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Mestre em Fisioterapia - UFRN
Servidor Público PMG | Gestão em Saúde HRG
Pós em Terapia Intensiva | Traumato-Ortopedia e Desportiva
⚡📷⚽📚
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🐍 ⚡Physiotherapy⚡ 🐍 by @francarlosf
3
3 years ago
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Superando todas as barreiras desde 1994, com a benção de Deus e graças a luta diária da minha Mãe! 
Estamos só no início… by @francarlosf
202
4 years ago
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Eu só pude sonhar, Deus quem realizou! 5 tentativas, 8 anos de espera e finalmente o resultado que eu tanto queria! Não no meu tempo, mas no tempo d’Ele, não por merecimento, mas pela graça do Pai! Obrigado a todos que fizeram parte disso. APROVADO NO MESTRADO EM FISIOTERAPIA- UFRN by @francarlosf
90
2 years ago
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Constantemente inspirado pelo medo de ser comum. 

- Feliz Dia do Fisioterapeuta - by @francarlosf
23
3 days ago
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The King is back! by @francarlosf
35
a month ago
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Base instável: o que a ciência realmente mostra?

BOSU, Swiss ball, disco de equilíbrio, viraram símbolo de “treino avançado”. Mas o efeito real depende muito mais do objetivo do que da ferramenta em si.

Alguns achados que trago no carrossel:

→ Para força e potência máxima, o treino em base instável não supera a superfície estável — e ainda reduz a força gerada em cerca de 29% durante o exercício (Behm et al., 2015, Sports Medicine).

→ Em idosos, o cenário muda: superfície instável mostrou maior eficiência para melhorar o equilíbrio dinâmico, enquanto a estável favoreceu ganhos de força mais rápidos (Rizzato et al., 2024, European Review of Aging and Physical Activity).

→ Uma metanálise recente com 86 estudos encontrou aumento consistente na ativação do core em base instável — mas não da mesma forma em membros inferiores (Batista et al., 2024, Sports).

A sensação de dificuldade de um exercício não é sinônimo de eficácia. São coisas diferentes, e vale a pena parar pra pensar nisso antes de trocar a superfície só porque parece mais desafiador. by @francarlosf
23
a month ago
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Recuperação mais rápida. Menos dor no dia seguinte. Menos inflamação. Mais Perfomance. “Se o time tal usa, se o atleta famoso jura de pé junto, deve funcionar.” Essa é basicamente a lógica por trás da crioimersão — repetida por clubes de futebol, atletas famosos e influenciadores fitness, até virar quase um ritual obrigatório de recuperação.

O problema é que “time grande usa” não é evidência científica, é prova social. 

O que a evidência realmente sustenta com consistência é bem mais modesto do que a promessa: redução de dor muscular percebida e melhora na sensação subjetiva de recuperação. 

Aqui vem a virada — quase todos esses estudos comparam a crioimersão com... não fazer nada. No único estudo que comparou com um placebo disfarçado de tratamento eficaz, não houve diferença significativa.

Isso não significa que seja “só imaginação”. A expectativa ativa vias reais de analgesia no cérebro. Só que isso não é reparo muscular — é modulação de dor.

Ganho de força, superioridade sobre outras técnicas, protocolo “ideal” de tempo/temperatura? Nada disso tem sustentação sólida ainda.

Talvez a pergunta não devesse ser “crioimersão funciona?” — e sim: usamos porque a ciência comprova, ou por que time grande e atleta famoso fazem? taken in Guarabira by @francarlosf
32
a month ago
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MESTRE EM FISIOTERAPIA PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE. 

Nada nos será dado. A vida sempre cobra o preço. Esse preço está pago! 

Quem fez parte do processo sabe. Muitas pessoas viveram essa jornada comigo e sem essas pessoas a história seria diferente. Serei sempre grato àqueles que vieram como lâmpada, quando o caminho estava escuro. 

@francinetecarlos @franfernandesfa @dra.francyllayans @farukifernandes @samylaxavier todo agradecimento direcionado a vocês ainda seria pouco, amo vocês! 

@leonidas.oliveira todo carinho do mundo, por ser a ponte para tanto conhecimento. 

Aos membros da banca professor Wouber e professor Gerônimo, vocês foram incríveis. 

Ao meu grupo favorito em todo o mundo @gebio.ufrn vocês são pessoas incríveis, grato por tanto. 

Por fim, toda honra e toda glória seja dada somente a Deus, graças a Ele, tudo é possível. Combati o bom combate, mas a carreira ainda não está completa, é só o começo! by @francarlosf
46
2 months ago
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5 vezes. Foram as tentativas de @francarlosf até ser aprovado no processo seletivo do mestrado em fisioterapia. 4 anos recebendo um NÃO, por 4 anos consecutivos, até receber um SIM. Muitos teriam desistidos, mas ele sabia o que queria.

Uma pessoa com uma história de vida de superação desde a infância, não pararia por causa de um não. Ele não parou e se superou. Foram 3 artigos apresentados, sendo 2 que já estão em revisão nas revistas da área e 1 em fase de conclusão.

Sou suspeito em falar, mas você merece demais. Parabéns pela garra. Tenho muito orgulho de ter sido o seu orientador. Que venha o doutorado.

Obrigado aos professores @wouber_herickson e @gerobouzas2 por participarem desta banca. Fui uma honra. A contribuição de vocês nos ajudou demais.

Parabéns ao @gebio.ufrn por ser um grupo unido que faz parte de todas as coletas. Esse trabalho é de todos nós by @francarlosf
14
2 months ago
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Voltar ao esporte não significa, necessariamente, voltar a performar.

A liberação clínica e funcional sinaliza que o atleta consegue tolerar a exposição ao treino e à competição. Mas isso não significa que ele já consiga reproduzir o nível de performance anterior.

O caso de Rodri ajuda a visualizar essa diferença.

Após a ruptura do LCA, ele voltou a competir cerca de oito meses depois. Mas o retorno ao jogo foi apenas uma etapa de um processo muito maior: recuperar, adaptar-se, aumentar a exposição e reconstruir a capacidade de sustentar a performance.

E essa jornada pode ser longa. Dados de esportes coletivos de elite mostram que alguns indicadores de performance podem levar até três anos para convergir com os de atletas saudáveis.

Por isso:

RTS é um momento.
RTPe é uma jornada.

Não basta testar se o atleta está pronto para uma tarefa.

É preciso expor, adaptar, competir e sustentar.

📚 Taberner et al. Physical Therapy in Sport, 2026.

Afinal, quando podemos dizer que um atleta realmente voltou?

#FisioterapiaEsportiva #ReturnToSport #ReturnToPerformance #RTPe by @francarlosf
30
2 months ago
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Você conhece alguém que é muito forte na academia, mas parece “lento” dentro de campo?

Isso acontece porque força e potência não são a mesma coisa.

No esporte, você raramente tem tempo para usar toda a sua força máxima. A maioria das ações decisivas — como sprints, mudanças de direção, saltos e chutes — acontece em frações de segundo.

Por isso, não basta produzir muita força.

É preciso produzir força rápido.

Uma boa preparação física não busca apenas aumentar a carga no treino. Ela desenvolve a capacidade de transformar força em desempenho quando realmente importa.

Treinar potência é treinar para que a força apareça no tempo que o esporte exige.

Força abre o teto. Potência decide o jogo. by @francarlosf
13
2 months ago
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“Commit your work to the Lord, and your plans will be established.”
— Proverbs 16:3 by @francarlosf
29
3 months ago
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