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A vida acontece no hoje. Avuí, queridos!
Psicologia | Psicanálise | Psicopedagogia
Porto Alegre/RS
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No Institut Avuí, acreditamos que o processo de cura não precisa ser rígido. Pelo contrário: ele ganha força quando unimos a tradição do cuidado humano à experiência com base em evidências científicas da psicologia e das neurociências. Essa é a alma do nosso livro, "Avuí no Divã".

Organizado pela nossa diretora, Dra. Luciana Ferreira, esta obra não é apenas uma coletânea de casos clínicos. É o registro vivo de mais 30 anos de atuação e de vidas que encontraram novos caminhos por meio do acolhimento.

Em catalão, Avuí significa HOJE. E é exatamente sobre isso que falamos aqui: a oportunidade de se modificar, ajustar e crescer no tempo presente.

O Institut Avuí é um espaço para quem busca se entender e evoluir. Seja pela leitura ou pela terapia, o seu momento de mudança é agora.

Você já conhecia nossa história? Nos conta nos comentários. 💬 by @institutavui
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7 months ago
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A ligação que você precisava atender hoje! 📞 

Conheça o time de profissionais do Institut Avuí. Uma equipe multidisciplinar unindo psicanálise, psicologia, psicopedagogia e neurociências para cuidar de você no tempo presente. 

Com qual dos nossos especialistas você vai agendar sua sessão hoje? Acesse o link na bio! by @institutavui
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7 months ago
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Você conhece o significado de Avuí? No idioma catalão, essa palavra significa HOJE.

O Institut Avuí nasceu para mostrar que temos uma alternativa para nos modificar, ajustar, crescer e nos tornarmos melhores. E esse movimento só pode ser feito no tempo presente.

Somos um espaço de atendimento em psicologia, psicopedagogia, psicanálise e neurociências, com foco total nas terapias integrativas. Unimos ciência e sensibilidade para oferecer experiências de cura por meio do acolhimento, visando ao autoconhecimento e à saúde mental.

O tempo de buscar sua melhor versão é agora. Vamos começar esse caminho? by @institutavui
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7 months ago
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Toda geração tem seu “vilão da vez”. Foram os quadrinhos, o rock, a televisão, os videogames, e hoje, as telas e as redes. O roteiro é sempre o mesmo: uma mídia nova, um medo antigo, e a pressa de encontrar um único culpado.

Não é que essas preocupações sejam sempre infundadas. É que a pressa por um vilão simples costuma nos cegar para o que é complexo e mais verdadeiro. O sofrimento de uma geração raramente cabe numa causa só.

Deslize para lado e conheça a história de quem quase enterrou os quadrinhos em nome da saúde mental, e o que a psicologia aprendeu com esse erro. ⏩ by @institutavui
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2 months ago
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Você com certeza já ouviu o termo "borderline". Entretanto, você sabe o que ele realmente significa na prática? 🤔

Muitas vezes, o Transtorno de Personalidade Borderline é mal interpretado. Na verdade, ele é um transtorno dos afetos: quem vive com ele, sente tudo com uma intensidade avassaladora, seja o amor, a alegria ou a dor. Essa intensidade, somada à impulsividade, gera um ciclo de sofrimento tanto para quem tem o diagnóstico quanto para quem está ao redor.

A boa notícia? Embora não tenha cura, o borderline tem tratamento. Com a combinação correta entre acompanhamento psiquiátrico e psicoterapia, é totalmente possível estabilizar as emoções e ter uma excelente qualidade de vida.

O diagnóstico não é o fim, é o começo do cuidado.

Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe aqui nos comentários. by @institutavui
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2 months ago
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Na maioria dos jogos pós-apocalípticos, a lógica é sobreviver custe o que custar, muitas vezes passando por cima dos outros. Death Stranding, do diretor Hideo Kojima, propõe o contrário. E isso conversa diretamente com o que a psicologia vem estudando sobre bem-estar.

No jogo, você atravessa paisagens hostis para levar mantimentos e remédios a quem precisa. A mecânica multijogador não é sobre eliminar os outros, como em tantos títulos, é sobre ajudá-los. Você encontra uma ponte que outro jogador construiu e, em troca, deixa uma escada para um estranho que virá depois. Ninguém chega ao objetivo sozinho.

Aqui entra um conceito central da psicologia: o comportamento pró-social. Diversos estudos apontam que ajudar os outros está associado a mais bem-estar, menos sintomas depressivos e maior sensação de propósito. E há a outra ponta: a solidão, que a ciência hoje trata como fator de risco real para a saúde física e mental, com impacto comparável ao de hábitos nocivos conhecidos.

Kojima criou o jogo pensando justamente nisso. “Muitas pessoas que jogam sentem que não pertencem a esta sociedade”, diz ele, apontando as redes sociais como um dos motores dessa desconexão. 

Conectar-se por um game certamente não substitui os vínculos reais da vida, mas a empatia funciona um pouco como um músculo: quanto mais exercitada, mais forte fica. E praticá-la, mesmo num espaço simbólico, pode transferir-se para fora da tela. by @institutavui
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2 months ago
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Uma nova pesquisa da Gallup, em parceria com a Fundação da Família Walton e o projeto Making Caring Common, de Harvard, revela um retrato interessante da geração Z: quase 80% dos jovens nos Estados Unidos se disseram interessados em trabalhos voltados a ajudar outras pessoas.

E há uma conexão direta com o bem-estar. Entre os que sentem causar impacto positivo na vida dos outros, 89% concordaram que sentem que suas vidas têm significado. Como resume Richard Weissbourd, de Harvard: ajudar os outros faz bem à saúde mental, e muitos jovens dessa geração sentem falta de propósito, o que caminha na direção oposta.

Mas o estudo não romantiza. A geração Z também aponta o que atrapalha: mais da metade cita o uso improdutivo da tecnologia como barreira para uma vida com propósito, quase metade reconhece enfrentar problemas de saúde mental, e 34% sentem que a falta de relacionamentos pessoais contribui para essa sensação de vazio.

Há ainda uma tensão concreta. Muitos jovens temem que trabalhos de cuidado paguem pouco e desgastem emocionalmente, e metade prioriza um emprego que pague o suficiente sem ser estressante demais. Some-se a isso a própria pressão por sucesso, que estressa mais da metade dos jovens adultos, sobretudo entre 19 e 21 anos.

O ponto que fica é sutil e importante: não se trata só de quanto se conquista, mas do porquê. Quando existe propósito por trás, a saúde mental tende a ser melhor. E cabe a todos, empresas, escolas, gerações mais velhas, ajudar a transformar essas barreiras em oportunidades. by @institutavui
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2 months ago
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Muitas vezes associamos o transtorno bipolar à vida adulta, mas a realidade é que os sintomas costumam dar os primeiros sinais bem antes disso.

Neste vídeo, o Dr. Leonardo Zanelatto, psiquiatra no Institut Avuí, esclarece as principais dúvidas sobre a bipolaridade na infância e na adolescência e explica por que esse diagnóstico ainda é um grande desafio.

Afinal, diagnóstico de bipolaridade pode demorar, em média, 9 anos para acontecer. Esse atraso prolonga o sofrimento do indivíduo, aumentando os riscos de abuso de substâncias e outras complicações de saúde mental.

Ficou com alguma dúvida ou quer compartilhar sua experiência? Deixe seu comentário aqui embaixo! 💬 by @institutavui
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2 months ago
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Existe uma condição que nenhum manual diagnóstico registra: o estigma.

Em um texto para a Psychology Today, o pesquisador Patrick Kelly relata como, durante os anos de sua doença mental grave, as pessoas ao redor não pararam de amá-lo, mas pararam de saber como falar com ele. E, depois, como falar sobre ele. 

Amizades sumiram sem aviso, telefonemas encurtaram, feriados esvaziaram. O silêncio não era maldade: era o que preenchia o espaço onde deveria haver conversa.

E é aí que mora o perigo. A doença mental grave produz duas cegueiras: uma vem de dentro, quando o próprio cérebro não reconhece o que está acontecendo, e outra vem de fora, quando o mundo não consegue enxergar a pessoa por trás do diagnóstico.

O problema é que essa segunda cegueira tem custo clínico. A solidão não é só um sintoma: ela agrava o quadro. Um ex-Surgeon General dos EUA chegou a comparar o impacto do isolamento ao de fumar quinze cigarros por dia. Quando família e amigos se afastam, o paciente não perde apenas conforto, perde um recurso de recuperação. A conexão é parte da estrutura que sustenta o tratamento.

A alternativa começa por algo simples e difícil ao mesmo tempo: nomear o que está acontecendo. E continuar nomeando quando fica difícil. A próxima conversa sobre alguém em crise, aquela que começa com a pergunta que temos medo de fazer, é onde o cuidado começa. 💙 by @institutavui
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2 months ago
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Toda vez que agosto se aproxima, voltam as homenagens, as fotos antigas, as mensagens sobre o pai que sempre esteve presente. Para muita gente, isso reflete algo verdadeiro e digno de celebrar. Para outras, é o lembrete de algo que nunca existiu, ou que existiu e se perdeu pelo caminho, ou que é complexo demais para caber numa palavra só.

Nem todo mundo tem um pai para quem ligar. E entre os que têm, nem todos querem, nem todos conseguem. Há quem tenha perdido o pai para a morte, e há quem o perca de outras maneiras: para o adoecimento, para os anos de silêncio que foram ficando definitivos, para uma presença física que nunca virou presença de verdade. 

Quando um pai morre, existe funeral, existe quem reconheça a perda, existe um roteiro para o que vem depois. Quando ele segue vivo e a relação não, nada disso aparece. A porta parece aberta, mas continua fechada. E ainda assim as pessoas perguntam por ele, o mencionam, esperam que você dê um jeito de resolver.

E, por baixo de tudo, quase sempre há amor. Dá para amar alguém e se sentir profundamente ferido por essa pessoa. Dá para sentir falta de um pai que não foi o pai que você precisava. Dá para agradecer por algumas coisas enquanto se lamenta o que faltou. Não são contradições: é assim que o amor se comporta diante de gente complexa.

Se agosto pesa para você, talvez a coisa mais gentil seja parar de exigir de si um sentimento diferente do que existe. Nem todo feriado precisa virar reconciliação, balanço ou gratidão. Às vezes é só um dia difícil, e atravessá-lo, sem somar cobrança à dor que já está lá, já é o bastante. by @institutavui
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2 months ago
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O início da adolescência pode ser mais sensível do que muitos pais imaginam quando o assunto é rede social. Um novo estudo, publicado no Medical Journal of Australia, aponta que jovens de 12 e 13 anos estão entre os mais vulneráveis aos impactos do uso intenso dessas plataformas na saúde emocional.

A pesquisa acompanhou quase 1.200 adolescentes de Melbourne, dos 9 aos 19 anos, ao longo de uma década. Os que passavam pelo menos duas horas por dia nas redes tinham maior probabilidade de apresentar sintomas depressivos e pior bem-estar emocional no ano seguinte. A associação apareceu com mais força entre 12 e 13 anos, especialmente entre as meninas.

Mas os pesquisadores fazem questão de um ponto: muitos jovens vivem experiências positivas ali, fortalecem amizades, encontram gente com interesses parecidos, se expressam. Nem todo tempo de tela é igual: conversar com amigos é diferente de consumir horas de conteúdo que estimula pressão estética ou conflito.

O que ajuda, sem precisar proibir tudo: manter diálogo aberto sobre a vida digital, combinar limites adequados para a idade e incentivar o que acontece fora das telas: esportes, amigos presenciais, tempo em família e uma boa rotina de sono. by @institutavui
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2 months ago
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Quando se fala em criança superdotada, a imagem que vem à cabeça costuma ser a do pequeno gênio, aluno nº 1 da sala. Mas a realidade é bem mais complexa e cheia de desafios, que raramente aparecem nessa versão romantizada.

Ter altas habilidades não significa ter doença nem simplesmente um "dom". É uma forma de neurodivergência: o cérebro trabalha de um jeito diferente do padrão. E, segundo especialistas, um dos pontos mais delicados é a assincronia entre o desenvolvimento cognitivo e o emocional, social e motor, que muitas vezes não acompanha esse ritmo.

Na prática, isso pode aparecer como crises de raiva, ansiedade, resistência à rotina, sensibilidade sensorial e explosões emocionais. Muitas dessas crianças não se sentem superiores; pelo contrário, costumam se achar inadequadas e correm risco de desenvolver um perfeccionismo que faz mal. Suas emoções são mais intensas, e nem sempre elas têm ferramentas para lidar com tudo isso sozinhas.

Por isso, o cuidado importa tanto. Vale reforçar: altas habilidades se confundem facilmente com TDAH e autismo e podem inclusive coexistir. Nenhum teste virtual fecha um diagnóstico; isso é trabalho de profissionais capacitados, com avaliação completa que escuta a criança, a família e a escola.

Reconhecer cedo e acolher com apoio adequado transforma a trajetória de toda a família. 💙 by @institutavui
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2 months ago
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