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Ela/ Dela. Jornalista, doula, pesquisadora e cozinheira por amor.
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Lemakiners!

Passando para lembrar que estaremos amanhã, quarta-feira, 14/10/26, às 18h30, na Cinemateca do MAM a nossa sessão de outubro.
Terra em Transe, filme de Glauber Rocha do ano de 1967. Na fictícia Eldorado temos muitos acontecimentos que ainda acontecem com a gente depois de quase 60 anos da exibição do filme. 
Teremos debate com três professores e pesquisadores que se debruçam em pensar sobre o que o Brasil quer ser e o que ele de fato é. Professor Ricardo Gomes internacionalista e professores Flávio Miranda e Wilson Vieira, economistas. 
Podemos contar com você para uma boa conversa? 
A Cinemateca do MAM fica na Avenida Infante Dom Henrique, 85, Flamengo. 

Até amanhã! 
#terraemtranse 
#cineclube 
#extensaoufrj 
#visoesdobrasil taken in Cinemateca do MAM by @hellowa.sayensi
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3 days ago
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Olá Lemakiners! 

Esperamos vocês no dia 14/10/26, às 18h30, na Cinemateca do MAM com o clássico filme Terra em Transe do diretor Glauber Rocha.
Na trama temos um jornalista e poeta idealista que se envolve num triângulo amoroso na vida e na política. O filme é de 1967, mas sentem alguma semelhança com 2026?
A curadoria fica por conta da nossa companheira Hellowa Corrêa, jornalista e mestre em História das Ciências (HCTE/UFRJ). No debate contaremos com Ricardo Gomes, internacionalista e doutorando do Programa de Economia Política Internacional (PEPI/UFRJ) e o Professor Wilson Vieira, Coordenador do Lemakino, docente do Instituto de Economia (IE/UFRJ) e do programa de pós-graduação em História das Ciências, das Técnicas e da Epistemologia (HCTE/UFRJ). 

Nos vemos em breve?

#terraemtranse
#lemakino
#visoesdobrasil
#cineclube taken in Cinemateca do MAM by @hellowa.sayensi
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9 days ago
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Quis trazer esta doce lembrança do lançamento de uma das obras do Jones Manoel aqui no Rio de Janeiro.
Depois disso tanta coisa legal aconteceu. Ele conheceu esta pretinha incrível, que é a Myrela Santana, e hoje está candidato a deputado federal tendo a sua esposa como coordenadora de campanha. Também rolou o Farol Brasil que realmente só tem um defeito. Eu não estou lá como jornalista. 
Jones Manoel para mim não é apenas um cara preto recifense. Jones é a revolução popular brasileira. Que Jones Manoel e Myrela Santana se torne um casal muito corriqueiro, pois o acesso à educação será garantido a todes. 
Desejo uma eleição com muitos parlamentares que realmente vejam e apóiem a questão do proletariado, que é a mais importante.
Boa eleição para o Jones Manoel e todos aqueles que desejam ir à raiz das questões que vulnerabilizam um enorme grupo de pessoas! 
Viva à esquerda radical! 
#eleiçoes2026
#ditaduradoproletariado
#primaveradospovos taken in Sindipetro-RJ by @hellowa.sayensi
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13 days ago
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Nestes dias de trabalho na rua tenho experimentado coisas que se tornaram mais raras depois da tragédia pandêmica. O contato com as pessoas sem a mediação das Big Techs coletando os nossos amores e ódios.
Preciso me locomover com um móvel dobrável, mas que ainda é um trambolho e atrapalha algum trânsito. Minha colega de trabalho, de maneira calculista, deixou que eu fosse a que pegasse o móvel para que ela se safasse da tarefa. Eu, a marinheira de primeira viagem, ficasse responsável por este transporte. Confesso que tive medo de falhar miseravelmente nesta responsa. Ônibus lotado. As pessoas ainda ansiando por ganhar alguns minutinhos de soneca antes de começar a labuta.
Não conhecia a solidariedade de classe à vera. Sempre alguém ajuda a acomodar a traquitana. E eu consigo levar e trazer a banquinha na elegância. 
Observo o quanto o país mudou quanto à convicção política. Ainda que não seja eleitora da direita, não deixo de admirar quem passou a ter algum interesse por política.
Nasci ainda durante a ditadura e posso dizer que os meus primeiros 18 anos ninguém se prestava a ter nenhum posicionamento político.
Entendo a minha vida imersa na política. Meus pais foram um dos fundadores do movimento negro. Eu e minha irmã recebemos nomes em línguas africanas: wolof e iorubá. Estudei a maior parte da vida em escolas públicas. Nasci em uma maternidade pública. Quando tive depressões profundas e tuberculose foi o SUS que me abriu os braços. Quando o meu pai faleceu e a minha própria família quis me intimidar para mandar na minha herança, foi um gentil policial que ajudou a mediar este conflito no qual eu sairia perdendo.
Também sei que a falta de políticas públicas ainda me coloca em situações de extrema vulnerabilidade financeira, alimentar e sanitária. 
Assim como desconhecidos trabalhadores me ajudam a comprar meu pão no trem, ônibus e metrô, eu também darei o meu voto a quem defende a educação de qualidade acessível, ao atendimento do SUS, ao descanso merecido dos trabalhadores. Escrevi este textão baseado na crônica do Rafael Seara, um grande escritor da zona oeste como eu!

#solidariedadedeclasse
#voto
#cronicadesexta taken in Zona Oeste by @hellowa.sayensi
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21 days ago
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Nestes últimos dias o trabalho me levou ao Leblon. Com este território tenho lembranças importantes. Tanto do meu passado recente como do ancestral. 
Aos 17 anos comecei a fazer análise na bucólica Rita Ludolf, nos arredores da imponente Francisco de Albuquerque, onde estão os que chamam Old Money. 
Ali comecei, a muito custo e com pouquíssimo entendimento, conhecer o tal do inconsciente. Nos anos 90, pelo menos entre a comunidade periférica, fazer análise não era nenhum motivo de orgulho. Bem ao contrário... Cruzava a cidade. Saía de um espaço com tanto descaso para outro limpo. Com muitos artistas circulando. Era um colírio para aqueles olhos cheios de dúvidas e incertezas.
Toca para 2026. Trinta e um anos depois. Continuo fazendo análise, porém online. Depois da pandemia finalmente as pessoas acordaram para entender que saúde mental importa. Hoje sei que o Leblon muito antes de ser o lugar onde se passaram as tramas escritas por Manoel Carlos, foi um subúrbio. Assim como o Lins de Vasconcelos, lugar onde nasci e me criei.
 No século 19, o Leblon não tinha pai buscando a filhotinha de bike na escola e muito menos era considerado o metro quadrado mais salgado da cidade. Havia também um quilombo. Os que acreditavam na libertação da escravaria negra, usavam camélias. Se quiserem saber melhor sobre as histórias da classe trabalhadora nas ditas áreas nobres da cidade, comece a acompanhar a historiadora/pesquisadora Luciene Carris em seu perfil @um_jardim_de_historias . Ela sabe de tudo e conta as histórias de maneira impecável.
Hoje eu entendo que o Leblon é fruto de decisão política bem como toda a cidade do Rio de Janeiro. Antes do boom dos meados do século 20, a zona sul era mais um lugar longínquo. 
Eu tenho um sonho que com organização popular, podemos exigir uma melhor maneira de viver nos nossos subúrbios. Não podemos tolerar políticos que não se dediquem aos nossos territórios como merecemos. Esta desigualdade territorial não pode ser normalizada! 
#crônicadesábado
#leblon
#direitoacidade 
#riodejaneiro❤️ by @hellowa.sayensi
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a month ago
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Semana de Arte do Rio - de que cidade estamos falando?

Saindo do trampo e voltando para a casa. Uma bela onça pintada está deitada admirando o Largo da Carioca. Andando pela Praça Tiradentes me deparo com diversos guarda-chuvas coloridos. A melancolia se distrai dando lugar à curiosidade de visitar aquela obra a céu aberto. Antes de furar o bloqueio das grades da pracinha, leio um mapa muito bem diagramado com os lugares que fazem a Semana de Arte do Rio...
Que Rio? Há 30 quilômetros do meu lar. Lá não posso contemplar as artes em escalas monumentais. Lá só tem as torres horrendas e a falta da floresta que o prefeito tirou de mim. Lá só existe a música repetitiva e ensurdecedora, que impede os casais de fazer amor, as crianças de ouvir o som da TV e a senhorinha que pede um pouco d'água a sua bisneta serelepe.
Eu e os meus não podemos contemplar uma jaguatirica de tradição indígena. Também levaram o festival de jazz. 
E agora, Hellowa? A Semana de Arte não é no seu Rio zona oeste...
#semanadeartedorio2026 
#periferiatambeméarte
#zonaoeste
#cronicadequinta by @hellowa.sayensi
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a month ago
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filme Diários de Motocicleta foi inspirado nos diários de viagem do  jovem Ernesto, estudante de medicina, e seu companheiro Alberto Granado, bioquímico.

Ernesto e Alberto se conheceram na faculdade e também eram companheiros no rugby. Tinham um pelo outro um grande respeito intelectual e profunda amizade. 

Guevara dá um tom lírico, melancólico e bastante detalhado dos lugares por onde passou. Granado trazia um ar otimista, caloroso quanto à descoberta deste continente tão diverso e rico que é a América do Sul. 

Ernesto escreveu seus diários nos anos de 1951 e 1952. Reelaborou a sua escrita em 1953. Os diários foram publicados em 1993 em Cuba. No Brasil, a publicação ocorreu em 1996. Entretanto, lançamento na Argentina aconteceu apenas em 2005.

Alberto Granado teve suas aventuras publicadas em diários em 1978. O livro foi publicado na Argentina 30 anos depois do primeiro lançamento, em 2008. No Brasil, o livro foi publicado em 1987. 

Você curte diários como gênero literário? Podemos esticar esta conversa no nosso debate! Vem!

LEMAKINO - 16/9/26, 18h30, Cinemateca do MAM.

Filme: Diários de Motocicleta, 2004, diretor: Walter Salles.

#literatura
#diariosdeviagem
#lemakino
#extensaoufrj
#cineclube by @hellowa.sayensi
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a month ago
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Olá Lemakiners! 

Na próxima quarta-feira, 16/9/26, às 18h30, esperamos vocês na Cinemateca do MAM. 

No ano de 1952, o estudante de medicina Ernesto Che Guevara e seu amigo, o bioquímico Alberto Granado, saem em uma viagem inicialmente de moto pela América Latina. 

Com o intuito de ser um turismo de aventura, Guevara se depara com os desafios da população no continente.

O filme, de 2004, é dirigido por Walter Salles, ganhador do primeiro Oscar brasileiro. Uma coprodução argentina, estadunidense, alemã, britânica, chilena, peruana e francesa. 

A curadoria de setembro é do Professor Wilson Vieira, coordenador do Lemakino e docente do Instituto de Economia (IE) e da pós-graduação em História da Ciência, das Técnicas e da Epistemologia (HCTE) da UFRJ. Como debatedores teremos os professores e pesquisadores Heitor Silva da UFRJ e Fiocruz e Henrique Silva do Instituto de Relações Internacionais e Defesa (IRID) da UFRJ. 

Estamos em conversas com a Fundação Cacique Cobra Coral para dar uma aliviada na chuva no dia. Vem com a gente?

#cineclube

#lemakino

#cheguevara

#visoesdobrasil

#extensaoufrj taken in Cinemateca do MAM by @hellowa.sayensi
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a month ago
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Finalmente consegui assistir Dias Perfeitos na Netflix. Lamentei não tê-lo visto no cinema, mas são decisões que ultrapassam a minha existência como ser humano habitando uma parte da cidade, onde arbitraram que não podemos assistir o filme que quisermos. 
A película nos convida a ter uma perspectiva em tela grande, pois Tóquio é uma respeitável coadjuvante nesta história. 
Identifiquei-me profundamente com a trajetória do protagonista, porém reconheço que sendo uma mulher negra, brasileira,natural do Rio de Janeiro, não gozo da mesma liberdade deste zelador de banheiros. 
É muito triste compreender que a vida deste protagonista e a fruição do seu cotidiano estão intrinsecamente ligadas à garantia de direitos básicos tais como: trabalho, descanso, alimentação, educação, meio ambiente, mobilidade urbana. 
Perceber o seu cotidiano como uma dádiva da existência não é uma mera mudança de "mindset", mas o acúmulo de decisões políticas que te permitam chegar neste ponto. 
Absolutamente um filme que me impactou artisticamente, porém me lembrou do quão miserável é uma existência, dentro do capitalismo, que não me permite viver o meu dia a dia com leveza e simplicidade. 
Assistam e tirem as suas próprias conclusões.

#diasperfeitos❤️ 
#direitoacidade
#netflix 
#cinemaemcasa taken in Realengo, Rio De Janeiro, Brazil by @hellowa.sayensi
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a month ago
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Hoje é Dia Nacional da Historiadora. 
Como historiadora da ciência brasileira me sinto contemplada a me celebrar e a todas aquelas e aqueles que decidem trazer narrativas incríveis e indigestas dos seres humanos.
Sou uma historiadora da ciência negra, periférica e brasileira. Carrego todas estas identidades na ciência que faço. A História também me aponta que há uma especificidade em entender o gênero, a classe, a raça e o lugar na periferia do capitalismo para compreender os acontecimentos.
Minha paixão dentro da História é a prosopografia. Nesta área, estudamos trajetórias. Hoje não consigo deixar de ver os acontecimentos através da micro história. Nosso mestre Carlo Ginzburg nos deixou há alguns meses atrás com este legado. Como as grandes decisões políticas afetam a capacidade de alguém em poder ser.
Confesso que não estou no meu melhor momento. Depois do suicídio do professor mais jovem de Cambridge, Jason Arday, por falsas acusações de plágio por um professor sionista. Mesmo da professora negra, Érica Bispo, que tirou em primeiro lugar na USP e não tomou posse. A UFPE que se declarou neutra na exoneração dos professores Rafaela Niels, médica, e Alisson Ruan, engenheiro químico, porque a Justiça entendeu que houve um erro na porcentagem das cotas raciais. Se as pessoas organizaram as suas vidas para assumir estes cargos... Isso não vem ao caso! 
Por outro lado não posso deixar de celebrar tantas pessoas que contribuem para a ciência equânime como os professores Sônia Guimarães, física, e Marcelo Paixão, economista, que lutaram em suas instituições -  ITA e UFRJ - para a implementação das cotas raciais. O polímata senegalês Cheikh Anta Diop que provou existir ciência antes da Grécia. A física Marie Curie, que foi parar em página de fofoca porque um homem casado foi atrás dela, apagando todo o seu trabalho disruptivo na ciência e na tecnologia.
Feliz Dia para todas nós que trazemos histórias que o jornalismo não quer contar! Detalhe: sou jornalista de formação. 
Viva às contradições!!!

#diadahistoriadora
#historiadaciencia by @hellowa.sayensi
14
2 months ago
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Peri.pheria
HC

Eles veem as bordas,
mas estou dentro.
Eles me acham cafona, capenga, porém 
não recebi a grana da tinta.
Gritaram-me feia. Pelo meu crespo e a tez
 escura.
Conceituaram-me marginal, flagelada...
Peguei-me, ontem, apaixonada! 
Por aquele casal celebrando a vida na padaria. 
Ela,sorridente, com seu afro prateado. 
Empunhando cervejas cujas espumas luziam
o espírito de suas almas.
A coreografia dos seus toques revelava a 
pujança de décadas de intimidade. 
Culpam-me pelos fios expostos e a sujeira dos
córregos. 
Removeram para cá tantos corpos... 
Falta remédio, médico, ônibus. Me deixaram sem meu tapete verde, minhas árvores e as crianças brincando. 
A cada dois anos pessoas brancas, com o cabelo escovado e terno bem cortado acenam com promessas. 
Por alguns dias... 
A tristeza não faz aqui morada. 
Não é mais a senzala.
Senhora Revolta, Madame Insurreição, quando?
Quando você volta?

#poema taken in Rio de Janeiro, Rio de Janeiro by @hellowa.sayensi
2
2 months ago
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Olá pessoal! Como foram as férias? 
Seguindo a temática Visões do Brasil, o LEMAKINO, no dia 19/8/26, quarta-feira, às 18h30, trará 2 curtas na primeira sessão do segundo semestre de 2026! 
O  filme de 1964, do diretor Leon Hirzsman, Maioria Absoluta, que só pôde ser exibido,em 1980, sobre os direitos de uma grande população analfabeta no Brasil. Os Arcos Dourados de Olinda, de 2025, do cineasta Douglas Henrique, trazendo a falência do McDonald's no mesmo ano que uma cidade brasileira elegeu a primeira prefeita comunista desde a extinção do partido no país em tempos de ditadura. 
 Teremos um debate com a curadora do mês, a Professora Maria Malta que também integra a coordenação do LEMAKINO e o roteirista do Arcos Dourados de Olinda, Segal. Nos vemos lá?

#lemakino 
#maioriaabsoluta 
#osarcosdouradosdeolinda 
#curtametragem 
#visõesdobrasil taken in Cinemateca do MAM by @hellowa.sayensi
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2 months ago
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