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Cultural Strategy & Worldbuilding
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Em um evento sobre justiça de gênero, democracia e fé, uma conversa com @_judithbutler depois da minha intervenção. Guardo comigo a generosidade da escuta, o peso deste encontro e as palavras dessa troca, que seguem a reverberar em mim. A oportunidade de conhecer pessoalmente também uma outra pessoa com quem venho me correspondendo há alguns meses e que tem sido vital para a concretização de alguns projetos da @transparadiseportugal. Muito honrada por esses encontros. Laroyê. by @fredaparanhos
19
7 months ago
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 by @fredaparanhos
18
7 hours ago
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só para as cronicamente rizomáticas, as edipicamente insolventes e as que já desterritorializaram o dinheiro da terapia para pagar a renda. by @fredaparanhos
13
8 days ago
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#Repost @zona_proibida_lisboa 
・・・
Neste domingo, participo da assembleia “Fazer Lugar”, integrada no @festival.todos , para pensar Lisboa a partir das experiências distintas que atravessam o mesmo território.
A assembleia acontece às 17h30, no Campo Mártires da Pátria, com mediação de @meliss_rodrigues e participação de diferentes pessoas, coletivos e experiências de Lisboa. by @fredaparanhos
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a month ago
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I have felt my body at ease somewhere else. taken in Edinburgh, Scotland by @fredaparanhos
17
2 months ago
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Este não é um carrossel para deslizar em 30 segundos. É um arquivo documental. Guarde, leia com tempo e consulte as fontes indicadas em cada slide.

Os regimes de exclusão raramente se apresentam como exclusão. Apresentam-se como critérios, procedimentos, categorias administrativas, programas, relatórios e políticas públicas.

É por isso que este arquivo não procura provar intenções. Procura seguir documentos.

Seguir as categorias através das quais uma instituição define quem existe, quem representa, quem pode aceder, quem pode falar e quem pode testemunhar.

Toda política começa por uma operação classificatória. Antes de distribuir direitos, distribui nomes. Antes de reconhecer sujeitos, define as fronteiras da categoria que pretende representar.

As pessoas trans conhecem esta história há demasiado tempo. A violência também se produz em formulários, arquivos, estatísticas, registos e critérios administrativos. A burocracia nunca foi neutra.

Quem controla uma categoria política aproxima-se de controlar quem pode aparecer dentro dela.

Foi isso que decidimos documentar.

Não uma opinião.

Uma arquitetura institucional. by @fredaparanhos
11
2 months ago
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Poema de @anamartinsmarquesbh de seu livro “O livro das semelhanças”. Poema fundo e Freda deu um movimento de sussurro, quase que transmitindo um segredo. Na postagem a seguir, vou ler o mesmo poema, a ideia é dois corpos lendo o mesmo texto pra pensar em como lidamos com a diferença. São as mesmas palavras mas outro poema. by @fredaparanhos
5
2 months ago
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Abaporu by @fredaparanhos
8
3 months ago
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“Las travestis debemos tener derecho a leer sobre lo que escriban otras travestis.”

Hoje pensei muito nessa frase da Claudia Rodríguez.

Há encontros que não cabem na gramática da admiração, porque tocam num lugar mais antigo, mais funda, mais corporal. Conhecer Camila Sosa Villada foi um pouco isso. Ela me abraçou com uma ternura tão desarmada que por um instante parecia reencontro. Não o reencontro de quem já se viu, mas de quem já se leu, já se atravessou, já se reconheceu em alguma zona da linguagem e da vida. Talvez exista mesmo uma intimidade travesti que antecede a apresentação. Não uma intimidade fundada apenas no reconhecimento da violência, mas numa outra coisa, mais rara: a experiência de encontrar alguém que fala desde um lugar que não se deixa reduzir ao repertório das violências que esperam de nós. Camila nomeia o horror quando quer, mas não comparece para servir esse elenco a uma escuta cis já acostumada a nos consumir por aí. Há nela uma recusa mais funda. Uma recusa em deixar que a travestilidade se esgote na pedagogia da dor. Estar ali, abraçada nela, diante do nome dela ampliado até virar paisagem, teve qualquer coisa de curto-circuito histórico. Como se por um segundo a literatura deixasse de ser só mediação e virasse matéria encarnada, presença, calor, colo.

A escrita de certas travestis abre casa antes da chegada do corpo. Talvez por isso aquele abraço tenha me parecido tão antigo. Eu sei de alguma coisa que também te habita.

E sei lá. Às vezes o mundo é brutal demais com as nossas. Mas às vezes ele também permite uma cena assim. P.s: morri de rir com a mãezinha. taken in Lisbon, Portugal by @fredaparanhos
18
4 months ago
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no último dia 22, aconteceu a conversa “Comunidade é mais do que um produto”, no @mil_lisbon 

agradeço à @carolinasantosfranco e à @shifterpt pelo convite e ao MIL Lisboa pela abertura deste espaço. partilhar a mesa com António Graça e Alberto Hernández, do Avalanche, com Amandine Bouillet, e com a mediação de Camila Lobo fez aparecer diferenças importantes na forma de pensar comunidade, acesso e continuidade.

fico a pensar na fricção de ocupar certos debates quando alguns marcadores continuam a funcionar como antecipação e leitura. há uma escuta que se abre, mas há também um enquadramento prévio sobre que voz entra, para dizer o quê, e a partir de que lugar. interessa-me permanecer nessa fricção, onde a presença não se deixa conter pela economia da representação e a conversa não comparece para produzir acordo, mas para tensionar os enquadramentos que antecedem a escuta e organizam a leitura de certos corpos, vozes e saberes. by @fredaparanhos
9
5 months ago
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16 de junho, 18h30
Biblioteca de Alcântara – José Dias Coelho, Lisboa
entrada livre

participo de uma conversa que atravessa cultura, comunicação e direitos humanos num momento de intensificação das disputas em torno de linguagem, reconhecimento e produção de verdade.

partimos dos direitos das pessoas trans em Portugal, situando avanços e recuos recentes, para pensar também as condições culturais que organizam presença, enunciação e continuidade.

com Dani Bento e Maria João Vaz.

no mesmo encontro, será apresentada uma entrevista conduzida por Laura Falesia com investigadoras da Leicester University – Research Centre for Museums and Galleries e com E-J Scott, do Museum of Transology, a partir da publicação Trans-inclusive culture.

iniciativa da Acesso Cultura, com apoio da @camara_municipal_lisboa e das @bibliotecas_de_lisboa by @fredaparanhos
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5 months ago
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dia 22, no @mil_lisbon Cultura e Política.

uma conversa sobre comunidade, circulação e as condições que tornam possível sustentar uma prática cultural.

16h — @casa.capitao by @fredaparanhos
13
5 months ago
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