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DESTAQUE | #TomieOhtake é um dos principais nomes da arte abstrata no Brasil. Nascida no Japão em 1913, chegou ao Brasil em 1936, fixando residência em São Paulo. Foi nos anos 1950 que começou a pintar e, na mesma década, integrou o famoso Grupo Seibi, composto por artistas de ascendência japonesa.

Na década de 1980, a produção de Tomie é caracterizada pelo uso de uma gama cromática intensa e contrastante em amplas formas geométricas produzidas em telas quadradas. Nessa fase, os contornos de suas formas são mais bem definidos e curvas bastante pronunciadas intensificam a sensação de movimento. A precisa definição da composição resulta de um procedimento adotado pela artista desde a década de 1970, que consiste em realizar recortar com uma tesoura pedaços de papéis em linhas curvas e retas que servem como guias para suas pinturas.

Uma obra da artista integra a exposição “Morar na cor", em cartaz na FLEXA até 15 de agosto. Curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar.

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HIGHLIGHT | #TomieOhtake is one of the leading figures of abstract art in Brazil. Born in Japan in 1913, she moved to Brazil in 1936, settling in São Paulo. She began painting in the 1950s and, during that same decade, became a member of the renowned Seibi Group, formed by artists of Japanese descent.

During the 1980s, Tomie Ohtake's work was characterized by the use of an intense, contrasting color palette applied to expansive geometric forms on square canvases. In this period, the contours of her forms became more clearly defined, while pronounced curves heightened the sense of movement. The precision of her compositions stems from a method she adopted in the 1970s: cutting sheets of paper with scissors into curved and straight shapes, which she then used as guides for her paintings.

One of the artist's works is featured in the exhibition “To Inhabit Color”, on view at FLEXA through August 15. Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar.

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Tomie Ohtake: Sem título [Untitled], 1981 | ft [ph]: Mario Grisolli
#FLEXA #FLEXAGaleria taken in FLEXA by @flexa.galeria
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2 days ago
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ACERVO | Na pintura “Nunca fomos catequizados, fizemos foi carnaval” (1977), #GlaucoRodrigues constrói uma imagem na qual não há hierarquia entre as figuras representadas. O título, extraído do “Manifesto Antropófago” de Oswald de Andrade, recusa a ideia de uma colonização assimilada de modo passivo e afirma uma noção de antropofagia como um processo de apropriação e reinvenção das tradições europeias a partir da arte e da cultura popular brasileiras.

Nas telas do artista, temas como carnaval, futebol, religiosidade, política e as figuras do indígena e do negro aparecem de forma irônica, subvertendo mitos e narrativas oficiais. Esse procedimento resulta em composições que misturam tempos históricos, evidenciando a instabilidade das relações de poder e conferindo atualidade à sua obra. Críticos como Nicolas Bourriaud identificam em Rodrigues um artista que antecipa estratégias da arte contemporânea, especialmente no uso de sarcasmo, ironia e apropriação crítica.

Mais informações sobre esta e outras obras disponíveis via info@flexagaleria.com.

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COLLECTION | In the painting “Nunca fomos catequizados, fizemos foi carnaval” (1977), #GlaucoRodrigues constructs an image in which no hierarchy exists among the depicted figures. The title, from Oswald de Andrade's “Manifesto Antropófago”, rejects the notion of a passively assimilated colonial legacy and instead affirms anthropophagy as a process of appropriating and reinventing European traditions through Brazilian art and popular culture.

Across the artist's canvases, subjects such as Carnival, football, religion, politics and representations of Indigenous and Black people are approached with irony, subverting established myths and narratives. The resulting compositions bring together historical moments, revealing the instability of power relations while lending his work a contemporary relevance. Critics such as Nicolas Bourriaud have identified Rodrigues as an artist who anticipated key strategies of contemporary art, particularly through his use of sarcasm, irony and critical appropriation.

More about this and other available works via info@flexagaleria.com.

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ft [ph]: Mario Grisolli #FLEXA #FLEXAGaleria taken in FLEXA by @flexa.galeria
3
5 days ago
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DESTAQUE | #LuciaKoch desenvolve uma pesquisa em torno da luz, da cor e de seus efeitos sobre a percepção do espaço. 

Transitando entre fotografia, escultura, instalação e intervenções arquitetônicas, a artista cria situações que transformam objetos banais, tais como uma janela basculante e uma embalagem vazia, em experiências sensíveis capazes de produzir novas atmosferas cromáticas, como em “Dupla” {AB1107 + VI715} (2014) e “Night fever” (2009). Em ambas, a luz constitui a própria matéria e conceito da obra, mediando as relações entre cor, espaço, tempo e percepção.

Os dois trabalhos podem ser vistos em “Morar na cor" na FLEXA até 15 de agosto.
Acompanhada de texto crítico assinado por Moacir dos Anjos, a mostra conta com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar, além de expografia de Julio Shalders.

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HIGHLIGHT | #LuciaKoch's practice revolves around light, color, and their effects on the perception of space.

Working across photography, sculpture, installation, and architectural interventions, the artist creates situations that transform ordinary objects—such as a hopper window and an empty package—into sensory experiences capable of generating new chromatic atmospheres, as seen in Dupla {AB1107 + VI715} (2014) and Night Fever (2009). In both works, light constitutes the very material and conceptual foundation of the work, mediating the relationships between color, space, time, and perception.

Both works are on view in “To Inhabit Color” at FLEXA through August 15.
Accompanied by a critical essay by Moacir dos Anjos, the group show is curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar, with exhibition design by Julio Shalders.

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@luisamduarte @daniela_avellar @moacir_anjos @julioshalders 
ft [ph]: Mario Grisolli | #FLEXA #FLEXAGaleria taken in FLEXA by @flexa.galeria
4
10 days ago
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DESTAQUE | #NamJunePaik foi uma das figuras mais influentes da arte do século XX e um pioneiro da videoarte. Integrante do movimento experimental Fluxus, explorou de forma visionária o potencial das tecnologias e dos meios de comunicação de massa, sobretudo a televisão. 

Em “Sem título” (1988), o artista retorna à pintura para refletir sobre a própria linguagem televisiva, mobilizando as barras de cor, um dos códigos visuais mais elementares da televisão. O título evoca a Dinastia Tang (618–907), frequentemente descrita como uma “era de ouro” cultural na história chinesa, sugerindo um paralelo entre aquele período de florescimento artístico e o impacto transformador da televisão na cultura do século XX. 

A obra integra a exposição “Morar na cor”, atualmente em cartaz na FLEXA. Curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar.

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HIGHLIGHT | #NamJunePaik was one of the most influential artists of the twentieth century and a pioneer of video art. A member of the experimental Fluxus movement, he explored the potential of technology and mass media—especially television—with remarkable foresight.

In “Untitled” (1988), Paik returns to painting to reflect on the language of television itself, drawing on the color bars, one of the medium’s most fundamental visual codes. The title evokes the Tang Dynasty (618–907), often described as a cultural “golden age” in Chinese history, suggesting a parallel between that period of artistic flourishing and television’s transformative impact on twentieth-century culture.

The work integrates “To Inhabit Color”, currently on display at FLEXA. Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar.

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#FLEXA #FLEXAGaleria taken in FLEXA by @flexa.galeria
1
12 days ago
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DESTAQUES | #MiguelRioBranco é um dos nomes mais relevantes da fotografia contemporânea. Iniciou sua trajetória artística expondo pinturas e, a partir da década de 1970, passou a dedicar-se também à fotografia e ao cinema. Entre 1970 e 1972, atuou em Nova York como fotógrafo e diretor de filmes experimentais, período que influenciou profundamente sua abordagem visual. 

Em “Parede rosa com homem e lâmpadas” (1979–2026) e “Entrando no azul” (1984–2026), são os tons densos que estruturam as imagens, instaurando um espaço entre realidade e fabulação. A presença da cor, em diálogo com corpos, objetos e elementos arquitetônicos, reforça ainda o interesse do artista por situações de forte carga sensorial e ambiguidade narrativa.

As duas obras integram a exposição coletiva “Morar na cor”, em cartaz na FLEXA até agosto. Curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar.

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HIGHLIGHTS | #MiguelRioBranco is one of the leading figures in contemporary photography. He began his artistic career exhibiting paintings and, from the 1970s onward, also devoted himself to photography and filmmaking. Between 1970 and 1972, he worked in New York as a photographer and director of experimental films, a period that profoundly shaped his visual approach.

In “Parede rosa com homem e lâmpadas” (1979–2026) and “Entrando no azul” (1984–2026), dense, saturated hues structure the images, creating a space suspended between reality and imagination. Through the interplay of color with bodies, objects, and architectural elements, the works further reveal the artist’s enduring interest in situations charged with sensory intensity and narrative ambiguity.

Both works are part of the group exhibition “To Inhabit Color",, on view at FLEXA through August. Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar.

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@miguelriobranco @luisamduarte @daniela_avellar | ft [ph]: Mario Grisolli
#FLEXA #FLEXAGaleria taken in FLEXA by @flexa.galeria
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15 days ago
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DESTAQUES | Embora pertençam a diferentes gerações da arte brasileira, #AluísioCarvão e #DudiMaiaRosa compartilham uma investigação em que a cor assume um papel estruturante na construção da obra. 

Na produção de Aluísio Carvão, a força expressiva da cor e as formas geométricas constituem-se mutuamente. Já Dudi Maia Rosa investiga as relações entre cor, luz e matéria por meio da resina, conferindo às obras uma luminosidade que parece emanar de seu interior. 

Avizinhados pelas tonalidades particulares de rosa, três trabalhos dos artistas integram a exposição em cartaz na FLEXA. As obras estabelecem um diálogo entre pesquisas distintas: em um caso, a cor estrutura a superfície pictórica; no outro, adquire espessura, luminosidade e corporeidade, revelando diferentes possibilidades da experiência cromática. 

“Morar na cor” conta com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar.

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HIGHLIGHTS | Although they belong to different generations of Brazilian art, #AluísioCarvão and #DudiMaiaRosa share an artistic inquiry in which color plays a structuring role in the construction of the work.

In Aluísio Carvão's practice, the expressive power of color and geometric form are mutually constitutive. Dudi Maia Rosa, in turn, explores the relationships between color, light, and matter through the use of resin, lending his works a luminosity that seems to emanate from within.

Brought together by their distinctive shades of pink, three works by the artists are currently on view in the exhibition at FLEXA. The works establish a dialogue between two distinct artistic investigations: in one, color structures the pictorial surface; in the other, it acquires thickness, luminosity, and physical presence, revealing different possibilities of the chromatic experience.

“To Inhabit Color” is curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar.

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(1-2) Aluísio Carvão: Sem título [Untitled], da série [from the series] “A batalha”, déc. 1960 [1960's] (3) Aluísio Carvão: “Cromática 12”, 1960 (4) Dudi Maia Rosa: Sem título [Untitled], 2023
ft [ph]: Edouard Fraipont | #FLEXA #FLEXAGaleria taken in FLEXA by @flexa.galeria
7
18 days ago
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EM CARTAZ | Voltando no tempo, surpreende saber que as estátuas gregas da Antiguidade eram originalmente multicoloridas. Análises com luz ultravioleta, realizadas nos anos 1980, revelaram vestígios de pigmentos sobre os mármores hoje vistos como brancos. As intempéries apagaram essas cores, presentes em detalhes como pele, rostos e ornamentos.

Ao tensionar a tradição ocidental que historicamente relegou a cor a um lugar de excesso ou até mesmo de superficialidade, “Morar na cor” propõe um deslocamento. Saindo do ornamento para ocupar o lugar do pensamento, a cor é capaz tanto de preencher o espaço expositivo como se presentificar nas distintas obras agrupadas, fazendo com que o espectador reflita sobre os sentidos simbólicos contidos na experiência cromática.

“Morar na cor” permanece em cartaz na FLEXA até agosto. Com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar, a mostra é acompanhada por texto crítico de Renato Menezes e expografia de Julio Shalders.

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ON VIEW | Looking back through history, it may come as a surprise to learn that ancient Greek statues were originally painted in vibrant colors. Ultraviolet light analyses conducted in the 1980s revealed traces of pigments on the marble surfaces now perceived as white. Over time, exposure to the elements erased these colors, which once appeared in details such as skin, facial features, and ornamental elements.

By challenging the Western tradition that has historically relegated color to the realm of excess—or even superficiality— “To Inhabit Color” proposes a shift in perspective. Moving beyond ornament to become a mode of thought, color is capable of both filling the exhibition space and manifesting itself through the diverse works brought together, inviting viewers to reflect on the symbolic meanings embedded in the chromatic experience.

“To Inhabit Color” remains on view at FLEXA through August.

Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar, the exhibition is accompanied by a critical essay by Renato Menezes and exhibition design by Julio Shalders.

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@luisamduarte @daniela_avellar @remenezes9 @julioshalders | ft [ph]: Edouard Fraipont
#FLEXA #FLEXAGaleria taken in FLEXA by @flexa.galeria
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22 days ago
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Os catálogos da Coleção FLEXA já estão disponíveis em formato digital em nosso site, com acesso gratuito e opção de download.

Com registros das exposições realizadas pela galeria desde sua abertura, além de textos críticos e ensaios assinados por curadores e pesquisadores convidados, as publicações preservam a memória de cada mostra e constituem uma fonte de pesquisa sobre a produção dos artistas apresentados em seu programa.

Acesse os pdfs em www.flexagaleria.com.

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The FLEXA Collection catalogues are now available in digital format on our website, with free access and downloadable PDF versions.

Featuring documentation of the exhibitions presented by the gallery since its opening, alongside critical texts and essays by invited curators and researchers, these publications preserve the memory of each exhibition and serve as a valuable resource for research on the artists featured in our program.

Access the PDFs at www.flexagaleria.com.

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ft [ph]: Edouard Fraipont
#FLEXA #FLEXAGaleria taken in FLEXA by @flexa.galeria
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23 days ago
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Na próxima quarta, 01 de julho, às 18h, o documentário “Adriana Varejão — Entre Carnes e Mares” será exibido na 2a edição do Cine ArtRio.

O filme de Pedro Buarque e Andrucha Waddington é o resultado de cinco anos de filmagens que acompanham encontros, exposições e diálogos sobre a obra de #AdrianaVarejão. Produção Executiva de Renata Brandão e Mariana Vianna. 

O Cine ArtRio é uma parceria entre a Feira de Arte do Rio de Janeiro, a Cinemateca do MAM, a Conspiração Filmes e o Canal Curta.

O evento acontece na Cinemateca do MAM Rio e é aberto ao público. 

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Next Wednesday, July 1, at 6 PM, the documentary “Adriana Varejão —Entre Carnes e Mares” will be screened as part of the 2nd edition of Cine ArtRio.

Directed by Pedro Buarque and Andrucha Waddington, the film is the result of five years of filming, following encounters, exhibitions, and conversations surrounding the work of Adriana Varejão. Executive Produced by Renata Brandão and Mariana Vianna.

Cine ArtRio is a partnership between the ArtRio International Art Fair, the MAM Rio Cinematheque, Conspiração Filmes, and Canal Curta.

The event will take place at the Cinemateca do MAM Rio, Rio de Janeiro, and is open to the public.

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@adrianavarejao @conspiracaofilmes @artrio_art @cinematecamam @canalcurta @pradop | ft [ph]: João Pedro, Pedro Prado
#FLEXA #FLEXAGaleria taken in Cinemateca do MAM by @flexa.galeria
19
25 days ago
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DESTAQUE | #MariaLeontina é um dos maiores nomes da arte abstrata no Brasil. Insinuações simbólicas aparecem ora em seus títulos, ora em suas cores e formas que, ao contrário do que vemos na tradição construtiva, possuem contornos imprecisos, ritmos imprevistos e diluem-se suavemente na superfície pintada. Recusando afiliações, seu frequente jogo de ambiguidades e seu lirismo produzem um universo semântico pessoal e singular. 

O título da série “Os episódios”, do final da década de 1950, aponta para o interesse da artista na ideia de narrativa, mesmo na abstração, o que a coloca em diálogo com a dinâmica de importantes obras neoconcretas como os livros de Lygia Pape. Ao mesmo tempo, sua estrutura totêmica conversa com Rubem Valentim e Joaquín Torres Garcia. 

A obra “Episódios” (1958) integra a exposição atualmente em cartaz na FLEXA, “Morar na cor". Curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar.

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HIGHLIGHT | #MariaLeontina is one of the leading figures of abstract art in Brazil. Symbolic suggestions emerge at times through her titles, at others through her colors and forms, which—unlike those found in the constructive tradition—feature imprecise contours, unexpected rhythms, and dissolve gently across the painted surface. Rejecting strict affiliations, her recurring play of ambiguities and lyrical sensibility gives rise to a deeply personal and singular semantic universe.

The title of the series “Episódios”, created in the late 1950s, reflects the artist’s interest in the idea of narrative, even within abstraction, placing her work in dialogue with the dynamics of important Neo-Concrete works such as Lygia Pape’s books. At the same time, its totemic structure resonates with the work of Rubem Valentim and Joaquín Torres García.

The painting “Episódios” (1958) is currently on view in the exhibition “To Inhabit Color” at FLEXA. Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar.

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ft [ph]: Mario Grisolli
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3
a month ago
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ACERVO | #SantiagoYahuarcani é um artista indígena e liderança do povo Uitoto, pertencente ao clã Aimeni, na região norte da Amazônia peruana. Autodidata na pintura e na escultura, utiliza como suporte a llanchama, casca de árvore empregada pelos Uitoto na confecção de vestimentas e objetos utilitários. 

Seu trabalho se baseia em saberes e histórias ancestrais e expressa a cosmovisão de seu povo por meio de uma linguagem visual própria, distante das influências da arte ocidental. Nessa perspectiva, sua obra afirma uma visão de mundo em que a floresta é um território consciente, sensível e repleto de vozes. Figuras humanas, rios, animais, divindades e espíritos compartilham o espaço com formas que remetem a partes do corpo, órgãos internos e estruturas microscópicas, sem hierarquia de escala.

Uma retrospectiva do artista está atualmente em cartaz no Edifício Pietro Maria Bardi – MASP, São Paulo. Com curadoria de Amanda Carneiro, “Santiago Yahuarcani: o princípio do conhecimento” permanece aberta ao público até 4 de agosto.

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HIGHLIGHT | #SantiagoYahuarcani is an Indigenous artist and leader of the Uitoto people, belonging to the Aimeni clan in the northern Peruvian Amazon. Self-taught in painting and sculpture, he works with llanchama, a tree bark traditionally used by the Uitoto to make clothing and utilitarian objects.

His practice is rooted in ancestral knowledge and oral histories, expressing his people’s worldview through a distinct visual language that remains removed from the influences of Western art. From this perspective, his work affirms a vision of the world in which the forest is a conscious, sentient territory, filled with voices. Human figures, rivers, animals, deities, and spirits share the pictorial space with forms that evoke body parts, internal organs, and microscopic structures, without any hierarchy of scale.

A retrospective of the artist's work is currently on view at Pietro Maria Bardi Building – MASP, São Paulo. Curated by Amanda Carneiro, “Santiago Yahuarcani: o princípio do conhecimento” remains open to the public through August 4.

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#FLEXA #FLEXAGaleria taken in FLEXA by @flexa.galeria
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O curta “Frank Stella/Nuno Ramos”, dirigido por Gustavo Rosa Moura, registra o histórico encontro entre os artistas, em ocasião da exposição “Frank Stella e Nuno Ramos - afinidades e diversidades”. Curadoria de Vanda Klabin.

“Pintor por excelência, #FrankStella não gosta de entrar na discussão da morte da pintura: ‘Não me preocupo com isso, porque fazer arte não é fácil. Não acredito que o tipo de arte que se faça seja a questão. Poderíamos dizer que entre os séc. IX e XIII a pintura estava morta, mas havia grande arquitetura. A arte é uma forma individual de expressão, e a qualidade dessa expressão, ou seja, quanto ela satisfaz a quem a realiza e quanto ela satisfaz o público, é o que conta’. Criador da famosa frase ‘o que você vê é o que você vê’, contra o excesso de interpretação na obra de arte, Stella comprova que o contato físico é mais do que necessário.” 
– Fabio Cypriano, Folha de S. Paulo (2004)

A obra “Hacilar Level IIA” (2000) de Frank Stella pode ser vista em “Morar na cor”, atualmente em cartaz na FLEXA.

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The short film “Frank Stella/Nuno Ramos”, directed by Gustavo Rosa Moura, documents the historic meeting between the artists on the occasion of the exhibit “Frank Stella and Nuno Ramos – Affinities and Diversities”. Curated by Vanda Klabin.

“Above all a painter, #FrankStella has little interest in debate about the death of painting: ‘I don’t worry about that because making art isn’t easy. I don’t believe the kind of art is the issue. Between the 9th and 13th centuries painting was dead, yet there was great architecture. Art is an individual form of expression and the quality of that expression—that is, how much it satisfies the person creating it and how much it satisfies the audience—is what matters.’ Creator of the famous phrase ‘what you see is what you see’, coined in opposition to excessive interpretation in art, Stella demonstrates that direct physical engagement is more than necessary.”
– Fabio Cypriano, Folha de S. Paulo (2004)

Frank Stella’s “Hacilar Level IIA” (2000) is currently on view in the group show “To Inhabit Color” at FLEXA.

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ft [ph]: Douglas DuBois | vídeo [video]: Gustavo Rosa Moura, Mira Filmes #FLEXA #FLEXAGaleria taken in FLEXA by @flexa.galeria
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