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Artista plástico / ilustração / HQ
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O Coletivo Obras Brutas convida todas e todos para mais uma apresentação do projeto Territórios Narrativos: literatura em transe pela cidade, desta vez no Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, em Candeias.

A partir de seu dispositivo de leitura do espaço, o Obras Brutas apresentará seus processos criativos em uma atividade itinerante pelo museu. Em seguida, teremos performances de leitura e escuta de trechos de obras que atravessam a Baía de Todos-os-Santos, o Recôncavo e os engenhos, colocando em movimento diferentes narrativas sobre esses territórios.

Evento começa às 14h e é aberto ao público.

A atividade integra a programação da 20ª Primavera dos Museus, promovida pelo Ibram, que neste ano tem como tema “Museus para todas as pessoas”.

Este projeto foi contemplado pelo Edital Circulações Literárias da Bahia 2026 – Ano III, realizado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBA), através da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura – PNAB (Lei nº 14.399/2022). by @estevivaldi
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7 days ago
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"Roma Negra", HQ de Esteban Vivaldi do coletivo OBRAS BRUTAS, grupo de artistas nascido na Cidade da Bahia em 2026.

#hq #novelagráfica #artes #brasil taken in Salvador, Bahia, Brasil by @estevivaldi
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18 days ago
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O que é o tempo? Por Alessandro Marimpietri.

Um livro para todas as idades, que nos convida a pensar sobre o tempo. Com uma escrita delicada e as ilustrações de Esteban Vivaldi, a história parte das perguntas da infância para tecer uma narrativa sobre o tempo, como nos relacionamos com ele e, sobretudo, como escolhemos vivê-lo.

📖 Exemplares disponíveis na Amazon Prime e em livrarias físicas de todo o país.

Autor: Alessandro Marimpietri
Ilustrações: Esteban Vivaldi
Editora: Solisluna by @estevivaldi
3
20 days ago
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O Coletivo Obras Brutas leva à comunidade do Colégio Estadual Luiz Viana Filho, em Feira de Santana, o projeto *Territórios Narrativos: literatura em transe pela cidade*.

A atividade, facilitada graças à parceria com o @projetonegras, consistirá de conversa sobre literaturas, artes, territórios e pertencimentos seguida de experiência criativa compartilhada.

O evento começa às 10h e é restrito à comunidade do Colégio e seus convidados.

Mal podemos esperar!

Este projeto foi contemplado pelo Edital Circulações Literárias da Bahia 2026 - Ano III, realizado pela Fundação Cultural do Estado/SecultBa através da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Lei n. 14.399/2022) by @estevivaldi
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a month ago
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Tenho o prazer e orgulho de ter sido chamado para ser mediador deste lindo e indispensável livro de crônicas, Molho Lambão de Leo Pessoa.
Pra quem gosta da cidade, pra quem ama e odeia a Bahia, para quem ainda enxerga o miúdo, para quem sente que a cidade é o Paraíso Perdido.
Sábado 29, na Terra Libris às 17H.

#lançamento
#bahia 
#crônicas taken in Salvador, Bahia, Brasil by @estevivaldi
2
a month ago
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Quando Somos Um Só, do psicólogo Alessandro Marimpietri, é um livro que celebra a paternidade e a conexão única que nasce com a chegada de um filho.
Uma leitura íntima sobre o amor presente nessa conexão e sobre os sentimentos que acompanham essa jornada.

📖 Exemplares disponíveis na Amazon Prime e em livrarias físicas por todo o país.

Livro: Quando Somos Um Só
Autor: Alessandro Marimpietri
Ilustrações: Esteven Vivaldi
Editora: Solisluna by @estevivaldi
8
2 months ago
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Obrigado a @fabio_c_amorim que, me encomendando uma obra, me obrigou a desenhar depois de um tempo parado.
O título é "Cidade transparente", onde Bahia é um teatro aberto.
Lápis de cor sobre papel.
2026

#desenho
#bahia 
#obrasbrutas taken in Salvador, Bahia, Brasil by @estevivaldi
11
2 months ago
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"A Intuição como Memória do Futuro"
"A Cidade como Paraíso Perdido"

#coletivo #vanguarda #manifesto taken in Salvador, Bahia, Brasil by @estevivaldi
3
3 months ago
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É com muita alegria que recebemos a notícia de que nosso projeto “Territórios Narrativos: literatura em transe pela cidade” foi contemplado pelo edital Circulações Literárias da Bahia – Ano III da funceboficial/@secultba. 

Ao longo do segundo semestre de 2026, o Obras Brutas — único coletivo selecionado — levará atividades de reflexão e experimentação criativa a espaços da capital e do interior do estado. 

Através de conversas, compartilhamento de processo criativo e experiências urbanas, de circulação de narrativas, experiências e práticas de leitura, o projeto Territórios Narrativos ambiciona fortalecer a relação entre literatura e território. 

Um parabéns também aos demais colegas artistas da palavra contemplados pelo edital.

Em breve teremos mais detalhes para compartilhar! by @estevivaldi
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3 months ago
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No ensaio “Brutalismo” (2020), o pensador Achille Mbembe usa do conceito arquitetônico para indicar uma política de materiais que, inertes ou não, são por vezes considerados indestrutíveis. “O que é o político senão uma apreensão de elementos de toda ordem aos quais se tenta dar forma, se necessário pela força?”

Relaciona o Brutalismo com seu conceito de Necropolítica: trata-se da brutalização da vida, especificamente do que é considerado excedente e tratado como expurgo do capitalismo global, que age como força geológica e transforma seres vivos, principalmente humanos, em energia.

“A arquitetura brutalista pensava a construção dos edifícios para ser durável. Tratava-se de uma equação de equilíbrio das forças colocadas principalmente sobre o concreto. Fora da arquitetura o conceito de Brutalismo pode ser entendido como um forçamento dos corpos (...), sujeitando-os a uma combinação de pressões. O Brutalismo é o programa que consiste em reduzir tudo que existe à categoria de objeto e matéria e integrá-los à esfera do cálculo”. 

Se em sua origem o Brutalismo expressa uma estética massiva de reconstrução urbana caracterizada pela materialidade do concreto aparente, em Salvador, o Brutalismo Político se traduz na exposição das entranhas de uma cidade eviscerada onde, para além de qualquer metáfora, o concreto se faz cada vez mais aparente, seja em sua forma estável ou fraturada. E a organização dos corpos também se dá de maneira brutal, principalmente dos vistos como descartáveis.

Convivemos com ruínas em construção, eternos canteiros de obra onde, desordenadamente, toneladas de concreto procriam em cativeiro. No cotidiano brutal de nossa cidade, cujo núcleo diminuto é cercado por vastas e abandonadas periferias, a brutalidade se reflete na urbanização precária e no reformismo de fachada, que mascara e protela a resolução de reais problemas urbanísticos. Outro aspecto deste brutalismo é o apagamento sistemático da memória da cidade e a quase ausência de referências a sua herança indígena, africana e mestiça.

***

Obras Brutas é um coletivo que age nas fronteiras entre gêneros literários e artes visuais, fazendo do espaço urbano um campo de apropriação criativa. by @estevivaldi
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3 months ago
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Iniciamos hoje uma breve série de postagens conceituais sobre influências estético-político-filosóficas do coletivo Obras Brutas. Como grupo interessado no cruzamento entre linguagens expressivas (literatura e artes visuais, mais notadamente) e aspectos urbanísticos e históricos de nossa cidade, nos parece pertinente apresentá-las.

***

BRUTALISMO ARQUITETÔNICO

O Brutalismo surge na Europa da década de 1950 como uma estratégia arquitetônica para reconstrução de cidades destruídas pela 2ª guerra mundial. 

Derivado da Escola Bauhaus, priorizava a simplicidade e a funcionalidade social das edificações. 

Ficou conhecido como “estética do concreto aparente”, sem acabamento, “bruto”, de onde advém seu nome. 

Foi largamente adotado na construção de prédios públicos e conjuntos habitacionais, inaugurando uma nova era na arquitetura estatal de grande escala.

O filme “O Brutalista” (2025), narra a história ficcional de um arquiteto húngaro que se refugia nos EUA durante a 2ª guerra, trazendo a nova estética arquitetônica para o continente americano. 

No Brasil, o brutalismo uniu os preceitos do movimento europeu às perspectivas paisagísticas tropicais, sem abandonar sua simplicidade funcional. 

Prédios públicos em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e o Centro Administrativo da Bahia (CAB) são ilustrativos dessa estética. 

Em Salvador, um exemplar expressivo é o “Prédio da Balança”, monumento criado em 1974 pelo arquiteto João Filgueiras para representar o equilíbrio necessário no exercício da função pública.

#obrasbrutas 
#literaturabaiana
#artesvisuais 
#brutalismo 
#brutalism 
#thebrutalist 
#joaofilgueiraslima by @estevivaldi
2
4 months ago
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Quem somos?

Coletivo que age nas fronteiras entre gêneros literários e faz do espaço urbano um campo de apropriação criativa.

Por que Obras Brutas?

Autores com obras germinando, inacabadas, em relação crítica com a própria produção literária. Não se trata de desdém ou oposição às obras-primas, mas de um jogo de palavras com elas.

Outra referência é o brutalismo baiano e seu delírio modernizante: a cidade histórica, com seus casarios e igrejas desabando; a cidade moderna, com suas construções desmoronando a vida social e amplificando muitas de suas violências.

A brutalização da vida na cidade em colapso que não suporta o próprio peso.

Integrantes

Esteban Vivaldi — quadrinista, autor de Roma Negra (Solisluna, 2021)

Fábio Costa — roteirista, autor de Rocha Navegável (RV Cultura e Arte, 2020)

Leo Pessoa — cronista, autor de Molho Lambão (Urutau, 2026)

Marina Martinelli — poeta, autora de Digamos que seja um caderno (Caramurê, 2024) by @estevivaldi
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4 months ago
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