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Doutora em Ciências Psicopedagoga/mediadora (Família /Escola/Saude).
Membro da equipe do Centro de Pesquisas em Neuropsicobiologia/ Unifesp
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1. INICIE O ANO DE FORMA ORGANIZADA E PLANEJADA.
2. SE ATENTE AO HORÁRIO EXIGIDO PELA ESCOLA, PARA ISSO NÃO DURMA TÃO TARDE.
3. NO INÍCIO DO ANO, ESTUDE PARA TIRAR BOAS NOTAS E NÃO FICAR COM PREJUÍZO NO
FINAL DO ANO.
4. TODOS OS DIAS VEJA EM SUA AGENDA O QUE TEM PARA FAZER, E QUANDO NÃO TIVER
TAREFAS, REVEJA O QUE APRENDEU EM SALA DE AULA.
5. FAÇA TODAS AS ATIVIDADES SOLICITADAS PELA ESCOLA SEMPRE E NÃO ESPERE A
FAMÍLIA COBRAR.
6. SE NÃO ENTENDEU A EXPLICAÇÃO EM SALA, PERGUNTE PARA TIRAR SUAS DÚVIDAS.
7. TENHA CONTATO COM AMIGOS PARA TER APOIO.
8. TRAGA O MATERIAL PARA CASA SEMPRE QUE TIVER TAREFAS ESCOLARES. PARA ISSO,
ORGANIZE SEMPRE O MESMO MOMENTO NA ESCOLA PARA PEGAR NO ARMÁRIO.
9. MARQUE ENCONTROS COM AMIGOS PARA ESTUDAR E ENTENDER O QUE FOI DADO EM
SALA DE AULA.
10. QUANDO FOR DADA MATÉRIA NOVA EM SALA, CHEGUE EM CASA E REVEJA TUDO
NOVAMENTE.
11. QUANDO TIVER AVALIAÇÕES ESTUDE, CRIE UM MOMENTO ESPECIAL PARA SEUS ESTUDOS
E SE CONCENTRE COM VONTADE E PENSAMENTO POSITIVO.
12. DISCIPLINAS QUE NÃO DOMINA MUITO, DEVEM SER MAIS ESTUDADAS.
13. NO DIA ANTERIOR, ORGANIZE SUA MOCHILA COM OS MATERIAIS NECESSÁRIOS, PARA NÃO
ESQUECER NADA.
14. CONFIRME SE NO ESTOJO TEM TUDO QUE VAI PRECISAR DURANTE A SEMANA ESCOLAR.
15. DIMINUA O USO DE CELULAR E OUTROS EQUIPAMENTOS QUE POSSAM DISTRAIR SUA
ATENÇÃO E OCUPAR SEU TEMPO, ESTABELEÇA UM HORÁRIO PARA ISSO.
16. TODOS APRENDEMOS, DESDE QUE NOS MOTIVAMOS E FAÇAMOS. FAÇA E PRONTO!
17. PARE DE RECLAMAR, SIMPLESMENTE FAÇA SUA PARTE. O ALUNO É VOCE E NÃO AS
PESSOAS QUE ESTÃO AO SEU REDOR.
18. DE FORMA ORGANIZADA, VOCÊ CONSEGUIRÁ REALIZAR TODAS AS ATIVIDADES EXIGIDAS
PELOS PROFESSORES, E ASSIM ESTARÁ CONTRIBUINDO PARA QUE TENHA UMA CONDIÇÃO
MELHOR DE ESTUDOS.
19. SE ESFORCE PARA FAZER SEMPRE O MELHOR!
20. ASSUMA SEUS COMPROMISSOS ESCOLARES, POIS FAZEM PARTE DA SUA VIDA. MESMO
AS ATIVIDADES EXTRA SALA, VOCE UM DIA SENTIRÁ FALTA DESSAS ATIVIDADES, APROVEITE
SUA OPORTUNIDADE by @fer.educa
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8 months ago
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• Uso diário da agenda;
• Repetir várias vezes o conteúdo;
• Planejamento pedagógico a curto, médio e longo prazo;
• Priorizar a aprendizagem da leitura, escrita e aritmética diante dos conteúdos específicos;
• Aulas expositivas com recursos visuais e auditivos;
• Conteúdos a partir do desenvolvimento maturacional da criança;
• Ensinar crianças por modelos lúdicos;
• Estimular estudo em casa;
• Gerar um ambiente seguro e permissível;
• Flexibilizar avaliações;
• Promover propostas pedagógicas diferentes e criativas. by @fer.educa
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8 months ago
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 by @fer.educa
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a year ago
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 by @fer.educa
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a year ago
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Violência na escola tem causa multifatorial: bairro da escola, ambiente familiar, ambiente escolar, competência e condição de saúde dos profissionais da escola, e a condição do próprio aluno. A violência tem aumentado nos espaços escolares, por consequência dos avanços dos problemas de segurança socialmente percebidos nos bairros e na cidade de forma geral. A escola não está isolada, está inserida na sociedade e não o contrário, portanto não há como ficar longe dos impactos, inclusive a escola sofre com algumas ações sociais determinadas por lei, dentro do espaço escolar onde o menor infrator deve ser incluído na escola, e muitas vezes causa conflitos com alunos e profissionais da escola que ficam acuados e com medo. Diante disso, a sociedade deriva nos problemas enfrentados, não temos como isolar a violência na escola  sem responsabilizar o governo em suas esferas, o que de fato ocorre na escola é consequência de uma condição social maior, onde o valor do cidadão pelo conhecimento, é desvalorizada em nossa sociedade, onde as leis, o respeito, e as regras sociais, são engavetadas e burladas para a entrada de pessoas sem lei, sem justiça, que controlam a sociedade impondo o medo e a obediência pela vingança violenta. As regras estabelecidas pelas escolas incomodam e geram controle, dos quais os fora da lei não toleram! E a escola sozinha não vai dar conta do problema. by @fer.educa
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a year ago
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Não existe uma forma única e precisa de “medir” a mentira em crianças. É um comportamento complexo que pode ter várias causas e manifestações.  É importante entender por que a criança está mentindo, e não apenas puni-la. Conhecer a causa e criar um ambiente de confiança e ajudar a criança a desenvolver habilidades sociais e emocionais que a ajudem a lidar com seus sentimentos e comportamentos de forma mais saudável. Importante é entender a causa da mentira, que pode ter diferentes fatores: Medo de punição:  a criança pode mentir para evitar castigos ou consequências negativas por algo que fez. Desejo de agradar: Ela pode mentir para impressionar ou ser vista de forma positiva por outros. Dificuldade em expressar sentimentos: a criança pode ter dificuldade em verbalizar seus sentimentos e, em vez disso, expressá-los através da mentira. Falta de confiança: se a criança não se sente segura para falar a verdade, ela pode recorrer à mentira para evitar problemas. Em alguns casos, a mentira pode estar relacionada a dificuldades no desenvolvimento cognitivo ou emocional. Evitar punições excessivas, punir a criança com violência ou castigos desproporcionais pode piorar o problema, pois a criança pode começar a mentir para evitar punições ainda maiores. Ao identificar a mentira devemos falar de forma calma, clara e empática, explique que a mentira abala a confiança e a verdade é importante no relacionamento. Um ambiente de confiança incentiva a criança a se abrir e compartilhar seus sentimentos sem medo de punição. Outro aspecto importante é o exemplo, seja sincero com a criança e evite mentir, pois aprende com o que vê e vive. Ajude a encontrar soluções de forma honesta e segura. Se tornou-se um padrão de comportamento procure um profissional para apoio. by @fer.educa
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a year ago
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Crianças não nascem consumistas, esse comportamento pode ser construído somente com apoio dos adultos. As crianças em uma fase de pleno desenvolvimento, absorvem muito facilmente os estímulos que recebem. O consumismo infantil põe em risco o desenvolvimento saudável e traz consequências para seu desenvolvimento e muitas vezes esse comportamento é levado para toda a vida. A publicidade infantil, invade o meio digital de entretenimento de acesso as crianças e adolescentes, e na maioria das vezes até os adultos não identificam esse tipo de estratégia utilizada. Rapidamente o produto se torna uma necessidade de consumo social imediato, entre as crianças entram em desespero para ser o primeiro a adquirir o produto, sem mesmo qualquer análise de sua importância para o meu dia a dia, apenas o desejo de TER. Na verdade, mesmo sendo considerado ilegal, as crianças estão superexpostas a vários espaços digitais. Especialistas alertam para que o excesso de consumo em crianças, podem estar relacionados a comportamentos depressivos, ansiosos, irregularidades no sono, agressividade, os consumidores infantis se tornam imediatistas e não lidam de forma adequada diante das frustrações. Combater o consumismo infantil não uma tarefa fácil para os pais, mas esses devem ser modelos para o consumo desenfreado e para hábitos mais saudáveis das crianças e adolescentes. by @fer.educa
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a year ago
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 by @fer.educa
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a year ago
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Mais um capítulo de livro que tive o prazer de escrever e compartilhar minhas experiências. 
Agradeço às neuropsicólogas Anna Navatta e profa Eliane Miotto pelo convite e oportunidade.

Neuropsicologia clínica: Avaliação, Reabilitação e Intervenções Comportamentais.
- Capítulo 53: Intervenções Neuropsicológicas na Escola by @fer.educa
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a year ago
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 by @fer.educa
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a year ago
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 by @fer.educa
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a year ago
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Saber enxergar a alma do outro, sem julgar nada do que está ali, quando a ferida não é tua mas dói em você, quando consegue sentir o sofrimento do outro.
Respeitar o tempo e o espaço de cada um.
Compreender que as dores pesam de formas diferentes para cada pessoa, pois nem sempre o que vai ser fácil para você, também será para o outro.
Cuidado com suas palavras, com os julgamentos, não pode prevê os efeitos de suas ações no outro.
Escute, não emita julgamentos, se conecte emocionalmente e transmita a mensagem restauradora para que entenda que não está sozinha. 
Acolher não é dizer o que a outra tem que fazer; é ouvir, com respeito, o que ela tem para falar... e auxiliar a encontrar caminhos que ela deseja, precisa ou até de suportar.
Se pudermos olhar para o coração uns dos outros e compreender os desafios únicos que cada um de nós enfrenta, poderíamos tratar os outros com mais amor, paciência, tolerância e cuidado.
A dor do outro não dói em você, não significa que ela não é importante, significa que não tem empatia para reconhece-la. 
Quando a dor do próximo não lhe afeta, talvez você precise de ajuda! by @fer.educa
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2 years ago
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