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Futuros possíveis são nossa conversa coletiva diária.
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Preservar patrimônio, reduzir riscos e buscar eficiência sempre fizeram parte de uma boa estratégia de alocação de capital. Mas e se o que parecia seguro até aqui já não for suficiente?

Em um mundo no qual os resultados dependem cada vez mais de sistemas interligados, mais recursos são necessários para sustentar estruturas existentes e crises diferentes acabam ampliando os efeitos umas das outras. Uma empresa pode ser eficiente e ter bons resultados, mas não funciona sozinha; depende de energia, infraestrutura, fornecedores e pessoas. Uma seca que compromete a geração de energia ou uma enchente que interrompe cadeias de suprimentos mostra como os riscos ambientais, econômicos e sociais estão cada vez mais ligados. Estar bem individualmente já não garante segurança quando aquilo que está ao redor também está sob pressão.

O empreendedor social britânico Indy Johar, cofundador da Dark Matter Labs, identifica quatro forças por trás dessa mudança: o avanço das redes sobre os mercados, o declínio do excedente, a volatilidade degenerativa e a inversão da segurança. Juntas, elas mostram como a forma de criar e preservar valor está se transformando.

É por isso que Johar fala em mudança de regime. Se o cenário mudou, fazer melhor dentro da mesma lógica já não basta. Proteger o próprio patrimônio pode ser insuficiente quando as condições das quais ele depende estão ameaçadas.

O que isso muda na forma de alocar capital? E qual o papel da filantropia nessa transição? São perguntas que vamos levar ao Filantropando, com Indy Johar.

#InstitutoBeja #Filantropando #NovasArquiteturasDoCapital #Filantropia by @institutotoriba
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a day ago
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Ao concentrar renda e oportunidades nas mãos de poucos, a desigualdade limita o futuro de muitos. Mas os efeitos não param por aí. Por ser estrutural, também impacta o desenvolvimento do país, o dinamismo da economia e o que uma sociedade é capaz de construir coletivamente. 

É a partir desse olhar que o economista Michael França, coordenador do Núcleo de Estudos Raciais do Insper e autor, com Daniel Duque, de “Os Custos das Desigualdades: Uma Carta às Elites Econômicas”, propõe ampliar a conversa. 

Se o acesso é restrito, talentos que poderiam contribuir para a inovação e a produtividade deixam de se desenvolver. Ao mesmo tempo, famílias e empresas gastam mais com segurança e a instabilidade torna decisões de longo prazo mais difíceis.

A discussão passa, então, pela responsabilidade de quem concentra recursos, influência e poder de decisão. Que condições suas escolhas ajudam a manter ou transformar?

Esse é o questionamento que  Michael França levará ao Filantropando.

#InstitutoBeja #Filantropando #Desigualdade #NovasArquiteturasDoCapital #Filantropia by @institutotoriba
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3 days ago
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Em “Para além da desolação”, publicado na revista piauí (@revistapiaui) após o primeiro turno das eleições, José Henrique Bortoluci (@ze_bortoluci) escreve que o futuro é uma ficção política que se escreve no presente, e que isso pede novas lógicas culturais, novas apostas estéticas e formas de solidariedade ainda não testadas.

Entre diagnósticos incômodos, autocrítica e um chamado à coragem, Bortoluci nos lembra da dimensão cultural das transformações sociais: do tempo, da experimentação e da responsabilidade coletiva que elas exigem.

É isso que ensaiamos nas rodas, oficinas e tertúlias de que propomos e participamos: ficcionar junto, com amplitude de escuta e diversidade de saberes.

Essa escrita já está em curso, em muitas mãos, e vive perto de nós. Vale ler o texto inteiro - o link está na bio. by @institutotoriba
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4 days ago
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Um problema. Uma organização. Uma doação. Um resultado. Essa sequência ainda orienta boa parte dos investimentos do setor social. Mas desafios como fortalecer a democracia e ampliar a segurança econômica envolvem múltiplos atores e forças interdependentes exigindo mudanças que nenhuma instituição consegue conduzir sozinha. 

Anna Muoio, estrategista sistêmica e fundadora da The Theory of We, dá nome a esse descompasso: tratamos como clock problemas que são cloud. "Uma história cloud tem muitos heróis, diversas soluções e linhas de chegada que são portais para novos começos”.

A pergunta, então, deixa de ser "como provar que a mudança de sistema aconteceu” e passa a ser "como navegar com responsabilidade em sistemas que não controlamos”. Quatro níveis de governança ajudam a orientar esse processo – indicadores de sistema, key drivers do contexto, nível dos projetos e condições habilitadoras de base – e orientam o Pando Funding, abordagem  desenvolvida por Anna e Robert Ricigliano para o campo filantrópico. 

A ideia é que os recursos permaneçam no sistema pelo tempo necessário para apoiar a transformação que projetos isolados e desconectados não conseguem produzir. 

#InstitutoBeja #Filantropando #AlocaçãoDeRecursos by @institutotoriba
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8 days ago
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Lidar com os desafios do nosso tempo exige, primeiro, entender que não atravessamos uma crise isolada, mas uma convergência de limites econômicos, climáticos, ecológicos, sociais e tecnológicos. Essa é a visão do empreendedor social britânico Indy Johar, cofundador da Dark Matter Labs. 

E à medida que esses problemas se sobrepõem, as sociedades perdem capacidade de escolha e passam a operar em estado permanente de emergência. Essa pressão por respostas imediatas também orienta a alocação de capital: recursos continuam presos a ativos e modelos que já não respondem aos desafios atuais, enquanto faltam investimentos nas condições necessárias para abrir outros caminhos. 

Essa forma de agir tem raízes no que Johar chama de lógica da separabilidade. Aprendemos a enxergar e a governar o mundo como se suas partes fossem independentes e tratamos os impactos ambientais e sociais como "externalidades", fora das decisões que os produzem O resultado é conhecido de qualquer investidor: menos opções, decisões sob emergência e externalidades que voltam como perda. 

Ele propõe a ideia de opcionalidade civilizacional, que é a capacidade de manter diferentes futuros em aberto, mesmo diante de restrições, e de criar condições para que novas possibilidades surjam a partir delas. 

Como proteger o que existe e, ao mesmo tempo, financiar os caminhos que ainda não existem? É o que Indy traz ao Filantropando. 

#InstitutoBeja #Filantropando #Separalidade #Crises by @institutotoriba
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11 days ago
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A imaginação é o nosso território soberano.
 
Mesmo agora.

As perguntas que nos movem seguem as mesmas. Como avivar imaginários que nos orientem rumo aos futuros que queremos? Como a esperança deixa de ser apenas expectativa e se torna prática?

 🌱 O trabalho coletivo por futuros democráticos, plurais, justos e habitáveis continua, com fôlego. by @institutotoriba
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11 days ago
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A pedagogia das encruzilhadas é um princípio de desvio, de inventividade, de criatividade.

Essa é a faísca do encontro entre o filósofo Báyò Akómoláfé (@bayo.akomolafe) e o escritor Luiz Rufino (@rufino.luiz7) em àṣẹ nas encruzilhadas: direção, design e o que fazer com um mundo em chamas, uma conversa sobre formas de habitar e imaginar as crises do nosso tempo, com participação do multiartista Muato (@muatomuato).

Esperamos você com a gente.

📍 Centro Acaso Cultural I Botafogo, Rio de Janeiro
📅 08 de outubro, às 19h
🎟️ Ingressos pelo link na bio, 
🌱 Bolsas integrais disponíveis - envie um e-mail para contato@toriba.org by @institutotoriba
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17 days ago
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A materialidade cria o tempo e o tempo cria a materialidade.

Esse é um trecho da conversa entre o filósofo nigeriano Bàyó Akómólafé (@bayo.akomolafe) e a escritora e ativista Helena Vieira (@helena.vieiras) sobre corpo, sobre formas de escapar, sobre viver em um mundo em chamas.

Bàyó é Distinguished Fellow do Instituto Toriba e desenvolve o percurso ìdòwú, nossa plataforma permanente de investigação intelectual, imaginativa e cultural.

O próximo encontro de ìdòwú acontece agora, no dia 08 de outubro, no Rio de Janeiro, entre Bàyó Akómólafé e o escritor Luiz Rufino em àṣẹ nas encruzilhadas: direção, design e o que fazer com um mundo em chamas.

Os ingressos estão disponíveis na bio, com a possibilidade de bolsas integrais. Se você tem interesse em solicitar uma bolsa, nos envie um e-mail.

Nos vemos no dia 08?

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O vídeo na íntegra do bate-papo entre Helena Vieira e Bàyó Akómólafé já está disponível em nosso canal do YouTube. by @institutotoriba
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19 days ago
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Diante de um mundo em chamas, somos convocados a responder rápido: encontrar a solução, escolher uma direção, fazer alguma coisa. 

Báyò Akómoláfé nos provoca a perguntar se essa urgência não reproduz justamente as lógicas que participam das crises que tentamos resolver.

Enquanto pensamos que só há o agir e não agir, há também maneiras de desconfiar de como aprendemos a agir; habitar a dúvida, reconfigurá-la.

Talvez algumas respostas só possam surgir quando deixamos de nos imaginar fora do incêndio.

É desse fio que abrimos a nossa conversa em àṣẹ nas encruzilhadas, encontro entre Báyò Akómoláfé e o escritor Luiz Rufino para pensar direção, ação e outras formas de habitar as crises do nosso tempo, com participação do multiartista Muato.

Esperamos você com a gente.

📍 Centro Acaso Cultural I Botafogo, Rio de Janeiro
📅 08 de outubro, às 19h
🎟️ Ingressos pelo link na bio, vagas limitadas
🌱 Bolsas integrais disponíveis by @institutotoriba
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23 days ago
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Imaginar futuros é uma forma de agir no presente. O @institutotoriba aproxima pesquisa e educação para construir novas narrativas e possibilidades de transformação coletiva. O @estudiocru desenvolveu a identidade visual e o website do instituto, dando expressão a esse encontro entre pessoas e futuros em construção. by @institutotoriba
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24 days ago
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Em suas provocações, Báyò Akómoláfé desconfia da velocidade com que somos convocados a responder às crises: definir uma posição, encontrar uma solução, escolher uma direção, agir.

As perguntas não precisam ser encerradas tão rapidamente. 

A partir da encruzilhada, encontramos outra relação com o não saber. Não se trata de permanecer imóvel, mas de experimentar o cruzamento: aquilo que aparece quando caminhos, saberes, contradições e forças extrapolam, deixam de caber em uma única resposta, ocupam e desocupam espaços intangíveis.

É nesse território que convidamos Báyò (@bayo.akomolafe) para encontrar o escritor Luiz Rufino (@rufino.luiz7), autor de Pedagogia das Encruzilhadas, no terceiro encontro público de ìdòwú.

“àṣẹ nas encruzilhadas: direção, design e o que fazer com um mundo em chamas” acontece no Rio de Janeiro, dia 08 de outubro com participação do multiartista Muato (@muatomuato).

Esperamos você com a gente.

📍 Centro Acaso Cultural I Botafogo, Rio de Janeiro
📅 08 de outubro, às 19h
🎟️ Ingressos pelo link na bio
🌱 Bolsas integrais disponíveis. by @institutotoriba
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25 days ago
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Nosso corpo não veio de um lugar puro; ele surgiu da própria matéria do mundo, arrastando poeira, sujeira, escuridão. 

Ninguém aqui pode reivindicar pureza, e essa é, justamente, a dádiva de ser um corpo.

É isso que Báyò trouxe em ginga, segundo encontro da série ìdòwú. E é com isso que abrimos passagem ao tema do terceiro encontro: àṣẹ nas encruzilhadas.

Somos feitos de contradições, ruídos, poeira, mistura de forças que já estavam em movimento antes de nós e que continuam em movimento em nós. 

É na tensão, naquilo que a encruzilhada mobiliza e desestabiliza que seguimos nos encontrando, dessa vez no Rio de Janeiro, com Báyò Akómoláfé (@bayo.akomolafe) e Luiz Rufino (@rufino.luiz7).

àṣẹ nas encruzilhadas: direção, design e o que fazer com um mundo em chamas acontece no dia 08 de 10, às 19h

📍Sala Acaso - Centro Cultural Acaso Cultural
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🌱 Bolsas integrais disponíveis. by @institutotoriba
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a month ago
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