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Uma revista sobre diferentes modos de viver e as possibilidades do mundo hoje
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Reportagens sobre o desinteresse dos jovens pela docência e o impacto do excesso de telas na atenção dos alunos, um depoimento da educadora e escritora Tatiane Santos sobre a sua luta antirracista, um podcast sobre a importância da educação para o futuro do país, e uma seleção de livros infantis e juvenis indicados por professores. Nesta #SemanaGama, perguntamos: Sobra tudo para os professores?

- O desafio de ser professor: num contexto que inclui baixos salários e violência escolar, cada vez menos jovens seguem o ensino na educação básica como carreira no Brasil.

- Coordenadora pedagógica na rede municipal de São Paulo, Tatiane Santos (@pretinhaeducadora) luta por uma educação antirracista efetiva dentro e fora da sala de aula: “Não é só a pessoa preta que precisa falar sobre racismo”.

- Economista Ricardo Henriques (@ricardohenriques.br) vê na educação uma “variável chave da transformação" do Brasil: “Gostar de professores é qualidade de uma sociedade comprometida com seu futuro”, diz ao Podcast da Semana. Você ouve o podcast nas principais plataformas de áudio e no canal da Gama no YouTube.

- Brainrot e desatenção nas escolas: o que pode ser feito? Associado ao uso excessivo das plataformas digitais, declínio cognitivo em jovens tem sido combatido por meio de regulação e ação coordenada de pais e professores.

- No Bloco de Notas, leituras para crianças e adolescentes que abrem conversas sobre assuntos complexos e fundamentais do mundo atual, indicado por professores

Acesse os conteúdos na íntegra no site da Gama, no link da bio e nos stories.

#GamaRevista #SemanaGama #Professores #Educação by @gamarevista
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7 days ago
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As redes sociais já superam a televisão como fonte semanal de notícias no país, segundo dados do Reuters Institute. Mas o que isso significa para o Brasil? E, especialmente para a política brasileira? "Nunca tivemos tanta informação disponível e, ainda assim, é cada vez mais difícil construir uma compreensão compartilhada sobre acontecimentos fundamentais para o país", escreve Rogério Sottili (@rogeriosottili), diretor-executivo do Instituto Vladimir Herzog (@vladimirherzog) em artigo publicado na Gama. 

Leia um trecho:

"Duas pessoas podem atravessar o mesmo dia, no mesmo país, durante a mesma eleição, e encontrar versões radicalmente diferentes da realidade. Uma delas vê imagens de manifestações, depoimentos de estudantes, análises sobre autoritarismo e discussões sobre direitos fundamentais. A outra recebe uma sequência de vídeos sobre escândalos, acusações, conflitos entre candidatos e mensagens que confirmam suas opiniões anteriores. Ambas podem passar horas conectadas, consumindo aquilo que lhes parece ser o retrato completo do Brasil. Nenhuma delas, necessariamente, teve acesso a um panorama capaz de explicar o que está acontecendo.

Não é preciso imaginar uma conspiração para compreender esse problema. E a questão não é demonizar as redes sociais. Elas ampliaram possibilidades reais de comunicação, permitiram que grupos historicamente excluídos conquistassem voz e criaram alternativas importantes diante de estruturas tradicionais de poder. Mobilizações sociais também se organizam e ganham força por meio dessas ferramentas. O problema é que ao longo do tempo esse espaço passou a ser controlado demais, com governança e critérios pouco transparentes, mas com imagem de uma grande praça pública e neutra."

Mestre em História pela PUC-SP, Rogério Sottili foi Secretário-Executivo da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (2005-2009) e Secretário Especial de Direitos Humanos do Governo Federal (2015-2016). Além disso, atuou como Secretário Municipal da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de SP (2013 - 2015).

No site da Gama, no link da Bio e nos stories, você lê o artigo na íntegra.

#GamaRevista #Democracia #Imprensa by @gamarevista
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a day ago
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Por que mulheres com discurso conservador e contrárias a direitos já adquiridos ou à proteção judicial das mulheres foram eleitas com uma grande maioria de votos? É o caso da deputada India Armelau (PL), eleita no Rio de Janeiro com mais de 50 mil votos declarando-se contra o que ela chama de “ideologia de gênero” e propondo mudanças à Lei Maria da Penha, ou de Eduarda Campobiano (PL), eleita deputada estadual mais votada de São Paulo com quase 2 milhões de votos após se posicionar como antifeminista e contrária às pautas progressistas das mulheres.

Surpreende parte do eleitorado que candidatas com pautas que vão contra os avanços das mulheres conquistados até agora ganhem a chancela para participar de decisões fundamentais para a vida das mulheres nos próximos anos.

Para a cientista política Ana Carolina Evangelista (@caroevangelista), pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (Iser / @isernarede), esse discurso inflamado e contrário a conquistas adquiridas ao longo dos anos tem relação, na verdade, com uma estratégia de candidatos da direita e extrema-direita de manterem uma posição oposta a tudo o que consideram como “bandeiras de esquerda”.

No site da Gama, no link da bio e nos stories você lê a entrevista completa.

#GamaRevista #Eleições2026 #Feminismo #Política #Religião by @gamarevista
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2 days ago
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Nesta #SemanaGama, confira uma seleção de livros infantis e juvenis que abrem conversas sobre assuntos complexos e importantes, indicados por professores:

- “A Eleição dos Bichos” (@companhiadasletrinhas, 2018), de André Rodrigues (@
andre_rodes), Larissa Ribeiro (@museu_inventado), Paula Desgualdo (@pauladesgualdo) e Pedro Markun (@pmarkun).

- “Lá” (@editoracaixote, 2022), de Fernanda Ozilak (@fernandaozilak).

- “Se Deus Me Chamar Não Vou” (@editoranosbr, 2024), de Mariana Salomão Carrara (@mari.carrara).

- “Leite do Peito” (@mazzaedicoes, 2024), de Geni Guimarães (@geniguimaraesoficial).

- “Monstro Rosa” (@editoraboitata, 2016, trad. @tataburani), de Olga de Dios (@olgadedios_).

- “A Droga da Obediência” (@editoramoderna, 2014), de Pedro Bandeira (@eupedrobandeira).

A lista de livros foi elaborada a partir das sugestões de Manuela Prado (professora do sexto ano), Lucas Pessoa (professor do Ensino Fundamental II e Ensino Médio), Carolina Cernev (professora do Ensino Fundamental I), Isadora do Val (professora do Ensino Fundamental II) e Ana Luiza Guarnieri (professora do Ensino Fundamental II).

Saiba mais sobre esses e outros livros no site da Gama, no link da bio e nos stories.

#GamaRevista #SemanaGama #Educação #LivrosInfantis by @gamarevista
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2 days ago
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Nossas indicações semanais do que há de bom por aí, nas artes e na vida. Para ler, ouvir, ver, ir e fazer. Deslize para o lado 👉

1º Obra-prima de John Steinbeck, vencedor do Nobel de literatura, que traz uma saga familiar e a adaptação do livro de Gênesis, agora vira minissérie da Netflix. Sob o comando de Zoe Kazan, neta de Elia Kazan, que já havia levado a história para o cinema (“Vidas Amargas”, 1955, com James Dean).

2º Em dezembro de 2025, o frontman da banda Geese se apresentou sozinho no lendário Carnegie Hall, em Nova York, e hipnotizou o público usando apenas o piano e sua característica voz anasalada. Além de um disco ao vivo, o evento rendeu um filme-concerto dirigido por ninguém menos que Paul Thomas Anderson (de “Sangue Negro” e “Magnólia”). 

3º As nove mesas do 5º FliMUJ (Festival Literário do Museu Judaico de São Paulo) exploram a pergunta: uma palavra pode valer mais que mil imagens? Gratuitos, os debates convidam nomes como Hila Blum, Giovana Madalosso (@gmadalosso) e Valérie Zenatti, além de Luara Calvi Anic (@luaracalvianic), editora-chefe da Gama, como mediadora. O evento segue até domingo (18). 

4º Diga-me o que compras e te direi quem és. É mais ou menos a premissa que norteia o economista vencedor do Nobel Alvin Roth em “Economia Moral” (@editorarecord, 2026). Aqui são as transações controversas, da prostituição à venda de órgãos, que revelam os limites morais e éticos do mercado ou mesmo de toda uma sociedade. 

5º Oito filmes de um dos grandes nomes cariocas do Cinema Novo acabam de chegar à @spcineplayoficial. A seleção reúne obras que revelam o olhar crítico e provocativo do cineasta sobre a sociedade brasileira, como “Garrincha, Alegria do Povo” (1962), “O Padre e a Moça” (1966), “Macunaíma” (1969), “Os Inconfidentes” (1972) e “Guerra Conjugal” (1975). O acesso à plataforma de streaming é gratuito. 

Veja as dicas completas no link da bio ou nos stories. Receba no seu email, assinando nossas newsletters.

#GamaRevista #AchamosQueVale #AQV #DicasCulturais by @gamarevista
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2 days ago
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Amanhã (16), comemoramos o Dia Mundial do Pão, data instituída pela União Internacional de Padeiros e Confeiteiros (UIBC) e que coincide com o Dia Mundial da Alimentação. Para a ocasião, nada melhor do que uma receita de apenas cinco ingredientes — e um pouco de paciência — do pão campagne.

Um clássico da panificação artesanal francesa, é conhecido por sua casca grossa e crocante, com um miolo denso, e costuma ser alvo de um ataque rápido quando é colocado no centro da mesa. Feito em uma panela de ferro, esse pão rústico tradicional traz um cheiro reconfortante de padaria ao ar. Sem a necessidade de sova, pode ser facilmente sua próxima escolha de café da manhã, lanche da tarde ou acompanhamento para qualquer outra refeição.

Quem compartilha a receita é a chef Claudia Rezende (@claudiarezende), da padaria artesanal Zestzing (@zestzing_padaria_artesanal), nos Jardins, em São Paulo. Duas vezes eleita a melhor da cidade pela Veja São Paulo, é conhecida pelos croissants e folhados e pela panificação de longa fermentação natural.

"Esse foi o meu primeiro pão artesanal", relembra Rezende, que também compartilha dicas valiosas sobre o processo. Em primeiro lugar, a panela precisa sim ser de ferro, seja caipira, seja europeia: "Como esse pão só funciona assado com vapor, use a panela de ferro: ela simula o forno de pedra com vapor!". E, ao colocar o pão na panela, ainda aquecida, deve-se usar o papel pergaminho escuro. Esse é o único recomendado pela padeira, pois o papel manteiga branco cola no pão.

Versátil, o pão de campagne vai bem como acompanhamento de uma infinidade de ingredientes: em tábuas de frios, com manteiga ou mergulhado em sopas. Rezende ensina a Gama um recheio para fatias levemente tostadas: shimeji com coleslaw de repolho roxo, que você vê como fazer abaixo.

No site da Gama, no link da bio e nos stories, você lê a receita completa.

#GamaRevista #1Receita #Receita #Pão #Gastronomia by @gamarevista
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3 days ago
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Quando o pai de Tatiane Santos a viu pela primeira vez na maternidade, disse que ela tinha mãos de professora. Foi quase uma profecia. Hoje com 45 anos, a pedagoga, psicopedagoga e especialista na área de educação étnico-racial, vinda da Zona Norte de São Paulo, do bairro da Casa Verde, é mais conhecida nas redes sociais com outro nome: Pretinha Educadora (@pretinhaeducadora). Professora de escolha pública por 20 anos e com 12 de experiência na rede privada, é atualmente coordenadora pedagógica na rede municipal de São Paulo, além de realizar mentorias e palestras e ministrar formações de professores — sempre na perspectiva de uma educação antirracista efetiva.

A vocação foi constatada quando estava grávida de seu filho mais velho, Lucas. “Eu entendo que o chão da escola é uma parte muito forte do racismo. É ali onde a criança constitui sua primeira identidade.” Então quando se tornou mãe, pensou: como iria protegê-lo nesse lugar?

A resposta para sua pergunta é que simplesmente não seria possível estar lá presente. Mas, percebeu que poderia trabalhar em uma blindagem a partir de conversas e reflexões que provocassem mudanças estruturais. Assim, começou a realizar atividades para explicar que “a diversidade não é só o outro, mas você também é a diversidade”.

A educadora, que já foi homenageada com o Prêmio Luiza Mahin de 2023, concedido pela Prefeitura de São Paulo, ainda publica artigos de opinião sobre educação e equidade racial no UOL e no Canguru News. Além disso, segue em seu mestrado na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), em conjunto com a Educafro (Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes), pesquisando sobre formação continuada do professor na perspectiva antirracista.

Leia o depoimento de Tatiane Santos no site da Gama, no link da bio e nos stories.

#GamaRevista #SemanaGama #Professores #Educação by @gamarevista
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3 days ago
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A edição comemorativa de 50 anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo (@mostrasp) começa nesta quarta-feira (14/10), com exibição, para convidados, de “Tigre de papel”, de James Gray, e do curta “Sul de Teerã”, de Kleber Mendonça Filho. Para o público, a mostra vai de 15 a 29 de outubro, em quase 60 salas de cinema, centros culturais e CEUs da cidade. São quase 390 filmes, de mais de 90 países.

Para celebrar as cinco décadas de muitas histórias, a mostra lança também dois livros: “Antes que eu me esqueça” (Cosac, 2026), em que a diretora Renata de Almeida (@renata_de.almeida) relembra seus 37 anos à frente da iniciativa; e “50 anos, 50 cartazes”, com pôsteres de todas as edições.

Há também duas exposições que celebram o legado do evento , "Tempo e movimento: Os 50 anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo”, concebida por Daniela Thomas, no Solar Fábio Prado; e “STEPS”, com fotografias de escadarias feitas pelo cineasta e amigo da mostra Abbas Kiarostami, inéditas no Brasil, no MIS-SP (Museu da Imagem e do Som).

Os ingressos para acompanhar a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo estão disponíveis online pelo app oficial ou site Velox Tickets, e presencialmente na bilheteria dos cinemas participantes.

Neste carrossel você confere destaques selecionados pela redação da Gama. Veja as dicas completas no link da bio ou nos stories. 

#GamaRevista #Mostra50 #MostraSP #Filmes #Cinema #Cultura by @gamarevista
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3 days ago
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Como entender os caminhos do que viraliza? Em sua coluna deste mês do Círculo de Poemas (@circulodepoemas_), o coordenador, poeta e editor Tarso de Melo (@tarsodemelo76) comenta os versos de poeta baiano Moisés Alves (@moises.oliveiraalves), que viralizaram nos últimos dias. Leia um trecho:

"Algumas semanas atrás, publicamos no perfil do Círculo de Poemas no Instagram alguns versos do poema 'Madame Butterfly', do poeta baiano Moisés Alves. Em poucas horas, estávamos todos surpresos com o estrondoso 'engajamento' do 'conteúdo' (como essas palavras têm carregado pedra!), absolutamente acima de qualquer média. De um dia para o outro, as palavras de Moisés estavam misturadas aos termos das redes sociais, contando curtidas, comentários, compartilhamentos, 'reposts', salvamentos e visualizações na casa das centenas de milhares. Em resumo, esses versos viralizaram:

Vez e outra
precisamos assumir começos radicais
mantendo a devida distância
das paradas súbitas e tristezas
severas demais.

Um começo radical abre-se,
fecha-se, é assim que realidades nascem.

Há sempre algo de insondável nos caminhos da poesia — e do algoritmo. Os poemas de Moisés em 'Ilusões Bárbaras' estão longe do que, num sentido mais chapado, poderíamos considerar 'instagramável', que é normalmente algo mais breve, de apelo imediato e comunicação fácil. Na obra de Moisés, pelo contrário, o poema é uma peça relativamente longa, meditativa, elástica, que nos envolve enquanto se estende, quase sempre por mais de cinquenta versos. É claro que, com a consistência que um grande poeta consegue imprimir em cada parte dos seus textos, um 'corte' (hoje vou abusar das aspas…) saberá se defender bem sozinho, mas não deixa de ser curioso, para quem conhece o poema como um todo, que essas palavras desgarradas cheguem tão longe: o que elas significam soltas? Qual sentido ganharam? Em que ferida tocaram? São muitas perguntas…"

No site da Gama, no link da bio e nos stories, você lê a coluna do Círculo de Poemas na íntegra.

#GamaRevista #CírculoDePoemas #Poesia #MoisésAlves by @gamarevista
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4 days ago
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Qual a percepção dos jovens brasileiros sobre a educação? E os professores, será que efetivamente valorizamos o trabalho deles? Na Semana do Dia dos Professores, o Podcast da Semana conversa com o economista Ricardo Henriques (@ricardohenriques.br) sobre a importância da educação para o futuro do país.

“Gostar de professores é qualidade de uma sociedade comprometida com seu futuro”, afirma Henriques, que é superintendente executivo do Instituto Unibanco, professor da Fundação Dom Cabral e presidente do Conselho da Anistia Internacional Brasil.

Autor de “Utopia Pragmática: Futuros ambiciosos e possíveis para acelerar o desenvolvimento humano no Brasil” (@editorajandaira, 2026), Henriques vê na educação uma “variável chave da transformação, sobretudo quando olhamos a conjuntura do Brasil e do mundo atravessada por um conjunto enorme de transições”. Ele cita as demográficas, tecnológicas, da inteligência artificial, climática e geopolítica.

No site da Gama, no link da bio e nos stories, você escuta e lê mais sobre esse episódio do Podcast da Semana.

#GamaRevista #SemanaGama #Educação #DiaDosProfessores by @gamarevista
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4 days ago
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Por que mulheres com discurso conservador e contrárias a direitos já adquiridos ou à proteção judicial das mulheres foram eleitas com uma grande maioria de votos? É o caso da deputada India Armelau (PL), eleita no Rio de Janeiro com mais de 50 mil votos declarando-se contra o que ela chama de “ideologia de gênero” e propondo mudanças à Lei Maria da Penha, ou de Eduarda Campobiano (PL), eleita deputada estadual mais votada de São Paulo com quase 2 milhões de votos após se posicionar como antifeminista e contrária às pautas progressistas das mulheres.

Surpreende parte do eleitorado que candidatas com pautas que vão contra os avanços das mulheres conquistados até agora ganhem a chancela para participar de decisões fundamentais para a vida das mulheres nos próximos anos.

Para a cientista política Ana Carolina Evangelista (@caroevangelista), pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (Iser / @isernarede), esse discurso inflamado e contrário a conquistas adquiridas ao longo dos anos tem relação, na verdade, com uma estratégia de candidatos da direita e extrema-direita de manterem uma posição oposta a tudo o que consideram como “bandeiras de esquerda”.

No site da Gama, no link da bio e nos stories você lê a entrevista completa.

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14
4 days ago
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Governos de diferentes países têm começado a pautar novas regulações que atribuem às empresas de tecnologia parte da responsabilidade pela proteção dos jovens no meio digital.

No Brasil, o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (conhecido como ECA Digital), lei que entrou em vigor em março deste ano, diz que as interfaces das plataformas digitais devem ser estruturadas de modo a não induzir ao vício ou ao uso compulsivo. A implementação da regra vai depender da supervisão de um órgão estatal, tarefa atribuída à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), como explicou o colunista Francisco Brito Cruz na Gama Revista.

A Lei Federal nº 15.100, de janeiro de 2025, proíbe o uso de celulares nas escolas brasileiras, exceto para fins estritamente pedagógicos. A restrição é bem vista por educadores e até alunos: desde que entrou em vigor, 80% dos estudantes brasileiros relatam estar mais focados nas aulas, segundo pesquisa da Frente Parlamentar Mista da Educação em parceria com a plataforma Equidade.info.

No entanto, a proibição do uso do celular por si só não resolve todos os problemas. O desafio é fazer com que os jovens, acostumados à “concentração dispersa” gerada pelas mídias digitais, prestem atenção em uma coisa de cada vez. Se a interação com as plataformas é passiva, rápida e oferece recompensas instantâneas, o estudo exige o contrário — postura ativa, progressão lenta e recompensas que só aparecem no médio a longo prazo.

Para estimular uma relação mais equilibrada com a tecnologia e incentivar a prática da atenção, escolas têm elaborado estratégias que passam por novas dinâmicas de ensino, acompanhamento com pais e responsáveis e letramento digital dos jovens.

Saiba mais no site da Gama, no link da bio e nos stories.

#GamaRevista #SemanaGama #Professores #Educação #Tecnologia by @gamarevista
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