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✍🏻 Escritora de fantasia, suspense e romance
📚 Escrever, ler e viver boas histórias
💜 Acompanhe os bastidores da criação
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Sim, você leu certo: o perfil vai entrar de férias. 😂💜
Dia 19, eu volto.
E confesso que estou precisando. Não porque eu tenha desistido do conteúdo, da escrita ou de tudo o que estou construindo por aqui. Muito pelo contrário.
Mas porque existe uma diferença entre gostar de criar e sentir que não estamos criando com toda a força e energia de que gostaríamos. Que alguns projetos não estão tão bons quanto poderiam estar. Que precisamos reformular algumas coisas e, para isso, é preciso afastamento e descanso.
Quero lembrar que a vida que alimenta a criatividade também acontece quando a gente não está produzindo.
Então, se você perceber que o Grimório ficou quietinho por alguns dias, não se preocupe. Ele só fechou as portas temporariamente. 🗝️
Nos vemos novamente no dia 19/10. 💜
Mas antes de eu ir: se você pudesse tirar férias de UMA obrigação da sua vida, qual seria?
Me conta nos comentários. Quero saber do que vocês também estão precisando descansar. 👀
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#escritacriativa #vidadeescritora #rotinadeescrita #criatividade #literaturabrasileira by @escrevemichele
6
17 days ago
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Estamos virando uma página e começando um novo capítulo 💜
E, desta vez, não é só uma mudança de nome, estética ou formato. É uma mudança na forma como eu quero conversar com você.
Há algum tempo eu comecei a estudar uma coisa que, honestamente, acabou virando uma pequena crise existencial de marca. 😂
Comecei o “Guia de Sobrevivência Literária no Instagram” para entender melhor como escritores podem construir presença nas redes sem transformar a própria literatura em conteúdo genérico. Estudei posicionamento, branding, marketing, conteúdo, diferenciação, comunidade, narrativa… E, no meio de tudo isso, comecei a perceber que meu caminho precisava seguir um novo norte.
Não porque tudo o que construí até aqui estivesse errado. Muito pelo contrário.
O Grimório me ajudou a descobrir o que eu gosto de falar, que tipo de conteúdo quero produzir, quais assuntos quero defender e, principalmente, que tipo de conversa quero ter com quem está do outro lado da tela.
Mas percebi que havia uma coisa faltando: eu.
Eu estava construindo uma marca literária para falar sobre escrita, leitura e literatura, mas a pessoa que escreve, lê, pensa, discorda, se entusiasma, erra, aprende, questiona e cria todas essas coisas aparecia muito menos do que deveria; e eu não quero mais esconder a autora atrás da marca.
Por isso, esta é uma mudança de direção, não uma mudança de essência.
A literatura continua aqui.
A escrita continua aqui.
As histórias continuam aqui.
As dicas continuam aqui.
Mas agora também haverá mais opiniões, bastidores, experiências, referências, conversas, posicionamentos e histórias minhas.
Mais Michele.
No fim, acho que é isso que eu estava procurando desde o começo: não apenas construir um perfil sobre literatura, mas construir um lugar que tenha a minha voz.
E agora eu quero saber de você: o que você gostaria de encontrar nessa nova fase?
Quero saber quais conversas você gostaria de ter comigo por aqui. 💜
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#marcapessoal #marcadeautor #posicionamentodemarca #marketingparaescritores #brandingparaescritores by @escrevemichele
2
9 hours ago
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Quem disse que, para encontrar uma boa história brasileira, precisamos permanecer no nosso próprio mundo? 🌌📚
A literatura brasileira também atravessa reinos, galáxias, realidades alternativas, futuros distantes e mundos que só existem na imaginação de quem escreve.
Fantasia e ficção científica não são gêneros exclusivamente estrangeiros e a produção brasileira tem histórias, autores e universos incríveis esperando para serem descobertos.
E existe algo especialmente interessante nessa produção: imaginar outros mundos também pode ser uma maneira de falar sobre o nosso.
Ser brasileiro não significa que precisamos escrever apenas sobre o Brasil. Uma história pode nascer aqui e viajar para qualquer lugar.
Depois de conhecer um pouco da literatura das cinco regiões brasileiras, a FeLiGri resolveu abrir mais uma porta nessa viagem: aquela que leva para outros universos.
Nos próximos slides, você vai encontrar histórias de autores brasileiros que criaram seus próprios mundos, alguns talvez tão distantes do nosso que você vai precisar de um mapa completamente novo para chegar até eles. 😂
📚 Agora é só escolher para onde você quer viajar.
Salve este post para quando estiver procurando uma nova história para atravessar a fronteira da realidade e compartilhe com aquele amigo que nunca recusaria uma passagem só de ida para outro universo.
E me conta: se você pudesse entrar em qualquer universo literário, criado por você ou por outro autor, qual escolheria? 🌌
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#FeLiGri #leiabrasil #fantasiabrasileira #ficcaocientificabrasileira #literaturabrasileira by @escrevemichele
46
19 days ago
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Às vezes, o que está faltando no seu livro não é uma ideia melhor.
É você parar de tentar fazer aquela história soar como a história de outra pessoa.

Encontrar a voz do livro é perceber que você não precisa escolher as palavras mais sofisticadas, escrever da maneira mais poética ou reproduzir o estilo daquele autor que você admira.

A voz aparece nas escolhas.

No jeito como você descreve uma cena.
Naquilo que seu narrador percebe primeiro.
No ritmo dos diálogos.
No humor, ou na ausência dele.
Na maneira como seus personagens enxergam o mundo.
Naquilo que você decide mostrar e também no que escolhe deixar nas entrelinhas.

E, quando essa voz começa a ficar clara, algumas decisões que antes pareciam impossíveis ficam muito mais fáceis.

“Essa palavra combina com o livro?”
“Essa cena está no tom certo?”
“Esse personagem realmente falaria assim?”
“Essa descrição parece pertencer a esta história?”

Até a revisão muda.

Você deixa de tentar transformar o texto em algo simplesmente “mais bonito” e começa a perguntar se ele está mais fiel à história que você quer contar.

Não significa que você nunca mais vai mudar de ideia, experimentar estilos ou aprender com outros escritores. Pelo contrário. Sua voz também amadurece conforme você escreve, lê e vive.

Mas existe uma diferença enorme entre aprender com outras pessoas e tentar desaparecer atrás delas.

Salva este post para lembrar disso na próxima vez que bater aquela crise de “minha escrita não parece boa o suficiente”. 💜

Agora quero saber: você sente que já encontrou sua voz como escritor(a) ou ainda está procurando?

#escritacriativa #dicasdeescrita #escritoresbrasileiros #escreverumlivro #vozautoral by @escrevemichele
28
20 days ago
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Tem dias em que a gente abre o documento esperando encontrar a história perfeita, a frase perfeita, a cena perfeita, a palavra perfeita.
A gente esquece que tudo o que uma história precisa fazer é existir e só depois disso é que podemos melhorá-la.
Escrever também é colocar alguma coisa de você naquilo que está criando: suas perguntas, suas experiências, seus medos, suas referências, aquilo que você acredita e até aquilo que ainda não sabe explicar.
Não precisa contar a sua própria história para escrever com verdade, basta deixar alguma parte do seu olhar atravessar a história.
Porque técnica pode ensinar estrutura.
Estudo pode ampliar repertório.
Revisão pode lapidar o texto.
Mas existe uma coisa que nenhuma técnica consegue colocar na página por você: a sua voz.
Então, se hoje você está encarando uma página em branco, experimente perguntar: “o que eu realmente quero dizer?”
E deixe a resposta respirar no papel. ✍🏻💜
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📌 Salve essa frase para lembrar dela naquele dia em que estiver tentando escrever algo “certo” demais e esquecendo de escrever algo seu.
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#escritacriativa #escreverumlivro #dicasdeescrita #escritoresbrasileiros #literatura by @escrevemichele
29
21 days ago
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O Sul brasileiro também é muito maior do que os estereótipos que costumamos associar à região. É Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, três estados com diferentes paisagens, histórias, povos, identidades e experiências culturais.
É campo, serra e litoral. São grandes cidades e pequenas comunidades. São povos indígenas, populações afro-brasileiras, descendentes de diferentes grupos de imigrantes e pessoas que chegaram de outras regiões do país. Toda essa diversidade também aparece na literatura.
Quando pensamos na produção literária do Sul, algumas imagens aparecem rapidamente: o campo, o frio, a imigração, as tradições regionais. Mas a literatura produzida na região é muito maior do que isso.
Há romances, poesia, contos, crônicas, fantasia, terror, ficção científica, literatura contemporânea, literatura indígena, literatura negra, produções independentes e muitas outras formas de contar histórias.
Uma história pode nascer de uma paisagem rural, de uma cidade, de uma memória familiar, de uma experiência de migração ou simplesmente da imaginação de quem escreve.
Por isso, a FeLiGri preparou esta pequena viagem pelo Sul: primeiro, para conhecer um pouco do território, da cultura e da produção literária da região; depois, para descobrir algumas das histórias que estão sendo escritas por autores sulistas.
📚 Agora é hora de começar a viagem.
Passe para os próximos slides, conheça algumas dessas histórias e, quem sabe, encontre sua próxima leitura.
E já salva este post para voltar quando quiser explorar a literatura do Sul. 💜
Agora quero saber de você: qual estado do Sul você gostaria de conhecer melhor através dos livros?
E se você já tem um autor sulista favorito, deixa o nome nos comentários. Vamos continuar ampliando esse mapa literário juntos. 🗺️📚
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#FeLiGri #leiabrasil #literaturasulista #literaturabrasileira #autoresbrasileiros by @escrevemichele
37
25 days ago
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🚨 RELATÓRIO DA INVESTIGAÇÃO 🚨
Caso nº 31: Os erros de um suspense policial.
Após uma longa investigação (e uma revisão ainda mais longa), foram encontrados diversos indícios de que a autora:
🔎 entregou pistas cedo demais;
🔎 explicou coisas que o leitor poderia descobrir sozinho;
🔎 criou suspeitos de menos;
🔎 resolveu alguns problemas com pressa;
🔎 e deixou a tensão escapar em momentos importantes.
A suspeita confessou todos os crimes.
A boa notícia?
Nenhum deles é uma sentença definitiva e hoje uso toda essa experiência para que você não começa os mesmos erros.
Escrever um bom romance policial passa longe de esconder informações do leitor. É aprender a revelar a informação certa, na hora certa.
📁 O relatório completo está neste carrossel.
🚨 Caso encerrado... ou quase.
Se, durante a leitura deste post, você pensou "acho que meu manuscrito comete alguns desses crimes", talvez seja hora de investigá-lo com mais calma.
Na minha leitura crítica, analiso exatamente esse tipo de problema: ritmo, pistas, construção da investigação, tensão, personagens e tudo o que pode estar enfraquecendo a experiência do leitor.
Se quiser saber como funciona, é só me chamar no direct. 💜🔎
Agora preciso da ajuda dos investigadores que estão lendo este caso: qual é o erro mais fácil de cometer ao escrever um suspense policial? Ou existe algum outro que merece entrar no inquérito? 👀
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#suspensepolicial #escritacriativa #escreverumlivro #romancepolicial #escritores by @escrevemichele
32
a month ago
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Esse é um dos pontos mais interessantes de Jogos Vorazes. É fácil esquecer que a crítica da Suzanne Collins não é simplesmente “governo ruim, revolução boa”. Portanto usar uma obra tão complexa para simplificar tudo em “lado que eu voto bom, lado que eu não gosto mau” me parece inadequado.
Em A Esperança Katniss chega ao Distrito 13 esperando encontrar uma alternativa ao Capitólio. Só que rapidamente percebe que o Distrito 13 também é uma sociedade extremamente controladora. Coin controla a população por meio de regras rígidas, punições, vigilância e propaganda. E, principalmente, ela percebe o valor político de Katniss e transforma a garota no Tordo, um símbolo cuidadosamente fabricado para mobilizar a população.
Katniss não deixa de ser um instrumento de propaganda só porque agora está do “lado rebelde”. Coin pretende reproduzir o próprio mecanismo que dizia combater. E não é só isso. A trama sugere que ela manipulou a própria guerra para consolidar sua posição. O problema não era simplesmente Snow, mas o mecanismo de poder que permitia a Snow existir e Coin apresenta uma versão diferente da mesma lógica: ela também justifica violência, controle e manipulação em nome de uma causa maior.
Então, quando vejo alguém usando Jogos Vorazes como uma espécie de “manual político que prova que o meu lado está certo”, minha reação é de choque. A trilogia nos entrega o perigo por trás da ideia de que basta identificar “os vilões” e colocar (ou manter) “os mocinhos” no poder.
Reler o livro adulta depois de ter lido adolescente muda bastante a conversa. Jogos Vorazes parece uma história sobre “derrubar o tirano” até você perceber que a pergunta mais incômoda de Collins é: “quando você derruba o tirano, quem garante que o próximo não será apenas outro tirano com uma bandeira diferente?”
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#JogosVorazes #literaturayoungadult #análiselterária #distopia #leitores by @escrevemichele
185
a month ago
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O Sudeste é, ao mesmo tempo, um dos lugares mais conhecidos e mais difíceis de resumir do Brasil.
Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo: quatro estados com histórias, paisagens, identidades e experiências muito diferentes. É concreto e montanha. É litoral e interior. Grandes metrópoles, cidades históricas, periferias, comunidades rurais e inúmeros outros territórios que não cabem em uma única imagem da região.
E toda essa diversidade também aparece na literatura.
Quando pensamos na produção literária do Sudeste, é fácil lembrar dos grandes nomes que ocupam os livros didáticos, das grandes editoras e dos centros culturais. Mas existe uma produção muito maior acontecendo ao mesmo tempo.
Há romance, poesia, conto, crônica, fantasia, terror, ficção científica, literatura periférica, literatura negra, literatura indígena, literatura independente e tantas outras formas de contar histórias.
Nem toda literatura sudestina passa pelas grandes editoras. Nem todo autor está nas grandes livrarias. Nem toda história acontece em uma metrópole. Há muito mais sendo escrito por aqui do que aquilo que costuma chegar às nossas estantes.
Por isso, a FeLiGri preparou esta pequena viagem pelo Sudeste: primeiro, para conhecer um pouco do território, da cultura e da produção literária da região; depois, para descobrir algumas das histórias que estão sendo escritas por autores sudestinos.
📚 Agora é hora de começar a viagem.
Passe para os próximos slides, conheça algumas dessas histórias e, quem sabe, encontre sua próxima leitura.
E já salva este post para voltar quando quiser explorar a literatura do Sudeste. 💜
Agora quero saber de você: qual estado do Sudeste você gostaria de conhecer melhor através dos livros?
E se você já tem um autor sudestino favorito, deixa o nome nos comentários. Vamos continuar ampliando esse mapa literário juntos. 🗺️📚

#FeLiGri #leiabrasil #literaturasudestina #literaturabrasileira #autoresbrasileiros by @escrevemichele
27
a month ago
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A Bienal acabou, mas eu não consegui deixá-la ir pensando apenas nos livros que estavam nas estantes.
Fiquei pensando no que existe por trás deles. Em quem escreveu. Em quem publicou. Em quem comprou. Em quem recomendou. Em quem descobriu uma história pela primeira vez.
E, principalmente, em como todas essas pessoas se encontram porque uma feira literária é um ótimo lembrete de que um livro não existe isolado.
Existe o manuscrito, claro. Mas existe também o leitor que precisa encontrá-lo, a história que precisa ser apresentada, a comunidade que pode ajudá-la a circular e o autor que precisa entender como ocupar esse espaço. Entender o caminho que uma história percorre até encontrar seus leitores também faz parte do ofício.
Por isso, reuni no carrossel 6 coisas que a Bienal de 2026 me fez pensar sobre escrever e publicar livros e agora quero saber: o que a Bienal ensinou a você?
Pode ser uma coisa que você percebeu como escritor, leitor, criador de conteúdo ou simplesmente alguém apaixonado por livros.
Me conta nos comentários. Quero muito saber o que vocês trouxeram dessa Bienal além das sacolas cheias. 👀📚
E salva este post para voltar a essas perguntas quando estiver escrevendo ou planejando seu próximo livro.
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#bienaldolivro2026 #escritacriativa #mercadoeditorial #literaturabrasileira #bookstagrambr by @escrevemichele
27
a month ago
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O Centro-Oeste brasileiro também é muito maior do que os estereótipos que costumam defini-lo.

Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal: quatro territórios com paisagens, histórias, identidades e experiências muito diferentes entre si.

É cerrado, é Pantanal, são rios, áreas rurais e grandes centros urbanos. É a memória de diferentes povos e comunidades, os processos de migração e ocupação do território e também a experiência singular de viver em uma capital planejada como Brasília.

E toda essa diversidade também aparece na literatura. Não existe uma única literatura centro-oestina. Há poesia, romances, contos, literatura contemporânea, narrativas urbanas e rurais, fantasia, ficção científica e muitas outras formas de contar histórias.

Um autor do Centro-Oeste pode escrever sobre o território onde vive, mas também pode criar mundos completamente diferentes dele. O lugar de onde uma história vem não determina a história que ela precisa contar.

E talvez seja justamente por isso que conhecer a literatura de uma região seja tão interessante: ela nos permite enxergar um território por diferentes olhos, descobrir experiências que não conhecíamos e encontrar histórias que dificilmente apareceriam no nosso caminho se continuássemos procurando sempre nos mesmos lugares.

Por isso, a FeLiGri preparou esta pequena viagem pelo Centro-Oeste: primeiro, para conhecer um pouco do território, da cultura e da literatura da região; depois, para descobrir algumas das histórias que estão sendo escritas por autores centro-oestinos.

📚 Agora é hora de começar a viagem. Passe para os próximos slides, conheça algumas dessas histórias e, quem sabe, encontre sua próxima leitura.

E já salva este post para voltar quando quiser explorar a literatura do Centro-Oeste. 💜

Agora quero saber de você: qual estado do Centro-Oeste você gostaria de conhecer melhor através dos livros?

E se você já tem um autor centro-oestino favorito, deixa o nome nos comentários. Vamos continuar ampliando esse mapa literário juntos. 🗺️📚

#FeLiGri #leiabrasil #literaturacentrooeste #literaturabrasileira #autoresbrasileiros by @escrevemichele
26
a month ago
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Meus dois centavos foram depositados. 💅🏻

E antes que alguém ache que eu estou acima da fofoca: não estou. Eu também tenho curiosidade. Também vejo a treta. Também penso “meu Deus, o que aconteceu aqui?” e, vez ou outra, vou ler os comentários como quem abre um livro de suspense. 😂

O problema começa quando você entra para ver uma coisinha rapidinho e, três horas depois, sabe a árvore genealógica de pessoas que nem conhece.

Enquanto isso:
📚 sua TBR está acumulando poeira;
✍🏻 seu livro continua no mesmo capítulo;
📝 aquela ideia que você queria desenvolver continua esperando;
👀 e você já sabe mais sobre tretas de Bienal do que sobre a história que estava escrevendo ou lendo.

Descansar, rir e acompanhar uma fofoca de vez em quando faz parte, mas não deixe o barulho da internet consumir o tempo e a energia que você queria dedicar às coisas que realmente importam para você.

A internet sempre vai ter uma nova treta, mas sua história, sua leitura e seus projetos precisam de você.

Então pode comentar na fofoca. Pode dar aquela espiadinha. Só não esquece de voltar para o livro depois. 😂
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Agora quero saber, já que eu mandei vocês voltarem ao trabalho: que livro você está lendo? Ou qual história você está escrevendo agora? 👀📚

#escritacriativa #leitura #escritoresbrasileiros #bookstagrambrasil #BienaldoLivro2026 by @escrevemichele
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