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🌳Dona de Roça
💃Mulher Medzeniako🏹
✍🏼Umbuesara MAE-USP
🦋Escola Viva Madzerokai
🍀@mothipani_
📕Umbigo do mundo
🎥 @redekatahirine
@idjahure ❤️🍀
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Fotógrafa 🫶🏼

A 🌺 se chama arara ruwáya taken in Rio negro, Amazônia by @francybaniwa
5
2 years ago
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Por do Sol em SGC-AM taken in Na Orla da Praia Em São Gabriel by @francybaniwa
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2 years ago
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9 meses de muito amor 🧡.
Meu Talihu pegando areia pela primeira vez, tudo está sendo primeira vez dele, cada olhar, cada banho, os olhinhos brilhando, como se ele me dissesse: “estou na minha casa mamãe, estou na minha casa, estamos em casa.”
👦🏻
❤️❤️🥰🥰🥰🥰 taken in Assunção Do Içana by @francybaniwa
28
a month ago
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Escola Viva Baniwa Madzerokai 🌿

Durante a caminhada pela floresta, encontramos uma roça linda e sua dona estava ali, junto de nós. Ao longo do caminho, tivemos muitas trocas sobre plantas, roças, sementes, argila e tantos outros assuntos. Os saberes foram se cruzando e as conversas se multiplicando.

Essas mulheres não conseguem ficar um minuto sem conversar! 😂 Demos muitas gargalhadas durante a trilha. Fomos sem saber ao certo se estávamos no caminho certo, seguindo a orientação do meu pai e, principalmente, o conhecimento dessas mulheres, que são grandes conhecedoras do território. Fomos caminhando pelo nosso mapa mental.

#Donas de roça 
#fazedoras de Caxiri
#mulheres sabias
#mulheres baniwa 
#Escola Viva taken in Assunção Do Içana by @francybaniwa
18
a month ago
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Confira a notícia Selvagem sobre o retorno das Escolas Vivas aos seus territórios após a imersão na Escola Viva Guarani @arandu.pora 

Com coordenação de Cristine Takuá @cristinetakua, o movimento das Escolas Vivas segue se fortalecendo e realizando diferentes atividades. Entre os destaques estão:

- A nova exposição dos jovens da Escola Viva Guarani @arandu.pora , da aldeia do Jaraguá e do Vale da Ribeira no @museudasculturasindigenas em cartaz até dezembro de 2026; 

- As partilhas do pajé Dua Busë com a Escola Viva Huni Kuin;

- As celebrações na Escola Viva Maxakali @aldeiaescolafloresta ; 

- A construção do piso da nova sede da Escola Viva Baniwa @madzerokai;

- As visitas à Escola Viva Tukano-Desana-Tuyuka @centrodemedicinaindigena pelo Coletivo Lideranças Antirracistas e estudantes da @ufam ;

Leia a  notícia “DESEMBARCANDO DA EXPOSIÇÃO: imersão na Escola Viva Guarani e o retorno aos territórios”, presente na edição de setembro da Carta Mensal Selvagem, para saber mais!

Link na bio!

Canto: “Tupã mirim” por Carlos Papá @carlospapa2022 e Cristine Takuá @cristinetakua by @francybaniwa
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a month ago
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Estou na minha comunidade Assunção, Rio Içana. E estou fazendo pesquisa de campo, e vivendo a parte mais linda, a transmissão de conhecimento, memória e bem viver. Em breve compartilho esse trabalho incrível que estamos realizando junto com a comunidade e hoje especificamente, fomos pra floresta procurar decay (argila), essas mulheres são tudo na minha vida, pura diversão e aprendizado.
Essas são as minhas doutoras indígenas 😍.
Mulheres sábias #mulheres conhecedoras🥰.

#Parada para tomar xibé 🍂🍀🌿❤️ taken in Assunção Do Içana by @francybaniwa
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a month ago
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Somos as guardiãs da memória e da oralidade. E a câmera, para nós, é a extensão natural dessa função milenar: registrar, preservar e transmitir. O que nossas avós faziam com a palavra e com o canto, nós fazemos também com a imagem. 🪶✨

Francy Baniwa (@francybaniwa ) é uma das organizadoras da "Pesquisa-Mapeamento do Cinema das Mulheres Indígenas no Brasil" e do manual "Diretrizes para um Audiovisual Ético com Povos Indígenas", que serão lançados em Brasília. 

Venha fazer parte do lançamento! Quando você apoia e consome o cinema indígena, fortalece a salvaguarda dos territórios e das culturas originárias.

LANÇAMENTO OFICIAL 
📅 17 de setembro (quinta-feira) 
⏰ 14h30 (horário de Brasília) 
📍Festival de Cinema de Brasília @festcinebrasilia

✊🏽 Realização e apoio: 
Instituto Catitu - Aldeia em Cena @institutocatitu
Ford Foundation @fordfoundation
Nia Tero @niatero

A chegada da Katahirine ao Festival de Brasília também contou com a parceria da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), por meio do Cinemas em Rede. A RNP articulou o espaço para o lançamento e viabilizou a participação das cineastas.

🎨 Ilustrações de Yacuña Tuxá @yacunatuxa

Apoie compartilhando este post em seus stories e fazendo a voz do cinema indígena ir mais longe. 📲

#VozesOriginárias #CineastasIndígenas #RedeKatahirine #ArteEMilitância by @francybaniwa
6
a month ago
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Após a inauguração da exposição VIVA VIVA ESCOLA VIVA na cidade de São Paulo, que ficou em cartaz no @institutotomieohtake entre junho e agosto de 2026, coordenadores, artistas e integrantes das cinco Escolas Vivas zarparam em direção à Escola Viva Guarani @arandu.pora , na Terra Indígena Ribeirão Silveira, para uma imersão na Nhe‘ëry (Mata Atlântica) à convite de @cristinetakua, coordenadora das Escolas Vivas. 

Na notícia “DESEMBARCANDO DA EXPOSIÇÃO: imersão na Escola Viva Guarani e o retorno aos territórios”, presente na edição de setembro da Carta Selvagem Mensal, contamos mais sobre estes dias de partilha e sobre as outras novidades das Escolas Vivas de volta aos seus territórios. 

No vídeo, estão as imagens feitas durante a imersão por Elisa Mendes @e.l.i.s.a.m.e.n.d.e.s dos integrantes das Escolas Vivas: Isabelinha Maxakali, Mamei Maxakali, Sueli Maxakali, Isael Maxakali, João Paulo Tukano, Cristine Takuá, Dua Buse, Nete, Francisco Fontes, Francy Baniwa, Elisangela Baniwa, Maria Bidoca, Anacleto Tukano, Ivan Tukano, Thais Desana e Carlos Papá.

Confira a notícia pelo link na bio e inscreva-se para receber a Carta Selvagem por e-mail! 

Canto: Ka’aguy por @cristinetakua by @francybaniwa
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a month ago
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🌿 QUANDO EXISTIR É TAMBÉM RESISTIR, OUTRAS VOZES E OUTROS SABERES PRECISAM OCUPAR O CENTRO DO DEBATE.

É com enorme satisfação que o III Congresso Internacional do ELLAE – Linguagens, Poder e Resistência anuncia a participação da Profa. Dra. Francy Baniwa, que se soma à nossa programação trazendo saberes, experiências e perspectivas construídos a partir do território, da memória e das lutas dos povos indígenas.

🌱 Em sua palestra, “Quando existir é resistir: uma perspectiva Baniwa sobre as tensões sociopolíticas”, Francy Baniwa nos convida a pensar as tensões de nosso tempo a partir de uma perspectiva indígena, colocando em diálogo existência, resistência, território, ancestralidade e produção de conhecimento.

Francy Baniwa é doutora em Antropologia Social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), antropóloga, escritora, fotógrafa, pesquisadora e, como gosta de ressaltar, dona de roça. Mulher indígena do povo Baniwa, é a primeira professora indígena da Universidade de São Paulo (USP).

Sua trajetória articula o território Baniwa, no Alto Rio Negro (AM), a pesquisa acadêmica e o trabalho com museus e acervos indígenas. Há uma década, atua nas organizações e no movimento indígena do Rio Negro, desenvolvendo pesquisas nas áreas de etnologia indígena, gênero, organizações indígenas, memória, narrativa, fotografia e audiovisual.

A presença de Francy Baniwa em nosso Congresso reafirma um compromisso fundamental de nossa proposta: ampliar os lugares de produção e circulação do conhecimento e reconhecer perspectivas historicamente subalternizadas como fundamentais para compreender e enfrentar as tensões sociopolíticas do presente.

✨ Será uma alegria recebê-la, professora Francy Baniwa!

📍 III Congresso Internacional do ELLAE
Linguagens, Poder e Resistência
Um espaço-lugar de diálogos-tensões para pensar, agir e transfluir entre Linguística Aplicada, Literaturas e Educação.

#CongressoELLAE #LinguagensPoderEResistência #FrancyBaniwa #PovosIndígenas #SaberesIndígenas #Resistência #Território #Ancestralidade #Educação #Linguagens by @francybaniwa
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2 months ago
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É HOJE! PRÉ-ESTREIA DE MUNDURUKUYÜ EM SÃO PAULO! 🌿🐟🎬

A última pré-estreia antes da chegada do filme aos cinemas acontece no CineSesc SP, em São Paulo.

HOJE, 18 de agosto, às 20h, "Mundurukuyü – A Floresta das Mulheres Peixe" será exibido em uma sessão especial, com slam de abertura de Lil Urysse, seguida de uma conversa com a antropóloga Francy Baniwa, mediada pela produtora de impacto Juliana Brombim.

Uma noite de poesia, cinema e discussões sobre audiovisual, protagonismo das mulheres, memória, resistência e preservação dos territórios.

🎟️ Entrada gratuita
Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do CineSesc SP — Rua Augusta, 2075, Consolação, São Paulo
🗓 18 de agosto
⏰ 20h

Marque quem vai estar com você nessa sessão!

🚀 ESTREIA NACIONAL: 20 DE AGOSTO NOS MELHORES CINEMAS.

Direção: Aldira Akay, Beka Munduruku e Rilcélia Akay
Produção: Pindorama Filmes
Distribuição: Curta Distribuidora e Bizunguinha
Parceria de lançamento: CurtaEducação
Financiamento: Edital MinC nº 6/2025 — Comercialização em Cinema, com investimento do Fundo Setorial do Audiovisual — FSA.

VÁ AO CINEMA VER UM DOCUMENTÁRIO. COMECE POR MUNDURUKUYÜ!

#Mundurukuyu #CinemaIndigena #CineSescSP #DocumentarioBrasileiro #CurtaDistribuidora taken in CineSesc by @francybaniwa
16
2 months ago
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A DICA DA SEMANA é a pré-estreia de:

Mundurukuyü - A Floresta das Mulheres Peixe (2024), de Aldira Akay, Beka Munduruku, Rilcélia Akay

Nas margens do Tapajós, no Pará, a floresta das mulheres peixe espelha a mitologia Munduruku, onde humanos, na origem do mundo, se transformaram em floresta, plantas e animais.No dia-a-dia da aldeia Sawre Muybu, os espíritos da floresta não são apenas forças espirituais ancestrais, mas parte da família.

Vem!

✅️ Terça (18/08) | 20h

🎟️ Ingressos | grátis

📍 Mais informações em sescsp.org.br/cinesesc. Ingressos online via aplicativo Credencial Sesc Sp ou presencial na bilheteria do CineSesc.

#cinesesc #sescsp #dicascinesesc #mundurukuyü taken in CineSesc by @francybaniwa
6
2 months ago
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PRÉ-ESTREIA | MUNDURUKUYÜ - A FLORESTA DAS MULHERES PEIXE

No mês em que se celebra o Dia Internacional dos Povos Indígenas, o #CineSesc promove a pré-estreia especial de Mundurukuyü – A Floresta das Mulheres Peixe, das diretoras Aldira Akay, Beka Munduruku e Rilcélia Akayo, o primeiro longa-metragem dirigido por mulheres do @coletivodajekapapeypi, um coletivo audiovisual formado por mulheres da aldeia Sawre Muybu. 

A sessão especial aberta ao público será realizada na próxima terça-feira, 18/8 e contará com uma programação integrada que une poesia, cinema e debate político-ancestral.

A abertura do evento será marcada por uma performance de slam conduzida por Lil Urysse (@urysseoficial), pioneiro do rap no território indígena do Xingu. O rapper de 19 anos rima português com sua língua nativa, o kuikuro, para denunciar o avanço do agronegócio na região do Mato Grosso.

Logo após a exibição do filme, acontece uma conversa entre a antropóloga @francybaniwa, mediada pela produtora de impacto @bromjur, estendendo para a público presente as discussões propostas pela obra sobre o audiovisual como ferramenta de resistência, memória, protagonismo das mulheres indígenas e preservação cultural e ambiental.

Venha ao cinema ver um documentário. E comece por  Mundurukuyü!

🎬 Pré-Estreia de MUNDURUKUYÜ – A Floresta das Mulheres Peixe

✅ 18/8, às 20h

🎟️ Grátis - Retirada de Ingressos 1h antes

📍 CineSesc - Rua Augusta, 2075, Consolação, São Paulo

Para mais informações, acesse: sescsp.org.br/cinesesc

Direção: Aldira Akay, Beka Munduruku e Rilcélia Akay
Produção: Pindorama Filmes
Distribuição: Curta Distribuidora e Bizunguinha
Parceria de lançamento: CurtaEducação
Financiamento: Edital MinC nº 6/2025 — Comercialização em Cinema, com investimento do Fundo Setorial do Audiovisual — FSA.

#preestreia #documentário #povosindígenas #Mundurukuyü taken in CineSesc by @francybaniwa
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2 months ago
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