Instagram story viewer> @fernandasantorom> Posts
1.5K
followers
1960
following
Fundadora da @trahma_oficial
Mentora, Palestrante, Facilitadora
DEI, Gênero e Raça
Lideranças e Culturas Conscientes
POSTS STORIES REELS TAGGED
Em algumas organizações, o silêncio é interpretado como sinal de harmonia, respeito ou maturidade profissional. Mas será que as pessoas estão realmente confortáveis ou apenas aprenderam que expressar suas opiniões pode trazer consequências?

Quando profissionais deixam de questionar decisões, compartilhar preocupações ou admitir dificuldades por medo de retaliação, julgamento ou exposição, o silêncio deixa de ser uma escolha e passa a ser uma estratégia de proteção.

Esse comportamento pode esconder conflitos não resolvidos, relações de poder desequilibradas e riscos psicossociais que dificilmente aparecem nos indicadores tradicionais de desempenho. Afinal, a ausência de reclamações não significa, necessariamente, a ausência de problemas.

É nesse ponto que a liderança precisa estar atenta. Mais do que manter a ordem ou evitar conflitos, cabe a quem lidera construir relações de confiança, nas quais as pessoas possam discordar, trazer problemas e expressar suas percepções sem receio de comprometer sua posição.

Uma cultura saudável não é aquela em que todos concordam, mas aquela em que as diferenças podem ser expressas com respeito e tratadas com responsabilidade.

Quando ninguém fala, a pergunta não deveria ser apenas se está tudo bem. Deveria ser: as pessoas se sentem seguras para dizer quando não está?

www.trahma.com.br
contato@trahma.com.br
WhatsApp: 24 99326 7454

#Trahma #LiderançaConsciente #RiscosPsicossociais #SegurançaPsicológica #CulturaOrganizacional by @fernandasantorom
0
2 days ago
Download
Neste 15 de outubro, Dia dos Professores, vale lembrar que ninguém chega a uma posição de liderança sabendo tudo. Liderar também é um processo de aprendizagem contínua, que exige disposição para rever certezas, reconhecer limites e aprender com as pessoas ao redor. 

Uma liderança consciente entende que não basta dominar conhecimentos técnicos ou entregar resultados. É preciso desenvolver a escuta, reconhecer diferentes perspectivas, compreender o impacto das próprias decisões e criar condições para que outras pessoas também possam crescer. Assim como bons professores não se limitam a demonstrar conhecimento, uma boa liderança não se limita a dizer o que tem que ser feito. Ambas têm a responsabilidade de criar ambientes em que as pessoas se sintam seguras para perguntar, experimentar, errar, aprender e desenvolver seu potencial. 

Talvez uma das maiores lições para quem lidera seja justamente esta: não é preciso ter todas as respostas, mas é preciso ter disposição para aprender, inclusive com as pessoas lideradas. 

Neste Dia dos Professores, fica o reconhecimento a quem transforma o conhecimento em oportunidade e a reflexão para quem ocupa posições de liderança: o que você ainda precisa aprender para que as pessoas cresçam com seu exemplo? 

www.trahma.com.br

#Trahma #LiderançaConsciente #DiaDosProfessores #DesenvolvimentoHumano #CulturaOrganizacional by @fernandasantorom
0
2 days ago
Download
Quando falamos em diversidade nas organizações, é comum pensarmos em gênero, raça, deficiência, orientação sexual, nacionalidade.

Mas existe outra dimensão que também transforma a maneira como uma equipe cria, decide e trabalha: a experiência.

Pessoas que chegaram ao mercado de trabalho em momentos diferentes carregam repertórios distintos. Conheceram outras formas de fazer, atravessaram mudanças, acompanharam transformações tecnológicas, lidaram com diferentes contextos e aprenderam com erros e acertos que nem sempre estão nos livros.

Ainda assim, a experiência muitas vezes é tratada como algo que perde valor com o tempo.

E aqui existe uma contradição: organizações dizem buscar inovação, novas perspectivas e diversidade de pensamento, mas podem estar deixando de lado justamente pessoas que acumulam repertórios que não podem ser construídos da noite para o dia.

Experiência não significa resistência à mudança. Assim como juventude não significa inovação.

Diversidade também está naquilo que cada pessoa viveu, aprendeu e é capaz de perceber a partir da própria trajetória.

A pergunta para as lideranças é:

Sua organização está criando espaço para que diferentes experiências se encontrem, sejam ouvidas e produzam novas possibilidades?

Incluir também é reconhecer que pessoas em diferentes momentos da vida podem contribuir para construir o futuro.

www.trahma.com.br
contato@trahma.com.br
WhatsApp: 24 99326 7454

#Diversidade #LiderançaConsciente #CulturaOrganizacional #GestãoDePessoas by @fernandasantorom
0
4 days ago
Download
No último sábado, 10 de outubro, foi celebrado o Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher, uma data que nos convida a refletir sobre uma realidade que ainda compromete a segurança, a autonomia e a dignidade de tantas mulheres.

A violência não se manifesta somente em agressões físicas. Ela também está no controle, na humilhação, nas ameaças, no assédio e nas tentativas de silenciar mulheres.

Combater essa realidade exige mais do que indignação diante de casos extremos. É preciso reconhecer os sinais, questionar comportamentos naturalizados e não tratar como brincadeira, exagero ou assunto particular aquilo que viola direitos e coloca vidas em risco.

No ambiente corporativo, essa responsabilidade também se traduz em políticas efetivas de prevenção, canais seguros de denúncia, acolhimento sem julgamentos e lideranças preparadas para agir. O silêncio institucional e a omissão também contribuem para a perpetuação da violência.

A construção de relações mais seguras, respeitosas e livres de violência depende do compromisso de toda a sociedade, inclusive das organizações. Não basta afirmar que somos contra a violência. Precisamos criar condições para que nenhuma mulher tenha de enfrentar essa realidade sozinha.

Respeito não é concessão. Segurança não é privilégio. Combater a violência contra a mulher é um compromisso coletivo.

#Trahma #ViolênciaContraAMulher #LiderançaConsciente #EquidadeDeGênero #CulturaDeRespeito by @fernandasantorom
0
5 days ago
Download
Ontem foi mais uma noite especial de encontros, reencontros e conexões.
Com a alegria de, mais uma vez, reunir profissionais e parceiros para uma noite de networking, troca de experiências e boas oportunidades de negócios, o encontro foi marcado por conversas que aproximam, reencontros que fortalecem relações e novas conexões que podem se transformar em grandes parcerias.
É muito gratificante poder idealizar e organizar esses encontros, criando momentos em que pessoas que fazem parte da nossa trajetória possam se reencontrar, conhecer novos profissionais, trocar ideias e, naturalmente, gerar novas oportunidades.
Tenho a certeza de que relacionamentos bem construídos são uma das bases para bons negócios.
Meu agradecimento especial a todos que estiveram presentes e fizeram desta noite mais um encontro tão agradável e produtivo.
Que venham os próximos encontros, novas conexões e muitos bons negócios!
Agradeço também aos parceiros!!!!
📷 @brunowanderleyfotografia by @fernandasantorom
8
15 days ago
Download
O debate global sobre a retração de Diversidade, Equidade e Inclusão ganhou força. No Brasil, porém, os dados não sustentam a ideia de um recuo generalizado. 
Na 3ª edição do Panorama da Diversidade nas Organizações, pesquisa realizada pela to.gather com empresas que atuam no Brasil, 52,8% afirmaram não ter sofrido impacto do movimento de retração nos EUA e apenas 10,2% relataram redução de recursos ou ações. 
No cenário global, a McKinsey aponta que 81% das organizações mantêm ou ampliam seus esforços de D&I. Os números sugerem menos abandono e mais revisão de prioridades. O que parece mudar é o lugar que DEI ocupa nas organizações: cresce a pressão por evidências de impacto e resultados mensuráveis. 
No Panorama da to.gather, 56,1% das empresas esperam maior demanda por demonstração de resultados em DEI. Isso não elimina os retrocessos. Há ajustes em orçamento, comunicação e metas em parte das empresas, além de lacunas persistentes de representatividade. 
A pergunta principal, então, talvez seja outra: O que mudou, de fato, na sua empresa depois dos investimentos em DEI? Quem passou a ter mais oportunidades? Quem chegou à liderança? Quais comportamentos foram transformados? Quais indicadores melhoraram? E quem ainda continua ficando de fora? 
Intenção já não basta. O desafio é transformar DEI de uma agenda estratégica, conectada à prática de liderança, cultura e gestão, com responsabilidade e evidências de resultado. 
No fim, não é sobre ter uma agenda de DEI. É sobre o tipo de organização que essa agenda ajuda a construir. 

www.trahma.com.br 
contato@trahma.com.br 
WhatsApp: 24 99326 7454 

#Diversidade #LiderançaConsciente #CulturaOrganizacional #DEI by @fernandasantorom
0
16 days ago
Download
Envelhecer não deveria significar perder espaço, voz ou oportunidades.

Ainda assim, o etarismo continua presente no trabalho, muitas vezes de forma silenciosa: na contratação, nas promoções, nas oportunidades de desenvolvimento e na ideia de que experiência tem prazo de validade.

Valorizar a diversidade etária não é apenas reunir diferentes gerações no mesmo ambiente. É reconhecer que trajetórias, repertórios e experiências também são ativos para a organização.

E aqui fica uma pergunta para as lideranças:

O que você está fazendo com profissionais que já acumularam décadas de experiência?

Você está criando espaço para que esse repertório continue gerando valor ou tratando a idade como um motivo para deixar essas pessoas à margem?

Incluir também é saber reconhecer a contribuição de quem veio antes e criar condições para que sua experiência continue transformando o que vem depois.

www.trahma.com.br by @fernandasantorom
0
16 days ago
Download
Quando a demanda não cabe no tempo disponível, a cobrança é permanente e faltam recursos, autonomia ou clareza sobre responsabilidades, o desgaste não pode ser considerado um evento individual. Ele está sendo produzido pela própria organização do trabalho. 

E é justamente essa perspectiva que ganha força com a NR-1: identificar e gerenciar os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho faz parte da responsabilidade das organizações. 

Neste contexto, há uma reflexão incômoda, mas necessária para as organizações: Estamos tentando preparar as pessoas para suportar um modelo de trabalho que adoece?

Prevenir riscos psicossociais não é ensinar alguém a aguentar mais. É criar condições para que o trabalho seja sustentável. 

www.trahma.com.br contato@trahma.com.br 
WhatsApp - 24 99326 7454

#RiscosPsicossociais #NR1 #SaúdeMentalNoTrabalho #LiderançaConsciente #GestãoDePessoas by @fernandasantorom
0
17 days ago
Download
Quem cuida de uma equipe também precisa de espaço para cuidar de si.

Uma liderança constantemente sobrecarregada, sem espaço para pensar, descansar ou pedir apoio, pode até continuar entregando. Mas, com o tempo, reduz sua capacidade de decidir com qualidade, gerenciar mudanças e perceber os sinais de quem está ao redor. 

Estar forte não significa suportar tudo. Significa reconhecer limites, aceitar apoio e preservar as condições necessárias para continuar cuidando das pessoas sem se abandonar no processo. 

Liderança consciente também começa pelo autocuidado.

www.trahma.com.br 
contato@trahma.com.br 
WhatsApp: 24 99326 7454

#LiderançaConsciente #SaúdeMental #RiscosPsicossociais #CulturaOrganizacional #Trahma by @fernandasantorom
0
18 days ago
Download
Nem todo esgotamento começa nas pessoas.

Quando a sobrecarga, a urgência e a falta de descanso passam a fazer parte da rotina, vale olhar também para a forma como o trabalho está organizado.

Cuidar da saúde mental também é repensar aquilo que a cultura normalizou.

www.trahma.com.br
contato@trahma.com.br
WhatsApp 24 99326 7454

#LiderançaConsciente #RiscosPsicossociais #SaúdeMental #CulturaOrganizacional #Trahma by @fernandasantorom
0
19 days ago
Download
O silêncio também fala. E, muitas vezes, ele diz mais sobre o ambiente do que uma pesquisa de clima.

Quando as pessoas deixam de perguntar, discordar, trazer ideias ou sinalizar problemas, vale buscar entender o que está acontecendo.

Nem sempre é falta de interesse. Pode ser receio. Receio de julgamento, de sofrer alguma consequência ou de perceber que falar não fará diferença, pois não há escuta. Um ambiente seguro não é aquele onde todas as pessoas concordam. É aquele onde existe espaço para discordar, perguntar, reconhecer erros e trazer o que precisa ser discutido. 

A liderança tem um papel fundamental nessa construção. Mais do que incentivar a participação, é preciso criar relações de confiança, em que as pessoas sintam que suas contribuições serão consideradas. 

Quando o silêncio vira estratégia de proteção, o ambiente já está dizendo alguma coisa. 

A pergunta é: há abertura para escutar as diversas perspectivas?

www.trahma.com.br contato@terahma.com.br 
WhatsApp: 24 99326 7454 

#LiderançaConsciente #SaúdeMental #CulturaOrganizacional #ClimaOrganizacional #RiscosPsicossociais #Liderança #GestãoDePessoas by @fernandasantorom
0
23 days ago
Download
Incluir pessoas com deficiência no mercado de trabalho começa antes da contratação.

Os dados mostram que ainda existem barreiras importantes nesse caminho. Segundo o IBGE, apenas 29,2% das pessoas com deficiência em idade de trabalhar estavam na força de trabalho em 2022.

Entre as pessoas sem deficiência, esse percentual era de 66,4%. Essa diferença revela que nem a entrada no mercado está resolvida.

E parte das barreiras começa antes mesmo da entrevista: na forma como vagas são descritas, nos requisitos que excluem sem necessidade, nos canais de divulgação, na falta de acessibilidade dos processos seletivos e nos vieses sobre capacidade, produtividade, autonomia e adaptação.

Aumentar a empregabilidade de pessoas com deficiência exige revisar o processo inteiro: atração, seleção, acessibilidade, critérios de avaliação, preparo das lideranças e condições reais de trabalho.

Depois da contratação, a responsabilidade continua. É preciso garantir recursos de acessibilidade, oportunidades de desenvolvimento, participação nas decisões e caminhos de crescimento profissional. Também significa ouvir as próprias pessoas com deficiência sobre as barreiras que encontram e sobre o que precisa ser transformado.

Contratar é parte do processo. Incluir é criar condições para que a pessoa possa entrar, permanecer, contribuir, se desenvolver e construir sua trajetória profissional.

O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência nos lembra que inclusão não deve ser uma ação pontual. Ela precisa fazer parte das escolhas, dos processos e da cultura das organizações.

www.trahma.com.br

#PessoaComDeficiência #DiversidadeEInclusão #InclusãoNoTrabalho #CulturaOrganizacional

Fonte: IBGE, PNAD Contínua — Pessoas com Deficiência, 2022. by @fernandasantorom
0
a month ago
Download

Download All

Save the photos and videos currently loaded on this page.

0Photos
0Videos
Ready to download 0 / 0

Keep this tab open until your download is ready.

back to up