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Na vida, você tem duas escolhas: ser vítima das circunstâncias ou protagonista da sua própria história.

A vítima vive esperando que alguma coisa mude para então começar a viver.

Reclama do governo, da falta de oportunidade, do trabalho, da família, do dinheiro, das pessoas, do lugar onde nasceu… e encontra sempre uma razão externa para explicar por que a vida não acontece como gostaria.

O protagonista também enfrenta dificuldades. Também encontra portas fechadas, injustiças, limitações e momentos em que as circunstâncias não estão a seu favor.

A diferença é que ele se pergunta:
“Diante da realidade que eu tenho hoje, o que EU posso fazer para mudar a direção da minha vida?”

Foi isso que esse rapaz fez.

Ele não escolheu a realidade em que nasceu, mas decidiu que ela não determinaria até onde poderia chegar. Mudou de país, trabalhou como garçom, estudou, ajudou a mãe e começou a construir uma realidade que antes parecia impossível.

Ser protagonista não é controlar tudo o que acontece com você.

É parar de entregar às circunstâncias o poder de decidir o que será da sua vida.

Então se pergunte:

Você tem usado a sua energia reclamando da vida que tem ou está usando essa mesma energia para criar a vida que deseja?

Você está sendo vítima das circunstâncias ou está desenhando a vida que quer viver?

Porque talvez você não possa escolher de onde começa.
Mas pode escolher se vai permanecer ali. Vídeo original do @pobrenairlanda 💛 👏🏻👏🏻👏🏻✨#terapia #autoconhecimento #identidade #inteligênciaemocional #autocuidado taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
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a month ago
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Oi! Que bom ter você por aqui. Eu sou a Haru. 🤍

Sou brasileira, moro na Austrália, sou casada, cristã, terapeuta e mentora de mulheres.

Desde 2012, tenho o privilégio de trabalhar ajudando pessoas no seu desenvolvimento pessoal. E é engraçado olhar para trás, porque essa jornada começou na consultoria de imagem. Depois vieram o coaching, a mentoria, a terapia, a psicoterapia, a psicanálise e a especialização em autoestima e relacionamentos. Cada etapa me trouxe novas ferramentas para compreender o ser humano de forma mais profunda e ajudá-lo de maneira cada vez mais completa.

Hoje, meu propósito é ajudar mulheres a ressignificarem suas histórias, superarem feridas emocionais, fortalecerem a autoestima, a autoconfiança e construírem uma vida mais leve, saudável e com propósito.

Mas nem só de trabalho vive a Haru. Eu adoro um bom café (ou um chá!), amo conversas profundas, caminhar ao ar livre, passar tempo com a família, assistir a um bom filme e sou apaixonada por animais.

Sou apaixonada por Jesus e acredito que Ele é o centro de tudo na minha vida. Minha fé influencia a forma como vivo, como amo, como sirvo e também a maneira como cuido de cada mulher que passa pelo meu caminho.

Acredito que relacionamentos saudáveis transformam vidas. E tudo começa pelo relacionamento mais importante de todos: aquele que construímos com nós mesmas.

Se você chegou até aqui, seja muito bem-vinda. Espero que este seja um espaço onde você encontre acolhimento, conhecimento e ferramentas para viver uma vida com mais leveza, propósito e relacionamentos mais saudáveis.

Será uma alegria ter você por aqui. 🤍 #terapia #autoconhecimento #identidade #inteligênciaemocional #autoestima taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
6
3 months ago
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Relacionamentos saudáveis não vêm prontos. Eles são construídos.

Sou casada e profundamente grata pelo casamento que Deus me deu.

Ao longo dos anos, aprendi na minha vida e nos atendimentos, que nenhum relacionamento saudável acontece por acaso. Todo relacionamento passa por desafios, mudanças e diferentes fases da vida. E é justamente por isso que ele precisa ser cultivado com amor, diálogo, respeito, amizade, perdão, intencionalidade e da disposição de ambos para crescerem juntos.

Talvez seja por isso que uma das áreas que mais amo estudar seja o relacionamento humano.

Acredito que relacionamentos saudáveis começam muito antes do “felizes para sempre”. Eles começam no autoconhecimento, na maturidade emocional e na forma como nos relacionamos conosco.

Não é por acaso que Jesus nos ensina:

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mateus 22:39)

Antes de amar alguém de forma saudável, precisamos aprender a desenvolver um relacionamento saudável com nós mesmas.

Como esposa, continuo aprendendo que o casamento não é um destino, mas uma jornada. Todos os dias existe uma nova oportunidade de conhecer melhor o outro, comunicar-se melhor, crescer juntos e escolher amar novamente.

Primeiro, fortalecendo o relacionamento que cada mulher constrói consigo mesma. Depois, ajudando-a a desenvolver relacionamentos mais saudáveis com as pessoas ao seu redor, incluindo o relacionamento amoroso.

Se hoje você sente que essa é uma área da sua vida que precisa de cuidado, saiba que você não precisa caminhar sozinha.

Será uma alegria caminhar ao seu lado.

Me envie uma mensagem e terei o maior prazer em explicar como funciona o meu acompanhamento individual e as minhas mentorias. 🤍 #amor #familia #casamento #terapia #autoestima taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
2
3 months ago
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Você não precisa deixar de ser forte. Precisa deixar de viver como se não pudesse ser outra coisa.

Talvez você tenha passado tantos anos sendo a mulher que resolve, sustenta, protege e enfrenta tudo, que já nem se lembra de como é viver sem estar sempre em alerta.

E quando alguém diz que você precisa descansar, sua resposta é: “Mas se eu não fizer, quem vai fazer?”

Eu sei. Existem filhos para cuidar, contas para pagar e responsabilidades que não desaparecem só porque você está cansada.

Mas existe uma diferença entre ter responsabilidades e viver emocionalmente em estado de guerra.

Você pode continuar sendo responsável sem se abandonar. Pode enfrentar dificuldades sem transformar cada problema em uma emergência.

E como começar?

👑 1. Pare de confundir descanso com irresponsabilidade. Você não precisa chegar ao esgotamento para merecer uma pausa.

👑 2. Questione o que realmente depende de você. Nem tudo precisa ser feito agora, perfeitamente ou exclusivamente por você. Aprenda a simplificar, priorizar e compartilhar.

👑 3. Aprenda a sair do estado de alerta. Quando você passa anos sobrevivendo, até a tranquilidade parece estranha. Seu corpo precisa reaprender que nem tudo exige defesa ou controle.

👑 4. Resgate a mulher além das obrigações. Aquela que gosta de rir, dançar, se arrumar, brincar e sonhar. Ela não desapareceu. Talvez esteja apenas sem espaço para existir.

👑 5. Permita-se receber apoio. E, quando ele não existe, comece construindo possibilidades reais, mesmo pequenas. Seu valor não está no quanto você consegue suportar sozinha.

A armadura que um dia te protegeu não precisa se tornar sua identidade.

A guerreira e a mulher leve podem existir dentro de você.

Você não precisa abandonar sua força para recuperar sua delicadeza, sua alegria e sua liberdade.

Porque a verdadeira liberdade não é nunca mais precisar ser forte. É não precisar estar em guerra o tempo inteiro. #terapia #autoconhecimento #ansiedade #inteligênciaemocional #autocuidado taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
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15 hours ago
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Dentro de você ainda existe uma criança que, em algum momento, pode ter aprendido que não era boa o suficiente, que precisava ser perfeita para ser amada, que não podia errar, incomodar ou demonstrar suas emoções.

E, sem perceber, você pode ter crescido reproduzindo essas mesmas mensagens.

Hoje, talvez ninguém mais precise te diminuir, porque você mesma se critica. Ninguém precisa exigir tanto de você, porque você mesma se cobra. Ninguém precisa rejeitar seus sentimentos, porque você aprendeu a invalidá-los sozinha.

É assim que muitas feridas da infância continuam se manifestando na vida adulta: através da maneira como você se relaciona consigo mesma.

Acolher sua criança interior não significa viver presa ao passado, nem responsabilizar eternamente outras pessoas pelo que aconteceu.

Significa reconhecer aquilo que você viveu, compreender como essas experiências influenciaram a mulher que você se tornou e, principalmente, começar a construir uma relação diferente consigo mesma.

É aprender a se oferecer a compreensão que talvez tenha faltado, a validação que tanto buscou e a segurança emocional que nem sempre recebeu.

É perceber que você não precisa continuar se punindo por não ser perfeita, se abandonando para agradar os outros ou esperando a aprovação de alguém para se sentir merecedora de amor.

A cura começa quando a mulher adulta que você é hoje aprende a acolher a menina que um dia precisou enfrentar tanta coisa sem saber como.

E, aos poucos, aquela voz interna que antes dizia “você não é suficiente” pode dar lugar a uma nova voz:

“Eu te vejo. Eu te escuto. Seus sentimentos importam. Você não precisa ser perfeita para merecer amor. E, desta vez, eu não vou te abandonar.”

Porque acolher sua criança interior não é voltar a ser aquela menina.

É aprender a ser, para si mesma, a presença amorosa, segura e acolhedora de que você tanto precisou. ❤️

E esse pode ser um dos primeiros passos de uma profunda transformação emocional. #terapia #autoconhecimento #identidade #inteligênciaemocional #autoestima taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
1
a day ago
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Existem versões de você que nasceram para sobreviver. E existem outras que ficaram esquecidas enquanto você tentava se proteger da vida.

Talvez, depois de tantas decepções, você tenha construído uma armadura ao redor do coração. Aprendeu a desconfiar, a não criar expectativas, a não demonstrar sentimentos. E passou a acreditar que ser forte significava nunca mais se permitir ser vulnerável.

Mas será que aquela menina romântica, delicada, sonhadora, que acreditava no amor, realmente deixou de existir?

Ou será que ela apenas se escondeu atrás da mulher que precisou aprender a se defender?

A verdade é que todas essas versões fazem parte da sua história.

Você pode agradecer à mulher que criou uma armadura para te proteger, sem precisar continuar vivendo dentro dela.

E pode reencontrar aquela menina que sonhava, que amava com leveza, que acreditava nas pessoas e enxergava beleza na vida.

Isso não significa voltar a ser ingênua, ignorar o que aprendeu ou permitir que te machuquem novamente.

Significa recuperar a sua capacidade de sentir, sem abrir mão da sabedoria que adquiriu.

Você pode ser forte e delicada. Independente e romântica. Madura e sonhadora. Pode estabelecer limites e continuar acreditando no amor.

Uma versão não precisa anular a outra.

Porque amadurecer não deveria significar abandonar tudo aquilo que havia de bonito em você antes de conhecer a dor.

Às vezes, a cura não está em se tornar uma nova mulher, mas em permitir que partes preciosas de quem você sempre foi voltem a florescer. 🤍 #terapia #autoconhecimento #identidade #inteligênciaemocional #autocuidado taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
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2 days ago
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Talvez você tenha crescido, conquistado sua independência, assumido responsabilidades e aprendido a enfrentar a vida. Mas, emocionalmente, uma parte sua ainda pode estar esperando aquilo que não recebeu.

Talvez seja por isso que você ainda se critique tanto, se cobre excessivamente, tenha dificuldade de reconhecer seu próprio valor ou sinta que precisa da aprovação dos outros para se sentir suficiente.

Talvez você ainda espere que alguém lhe dê permissão para descansar, dizer não, fazer suas próprias escolhas ou simplesmente ser feliz.

E, muitas vezes, você nem percebe que essas reações podem estar relacionadas àquela criança que aprendeu que precisava agradar para ser amada, acertar para ser valorizada ou esconder suas emoções para não incomodar.

O tempo passou, mas algumas necessidades emocionais podem ter permanecido sem acolhimento.

E é justamente aí que começa uma parte importante do processo de cura.

Quando você aprende a olhar para si mesma com mais compaixão, em vez de julgamento.

Quando começa a se acolher, em vez de se abandonar.

Quando reconhece seu próprio valor, sem precisar que alguém o confirme.

Quando entende que não precisa mais conquistar o direito de ser amada, respeitada ou feliz.

Você não pode mudar o que aquela menina viveu, mas pode transformar a maneira como cuida dela hoje.

Acolher sua criança interior é aprender a oferecer a si mesma a compreensão, a proteção e a segurança emocional que talvez tenham faltado lá atrás.

Porque a cura não começa quando alguém finalmente vem te salvar.

Ela também começa quando você deixa de se abandonar e passa a ser um lugar seguro para si mesma. 🤍 #terapia #autoconhecimento #identidade #inteligênciaemocional #autocuidado taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
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2 days ago
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“Minha mãe não gostava de mim. Então eu aprendi a não gostar de mim.”

Quando somos crianças, ainda não conseguimos separar o olhar do outro da nossa própria identidade.

Se quem deveria nos amar, proteger e validar nos rejeita, podemos crescer acreditando: “deve existir alguma coisa errada comigo”.

Mas uma parte importante do amadurecimento emocional é aprender a separar:

O que é do outro e o que é meu?

A rejeição foi do outro.
A dificuldade de amar foi do outro.
As limitações emocionais eram do outro.

A dor que isso provocou em você é sua e precisa ser acolhida.
Mas a rejeição do outro não precisa se transformar na sua identidade.

Então experimente um exercício:

Quando perceber pensamentos como “eu não sou boa o suficiente”, “ninguém vai me amar” ou “tem alguma coisa errada comigo”, pergunte:

“Isso é uma verdade sobre mim ou é uma conclusão que eu aprendi a partir da maneira como fui tratada?”

Você pode reconhecer o que aconteceu sem continuar carregando a interpretação que criou sobre si mesma para sobreviver àquilo.

Curar também é aprender a dizer:
“Eu reconheço o que veio de você, mas não preciso mais transformar isso em quem eu sou.”

Talvez você não possa mudar o olhar que alguém teve sobre você.

Mas pode, aos poucos, aprender a construir um novo olhar sobre si mesma. #terapia #autoconhecimento #identidade #inteligênciaemocional #autoestima taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
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5 days ago
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A maternidade e a paternidade podem ser desafiadoras, principalmente quando, além dos filhos, existem trabalho, contas, casa e tantas preocupações. E depois de um dia pesado, nem sempre é fácil voltar para casa com leveza e disposição para estar presente.

Mas os filhos também não têm culpa do peso do mundo adulto. Eles querem conexão, segurança e sentir que você está feliz de voltar para eles.

Isso não é sobre culpa ou julgamento. É sobre consciência. E algumas técnicas de regulação emocional podem ajudar:

1. Faça uma pausa antes de entrar. Respire, ore, escute uma música. Dê alguns minutos para o corpo desacelerar.

2. Crie um ritual de transição. Um banho, uma roupa confortável, alguns minutos longe do celular. Algo que diga: “o dia lá fora terminou.”

3. Busque conexão. Um abraço, uma brincadeira, uma conversa, uma risada. E se não estiver bem, diga: “Hoje foi difícil. Preciso de alguns minutos para me recompor.” Vulnerabilidade é diferente de descarregar tensão.

Talvez a sua família não precise ser mais uma demanda. Ela também pode ser o lugar onde você encontra descanso e leveza.

Que o lar seja refúgio, não descarrego. 🤍#terapia #autoconhecimento #identidade #inteligênciaemocional #ansiedade 

Créditos do video : @gmidichannel taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
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6 days ago
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Você já percebeu que muda a pessoa… mas a história parece sempre a mesma?

Talvez você se envolva repetidamente com pessoas emocionalmente indisponíveis. Pessoas que não se entregam, que te deixam esperando, tentando conquistar, provar seu valor ou merecer amor.

E isso pode não ser apenas “azar no amor”.

Às vezes, nós nos sentimos atraídas não pelo que é saudável, mas pelo que é emocionalmente familiar.

Se, em algum momento da sua história, amor significou precisar correr atrás de atenção, lidar com ausência, imprevisibilidade, rejeição ou sentir que precisava fazer algo para ser escolhida, o seu mundo emocional pode ter aprendido a reconhecer esse tipo de dinâmica como amor.

Na vida adulta, sem perceber, você pode continuar escolhendo relações parecidas.

Não necessariamente porque gosta de sofrer, mas porque existe uma tendência de repetir aquilo que ainda não conseguimos elaborar.

Por isso, algumas pessoas dizem:
“Eu sei que não me faz bem… mas não consigo me afastar.”
“Por que eu sempre acabo com o mesmo tipo de pessoa?”

Ressignificar começa quando você deixa de olhar apenas para quem está escolhendo e começa a investigar o que dentro de você reconhece esse tipo de vínculo como familiar.

Na terapia, podemos olhar para a sua história, identificar padrões de relacionamento, compreender necessidades emocionais antigas e perceber quais crenças sobre amor, abandono, rejeição e valor pessoal você ainda carrega.

E, aos poucos, construir uma nova referência de amor.

Porque aquilo que é familiar pode parecer confortável mesmo quando dói. E, às vezes, um amor saudável pode até parecer estranho quando você passou muito tempo aprendendo a amar no caos.

Você não precisa continuar repetindo a mesma história com personagens diferentes.

Se você percebe que vive esse ciclo e quer compreender a raiz dos seus padrões afetivos, me mande uma mensagem. Podemos trabalhar isso juntas nas sessões de terapia. 🤍

🎥 Créditos do vídeo: @dosecinefila #terapia #autoconhecimento #identidade #inteligênciaemocional #autoestima taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
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6 days ago
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Terapia é, sim, um espaço de acolhimento. É entender a sua história, validar a sua dor, reconhecer feridas e compreender por que certos padrões foram construídos.

Mas chega um momento em que compreender precisa começar a virar movimento.

E a neurociência nos ajuda a entender isso também. O cérebro aprende pela experiência e pela repetição. Não basta apenas reconhecer um padrão. Para construir novas respostas, precisamos começar a praticar novas formas de pensar, agir e responder emocionalmente.

Ou seja, ter consciência é importante, mas mudança também precisa de experiência.

Nem tudo que sentimos escolhemos. Mas podemos começar a escolher o que fazemos com aquilo que sentimos.

Às vezes, você já entendeu a origem.
Já reconheceu o padrão.
Já sabe o que está te fazendo mal.

E aí a pergunta deixa de ser apenas “por que eu sou assim?” e começa a ser:

“O que eu vou fazer diferente a partir de agora?”

Porque acolhimento sem movimento pode virar permanência.

Terapia não é te empurrar quando você ainda precisa ser acolhida. Mas também não é construir uma casa confortável no lugar que está te adoecendo.

Tem hora de acolher.
Tem hora de compreender.
E tem hora de, com carinho e responsabilidade, dizer:

agora precisamos fazer alguma coisa com tudo isso que você já entendeu. #terapia #psicanálise #psicoterapia #autoconhecimento #ansiedade taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
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6 days ago
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Um coração ansioso tenta antecipar o futuro, encontrar respostas e controlar aquilo que ainda nem aconteceu. E parte da regulação emocional é justamente aprender a reconhecer: o que está sob o meu controle e o que eu preciso soltar?

Para quem tem fé, existe uma ferramenta muito poderosa nesse processo: a confiança em Deus.

Confiar em Deus não significa ignorar os problemas ou esperar passivamente que Ele resolva tudo. Você continua fazendo a sua parte, tomando decisões, estabelecendo limites, buscando ajuda e cuidando daquilo que está nas suas mãos.

Mas existe um momento em que a sua parte termina.

E talvez seja exatamente aí que começa o descanso.

A Bíblia diz: “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá.” — Salmos 37:5.

Perceba que existe uma entrega, mas também existe um caminho. Você continua caminhando, só não precisa carregar a ilusão de que precisa controlar cada resultado.

Então, quando a ansiedade quiser que você resolva hoje aquilo que pertence ao amanhã, volte para o presente.

Faça o que está nas suas mãos. Regule o seu coração. E aquilo que não está sob o seu controle, entregue a Deus.

Porque fé também é conseguir dizer:
“Eu não sei o que vai acontecer, mas sei em Quem estou colocando a minha confiança.” #terapia #jesus #fé #ansiedade #autocuidado taken in Rio De Janeiro, Brazil by @haru.anzai
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7 days ago
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