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Seg. a sex. – 10h às 19h
Sáb. – 10h às 17h
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A Marco Zero inaugura duas individuais que aproximam diferentes gerações da arte pernambucana, destacando a influência da cultura popular como produtora permanente de saberes e sensibilidades: “Das Graças Alcançadas”, de Derlon, e “Ocarinada”, de Mestre Nado, ambas com curadoria de Daniel Donato. A abertura acontece no próximo dia 30 de junho, às 19h.

Com uma pesquisa de mais de uma década em torno das fotopinturas populares, Derlon apresenta obras de seu arquivo ao lado de trabalhos inéditos em telas, objetos, como moringas, oratórios e ex-votos, instalação e mural. Com seu desenho inconfundível, transforma memórias e aspectos da vida cotidiana em imagens de uma coletividade.

“Ocarinada” parte de um neologismo com a ocarina para evocar uma ideia central de sua pesquisa: a transformação a partir do encontro entre diferentes elementos. Seja nos encaixes que fazem nascer seres fantásticos ou na alquimia da queima do barro, o artista faz da argila, do ar e do som matérias de suas esculturas, dissolvendo as fronteiras entre instrumento musical e escultura.

As exposições ficam em cartaz a partir de 1º de julho, com visitação de terça a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 17h.

Esperamos vocês.

#GaleriaMarcoZero #Derlon #MestreNado taken in Galeria Marco Zero by @galeriamarcozero
27
a month ago
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“Adentramos as formas celestes conjecturando territorializações, pressupondo aproximações, vácuos e intervalos. Historicamente as constelações foram criadas como forma de dar contorno ao infinito, àquilo que não se alcança. O céu é, ainda, um vetor importante para o desejo. É para ele que olhamos em busca de algo, é em sua imensidão que nosso olhar passeia à procura de uma série de pactos silenciosos sugeridos por sua presença luminosa.”

É assim que Daniela Avellar apresenta “Luminares”, em cartaz na Galeria Refresco, no Rio de Janeiro. Com participação de Abiniel João Nascimento e Chacha Barja, a mostra parte do céu como espaço de desejo, mistério e imagem cotidiana, reunindo obras nas quais matéria, luminosidade, escala e movimento comparecem como vetores de construção artística.

Dessa maneira, o espaço expositivo abre um campo de diálogo direto com o espaço sideral, com suas cores, texturas, formas e paisagens celestes. Tudo isso guiados pelos luminares, o sol e a lua, cujos movimentos atravessam nossos humores e pautam nossa relação com o tempo.

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“We enter celestial forms by conjecturing territorializations, presupposing proximities, voids, and intervals. Historically, constellations were created as a way of giving shape to infinity—to that which remains beyond our reach. The sky also remains a powerful catalyst for desire. It is toward it that we look in search of something; within its vastness our gaze wanders in pursuit of a series of silent pacts suggested by its luminous presence.”

This is how Daniela Avellar introduces Luminares on view at Galeria Refresco, in Rio. Featuring works by Abiniel João Nascimento and Chacha Barja, the exhibition takes the sky as a space of desire, mystery, and everyday imagery, bringing together works in which materiality, luminosity, scale, and movement emerge as guiding forces in the construction of artistic expression.

In this way, the exhibition space opens a field of direct dialogue with outer space, embracing its colors, textures, forms, and celestial landscapes. Guiding this encounter are the heavenly bodies—the sun and the moon—whose movements shape our moods and have informed our relationship with time.

Abin taken in Rio De Janeiro, Brazil by @galeriamarcozero
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10 hours ago
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“Tão poeta quanto artista, irredutível a qualquer coisa, a começar por estilos, experimental a qualquer custo — material, técnica, conceito”, assim Agnaldo Farías definiu Montez Magno, que dedicou décadas a investigar a cor. Na série branca, o pernambucano escolhe o branco como matéria viva, conduzindo a cor a seus possíveis limites, nestes instantes em que a luz encontra a geometria e se dissolvem numa presença que beira o espectral.

A série pertence à linhagem das obras que recusam seduzir rapidamente. Magno opera numa faixa estreita do visível, em que pequenas variações de tom e textura produzem deslocamentos que uma paleta mais ruidosa não alcançaria. A geometria avança e recua dentro de limites que o artista estabelece com precisão quase ascética.

O que resta entre as formas é tão significativo quanto o que foi pintado, e é nesse intervalo que a série encontra sua temperatura. A redução cromática poderia sugerir empobrecimento, mas o efeito é inverso. Ao estreitar o vocabulário, o artista amplia a escuta e a atenção de seu interlocutor.

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“As much a poet as an artist, irreducible to anything—beginning with style—experimental at any cost, whether in material, technique, or concept.” It was in these terms that Agnaldo Farias defined Montez Magno, who devoted decades to investigating the color. In his White Series, the artist embraces white as a living medium, pushing the color toward its furthest possibilities, in those moments when light encounters geometry, and both dissolve into a presence that borders on the spectral.

This series resists immediate seduction. Magno operates within a narrow register of the visible, where subtle variations in tone and texture generate perceptual shifts that a more assertive palette could never attain. Geometry advances and recedes within boundaries established by the artist with an almost ascetic precision.

What remains between the forms is as significant as what has been painted, and it is within this interval that the series finds its own resonance. The chromatic reduction might suggest impoverishment, yet the effect is precisely the opposite. The artist expands the viewer’s capacity for perception and contemplation. taken in Galeria Marco Zero by @galeriamarcozero
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2 days ago
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Arte e vida caminham juntas na produção de Advânio Lessa. Partindo de materiais ligados ao cotidiano, o artista mineiro cria obras que aproximam diferentes tempos e formas de existência. Convidado pelo Instituto Ling, em Porto Alegre, para desenvolver uma intervenção inédita dentro do projeto “Ling Apresenta | Por uma ‘geografia da ação’: corpo, matéria, território”, Advânio costurou suas vivências e referências às materialidades e à cultura do Rio Grande do Sul. 

Realizado diante do público ao longo de cinco dias, em junho, o processo permitiu que os visitantes acompanhassem cada etapa da criação, observando-a ganhar forma a partir de cada gesto. Para a intervenção, o artista utilizou materiais recorrentes em sua pesquisa, como galhos, pó de serra e penas, além de incorporar o couro, elemento característico do território onde o trabalho foi desenvolvido. 

Ao refletir sobre seu processo criativo, Advânio afirma que a obra transcende a materialidade dos elementos que a compõem. “Em alguns momentos, não é a matéria, é a essência multiplicadora. É essa escultura que, a partir de uma fagulha, cada um vá construir dentro de si, trocando com o outro. Que aquele ser humano não seja o mesmo depois daquela convivência.”

Para a curadora Galciani Neves, a criação de Advânio revela “uma vontade de juntar tempos, de um passado violento, doloroso, mas de um presente e de um futuro de liberdade, de poesia, de espaço de vida. É um trabalho, também, sobre reparação.”

A obra está em cartaz no Instituto Ling até 25 de julho.

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Fotos: Viva Foto

#GaleriaMarcoZero #AdvanioLessa #InstitutoLing taken in Porto Alegre - Rio Grande do Sul by @galeriamarcozero
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5 days ago
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Rayana Rayo está entre os 35 artistas brasileiros escolhidos para representar o país na Bienal de Gwangju, na Coreia do Sul, que acontecerá entre 5 de setembro e 15 de novembro deste ano. É a primeira vez que o evento, que está em sua 16ª edição, ganha um pavilhão exclusivo para a produção do Brasil, que terá curadoria de Aldones Nino e Bruna Levi.

Com título “Devorações do Amanhã - Brasil em rebento” e a partir do conceito de antropofagia, a mostra dialoga com a proposta da Bienal, que está entre as cinco mais relevantes do mundo, que este ano tem como tema “You Must Change Your Life” [Você precisa mudar a sua vida, em português].

Parabenizamos Rayana Rayo e todos os selecionados, e celebramos a visibilidade da arte brasileira contemporânea, apresentada em sua diversidade, com trabalhos inéditos de artistas de diferentes gerações e regiões.

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Rayana Rayo is among the 35 Brazilian artists selected to represent the country at the Gwangju Biennale in South Korea, which will take place from September 5 to November 15 this year. For the first time, the event, now in its 16th edition, will feature a pavilion exclusively dedicated to Brazilian production, curated by Aldones Nino and Bruna Levi.

Entitled “Devourings of Tomorrow – Brazil in the Making” and drawing on the concept of anthropophagy, the exhibition engages in dialogue with the Biennale’s curatorial proposal. Ranked among the five most significant biennials in the world, this year’s edition takes “You Must Change Your Life” as its theme.

We congratulate Rayana Rayo and all the selected artists, and celebrate the visibility of contemporary Brazilian art, presented in its diversity through new works by artists from different generations and regions of the country.

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Fotos [photos]:
1 - Rafael Barion
2 - Desna

#GaleriaMarcoZero #RayanaRayo #16thGwangjuBiennale by @galeriamarcozero
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8 days ago
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Ao longo de sua trajetória, Derlon transformou muros, fachadas, telas e objetos em suportes para retratar o imaginário e personagens da cultura nordestina. Fruto de uma pesquisa de mais de uma década, esse universo é apresentado em sua multiplicidade na exposição “Das graças alcançadas”.

A exposição reúne vários trabalhos inéditos e um mural feito especialmente para o projeto. A obra “Graças Alcançadas”, instalação que inspirou o título da exposição, reúne na entrada da Marco Zero cerca de 30 ex-votos de madeiras, pintados de branco, sobre os quais o artista escreveu frases de agradecimento.

As fotopinturas, um dos principais eixos da pesquisa de Derlon, são referências para a elaboração de retratos que não tentam representar uma pessoa específica, mas que evocam o coletivo. Na mostra, sua produção inspirada nessa técnica está exibida junto à fotopinturas originais, garimpadas ao longo dos últimos anos, estabelecendo um diálogo entre os seus desenhos e as memórias dos retratados. 

“Das graças alcançadas” está em cartaz na Galeria Marco Zero até 31 de julho, de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 17h.

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Fotos: Morgana Narjara [@colibriaudiovisual]

#GaleriaMarcoZero #Derlon taken in Galeria Marco Zero by @galeriamarcozero
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11 days ago
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Na exposição “Ilha”, de Rayana Rayo, o pedaço de terra cercado por água de todos os lados deixa de ser só um espaço geográfico para ser entendido, também, como uma operação. 

Com 20 obras inéditas de pequeno formato à grande escala, a mostra evidencia como os trabalhos da artista “parecem se aproximar mais da proposição de um regime de existência do que de uma representação de território”, como pontua Ariana Nuala.

Desses territórios isolados, emergem organismos que convocam o olhar a buscar referências para entender aquela flora, ou talvez fauna, pois os seres compõem uma natureza enigmática. São paisagens que parecem pertencer ao campo do onírico ou do fantástico. Para Nuala, “as ilhas imaginadas se tornam a própria vida, assim como a pulsão dela.”

“Ilha” tem curadoria de Cristiano Raimondi e segue em cartaz na Almeida & Dale Fradique até 18 de julho.

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Imagens: Julia Thompson

#GaleriaMarcoZero #AlmeidaeDale #RayanaRayo taken in São Paulo, Brazil by @galeriamarcozero
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12 days ago
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Juliana Lapa é capa da primeira edição da revista “Mote”, publicada pela Cobogó, e também assina o ensaio visual “Estratigrafias”, com base em sua produção recente.

Trata-se de uma publicação de ensaios escrita e produzida por intelectuais e pensadores, que investigam temas contemporâneos. Cada edição é guiada por um mote, que funciona como provocação, e articula a conexão entre ensaios e produções visuais a cada número da revista. 

“Começo” é o ponto de partida escolhido para esta primeira edição, com textos que exploram os diferentes sentidos evocados pela palavra, como nascimento, emergência, ascensão ou invenção de pensamentos e processos. 

É nesse contexto que obras como “Outra vida”, da qual as chamas compõem a capa, e “A luz nas primeiras horas da manhã”, que integra a individual “Olga não me deu nada como herança”, lançam luz ao contemporâneo, ao mesmo tempo em que compartilham uma época com outros pensadores e constroem um distanciamento crítico em relação a ela. Parte-se de uma posição de incômodo, estranhamento e desajuste, a partir da qual se tornam visíveis as formas, tensões e impasses do presente.

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Imagens: Revista Mote [@revistamote] da Editora Cobogó [@editoracobogo]

#GaleriaMarcoZero #JulianaLapa #RevistaMote by @galeriamarcozero
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14 days ago
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Na década de 1980, Mestre Nado desenhou uma série de painéis sobre a história da olaria, ofício ao qual se dedicou desde cedo. O projeto permaneceu por décadas apenas no papel, mas, agora, ganhou sua primeira realização material, especialmente para a exposição “Ocarinada”.

Os quatro painéis de relevo em cerâmica percorrem diferentes momentos da produção oleira, revelando um artista interessado não apenas na técnica, mas também na memória do barro. Esse conhecimento, construído desde os tempos em que trabalhou em olarias e na oficina de Francisco Brennand, também está na origem de suas esculturas sonoras e das ocarinas que o consagraram.

Nessas obras, o instrumento musical assume diferentes formas, incorpora múltiplas câmaras e transforma-se em esculturas que remetem a uma natureza fantástica, habitada por seres modelados pelo barro e pelo sopro.

“Ocarinada” tem curadoria de Daniel Donato e está em cartaz na Marco Zero até 31 de julho, de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 17h.

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Fotos: Morgana Narjara [@colibriaudiovisual]

#GaleriaMarcoZero #MestreNado taken in Galeria Marco Zero by @galeriamarcozero
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16 days ago
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Juliana Lapa compartilha uma reflexão sobre a herança como um fluxo de memórias, gestos e saberes que atravessam gerações.

“Esse rio nunca deixou de fluir. Segue rasgando seu caminho e regando o solo para fazer brotar em nosso território pobre, sonhos que sonhamos com a terra, com nossos mortos, com as nossas sementes, com as nossas entranhas. Esse rio é minha herança.”

Visite a exposição “Olga não me deu nada como herança”, produzida em parceria com a Marco Zero, até 25/07 na Claraboia. 

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In Juliana Lapa’s solo exhibition, her creations bring together memories and imagination. 
Through acts of digging deep and layering, the artist tells not only her own story, but also that of so many other women represented in her works. Inspired by memories of her mother, Juliana finds that unraveling mysteries and creating landscapes is a way to plant dreams and bring new realities to life.

The exhibition “Olga não me deu nada como herança”, produced in partnership with Marco Zero, is on view at Claraboia through  July 25.

Creditos (credits)
@opoente by @galeriamarcozero
9
22 days ago
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A Marco Zero apresenta sua programação de julho, com mostras no Recife e em diferentes cidades do país. Em nossa sede, as exposições “Das graças alcançadas”, de Derlon, e “Ocarinada”, de Mestre Nado, ficam em cartaz até o dia 31 de julho.

Obras de Chacha Barja e Abiniel João Nascimento integram a coletiva “Luminares”, na Galeria Refresco, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Daniela Avellar, a mostra parte do céu como espaço de desejo e mistério. Na Fundação Joaquim Nabuco, Abiniel segue em cartaz na coletiva “Vermelho Brasil: 100 anos de Alexina Crêspo”. Já no CCBB Belo Horizonte, a obra de Montez Magno integra a exposição “Joaquín Torres García: 150 anos”. 

E ainda há tempo para visitar algumas mostras que se encerram neste mês: em São Paulo, “Ilha”, individual de Rayana Rayo na Almeida & Dale, e “Olga não me deu nada como herança”, de Juliana Lapa, na Claraboia; em Porto Alegre, encerra a intervenção de Advânio Lessa no Instituto Ling e na Flexa, chega ao fim “Morar na cor”, de Montez Magno. 

Esperamos sua visita.

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Marco Zero presents its July programme, featuring exhibitions in Recife and across several cities in Brazil. At our gallery, the exhibitions Das graças alcançadas by Derlon and Ocarinada by Mestre Nado remain on view through 31 July.

Works by Chacha Barja and Abiniel are included in the group exhibition Luminares at Refresco Gallery, in Rio de Janeiro. Curated by Daniela Avellar, the exhibition takes the sky as a space of longing and mystery. At the Fundação Joaquim Nabuco, Abiniel’s work continues to be featured in the group exhibition Vermelho Brasil: 100 anos de Alexina Crêspo. Meanwhile, at CCBB Belo Horizonte, a work by Montez Magno is included in the exhibition Joaquín Torres García: 150 anos.

There is still time to visit several exhibitions closing this month: in São Paulo, Ilha, a solo exhibition by Rayana Rayo at Almeida & Dale, and Olga não me deu nada como herança by Juliana Lapa at Claraboia; in Porto Alegre, Advânio Lessa’s intervention at Instituto Ling comes to a close; and at Flexa, Morar na cor by Montez Magno reaches its final days.

We look forward to welcoming you.

#GaleriaMarcoZero by @galeriamarcozero
6
23 days ago
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Neste 1º de julho, celebramos os 80 anos do cantor e compositor Alceu Valença, um dos mais importantes nomes da música popular brasileira. O pernambucano nascido em São Bento do Una fez de Olinda seu lar e sua musa, inspirando-se na paisagem e no imaginário da cidade. É ela a inspiração de muitos de seus trabalhos, como o álbum “Estação da Luz”.

Desde sempre, Alceu construiu sua poética em diálogo com outras artes e, neste disco, praticou isso de forma mais explícita. O cantor convidou dez amigos artistas visuais para, cada um, ilustrar uma faixa do álbum. Entre os que participaram estavam Wellington Virgolino, responsável pela capa, Bajado, Tiago Amorim, Paulo Bruscky e Delano.

Para Alceu, juntos, esses trabalhos criam uma história, um filme dos sentimentos de Olinda, uma narrativa da cidade, a partir dos quadros que se misturam com as músicas. “Estação da Luz”, a faixa-título, foi pintada por Virgolino. Nela, Alceu é representado como “um pintor chamado verão”. Na versão completa da obra, aparecem ainda uma mulher, a musa inspiradora do artista, cajus e outros elementos ligados à estação.

“Das minhas capas todas, eu participo porque, quando faço música, faço cinema; quando faço cinema, faço arte plástica; quando faço arte plástica, estou desenhando alguma coisa que está dentro das minhas músicas. A arte está junta”, contou Alceu ao programa “Arte na Capa”, do Canal Brasil.

Viva Alceu Valença!

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1, 2 e 3 - Estação da Luz, Wellington Virgolino, 1985
4 - Alceu Valença com pinturas do disco Estação da Luz, 1986

#GaleriaMarcoZero #AlceuValença taken in Pernambuco by @galeriamarcozero
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24 days ago
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