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Vários significados, depende do contexto.
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#OVerdeAmareloENosso 1️⃣3️⃣🇧🇷⭐️✊ #BoraLula Fotografia colorida, quadrada, em formato de selfie. O professor Mauro Costa aparece do peito para cima, à direita do centro da imagem. Ele tem pele clara, barba e bigode castanho escuros e cheios. Usa um boné bege claro e piercing em formato de argola prateada no nariz. Mauro está com expressão séria. A mão direita está erguida, com o dedo indicador para cima e o polegar para o lado, o que forma a letra L. Sobre o peito, passa a alça preta de uma bolsa. Mauro veste a camisa amarela da Seleção Brasileira. No lado direito do peito há o símbolo da marca Nike em verde. No lado esquerdo, há o escudo azul da CBF com cinco estrelas acima. Ao fundo, um ambiente interno amplo, com luzes no teto, máquinas de bebidas e pessoas. by @eomauro
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3 days ago
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a dose ideal daquilo que me mantém by @eomauro
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7 days ago
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Circuito das Estações 🌸🌼🌺 (q boa ideia essa corrida primaveril em pleno verão amazônico) by @eomauro
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2 months ago
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Sexta-feira, PF, trilha e banho de cachoeira pra lavar a alma by @eomauro
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3 months ago
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sensação de tempo suspenso by @eomauro
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3 months ago
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Lençóis Maranhense 🌠 by @eomauro
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4 months ago
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6/6 Há cidades que nos acolhem.
E há cidades que nos ensinam o valor da colheita.

Última parada desta travessia formativa, Codajás nos recebeu à margem esquerda do rio Solimões carregando muitos nomes. Para alguns, é a Terra do Açaí, para outros, a Capital do Açaí.

Se em outros municípios encontramos letreiros anunciando pertencimento, em Codajás nos deparamos, logo na entrada da cidade, com uma figura profundamente ligada à sua identidade: o peconheiro. De frente para o rio, sua imagem nos lembra que toda colheita começa muito antes do fruto. Antes dela, existem o tempo da semeadura, o cuidado diário e a paciência de quem acredita que vale a pena esperar.
Durante a formação, foi pelas mãos de um dos diretores participantes que conheci outra forma de chamar Codajás: a Musa do Solimões.

Em um antigo exemplar de “Tributo à Codajás”, Rocely Bazzá descreve um povo do Solimões, um interior forte e dinâmico, profundamente ligado às águas do rio e às histórias que elas carregam. Enquanto lia aquelas páginas marcadas pelo tempo e ouvia os relatos dos educadores codajaenses, tive a sensação de que o livro não falava apenas do passado, mas também das pessoas que hoje continuam a escrever a história desta terra.

Levo de Codajás os encontros vividos, os aprendizados compartilhados, os sorrisos e a lembrança de que educar se parece muito com cultivar: exige tempo, cuidado, persistência e confiança naquilo que ainda está por florescer.

Talvez seja por isso que o canto de curió de Bazzá continue ecoando pelas páginas de seu livro e na memória de quem vive esta terra, para nos lembrar que preservar histórias, pessoas e sonhos também é uma forma de semear futuros.

Porque há cidades que nos renovam a esperança.
E há cidades que nos mostram que estamos no caminho 🌿💜 taken in Codajás -  Amazonas by @eomauro
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4 months ago
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5/6 Há cidades que nos surpreendem.
E há cidades que renovam as forças necessárias para continuar a travessia.

Conhecida como a Rainha do Solimões, Coari nos recebeu lembrando-nos que nem toda travessia acontece como planejamos. O contratempo com a hospedagem, que poderia ter sido apenas mais um desafio, logo encontrou solução na generosidade do senhor Geraldo. Na recepção, um recado simples parecia antecipar muito do que viveríamos por lá: “Se for bem atendido, fale bem de nós. Se você for mal atendido, fale só para nós. Teremos o maior prazer de ouvir sua reclamação para melhor servir.” Há lugares que nos ensinam que escutar também é uma forma de cuidar.

Em Coari, o Cristo Redentor estende os braços não apenas sobre a cidade, mas também sobre aqueles que chegam dispostos a aprender e a partilhar. Talvez por isso os participantes tenham nos recebido com a mesma abertura: presença, disponibilidade e um genuíno compromisso com a formação.

E se em alguns municípios há um único símbolo de pertencimento, em Coari encontramos dois letreiros anunciando o amor por uma cidade que não economiza afetos.

Foi também em Coari que os coordenadores prepararam uma cerimônia de abertura, conferindo ao início da formação um sentido genuinamente coletivo. Inspirados por esse gesto, propusemos uma ciranda de roda, lembrando-nos de que educar é, antes de tudo, reconhecer-se parte de uma mesma caminhada.

No espaço formativo, encontrei um número de diretores tão expressivo quanto o de Tefé. Mas, além da presença, o que mais me impressionou foi a prontidão com que os grupos transformaram reflexões em propostas concretas, revelando não apenas comprometimento, mas também disposição para fazer acontecer.

Levo de Coari os diálogos, os gestos de cuidado, a disponibilidade para o trabalho coletivo e a certeza de que os imprevistos, muitas vezes, abrem espaço para encontros mais significativos.

Porque há cidades que nos renovam a fé no outro.
E há cidades que nos lembram de que a esperança também nasce todos os dias 🌅✨ taken in Coari Amazonas, Amazonas, Brazil by @eomauro
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4 months ago
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4/6 Há cidades que nos recebem.
E há cidades que nos fazem querer permanecer.

Capital do Médio Solimões, Tefé pulsa no encontro entre rios, histórias e pessoas que sabem repartir o que têm e cultivar futuros compartilhados.

Se em outros lugares há letreiros que anunciam pertencimento, em Tefé há a escultura do Castanheiro. Ela nos lembra que existe grandeza em quem reparte a colheita, oferece um lugar à mesa e segue acreditando que ninguém transforma o mundo sozinho. Afinal, ensinar e aprender talvez sejam isso: confiar que o outro importa e que, apesar de tudo, ainda vale a pena continuar acreditando nas pessoas.

Talvez por isso Tefé tenha sido também o lugar da pausa. Na casa de Débora, Geziel e da pequena Deíze, encontramos um refúgio daqueles que renovam mais do que as energias. Fomos acolhidos com a simplicidade generosa de quem faz qualquer visitante sentir-se em casa.

Nos espaços da formação, vivenciamos encontros marcados pela escuta, pela participação e pelo compromisso coletivo com a educação. Até então, foi em Tefé que encontramos o maior número de participantes, reunidos pelo desejo comum de refletir sobre os desafios e as possibilidades da gestão escolar.

E foi lá, entre relatos inspiradores e práticas que revelavam o cuidado cotidiano com as escolas, que uma frase ganhou vida própria:

— “Aqui é Tefé, Professor!”

Dita inicialmente para destacar uma experiência bem-sucedida, ela passou a ecoar durante os dois dias de formação como uma espécie de assinatura coletiva. Sempre que alguém compartilhava uma ação criativa, uma estratégia potente ou um exemplo de compromisso com os estudantes, alguém lembrava, com orgulho:

— “Aqui é Tefé, Professor!”

E, de fato, é!

Levo de Tefé as lembranças materializadas nos pequenos presentes que contam a história de um povo. Mas levo, sobretudo, aquilo que não pode ser fotografado: os diálogos sinceros, os encontros, os abraços e a certeza de que ainda existem pessoas dispostas a caminhar juntas.

Porque há cidades que nos devolvem a paz.
E há cidades que nos renovam a fé no outro 🌰🙏 taken in Tefé - Amazonas by @eomauro
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4 months ago
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3/6 Em Alvarães, chegamos sob a chuva.
Como quem recebe uma bênção silenciosa antes de iniciar uma nova travessia.

Entre o cinza das nuvens e o azul que logo voltou a ocupar o céu, vivemos dias ensolarados de escuta, partilha e aprendizagem. Construímos reflexões, compartilhamos experiências e fortalecemos o compromisso coletivo com a educação.

Lá, onde a arara abre as asas para acolher quem chega, encontramos pessoas que seguem acreditando no poder transformador da escola.

Talvez por isso a Festa do Divino ocupe um lugar tão especial na memória da cidade. Ela parece anunciar aquilo que também encontramos por aqui: comunhão, esperança e a certeza de que os melhores caminhos são construídos coletivamente.

Saio levando a generosidade de quem nos acolheu e a esperança renovada em cada gestor que segue fazendo da educação um ato diário de compromisso.

Mas levo também a serenidade de uma cidade que parece ter aprendido com os rios a arte de viver sem pressa.

Porque há cidades que nos encantam.
E há cidades que nos devolvem a paz 🕊️ taken in Alvarães, Amazonas by @eomauro
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5 months ago
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2/6 À margem esquerda do rio Japurá, Maraã (a Princesinha também conhecida como a Cidade Encantada dos Botos) nos acolheu para dias de escuta, partilha e aprendizagem.

Lá, onde o boto Vermelho encontra o boto Tucuxi e a cultura transforma tradição em encantamento, a Porta-Estandarte dá lugar à Guardiã do Boto, a Rainha do Folclore se torna Rainha das Águas e a Cunhã Poranga renasce como Índia Bela.

Saio levando um livro para recordar as histórias, remos para conduzir as travessias que ainda estão por vir e também algo impossível de fotografar: a beleza dos encontros, a generosidade de quem nos acolheu e as memórias que permanecerão.

Porque há cidades que nos atravessam.
E há cidades que, além disso, nos encantam 🐬✨ taken in Maraã, Amazonas by @eomauro
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5 months ago
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1/6 Há lugares pelos quais passamos. E há lugares que nos atravessam.

Japurá carrega no nome a força das águas do rio que corre diante da cidade.

Lá, o vermelho não é Garantido, nem o azul é Caprichoso. Em Japurá, o vermelho veste o boi Gitinho, e o azul dança com o boi Viramundo.

Foi em Japurá que recebi de um diretor uma poesia daquelas que ultrapassam o papel e encontram morada definitiva na memória.

Foi lá também que senti, outra vez, o arrepio de quem reencontra o próprio propósito. A formação, às vezes, faz isso: devolve ao educador as razões que o fizeram começar.

Levo de Japurá o tucumã do sítio do Gilson, um poema do Alailton, uma caneca presenteada por Jussara e afetos que nenhuma bagagem comporta.

Mas levo, sobretudo, a esperança reacendida no compromisso coletivo de quem acredita que a educação ainda pode transformar caminhos, vidas e futuros. taken in Japurá by @eomauro
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5 months ago
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