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Em defesa do direito à cidade, do direito à moradia e dos valores democráticos no Brasil.
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Um país soberano se constrói com um povo que pode decidir sobre sua vida, seu tempo e seu território.

 Honrar a Constituição é garantir que as riquezas do Brasil sejam preservadas e garantam dignidade para a população. É proteger a autonomia dos municípios, construir o desenvolvimento nas regiões e não abandonar um projeto para o país.

 O direito à cidade assegura teto para morar, tempo para viver, liberdade para circular e autonomia para ser. by @ibdu_oficial
10
6 hours ago
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O destino de um imóvel afeta muito mais gente do que seu proprietário. Quando terrenos e edifícios permanecem ociosos em áreas com infraestrutura, a cidade deixa de aproveitar espaços que poderiam contribuir para atender às necessidades da população.

É por isso que a função social da propriedade importa. Ela vincula o direito de propriedade a responsabilidades coletivas e fundamenta instrumentos para enfrentar a especulação e orientar o desenvolvimento urbano.

A PEC 80/2019, apresentada por Flávio Bolsonaro, propõe mudanças que enfraquecem essas responsabilidades e dificultam a atuação do poder público. Em nota técnica conjunta com a OAB e o Instituto de Arquitetos do Brasil, apontamos os riscos da proposta para a política urbana.

Esse debate também precisa entrar na avaliação de quem pede nosso voto. Quais interesses suas propostas favorecem? Elas ajudam a enfrentar as desigualdades ou criam obstáculos para combatê-las?

A cidade que queremos depende de escolhas informadas e de compromisso com o direito à moradia.

Leia a nota técnica completa no nosso site, pelo link na bio. by @ibdu_oficial
11
a day ago
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Quantos professores negros, indígenas e trans você conhece? Quem pode chegar à universidade e ocupar uma sala de aula como docente?

Neste Dia dos Professores, apresentamos Maria: uma personagem fictícia inspirada em histórias de professoras negras brasileiras. Sua trajetória mostra como a educação pública e as políticas sociais podem abrir caminhos para outras gerações.

Quando uma estudante reconhece na professora um futuro possível para si, vemos a importância de uma educação que acolha a diversidade e enfrente as desigualdades.

Valorizar a educação também é defender as cotas, o Pé-de-Meia e a universidade pública, para que mais pessoas possam estudar, realizar seus sonhos e abrir caminhos para outras gerações.

Que futuro cabe nas nossas escolhas? Um Brasil em que a educação amplie oportunidades e ninguém fique para trás.

Compartilhe essa história e fortaleça a defesa da educação pública! ✊🏿📚 by @ibdu_oficial
8
2 days ago
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Hoje, a expectativa é que o Senado aprove o fim da escala 6x1, sem redução salarial. Uma conquista construída pela mobilização de quem sabe quanto custa ter apenas um dia da semana para descansar e cuidar de tudo o que ficou pendente.

Se confirmada, essa aprovação abre caminho para que milhões de trabalhadores tenham mais tempo para conviver, estudar, ocupar os espaços públicos e participar da vida dos seus bairros. Para o IBDU, essa luta está diretamente ligada ao direito à cidade: quem faz a cidade funcionar precisa ter tempo para vivê-la.

Mas conquistar um direito exige também compromisso com sua permanência. Precisamos acompanhar sua implementação e cobrar que o descanso e o salário sejam preservados nos próximos anos.

É também por isso que estas eleições importam. Precisamos pensar em quem manterá o compromisso com os trabalhadores. 

Estamos juntos pelo fim da escala 6x1, sem redução salarial. Pelo direito de trabalhar e ter tempo para viver. by @ibdu_oficial
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3 days ago
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O seu direito de deitar e curtir a praia está ameaçado. E entender essa disputa passa por conhecer os projetos políticos que estão em jogo e quem defende cada um deles.

De um lado, um candidato se posicionou contra a PEC das Praias. De outro, o relator da proposta no Senado, recomendou sua aprovação. Essas posições revelam escolhas sobre a gestão do patrimônio público e o futuro do litoral brasileiro.

Embora o relatório de Flávio reafirme o livre acesso às praias, o IBDU alerta que a transferência dos terrenos do entorno para particulares pode dificultar esse acesso, ampliar a pressão imobiliária e ameaçar comunidades costeiras e ecossistemas.

Por isso, precisamos olhar além dos discursos de campanha: quais interesses cada proposta atende? Quem pode ser beneficiado e quem pode perder direitos? Como essas decisões afetam a nossa vida?

Votar com responsabilidade exige contexto, informação e reflexão. Não deixe que o ódio escolha por você.

Acesse nosso site pelo link na bio e leia a nota completa do IBDU contra a PEC 3/2022.

#Eleições2026 #direitourbanistico #direitoacidade by @ibdu_oficial
8
3 days ago
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Por que devemos proteger as nossas crianças? E o que isso tem a ver com as nossas cidades?

O futuro das nossas cidades e do nosso país também se constrói no presente das nossas crianças.

Garantir acesso à educação, à vacinação, ao saneamento básico, ao direito de brincar e, sobretudo, ao direito de ser criança é transformar vidas e construir outros futuros possíveis.

Agora, imagine se toda criança pudesse viver sua infância sem violência, sem fome, com um teto para morar, saneamento básico de qualidade e a perspectiva de uma vida longa e digna. Que país poderíamos construir se todas as nossas crianças tivessem o direito de crescer e sonhar?

Negar esses direitos é comprometer o nosso futuro.

O seu voto também tem consequências na vida dos nossos pequenos. Por isso, defender a democracia é defender o direito de toda criança a uma vida digna, a uma cidade que acolhe e a um futuro com mais possibilidades.

#democracia #votoconsciente by @ibdu_oficial
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5 days ago
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Nesta Segunda Científica, indicamos o artigo “Plano Diretor de Teresina – PDOT 2022 já mudou de novo: e como ficou o direito à cidade?”, escrito por Anna Karina Borges de Alencar e Jordan Dellon Barbosa de Sousa e publicado na Revista Brasileira de Direito Urbanístico (RBDU).

O artigo analisa as sucessivas transformações do planejamento urbano de Teresina. Em 2006, o município adequou seu plano às diretrizes do Estatuto da Cidade. Treze anos depois, aprovou o Plano Diretor de Ordenamento Territorial de 2019, considerado um marco para o desenvolvimento socioambiental local por incorporar novos instrumentos de política urbana e participação social.

Em 2022, porém, o plano passou por uma nova revisão, realizada de forma repentina e sem indícios de um processo participativo. A pesquisa questiona as motivações dessas alterações e investiga seus impactos sobre o direito à cidade.
Com base no método dialético, as autoras e o autor realizam um estudo comparativo entre os planos diretores de 2019 e 2022, adotando o potencial de efetivação do direito à cidade como categoria de análise.

O estudo conclui que a revisão aprovada em 2022 representa um retrocesso. As flexibilizações introduzidas comprometem os avanços alcançados pelo plano anterior e enfraquecem a garantia do direito à cidade em Teresina.

Leia o artigo completo: https://biblioteca.ibdu.org.br/direitourbanistico/article/view/971 by @ibdu_oficial
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5 days ago
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O futuro cabe nas nossas escolhas. O que está em disputa nas urnas está presente no nosso cotidiano: quanto custa morar e quanto tempo sobra para viver depois do trabalho e da condução.

Defender o direito à cidade é enfrentar as desigualdade e garantir que quem vive nos territórios tenha poder para decidir seu futuro.

Nosso voto é por um projeto popular de país! Um projeto em que o investimento público chegue às periferias e os direitos do povo sejam prioridade.

Dia 25, vote consciente. Vote por um projeto popular de país.

E seguimos nas ruas, defendendo nossas conquistas e fortalecendo a luta pelo direito à cidade.

E você, consciente demais para quê? ✊
Escreva sua frase nos comentários: “Consciente demais para…” by @ibdu_oficial
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7 days ago
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Neste Dia do Nordestino, celebramos quem faz do Nordeste um território de criação e transformação. Quem transmite saberes, constrói comunidade e se organiza para que morar, trabalhar e viver com dignidade sejam direitos efetivos.

A cultura que nos orgulha está ligada aos lugares onde a vida acontece. Proteger essa cultura exige enfrentar a expulsão das comunidades, defender os territórios tradicionais e garantir que as populações participem das decisões sobre o futuro de suas cidades.

Para o IBDU, essas lutas orientam um compromisso diário com a justiça urbanística. As experiências produzidas no Nordeste têm muito a ensinar ao Brasil sobre organização popular, defesa dos bens comuns e construção de cidades democráticas.

Para conhecer parte dessas trajetórias, leia Nós da Rede: experiências no monitoramento e incidência nos conflitos fundiários urbanos no Nordeste, disponível no link da bio.

Celebrar nossas raízes é fortalecer o direito de permanecer e construir o futuro em nossos territórios. by @ibdu_oficial
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9 days ago
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Defender a cidade é enfrentar o autoritarismo. É defender a democracia onde ela precisa se realizar: na vida cotidiana, no acesso à terra e à moradia, na liberdade de existir e na possibilidade de participar das decisões sobre o lugar onde se vive.

A democracia perde força quando pessoas são silenciadas, quando territórios são tratados como obstáculos ao lucro e quando direitos passam a depender da renda, da raça, do gênero ou da sexualidade. Por isso, lutar por cidades justas exige enfrentar os projetos que naturalizam a exclusão e transformam diferenças em alvos de violência.

As populações negras, as mulheres e as pessoas LGBTQIAPN+ sempre resistiram. Mesmo diante da repressão e das tentativas de apagar suas histórias, organizaram movimentos, construíram redes de cuidado e abriram caminhos para ampliar a democracia. Muitas das conquistas que hoje defendemos nasceram dessa coragem coletiva. O IBDU reconhece essas trajetórias e reafirma seu compromisso com essas lutas.

Neste 5 de outubro, o Dia Mundial do Habitat e o aniversário da Constituição de 1988 nos convocam a continuar. Moradia adequada para todas as pessoas exige uma democracia capaz de ouvir quem historicamente teve sua voz negada, distribuir recursos e enfrentar privilégios. Defender a Constituição é também lutar para que seus compromissos sejam cumpridos nas periferias, nas ruas e nos territórios.

Diante do avanço da extrema direita e das ameaças autoritárias, resistiremos mais uma vez. Seguiremos na produção de conhecimento, na articulação com os movimentos sociais e na defesa de políticas públicas que coloquem a dignidade humana no centro das decisões.

Há cansaço, há medo e há indignação. Há também uma história de organização popular que nos ensina a continuar, a cuidar de quem luta ao nosso lado e a construir força em conjunto.

Não desistiremos da democracia. Não desistiremos das cidades. Nossa esperança se sustenta na ação coletiva — e nossa luta continua. by @ibdu_oficial
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12 days ago
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Nesta Segunda Científica, indicamos o artigo “A arquitetura hostil no prisma constitucional: análise técnica dos princípios constitucionais relacionados à Lei Padre Júlio Lancellotti”, escrito por Nathan Belcavello de Oliveira e Gilvan Charles Cerqueira de Araújo e publicado na Revista Brasileira de Direito Urbanístico (RBDU).

O artigo trata da arquitetura hostil, caracterizada pelo uso de técnicas e elementos construtivos que restringem a permanência e a convivência de determinados grupos nas áreas de uso público. Essas intervenções materializam, no espaço urbano, processos de exclusão e controle social que atingem especialmente as pessoas em situação de rua.

A pesquisa analisa a Lei Padre Júlio Lancellotti — Lei nº 14.489/2022, criada para combater o emprego de técnicas construtivas hostis. A norma incluiu o tema entre as diretrizes gerais da política urbana previstas no Estatuto da Cidade.

O estudo também recupera a trajetória política da legislação, que foi integralmente vetada pela Presidência da República e posteriormente promulgada após a derrubada do veto pelo Congresso Nacional.

A partir de uma análise constitucional, os autores demonstram como o enfrentamento à arquitetura hostil dialoga com princípios constitucionais, com o Direito Urbanístico e com o direito ao uso democrático dos espaços públicos. O tema também se relaciona com áreas como Geografia, Sociologia e Urbanismo, evidenciando o caráter interdisciplinar das disputas sobre quem pode ocupar e permanecer nas cidades.

Leia o artigo completo:
https://doi.org/10.55663/rbdu.v12i22.921 by @ibdu_oficial
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12 days ago
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A Meta suspendeu a publicação do IBDU sobre as eleições de 2026. Para organizações da sociedade civil, confundir posicionamento político com propaganda eleitoral pode significar uma restrição indevida do espaço democrático e republicano de participação no debate público.

Defender cidades justas e populares não é um compromisso que aparece apenas em períodos eleitorais. É parte do propósito cotidiano do IBDU e orienta nossa atuação na produção de conhecimento, no diálogo com a ciência, com os movimentos sociais e populares e com diferentes sujeitos comprometidos com o direito à cidade.

Participar da vida pública, formular críticas, defender direitos e disputar projetos para as cidades faz parte dessa atuação. É nesse espaço democrático de manifestação que o IBDU continuará presente. by @ibdu_oficial
7
15 days ago
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