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diásporica🇧🇷/ 🇬🇦
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Omi Tutu @muncab.oficial
one became many @pamm
@mitregaleria
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"Sentir a Diáspora como Água
Nestas águas 
Atravessar 
Pedir permissão
Agradecendo
As confluências...
Na curva do rio
O relicário de imagens 
A permissão é sentida,
Dada por Suas Donas,
Que olham para longe,
Chamando seu povo,
Que se aproxima"
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Obra: As Donas das Águas
Pintura instalação, sal grosso Pemba e quartinha de barro fêmea.
Díptico 2,40 x 1,70 m
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Eu sou das águas, eu vim das águas , eu vou pras águas.
Cada gota como semente, cai na terra e é onde nasce o rio. 
Árvore d'água uma genealogia Diaspórica
Cada gota uma semente. Na semente cabe uma floresta inteira. 
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A  diáspora que banha meu corpo é  feito água dourada, roubaram da terra todo o ouro e renomearam minha pele, mas tudo isso é ouro de tolo, o ouro todo não é meu, sou eu. 
O ouro no fundo do rio não é meu, sou eu, sou eu. Elas cantam. Se você parar pra escutar o rio, ela te canta sobre o segredo.
 Que bonito é se ver pelo reflexo das águas ,
onde no  relicário de imagens  sagradas e cotidianas
o feitiço  da escassez de visão  que nos foi imposta, se dissolve.
Toda riqueza e toda beleza, eu vejo no reflexos desses encontros.Mas é de guerra, elas sabem guerrear. 
Nos encontramos pro rio caudaloso feito cobra, transbordar.
Eu choro todo dia, eles queimam, matam, roubam, mentem, destroem. Eu choro desde então. Elas choram e enchem os rios.Se esse rio transbordar, aí quando ele transbordar...
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Na sexta feira, todo aquele que se veste de branco  não pode ignorar o vermelho do sangue que mancha estas terras. Não se  esqueçam desta imagem-mensagem :que só riscamos a Pemba aqui, porque eles , antes de nós, já riscavam  Urucum.

Stand:@mitregaleria
📸@laryssamachada taken in Diáspora by @harielrevignet
26
3 years ago
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Benção, Tché Yazo 💛 
Meu pai é meu Nganga, sua força e palavra abriram esse meu caminho. Processos e mergulhos, de uma travessia, uma comunidade, nossa terra.
Logo mais na @mitregaleria 
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📸@almeidasousa.lucas by @harielrevignet
71
3 years ago
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As obras "Orí Omi" e "Amapô Omi"  se encontram no stand ENCANTADOS da @mitregaleria durante a @sp_arte , que está acontecendo do dia 02 ao dia 06 de Abril .
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🎥@almeidasousa.lucas by @harielrevignet
57
2 years ago
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Macumbeiras em função, na pausa faz o L 🇧🇷⭐🌟🫶🏾 by @harielrevignet
52
2 days ago
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Fé nas crianças 💛❤️
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Sementes, em vez de armas
Nas mãos das crianças 
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A criança preta e indígena  merece crescer em um mundo
Onde não é alvo da mira do policial , do garimpo, do fazendeiro,
Ter oportunidades para florescer.
. by @harielrevignet
6
7 days ago
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Guerra de narrativas e símbolos em disputa.
Como artistas, observamos.
Criamos e discutimos.
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Nosso silêncio não nos proteje, Audre Lorde já cantou essa  pedra. Somos token decorativos de alto valor quando não podemos defender  justamente aquilo que nossas pesquisas desenvolvem e nossas  técnicas materializam
Cada um do seu jeitinho único a partir do seu chão, está disputando o imaginário do sensível, e convocando a realidade para o debate.
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Não falar por medo das estruturas de poder, não seria de fato o que desvalorizaria nosso trabalho?
 já vi artista grandão ser reataliado com força ao se posicionar sobre seu trabalho. Atrapalha a festa rsrs.
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 Escuto muito que o artista não pode se expor porque os museus, as galerias, os colecionadores etc. Vão nos excluir. 
 E assim repetimos estruturas de poder que são hierarquias que na verdade queremos combater. 
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Eu com minhas pinturas/figurativas/instalaçõees/orgânicas/hiperfocada na representação de mulheridades e Matripotências
falo de natureza, território, diáspora e interseccionalidade. 
Esses temas ainda tem valor no mundo das artes? são tokens passageiros esperando a próxima onda. 
Mas esses temas ainda tem valor no mundo! 
Esse valor no mundo, vem da necessidade iminente de não objetificar diversas lutas que nós atravessam( tornar apenas objeto decorativo)
Então artistas dissidentes não desistam.
Existem espaços que vão ouvir e sentir.
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Estamos em uma  luta estética e política constante e ininterrupta, uni-vos ❤️⭐❤️‍🔥
 
. by @harielrevignet
16
11 days ago
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O lema na bandeira do Brasil quase foi
" Amor, ordem e progresso"
E o amor não coube, ou não fez sentido?
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Romantizaria  um processo colonial regado com tantas violências?  Ou denotava emoção demais para uma pátria que queria se construir com uma imagem de civilização moderna?
 O que significaria ter AMOR como lema nacional?
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E se coubesse amor na construção de um projeto de sociedade?
E se para se pensar em ordem, se pensasse pelo e através do amor?
E se o progresso só fosse considerado realmente um avanço, se comprovasse a quantidade de amor que gerasse na terra?
Sonho? Utopia?
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Estamos lutando para manter a democracia. Mas dentro da democracia também vamos precisar lutar para construir mundos que cabe diferentes formas de amor.
Como disse bell hooks, o amor é uma ação.
E precisamos agir como se fosse possível mudar radicalmente o mundo.
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Olhamos com espanto o avanço da extrema direita neofascista e nazista em diferentes países se instaurando na "democracia".
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Escolher o fascismo , é colocar o ódio na bandeira.
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Ódio a diferença.Ódio aos povos originários. Ódio  aos povos negros . Ódio aos quilombolas .Ódio  a população periférica. Ódio as religiões de matriz africana. Ódio aos pobres. Ódio as mulheres . Ódio à população LGBTQIA+. Ódio aos de outros estados. Ódio aos estrangeiros de países latinos. Ódio aos africanos. Ódio aos asiáticos. Ódio aos imigrantes. Ódio aos ciganos. Ódio aos palestinos.
Ódio em seu estado de violência verbal, física, simbólica 
Ódio que justifica a barbárie, a ignorância, a banalização da vida
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E o que nos sobra? Sementes e sonhos e resistência.
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O mundo olha para o Brasil, talvez com esperança, talvez com medo. Grande pela própria natureza, o que acontecer  neste lugar determina diretamente a vida da humanidade nas próximas geraçoes.Temos a maior reserva de água doce do e a maior floresta que resta no planeta.  Vamos pelo caminho do amor ou do ódio?
O caminho do amor não é fácil, ação, reparação, mediação , tempo, escuta, transformação, presença, encanto, paciência, é um trabalho de alma. Mas é só nele e através dele que vale a pena 
RESISTIR by @harielrevignet
48
11 days ago
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Brasil, o país com nome de árvore.
Um nome  poesia que poderia ser um sonho bonito.
Mas não se enganem, o perigo da história única é acreditar que existe futuro onde se prega o ódio,a destruição de toda diferença e se nega o passado.
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Existem duas espécies de Pau Brasil, e uma delas nasce  de uma semente vermelha
Vermelho sangue e de vida, de luta. Vermelho urucum, vermelho ekodidé. Vermelho pimenta dedo de moça arriado em uma encruzilhada. É um vermelho quente.
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Com essas sementes-guardiãs de memória, fiz vários trabalhos que falam sobre o território.  Sobre os diferentes modos de existir que confluem e tornam a terra,  não apenas um local, não um espaço vazio, nem uma ideia abstrata, um Corpo-território ,uma terra nossa e a gente dela.
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Então estamos todos hoje, pensando que tipo de futuro estamos semeando? Que tipo de coisas acreditamos como valores para serem cultivados para crescerem?
O que deixarmos para as próximas gerações?
Quais palavras? Quais sonhos? Quais imagens? Quais possibilidades? Qual memória?
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Quando penso no passado, escuto: resistimos 
Hoje, eu quero dizer: resistiremos , independente das circunstâncias e sempre.
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Não vou negar as contradições do atual governo, são muitas. Também resistimos diante dele, porque não concordamos com todas as pautas. 
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Mas não posso fingir não ver
A barbárie que está se anunciando
Em todo discurso de ódio que se disfarça 
mas escancara o ódio aos negros, a intolerância religiosa, o machismo e homofobia, os traços de sadismo e de violência nas falas,mas também nas atitudes e nos projetos políticos 
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Não podemos aceitar. Não podemos calar. Não podemos pensar em nenhum futuro onde, para existir o tal progresso, vamos primeiro menosprezar a vida.
É preciso encontrar a esperança em um país melhor,
Onde caiba a diferença e o respeito. Onde caiba terras demarcadas. Onde caiba as periferias com dignidade e bem viver. Onde caiba a liberdade e os direitos das minorias.

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Mundos e sementes resistiram a colonização, e estão aqui, provando que, fascismo não se planta.
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obra: o nome desse rio é ICUMIABA
2025
Acrílica sobre tela com colagem de sementes de pau-brasil by @harielrevignet
16
11 days ago
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Há algo poderoso em usar o ferro para guardar uma história que tantas vezes se tentou apagar. 
No gradil “Histórias de Ogum”, de @j.cunha_oficial, na entrada do Muncab, a presença africana no Brasil ganha desenho. O olhar atravessa o metal antes que o corpo atravesse o portão.

Dentro, os tons de terra me fazem demorar. Nas obras de @harielrevignet, entre barro, tramas, raízes e águas, sinto a memória tomar corpo.

Seu “Portal do Retorno; Chaves da diáspora” me prende às diferenças entre as chaves. 
Penso nas tantas formas de voltar a uma origem: por uma lembrança, um saber, um gesto que atravessou gerações. 
Diante delas, me ocorre que pertencer não exige que todos abram a mesma porta.

No baobá dourado de @nadiataquary , essa atenção ao pequeno ganha outra dimensão. Miçanga por miçanga, uma árvore inteira. Me comove o tempo das mãos, o cuidado que sustenta tamanha presença.

Jamile Coelho, parabéns pela sensibilidade da sua curadoria. Seu olhar me fez permanecer diante das obras e perceber relações que continuo levando comigo.

Saio do Muncab pensando nos fios que nos ligam a uma história muito maior que a nossa e em como a arte nos ajuda a encontrá-los. taken in Muncab by @harielrevignet
15
12 days ago
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A primavera chegou ao MUNCAB com quatro exposições: 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática; a exposição OMI TUTU – Água Fresca, de Hariel Revignet; Padê Onã – Encontrar Caminhos, de Sandro Àiyé, e Tincoã.

Diferentes caminhos de leitura e experiências para conhecer o MUNCAB nesta primavera. E tem mais: a visita ao museu é gratuita às quartas-feiras e aos domingos. O Jardim das Esculturas com a exposição Padê Onã e o Edifício Jorge Portugal, com Tincoã, têm entrada gratuita permanente.

Escolha seu dia, venha ao MUNCAB e percorra as exposições.

SERVIÇO
O que: Primavera no MUNCAB | 
Visitação:  Terça a domingo, das 10h às 17h (acesso do público até 16h30)
Ingressos: inteira: R$ 20 | meia-entrada: R$ 10
Gratuidade: quartas-feiras e domingos | “Padê Onã – Encontrar Caminhos” e “Tincoã” – entrada gratuita permanente
Ingressos e Mais Informações: https://www.muncab.com.br/
Onde: Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB) - R. das Vassouras, 25 – Centro Histórico, Salvador – BA, 40020-056 taken in Muncab - Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira by @harielrevignet
14
19 days ago
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Há coisas que só conseguimos enxergar quando uma luz se acende. 

A Semana de Cinema Negro este ano chegou a ser cancelada. Apesar dos esforços, a decisão de cancelamento chegou num momento em que continuar as tentativas mais adoecia do que nos tornava resistentes. 

Mas ela renasceu. E, dessa vez, renasceu a partir do acreditar, do encontro, da possibilidade de construir junto de pessoas que são como Luz. O Minas Tênis Clube através do programador Samuel Marotta foi uma dessas luzes. Ao acompanhar e entender a dimensão do que fazemos nos ajudou a colocar mais uma vez a Semana no mundo.

Nesta 6ª edição, o Minas Tênis Clube é correalizador da Semana. E estamos muito felizes com isso. 

A partir desse encontro, outras pessoas também foram chegando e ajudando a construir as possibilidades que essa temporada traz. Uma edição com o encontro entre a luz e a comunidade, de união coletiva. Agradeço a cada pessoa que recebeu minhas ligações e vibrou com a notícia da realização e disse “eu aceito, vamos fazer acontecer”.

É também sobre isso que falam as obras de Hariel Revignet, artista que assina as artes que este ano ilustram os materiais da Semana de Cinema Negro. Uma escolha que encontra um sentido muito particular do projeto: o renascimento, a continuidade e as novas possibilidades de existência.

Nas obras a gente vê a luz de muitas formas. Está no gesto de iluminar o pensamento quando sua cabeça é lavada por águas e mãos de uma mais velha, de abrir caminhos escurecidos, de reunir pessoas para construir passagem. Nas obras-tela, tem gente se encontrando e construindo trajetórias. E foi assim que essa edição aconteceu.

O nosso muito obrigada a todo mundo que topou reacender essa luz com a gente. As pessoas que chegaram e todos que, de alguma forma, ajudaram a fazer a Semana renascer.

Está dada a largada. Nos vemos entre os dias 14 e 18 de outubro.

Ass: Layla Braz taken in Belo Horizonte, Brazil by @harielrevignet
82
24 days ago
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Há uma semana, o Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB) abriu a exposição OMI TUTU — Água Fresca, de Hariel Revignet, com curadoria de Jamile Coelho, e expografia de Gisele de Paula.

A mostra reúne pinturas, esculturas, instalações e objetos em um fluxo que conecta referências afro-atlânticas e indígenas, tendo a água como símbolo de abundância, vitalidade, fertilidade, memória e transformação.

Uma exposição para sentir, atravessar e transbordar. Venha visitar OMI TUTU — Água Fresca no MUNCAB.  Foto: Lucas Almeida 

Serviço
O quê: OMI TUTU – Água Fresca | uma exposição de Hariel Revignet, com curadoria de Jamile Coelho
Visitação: até 14 fev 2027
Horário: Ter – dom: 10h – 17h (acesso do público até às 16h30)
Ingressos: inteira: R$ 20 | meia-entrada: R$ 10
Gratuidade: quartas-feiras e domingos
Ingressos e Mais Informações: https://www.muncab.com.br/
Onde: Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB) - R. das Vassouras, 25 – Centro Histórico, Salvador – BA, 40020-056 taken in Muncab - Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira by @harielrevignet
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