ago
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Linus by @edervanpelt
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5 months ago
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8 months ago
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taken in Visconde de Mauá by @edervanpelt
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8 months ago
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a year ago
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1
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