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Coordenador de criação @opovoonline
Colunista de cinema, quadrinhos e literatura
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Escrever sobre audiovisual já é bom. Escrever sobre audiovisual  brasileiro é melhor. Ainda mais quando o convite vem de nada mais, nada menos que o @disneyplusbr ✨ by @jansenlucas
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2 years ago
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Quem vigia, compra trevo, escapulário, bota seu cordão de alho e segue firme pra batalha. 

Fotos pelo incrível @aurelioalvesfotografo by @jansenlucas
6
3 years ago
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Tão de Áries que não tenho ascendente. taken in O POVO by @jansenlucas
5
4 years ago
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Fã assumido da franquia de jogos, Zach Cregger deixa evidente a influência dos games na sua direção em "Residente Evil" (2026). Em diversos momentos, a câmera simula ângulos bem conhecidos dos jogadores, enquanto a fotografia evoca a atmosfera sufocante e misteriosa da obra original de forma bastante natural, fazendo o espectador se sentir imerso nas situações aterrorizantes enfrentadas por Bryan ao decorrer de sua jornada.

Leia a crítica completa por Jansen Lucas: opovo.com.br

Foto:  Cena do filme "Resident Evil"/Divulgação/Sony Pictures by @jansenlucas
12
18 days ago
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Quando James Gunn assumiu o controle do recém-criado DC Studios ao lado de Peter Safran, herdou não apenas um universo cinematográfico em crise, mas também a desconfiança acumulada de um público que já havia engolido "Batman vs Superman" (2016) e o primeiro "Esquadrão Suicida" (2016) sem muita satisfação.

O próximo passo natural era Supergirl. E para isso, Gunn escalou a australiana Milly Alcock, conhecida de "A Casa do Dragão" (2022), para interpretar Kara Zor-El numa adaptação inspirada na aclamada HQ "Supergirl: A Mulher do Amanhã", de Tom King e da brasileira Bilquis Evely. A escolha, como se vemos na tela, é o maior trunfo do filme.

O longa começa de forma bastante incomum para o gênero. Kara é apresentada comemorando seu aniversário repetidamente, à deriva por planetas banhados por sóis vermelhos que anulam seus poderes e, consequentemente, sua imunidade ao álcool. Há algo de arejado nessa abertura, quase picaresca, o que faz com que ele respire com mais liberdade.

Leia o texto completo: opovo.com.br

Fotos: Warner Bros/Divulgação by @jansenlucas
13
4 months ago
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Morreu nesta quinta-feira, 4, aos 56 anos, a escritora, quadrinista e cineasta franco-iraniana Marjane Satrapi, autora de Persépolis, obra fundamental dos quadrinhos contemporâneos. Nascida no Irã e radicada na França desde os anos 1990, a autora tornou-se uma referência incontornável dos quadrinhos autobiográficos ao converter memória, trauma e resistência política em narrativa universal. 

Sua estreia nos quadrinhos, “Persépolis”, não apenas revelou ao mundo uma voz singular, mas redefiniu os limites do que a linguagem dos quadrinhos poderia alcançar como instrumento de testemunho histórico e reflexão política.

Nascida em 22 de novembro de 1969 em Rasht, no norte do Irã, criada em Teerã em uma família de esquerda com raízes aristocráticas, ela cresceu exposta simultaneamente à riqueza da cultura persa e ao pensamento político ocidental. Seus pais incentivavam a filha a ser combativa e a defender seus direitos. Esse ambiente moldou não apenas seu caráter, mas a própria forma como viria a narrar o mundo.

Leia a coluna completa: mais.opovo.com.br

Fotos: Cida dos Quadrinhos - Companhia das Letras/Gareth Cattermole/Divulgação

A artista  morreu em Paris nesta quinta-feira, 4 de junho de 2026. Tinha 56 anos. Sua família comunicou o falecimento em nota "Marjane Satrapi morreu de tristeza pouco mais de um ano após a morte de Mattias Ripa, seu marido e o amor de sua vida." Ripa, produtor, ator e roteirista sueco, havia morrido em 8 de abril de 2025. Nas semanas anteriores à própria morte, Satrapi publicou repetidamente em seu perfil no Instagram a frase "For I have lost the love of my life", para quem a acompanhava, um lamento tão público quanto íntimo. by @jansenlucas
27
4 months ago
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A ascensão das redes sociais trouxe consigo uma lógica de performance constante. Estar no cinema deixou de ser sobre assistir a um filme; passou a ser, para muitos, sobre provar que se esteve lá. Filmar trechos, tirar fotos, responder mensagens, rolar feeds. Tudo ao mesmo tempo, exceto aquilo que deveria ser o motivo central ali: ver o filme.

O fenômeno recente nas sessões de “Michael”, com plateias cantando, gritando e transformando a exibição em um espetáculo paralelo, escancara essa mudança. Em algumas cenas, que viralizaram nas redes sociais, podemos ver pessoas gritando, dançando em frente a tela (mesmo em cenas não musicais), enquanto diversas pessoas tentam, em vão, assistir de fato o que está sendo apresentado em cena.

O cinema sempre teve seus momentos catárticos. Pergunte a quem viu "Senhor dos Aneis", ou "Titanic" no cinema. A diferença é que a catarse não anulava o respeito. O que se vê agora é uma espécie de individualismo ruidoso, em que o direito de um espectador se sobrepõe ao de todos os outros.

📸Imagens: FERNANDA BARROS - Ana Raquel/ Dragão do Mar/ Divulgação - Tima Miroshnichenko/Pexels - ARTUR LUZ/DIVULGAÇÃO/DRAGÃO DO MAR
🔗Leia a coluna completa em mais.opovo.com.br by @jansenlucas
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5 months ago
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Lançada em 2019, "The Boys" surgiu quase como uma resposta ao desgaste provocado pela saturação do gênero de super-heróis no audiovisual. Em um período dominado por produções da Marvel e da DC, tanto no cinema quanto no streaming, a série encontrou espaço justamente por seguir o caminho oposto ao da idealização clássica desses personagens.

Com o passar das temporadas, porém, a série começou a demonstrar sinais claros de desgaste. A quinta e última temporada intensifica um problema que já vinha se desenhando anteriormente: a insistência em prolongar conflitos sem oferecer desenvolvimento proporcional para seus personagens ou para sua narrativa.

Ao longo dos episódios finais, a sensação predominante é de estagnação. Muitos dos dilemas apresentados repetem discussões já exploradas anteriormente, enquanto embates aguardados pelo público acabam resolvidos de maneira apressada ou dramaticamente esvaziada.

Leia a análise completa em: mais.opovo.com.br

Fotos: Cena da série "The Boys"/Prime video/Divulgação by @jansenlucas
28
5 months ago
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"Mortal Kombat II", nova adaptação cinematográfica da clássica franquia de jogos de luta, retorna aos cinemas sob a mesma direção do anterior, Simon McQuoid, e roteiro de Jeremy Slater ("Cavaleiro da Lua", 2022).

Conhecida pela violência gráfica e pelo apelo extravagante de seus personagens, a série de jogos sempre encontrou sua força menos na narrativa e mais em seu espetáculo brutal. 

Ainda assim, o primeiro filme de 2021 tentou estabelecer uma base dramática minimamente funcional ao apresentar Cole Young, um lutador recrutado por Lorde Raiden (Deus do trovão e defensor da Terra) para defender o Plano Terreno no torneio interdimensional chamado de Mortal Kombat.

A sequência, porém, parece pouco interessada em desenvolver qualquer continuidade consistente a partir de sua premissa anterior.

📰 Leia a crítica completa em mais.opovo.com.br
📸 Cenas do filme "Mortal Kombat 2"/Warner Bros. Pictures/Divulgação by @jansenlucas
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5 months ago
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Existem filmes que tentam decifrar um artista e há artistas que desestabilizam qualquer tentativa de explicação. "Michael" (2026) situa-se justamente nesse território instável ao revisitar a trajetória de Michael Jackson, desde a ascensão meteórica com o grupo The Jackson 5 até sua metamorfose em um fenômeno musical, estético e cultural sem precedentes — compreendida no longa entre o frescor de "Off the Wall" (1979) e o impacto sísmico de "Thriller" (1982).

Na transição para a vida adulta e a carreira solo, o filme parece correr contra o tempo para alcançar os grandes números musicais, sacrificando o desenvolvimento da mente por trás do gênio em favor da recriação visual. 

Um exemplo dessa superficialidade ocorre na construção dos videoclipes. Enquanto a gênese de "Beat It" recebe uma atenção satisfatória, o marco histórico que foi "Thriller" é reduzido a pinceladas rápidas.

Leia a crítica completa por Jansen Lucas em: opovo.com.br

Fotos: Glen Wilson/Lionsgate/Universal Pictures/Divulgação by @jansenlucas
276
6 months ago
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Mais do que uma releitura de Orwell, “O Castelo dos Animais” se estabelece como uma obra sobre o papel da arte e da comunicação em tempos de radicalização política. Em uma era marcada pela desinformação e pelas guerras de narrativa, a defesa do diálogo verdadeiro apresentada pela HQ deixa de soar ingênua para assumir um caráter quase provocativo.

🔗 Para ler a coluna completa de Jansen Lucas, clique no link da bio ou acesse mais.opovo.com.br. by @jansenlucas
3
5 months ago
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Em 2026, a leitura segue como uma aliada para quem busca informação, entretenimento e reflexão. Aumentar o tempo com os livros segue como uma das principais metas. 

Jansen Lucas (@jansenlucas), colunista do O POVO, compartilha dicas de leitura com uma seleção de livros de diferentes gêneros e estilos.
 
🔗 Para mais notícias sobre literatura e HQ, acompanhe a coluna de Jansen Lucas no O POVO + by @jansenlucas
13
9 months ago
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