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✒jaci
🌍São Paulo
"Ler é viajar sem sair do lugar, é viver mil vidas em uma só."
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#MarceloMarmeloMartelo #RuthRocha #LiteraturaInfantil #DicasDeLivros #Leitura by @ireadab
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7 days ago
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#OMeninoDoDedoVerde #MauriceDruon #Literatura #DicasDeLeitura #LivrosQueInspiram by @ireadab
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7 days ago
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#ABolsaAmarela #LygiaBojunga #LiteraturaBrasileira #DicasDeLivros #LivrosQueMarcam by @ireadab
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7 days ago
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✉️ Cartas de um Diabo a Seu Aprendiz — C. S. Lewis

Esse foi um daqueles livros que eu terminei, mas senti que ainda precisava continuar pensando sobre ele.

Eu achei sensacional.

O que mais me chamou atenção foi a maneira como C. S. Lewis consegue transformar situações aparentemente simples em reflexões muito maiores.

E existe uma brincadeira muito inteligente com as palavras, principalmente nos nomes dos personagens e na própria construção das cartas. Os nomes, as situações e até algumas inversões de sentido parecem carregar uma segunda camada.

É quase um “parece, mas não é”.

Você começa lendo uma situação de um determinado jeito e, conforme vai avançando, percebe que aquilo pode estar falando sobre algo muito mais próximo do seu próprio cotidiano.

E foi aí que o livro começou a me pegar de verdade.

Em vários momentos eu me questionei: será que eu também estou me deixando levar pelo cotidiano? Será que, na minha relação com Deus, existem pequenas coisas que estou deixando passar despercebidas?

Porque o livro não me fez pensar apenas sobre grandes escolhas.

Ele me fez pensar sobre as pequenas.

Sobre aqueles pensamentos, hábitos e atitudes que parecem inofensivos, mas que podem, aos poucos, ocupar um espaço muito maior dentro da nossa vida.

E talvez essa seja a parte mais interessante: você começa observando os personagens e termina observando a si mesmo.

Por isso, não acho que seja um livro para ler com pressa.

É um livro para ler, parar e pensar.

Talvez até voltar algumas páginas.

Para mim, foi uma leitura muito reflexiva, principalmente no sentido espiritual. Um livro que despertou perguntas sobre fé, cotidiano e, principalmente, sobre a minha própria relação com Deus.

E acho que alguns livros são exatamente assim.

Você não termina quando chega à última página.

Às vezes, é ali que a reflexão começa.

#CartasDeUmDiaboASeuAprendiz #CSLewis #CSDLewis #LiteraturaCristã #Fé by @ireadab
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18 days ago
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📖 A Natureza da Mordida — Carla Madeira

Eu sou apaixonada pela escrita da Carla Madeira. Acho que ela tem uma capacidade muito particular de transformar situações que poderiam parecer distantes em algo extremamente próximo da nossa realidade.

É aquela leitura que, em algum momento, faz você pensar: “Será que eu não faria a mesma coisa?” ou “Será que eu não conheço alguém que já passou por algo parecido?”

E talvez seja justamente isso que torne a escrita dela tão incômoda e, ao mesmo tempo, tão envolvente.

Ela escreve de uma maneira muito clara, direta e crua. Mas existe também uma sensibilidade enorme na forma como constrói seus personagens e, principalmente, suas relações.

A relação entre Bia e Olivia me chamou muito a atenção por isso. Existe uma delicadeza na maneira como os sentimentos, as fragilidades, os conflitos e as contradições vão aparecendo. Não é simplesmente sobre o que acontece entre elas, mas sobre tudo aquilo que existe por trás das palavras, dos silêncios e das escolhas.

E acho que é aí que a escrita da Carla Madeira me ganha.

Ela consegue falar de coisas difíceis sem fazer com que pareçam distantes ou extraordinárias demais. São sentimentos humanos, relações humanas, erros humanos.

E talvez o mais desconfortável seja justamente reconhecer um pouco disso no cotidiano.

Você lê e pensa nos personagens, mas também acaba pensando nas pessoas que conhece. E, em alguns momentos, talvez até em si mesma.

Acho que é isso que torna a escrita dela tão marcante para mim: ela é sensível sem deixar de ser crua.

E algumas histórias terminam, mas aquilo que elas despertam na gente continua.

#ANaturezaDaMordida #CarlaMadeira #LiteraturaBrasileira #Literatura #Livros by @ireadab
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20 days ago
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🎲 Jogos de Herança — Jennifer Lynn Barnes

Eu achei Jogos de Herança interessante. Gostei da história, da proposta e principalmente do jeito como ele vai deixando algumas coisas para você descobrir ao longo da leitura.

Também achei que ele deixou um bom gancho para a continuação. Dá para perceber que ainda tem bastante coisa para acontecer e que algumas respostas ficaram para os próximos livros.

Mas, para mim, aconteceu uma coisa meio curiosa: mesmo achando a história interessante e reconhecendo esse gancho, eu não fiquei com aquela curiosidade de precisar pegar o próximo livro imediatamente.

Sabe quando você termina e pensa: “Eu quero muito saber o que acontece depois”? Comigo não aconteceu dessa forma.

Eu gostei, mas não foi uma leitura que me deixou desesperada pela continuação.

Talvez eu continue a série em algum momento, porque fiquei curiosa para saber como a história vai se desenvolver, mas não foi aquela curiosidade que me fez querer começar o próximo livro assim que terminei.

E acho que isso também é interessante na leitura. Às vezes a gente reconhece que um livro é bom, que a história funciona e que ele tem elementos interessantes, mas, ainda assim, ele não consegue despertar na gente aquela vontade de continuar imediatamente.

Foi mais ou menos isso que aconteceu comigo.

📚 Para quem quiser continuar a série, a ordem é:

1. Jogos de Herança
2. O Herdeiro Perdido
3. A Jogada Final
4. The Brothers Hawthorne
5. The Grandest Game

No meu caso, por enquanto, Jogos de Herança termina aqui. Quem sabe mais para frente eu volte para essa família e descubra o que acontece depois. 😂

#JogosDeHerança #JenniferLynnBarnes #TheInheritanceGames #ResenhaLiterária #Livros by @ireadab
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21 days ago
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Setembro Amarelo chegou. E, neste café, quero falar sobre algumas leituras que me fizeram pensar sobre a vida, a morte, a depressão e o excesso de cobrança do nosso tempo.

Você abre uma rede social e parece que todo mundo está feliz. Encontra um amigo e as perguntas aparecem: casou? Tem filhos? Está trabalhando? Foi promovido? Terminou a faculdade?

Mas quantas vezes alguém olha nos seus olhos e pergunta de verdade: “Como você está?”

Estamos vivendo a era da conexão e, ainda assim, nunca me pareceu tão fácil sentir solidão.

Talvez por isso algumas leituras tenham ficado comigo.

Em A Redoma de Vidro, de Sylvia Plath, pensei sobre a depressão e a sensação de estar presa dentro da própria mente.

Uma História Meio que Engraçada, de Ned Vizzini, me fez refletir sobre sofrimento, expectativas e como aquilo que parece pequeno para alguém pode ser enorme para quem está vivendo.

O Último Adeus, de Cynthia Hand, me levou ao luto e à culpa. Por Lugares Incríveis, de Jennifer Niven, fala sobre duas pessoas tentando encontrar algum sentido enquanto carregam suas próprias dores.

E O Demônio do Meio-Dia, de Andrew Solomon, ampliou minha compreensão sobre a depressão e sobre como ela pode atravessar diferentes áreas da vida.

Não são leituras leves. Mas me fizeram pensar nas pessoas e em quantas podem estar lutando em silêncio para convencer o mundo de que está tudo bem.

Por isso, se você não estiver bem, peça ajuda. Converse com alguém de confiança e procure apoio profissional. Você não precisa dar conta de tudo sozinho.

As redes sociais mostram recortes. A vida real tem dias bons, ruins, confusos e difíceis.

E se ninguém te disse hoje: você é importante.

Se precisar conversar, o CVV atende pelo 188, gratuitamente, 24 horas por dia.

Até o próximo café. ☕️

#SetembroAmarelo #SaudeMental #Livros #Leitura #depressao by @ireadab
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a month ago
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Um tempinho para um café e um bate-papo? ☕️

Minha FYP foi invadida por vídeos sobre escritores negros depois que vi uma pessoa perguntar se alguém conseguiria citar dois escritores negros. Ninguém respondeu. Talvez não conhecessem. Talvez simplesmente não lembrassem naquele momento.

E sabe o que eu esperava? Que aquela pessoa dissesse: “Você não conhece? Então deixa eu te indicar alguns.”

Mas não foi isso que aconteceu. Surgiram inúmeros vídeos discutindo a falta de conhecimento das pessoas sobre autores negros, e comecei a pensar em como uma oportunidade de descoberta pode acabar se transformando em cobrança.

Não estou dizendo que não devemos conhecer, ler e valorizar escritores negros. Muito pelo contrário. Acho importante ampliar nossas leituras e conhecer vozes diferentes das que já fazem parte do nosso repertório.

O que me incomoda é quando o desconhecimento vira motivo para constranger alguém.

Eu mesma, até pouco tempo atrás, tinha lido apenas Machado de Assis. Hoje já li Carolina Maria de Jesus, Lima Barreto, Toni Morrison, Octavia Butler e tantos outros.

E não digo isso para me gabar. Digo porque percebi que existem mundos inteiros na literatura que ainda não conheço. E que bom. Ainda tenho muito para descobrir.

Então fico pensando: em vez de transformar a falta de conhecimento em julgamento, por que não transformar em convite?

Quando alguém disser “Nunca li”, talvez a resposta possa ser: “Quer que eu te indique um?”

Você não diminui aquela pessoa. Você apresenta uma possibilidade. Constrói uma ponte entre um leitor e um livro que talvez ele nunca encontrasse sozinho.

Nossas 24 horas não são iguais. Nossas oportunidades, referências e caminhos também não. Nem todo desconhecimento é desinteresse. Às vezes, só falta alguém apresentar.

Talvez seja assim que a gente incentive mais pessoas a ler: não fazendo ninguém se sentir menor pelo que ainda não conhece, mas despertando a curiosidade pelo que pode descobrir.

No fim, acho que uma comunidade de leitores deveria ser feita disso: troca, descoberta e conversa.

Até o próximo café. ☕️

#LiteraturaNegra #Livros #Leitura by @ireadab
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a month ago
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A Bienal virou assunto por muitos motivos: preços altos, superlotação e, claro, vídeos que fazem a gente pensar: sério que precisava disso?

Entre tantos conteúdos, um me chamou atenção: o vídeo de uma menina falando sobre O Diário de Anne Frank. Ela disse que não gostou do livro, que o achou vitimista. E tudo bem. É assim que ela se sentiu como leitora.

O que me incomodou foi o julgamento que veio depois. Uma enxurrada de vídeos transformando uma opinião literária em quase um crime. Para mim, antes de julgar, talvez fosse mais interessante perguntar: você entendeu o relato, o contexto, a época e, principalmente, a menina por trás daquelas páginas?

Quando li o livro, minhas primeiras impressões também não foram bonitas. Senti que estava invadindo algo íntimo. Achei Anne mimada, voluntariosa, difícil. Mas, conforme avançava, fui enxergando outra coisa: uma menina que tinha uma vida, liberdade, privacidade e infância e perdeu tudo de repente.

E isso mudou completamente a leitura.

Ela foi uma pessoa real, mas, para nós, chega através das páginas como personagem. Sua vida virou relato, suas memórias foram expostas, lidas, interpretadas e julgadas. E talvez exista algo desconfortável nisso: um dia, nossas próprias memórias também poderão ser lembradas por alguém, interpretadas por outro olhar.

Terminei o livro destruída pela existência de uma menina que não teria a chance de crescer, de se tornar mulher, de experimentar novamente a liberdade. Mesmo sabendo o final desde a primeira página, eu torcia para que ela vivesse. Queria voltar no tempo, mudar aquela história, salvar aquela menina.

Talvez tenha sido justamente isso que o livro me deixou: uma mistura de sentimentos contraditórios, incômodos e dolorosos.

Mas essa foi a minha experiência. Não precisa ser a sua.

Livro, seja memória, testemunho ou ficção, também é encontro. E cada leitor chega a ele carregando a própria história.

Até o próximo café. ☕️

#Livros #AnneFrank #ODiariodeAnneFrank #Literatura #bookstagram by @ireadab
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a month ago
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TAG ADAPTAÇÕES LITERÁRIAS

🎬 Uma adaptação literária que ficou muito boa:

✏️ O Senhor dos Anéis — conseguiu transformar um universo enorme em uma experiência visual grandiosa sem perder a essência da obra.

🎬 Uma adaptação que me fez querer conhecer o livro:

✏️ O Castelo Animado — o filme tem identidade própria, mas o livro de Diana Wynne Jones apresenta uma história diferente e igualmente encantadora.

🎬 Uma adaptação boa, mas que não substitui o livro:

✏️ Jogos Vorazes — o filme funciona muito bem, mas o livro aprofunda os pensamentos da Katniss e sua crítica social.

🎬 Uma adaptação que ampliou o universo da obra:

✏️ O Conto da Aia — a série desenvolve personagens e acontecimentos com mais detalhes, mostrando como o controle pode se tornar parte do cotidiano.

🎬 Uma adaptação que passou longe da história original:

✏️ O Morro dos Ventos Uivantes — algumas versões transformam uma história complexa sobre obsessão, orgulho, vingança e abandono em apenas um romance trágico.

🎬 Uma saga que não recebeu a adaptação que merecia:

✏️ Os Instrumentos Mortais — os livros têm um universo muito mais rico, personagens cheios de camadas e uma mitologia que vai muito além das telas.

🎬 Uma adaptação que dividiu opiniões:

✏️ Percy Jackson e o Ladrão de Raios — divertido como aventura, mas decepcionante para quem esperava fidelidade ao livro.

🎬 Uma adaptação que considero injustiçada:

✏️ Desventuras em Série — a série conseguiu transmitir muito melhor o humor sombrio, a estética e a estranheza dos livros.

E minha opinião sobre adaptações?

✏️ Pode ser boa mesmo sendo diferente do livro. Livro e filme são linguagens diferentes. O problema não é mudar, mas perder a essência da história.

💭 Qual adaptação literária você defenderia até o fim?

#TAGDasAdaptaçõesLiterárias #AdaptaçõesLiterárias #Livros #Filmes #BookstagramBrasil by @ireadab
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EU ACHO CHIQUE — versão leitora e vida real 📖

•Uma coisa simples que eu acho chique?

☕️Ter tempo para descansar sem sentir culpa.

•Um luxo que não custa caro?

🍰Fazer aquele prato que eu amo e comer com calma, sem esperar uma ocasião especial.

•Uma rotina que eu acho elegante?

📚Preparar um café, escolher um livro e passar alguns minutos longe da pressa.

•Uma atitude que eu acho chique?

🛀Entender que descansar também faz parte de uma vida equilibrada.

•Uma coisa mais valiosa do que comprar vários livros?

⏳️Ter tempo e disposição para ler os que já estão na minha estante.

•Uma forma silenciosa de autocuidado?

🏡Cozinhar algo gostoso, organizar meu espaço e voltar para mim depois de um dia corrido.

•E talvez a coisa mais sofisticada de todas:

🤗Construir uma vida que faça sentido para mim, mesmo que ela não pareça impressionante para os outros.

A vida corrida também me ensinou uma coisa: nem todo momento precisa ser produtivo. Às vezes, parar é justamente o que permite continuar.

💭 E para você, o que é verdadeiramente chique?

#EuAchoChique #VidaDeLeitora #Leitura #Livros BookstagramBrasil by @ireadab
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✔️TAG DO ANIME AO LIVRO

📺 Um anime que me fez pensar sobre como uma escolha pode mudar tudo:

✏️ Orange — e eu indicaria As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky.

As duas histórias falam sobre amizade, arrependimento, sofrimento emocional e sobre perceber quando alguém não está bem. Orange mostra como uma conversa, uma atitude ou simplesmente estar presente pode fazer diferença na vida de alguém.

📺 Um anime sobre despedidas e memórias:

✏️ Ano Hi Mita Hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai — e eu indicaria A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak.

Duas histórias sobre perda, memórias e aquelas pessoas que continuam presentes mesmo depois da ausência.

📺 Um anime sobre identidade e o lado monstruoso da sociedade:

✏️ Tokyo Ghoul — e eu indicaria Frankenstein, de Mary Shelley.

Mais do que histórias de monstros, ambas questionam quem realmente cria os monstros e o que significa ser humano.

📺 Um anime sobre sentimentos que nem sempre conseguimos explicar:

✏️ Violet Evergarden — e eu indicaria Extraordinário, de R. J. Palacio.

Duas histórias que mostram como palavras, empatia e pequenos gestos podem transformar a vida de alguém.

📺 Um anime que me fez questionar o poder e a justiça:

✏️ Death Note — e eu indicaria 1984, de George Orwell.

Ambos fazem pensar sobre controle, autoridade e o perigo de alguém acreditar que pode decidir sozinho o que é certo para todos.

📺 Um anime sobre sobrevivência, identidade e humanidade:

✏️ Dororo — e eu indicaria O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas.

Personagens marcados pela perda e pela injustiça, tentando reconstruir quem são enquanto enfrentam consequências que não escolheram.

📺 Um anime sobre amizade, escolhas e consequências:

✏️ A Sign of Affection — e eu indicaria Eleanor & Park, de Rainbow Rowell.

Duas histórias sobre conexão, inseguranças e a coragem de se permitir viver algo novo.

💭 Agora quero saber de você: qual anime você indicaria junto com um livro?

#TAGDoAnimeAoLivro #Animes #Livros #IndicaçãoDeLivros #BookstagramBrasil by @ireadab
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