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Campus Ribeirão Preto/Guarujá - SP
ONG parceira - @missaounivida
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Acredito que, quando vamos para um voluntariado, carregamos o desejo de levar acolhimento e fazer com que pessoas, muitas vezes invisibilizadas, se sintam vistas e cuidadas. Mas, na prática, buscando transformar a vida de outras pessoas somos nós que acabamos sendo transformados.
Desde o primeiro dia, fui profundamente tocada pela forma como fomos recebidos, com dança, música e muita cultura. Ver a felicidade de todos com a nossa chegada, a alegria que demonstram mesmo diante de tantas dificuldades, a generosidade em compartilhar sua cultura, seus costumes e sua sabedoria foi uma das experiências mais marcantes que já vivi.
Tivemos a oportunidade de levar atendimento médico, roupas, alimentos e acolhimento às aldeias indígenas. Mas, muito mais do que entregar algo material, recebemos lições de humanidade, simplicidade, gratidão e amor que levarei para sempre comigo.
Durante toda a semana de missão, não foi diferente do primeiro dia. Em cada aldeia por onde passávamos, éramos recebidos com rituais de boas-vindas, abençoados pelo trabalho que estávamos realizando e agradecidos de uma forma que mal consigo descrever. Em muitos momentos, eu me perguntava se realmente merecíamos tanto carinho e tanta gratidão.
A verdade é que fomos nós os maiores presenteados. Cada gesto de acolhimento, cada sorriso, cada abraço e cada demonstração de confiança nos lembravam que o verdadeiro significado da missão vai muito além de oferecer ajuda. É sobre criar vínculos, compartilhar humanidade e permitir que o encontro transforme a vida de todos os envolvidos.
Nessa missão, as crianças também tiveram um lugar muito especial no meu coração. Era impossível não se emocionar com o carinho, a alegria e o entusiasmo com que nos recebiam todos os dias. Guardo comigo o sorriso de cada rostinho, lembro dos nomes, dos abraços e das brincadeiras. Espero, de todo o coração, ter a oportunidade de voltar ano que vem e acompanhar o crescimento de cada uma delas, reencontrando quem marcou tão profundamente a minha vida em tão pouco tempo. by @humanitas.unaerp
8
a month ago
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A viagem para Dourados terminou quando o ônibus chegou em Ribeirão. A missão, não. Ela continua acontecendo sempre que me lembro dos rostos que conheci, das histórias que ouvi e de tudo o que aqueles dias despertaram em mim.

Antes de partir, eu imaginava que encontraria pessoas precisando de cuidado. Encontrei isso, mas encontrei muito mais. Encontrei pessoas que, mesmo convivendo diariamente com dificuldades que nunca deveriam existir, preservam uma força que eu não esperava. Uma cultura viva, uma identidade que resiste ao tempo e uma capacidade admirável de seguir em frente, mesmo quando a realidade parece insistir no contrário.

Em muitos momentos, senti que o que eu podia oferecer era muito pouco diante de tantas necessidades. Mas, aos poucos, compreendi que ninguém espera que resolvamos todos os problemas. Às vezes, o cuidado começa justamente quando alguém percebe que não foi esquecido.

Foi no último dia que entendi isso de forma muito concreta. Depois de ajudar nas doações, sentei para almoçar. Pouco tempo depois, uma menina com quem eu havia brincado dias antes me reconheceu pela foto do meu crachá e veio correndo até mim. Daquele momento em diante, praticamente não saiu mais do meu lado. Segurava minha mão, queria brincar o tempo todo e até demonstrava um certo ciúme quando eu dava atenção às outras crianças.

Quando chegou a hora de ir embora, ela me abraçou, começou a chorar e fez uma pergunta simples: “A gente vai se encontrar ano que vem?” Eu não soube responder. Mas aquela pergunta continua comigo até hoje. Naquele momento, percebi que o que havia ficado na memória dela não era algo extraordinário que eu tivesse feito, e sim o tempo que compartilhamos. Às vezes, a maior forma de cuidado é fazer alguém sentir que, por um instante, foi verdadeiramente importante para outra pessoa.

(continua nos comentários…) by @humanitas.unaerp
4
a month ago
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Fui pra Dourados sem saber exatamente o que esperar, apenas com a ideia de dar o meu melhor e todo o amor que pudesse! Lá vivi momentos únicos. Aprendi muito sobre a prática da Fisioterapia, sobre como devemos nos reinventar de acordo com as necessidades de cada paciente, sobre ouvir com carinho e respeito cada relato e sobre a importância de sempre olhar nos olhos. Conheci pessoas maravilhosas, tive trocas que levarei para o resto da vida, ganhei abraços e sorrisos que jamais vou esquecer. Enfim, saudade boa é o que define essa missão! 💜 by @humanitas.unaerp
20
a month ago
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Voltei da missão, mas sinto que uma parte do meu coração ficou em Dourados. 💛
É difícil explicar o que vivi em apenas uma semana. Quanto mais tento colocar em palavras, mais percebo que algumas experiências precisam ser sentidas para serem compreendidas.
A gente chega querendo servir, ajudar e fazer a diferença. Mas, no fim, somos nós que saímos transformados.
Em poucos dias, conheci histórias, olhares e pessoas que vou levar para sempre. Desconhecidos se tornaram família, unidos pelo mesmo propósito: amar e servir.
Voltei com o coração mais leve, mais grato e cheio daquela saudade que faz sentido… porque só se tem saudade do que é bom.
Eu saí de casa com medo de não ser capaz de fazer diferença na vida de alguém. Não imaginava que a principal vida transformada seria a minha.
Muito obrigada a todos que tornaram essa missão possível e fizeram dessa semana uma experiência tão especial e acolhedora. ❤️ by @humanitas.unaerp
5
a month ago
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Quando voltei de Dourados pela primeira vez, há um ano, diante do simples “como foi a viagem?” me vi buscando, em vão, por palavras para responder. Restaram as lágrimas, talvez porque algumas experiências não caibam na linguagem.

Há lugares que visitamos e lugares que nos visitam de volta. Quem passa por ali nunca volta por inteiro, uma parte permanece lá por algum tempo, enquanto outra retorna carregando consigo algo que nem sabia estar procurando.

Um ano depois, o retorno mostrou que talvez não fosse preciso encontrar a parte que ficou. Bastava estar novamente diante das pessoas, dos encontros, das histórias e de tudo aquilo que, por alguns dias, faz o mundo parecer caber dentro de uma cidade.

Viver a missão atravessa, ensina, ofusca todo o resto. E quando termina, continua acontecendo dentro da gente!

Como estudante de Psicologia, me sinto privilegiada em poder aprender a cuidar pelo olhar, pelo respeito e pela compreensão. Virtudes que, mais uma vez, a linguagem falta em nos ensinar; é um saber que só o contato com o outro transmite com maestria.

Ainda há muito a aprender, mas algumas experiências ensinam aquilo que nenhum livro consegue… antes de qualquer técnica, existe o encontro.

Obrigada, Missão Univida, Humanitas, professores e amigos de missão, por tudo o que foi vivido e, principalmente, por tudo aquilo que continua vivendo em nós! by @humanitas.unaerp
11
a month ago
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Conheci as missões da Univida no meu primeiro ano de faculdade, durante uma palestra do padre Eduardo, em 2024. Desde então, a cada relato, história e fotografia que via, eu sempre pensava: “Um dia eu vou estar lá. Eu quero muito viver isso.” Hoje, dois anos depois, posso dizer que estive. E vivi tudo aquilo que um dia apenas imaginei.

Mas a realidade é que, nos dias que antecederam a missão, uma ansiedade muito grande tomou conta de mim. Pensamentos como “E se for pesado demais para mim?”, “E se eu não gostar?” e “E se eu não for boa o suficiente?”. A missão realmente é cansativa. A saudade aperta, a exaustão pesa, em alguns momentos nos sentimos perdidos e nos entristecemos diante de realidades tão diferentes das nossas.

Mas bastava chegar às escolas, às aldeias ou aos demais locais de atuação para que tudo isso dê lugar a um sentimento muito maior. É como se recebêssemos uma nova descarga de energia para viver mais um dia de missão. A recepção, os abraços e os sorrisos cheios de expectativa nos lembram do verdadeiro motivo de estarmos ali. Não esperam que sejamos os melhores dos profissionais; esperam apenas que sejamos a melhor versão de nós mesmos. Que saibamos escutar com atenção, cuidar com carinho, acolher com respeito e estar verdadeiramente presentes. E talvez essa seja a maior lição da missão: entender que nem sempre conseguiremos resolver todos os problemas daquela população, mas sempre podemos oferecer presença, amor e dignidade. Ainda assim, voltamos para casa com um sentimento: “Eu gostaria de poder fazer muito mais.”

Quando escolhi cursar Medicina, tinha em mente que queria fazer a diferença e marcar a vida das pessoas. Depois dessa missão, entendi que isso vai muito além de falar sobre saúde ou oferecer atendimento. Às vezes, a maior diferença está em ouvir, brincar, abraçar, compartilhar um sorriso ou simplesmente fazer alguém se sentir visto.

+ continua nos comentários by @humanitas.unaerp
6
2 months ago
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Sempre acreditei que a nossa luz não nasce pronta. Ela é alimentada todos os dias, quando escolhemos servir. Como diz uma reflexão que sempre me acompanha: ‘Aplica o pavio da boa vontade ao óleo do serviço e da humildade e acende o teu archote para a jornada.’ Essa sempre foi uma verdade que procurei viver, muito antes da missão, através dos pequenos serviços que Deus colocou em meu caminho.

Participar da 15ª Missão UNIVIDA teve um significado muito especial para mim… Ali encontrei a oportunidade de viver, com ainda mais intensidade, aquilo em que sempre acreditei: há mais felicidade em dar do que em receber . Organizei doações, auxiliei na alimentação, participei da limpeza e organização dos espaços, atuei na enfermagem realizando triagens e na equipe médica na parte da anamnese. Nenhuma função era maior ou menor; todas tinham o mesmo propósito: amar através do serviço.

A missão também me lembrou de algo essencial: nós não vamos ao encontro das pessoas porque somos maiores do que elas. Vamos porque somos irmãos. Cada pessoa que encontrei carregava uma história, uma cultura e uma riqueza que também tinham muito a me ensinar. Durante os atendimentos, fiquei profundamente tocada pela resiliência daquele povo. Vi pessoas enfrentando a dor com uma serenidade que me impressionou.

Ao final de cada dia, mesmo com o cansaço do corpo, meu coração permanecia em paz. A gratidão era maior do que qualquer desgaste. Voltei da missão ainda mais convencida de que é pelo serviço humilde que mantemos acesa a nossa própria luz. E, quando essa luz nasce do amor, ela ilumina não apenas aqueles que encontramos pelo caminho, mas transforma, antes de tudo, quem escolhe servir. by @humanitas.unaerp
27
2 months ago
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“Desde que vi as primeiras divulgações da missão, eu sabia que em algum momento estaria lá. Sentia que seria uma experiência importante não só para a minha profissão, mas para ser uma pessoa melhor. E eu estava certa.
Em cada criança e em cada vulnerabilidade, senti um pouco em mim. No país em que vivemos, existe um abismo social, e aprender a ter ciência dessas realidades e compreender as pessoas que vivem nelas é essencial para o tratamento das enfermidades, no sentido de enxergar o paciente para a além da doença. E quando se vê, chamar uma pessoa pelo nome já é alguma coisa.
Durante os sete dias, que foram muito esclarecedores, me conectei muito com o meu lado humano e o desejo de poder fazer a diferença por meio da medicina. Além disso, me encontrei com uma bebê com o nome da minha avó paterna, que faleceu por falta de acesso aos serviços em saúde e tinha ascendência indígena, o que me emocionou muito. Foi muito especial entrar em contato com a cultura local que ainda é muito pouco registrada e diz tanto sobre a identidade brasileira.
Hoje, valorizo ainda mais o poder de cuidado e de inspiração que essa ciência nos proporciona. E não só a medicina, mas cada pessoa que contribuiu para a recreação, alimentação dos voluntários, odontologistas, psicólogos, em especial o Padre Eduardo que deu um propósito tão bonito ao projeto.
Voltei com a certeza de que cuidar é se permitir ser marcado pelas histórias que encontramos no caminho, a mudança é sem dúvidas maior para quem está voluntariando.“ by @humanitas.unaerp
12
2 months ago
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“Fui para a missão UNIVIDA com muitas expectativas. E, ainda assim, tudo o que vivi foi muito maior do que eu poderia imaginar.

Algumas semanas já se passaram, mas ainda me pego lembrando dos sorrisos, dos abraços inesperados, dos olhares e dos tantos “te amo, tia” que ouvi. É como se uma parte daquele lugar tivesse vindo comigo.

Lá, eles nos enxergavam como pessoas que poderiam transformar suas vidas. Mas, no fim, fomos nós que saímos transformados.

Sempre fui muito apegada a crianças e lá elas me ensinaram todos os dias. Me ensinaram sobre humildade, gratidão e, principalmente, sobre enxergar a felicidade nas coisas simples da vida. Um dia, durante uma chuva forte, vi uma menininha brincando na chuva e preocupada disse: “Amanhã ela vai ficar doente”. Uma voluntária me respondeu: “Não vai. Isso é felicidade. Felicidade nas coisas simples.”

Aquela frase ficou em mim. Enquanto eu pensava no que poderia dar errado, aquela menina simplesmente estava vivendo. Brincando. Sorrindo. Sendo feliz.

Foram tantos momentos assim que, mesmo parecendo pequenos, se tornaram enormes dentro de mim. Porque existem encontros que duram poucos dias, mas deixam marcas para a vida inteira.

Essa missão me transformou como pessoa e como futura médica. Aprendi que cuidar vai muito além de medicamentos, tratamentos e diagnósticos. É ouvir, acolher, olhar nos olhos, estar presente e enxergar o ser humano antes da doença.

Fui pensando que levaria cuidado. Voltei entendendo que também precisava aprender a receber.

A missão terminou, mas uma parte de mim ficou em Dourados. Ficam as histórias, os rostos, os abraços, a gratidão e uma saudade difícil de explicar.

E, principalmente, fica a certeza de que algumas missões terminam, mas aquilo que elas despertam em nós permanece para sempre.”

Eu fui para transformar vidas. Voltei transformada.

E com uma vontade enorme de voltar. 🤍 by @humanitas.unaerp
10
2 months ago
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“Uma semana como voluntária na reserva indígena de Dourados foi o suficiente para causar um impacto em mim nunca antes sentido. Foi só estando inserida nessas comunidades que pudemos sentir 1% do que é viver em situação de profundo sofrimento e vulnerabilidade, mesmo em meio a uma riqueza histórica e cultural que tantas vezes passa despercebida pela sociedade.
Mas a missão não nos apresentou apenas às dificuldades. Ela também nos aproximou de um povo com uma história, uma identidade e uma cultura que merecem respeito. Nas risadas sinceras e nos sorrisos enormes das crianças, nas danças tradicionais com que nos receberam e na forma como ainda preservam suas raízes, percebemos o quanto temos a aprender com as famílias indígenas.
Deus nos fez com sentidos, e eles realmente nos movem. Ver, ouvir, sentir, tocar e conversar com essas pessoas é, sim, necessário para entendermos nosso propósito como seres humanos. Só quando deixamos a distância de lado é que percebemos que, antes de pacientes, são pessoas com famílias, tradições, sonhos e uma dignidade que jamais pode ser esquecida.
Além de deixar de lado qualquer capricho ou conforto para dormir em um espaço compartilhado com outros 350 voluntários, também foi preciso passar por cima de qualquer cansaço, porque era nítido o quanto aquelas comunidades precisavam de cuidado e atenção. Parar de servir nem passava pela nossa cabeça.
E, apesar de sabermos que todos temos o dever de cuidar dos mais necessitados, parece que ele só ganha a dimensão que merece quando abrimos completamente o coração para a realidade que eles vivem. É justamente isso que essa missão proporciona: ela nos faz enxergar pessoas que tantas vezes permanecem invisíveis para a sociedade, mas que merecem dignidade assim como qualquer outra pessoa.
Que graça de Deus foi conhecer de perto os indígenas atendidos pela UNIVIDA. A missão nos relembrou do motivo pelo qual fomos criados e, claro, do porquê escolhemos a Medicina.“ by @humanitas.unaerp
6
2 months ago
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“Participar da missão UNIVIDA em Dourados foi uma das experiências mais marcantes da minha vida. Essa viagem me ensinou a enxergar o valor das coisas simples e mostrou que um abraço, um sorriso e um gesto de carinho podem transformar o dia de alguém. Volto para casa com muito aprendizado, gratidão e a certeza de que todos deveriam viver uma experiência como essa pelo menos uma vez na vida. Obrigada à Humanitas por proporcionar esse momento tão especial.“ taken in Reserva Indigena De Dourados by @humanitas.unaerp
9
2 months ago
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“Os dias que passamos em Dourados nos fazem renunciar a muitos confortos da nossa rotina e, principalmente, ao nosso próprio cansaço. A energia é renovada pelo amor que sentimos e recebemos de cada pessoa. Todo atendimento realizado e cada vida que tocamos nos fazem entrar em um estado de reflexão sobre os nossos privilégios e perceber que, muitas vezes, os nossos problemas não são nada comparados ao que nos é mostrado nas aldeias.

Também me fez refletir que muitos povos indígenas ainda não têm seus direitos plenamente reconhecidos. Como estudante de Direito, essa experiência reforçou em mim o desejo de aprender cada vez mais para contribuir na defesa dos direitos de todos, especialmente daqueles que, há tantos anos, enfrentam o preconceito, o esquecimento e tantas dificuldades. 

Com certeza, em 2027 retornarei para contribuir ainda mais com essa missão tão linda. Os voluntários vão até lá com o pensamento de mudar e ajudar aquela realidade, mas, na verdade, também são transformados para a vida toda. 

Antes de finalizar, gostaria de agradecer ao Humanitas pela oportunidade de fazer parte dessa história tão linda.” taken in Reserva Indigena De Dourados by @humanitas.unaerp
15
2 months ago
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