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Deslocamentos Subcutâneos, 2024
Ayala Prazeres e Julia Brasil
Performance realizada durante a exposição 21+14+2
Galeria GAIA, campo aberto das artes / uff / Niterói

registros de 
@marianadestro_ 
@ayalaprazeres_ 
@jlbrsl by @jlbrsl
13
2 years ago
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Com o calor dos nossos corpos — título adhoc dessa ocupação feita a partir da 4ª chamada do programa HO. (Último vídeo é um bônus da Ju, Matheus e Martina)
Ocupo a galeria 7 com M3 e M4, com os quais me aproprio de dutos flexíveis aluminizados para propor dispositivos — nomeados (M) — abertos à experiência, que convidam à interação e ao movimento, instaurando um fluxo de dupla transformação entre objeto e público, é na ativação corpo-M que o acontecimento artístico se dá. A origem infraestrutural dos dutos confere aos (M) a materialidade de um sistema técnico, ligado à eficiência; no entanto, quando deslocados de sua função, eles convidam ao jogo, ao ócio, ao prazer, à experimentação do corpo contra a estrutura. O que antes transportava fluxos caloríficos para a funcionalidade de sistemas agora transporta fluxos desreguladores dentro dos sistemas institucionais onde os (M) se inserem.
Na galeria 7 há ainda uma das intervenções feita por Richard Serra em 1997 — Rio Rounds. Parar sob este grande círculo e encarar a parede branca despertou o desejo de propor algo para este encontro, não é mais a fricção dos bastões pretos contra a parede dos museus, senão dos próprios corpos, dos nossos corpos, que desenham com calor. Assim, a proposta site-specific para um site-specific é essa. Heat rounds.
“Se você esfregar suas mãos umas contra as outras e deixá-las bem quentes, e em seguida encostar nessa parede branca haverá um rastro nela feito pelo calor do seu corpo contra a superfície do museu.”
Os desenhos só podem ser vistos a partir da imagem de uma câmera infravermelha, que revela aos olhares humanos relações térmicas. Esta é ainda uma pesquisa em andamento: pensar a termicidade no campo da arte, assim como pensamos a espacialidade e a temporalidade.
Acho que é isso, por enquanto.
Obrigada a todes que apareceram por lá, aos que contribuíram e continuam contribuindo com essa investigação com seus corpos, palavras e calor.
A exposição segue em cartaz até dia 29 de agosto. Artistas: Artur Silva, Esther Barki, Evando Nascimento, Julia Brasil, Milla Jung e Sheila Mancebo. by @jlbrsl
17
2 months ago
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Conheça mais um dos 10 artistas selecionados no 10º Bolsa Pampulha:

Júlia Brasil ( @jlbrsl )

Julia Brasil é artista e pesquisadora. É mestre em Estudos Contemporâneos das Artes (PPGCA/UFF) e graduada em Arquitetura e Urbanismo (UFPR) e em Artes Visuais (UNESPAR). Sua prática investiga infraestruturas e regimes de circulação da informação. Atualmente, pesquisa o calor como mídia, explorando infraestruturas térmicas e fluxos calóricos para criar dispositivos que articulam corpos minerais, orgânicos e maquínicos. by @jlbrsl
55
4 months ago
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ARTES VISUAIS COM LULA 13

Nós, trabalhadoras e trabalhadores das artes visuais, manifestamos nosso apoio à candidatura de Lula por entendermos que a democracia, condição fundamental para a liberdade de expressão, criação, pesquisa e pensamento crítico, precisa ser defendida e fortalecida. Diante das ameaças às liberdades democráticas, não podemos nos omitir.

Nosso compromisso vai além do nosso campo profissional: lutamos por um Brasil que combata o racismo, enfrente as desigualdades e garanta dignidade ao povo. Aprofundar a democracia é ampliar direitos e voz popular. Nas urnas e nas ruas, escolhemos um futuro justo, plural e solidário.

Por isso, compartilhe esse post e ajude ele a chegar em mais pessoas.

Dia 25/10 vote 13.

#artesvisuaiscomLula
#democracia
#antifas by @jlbrsl
9
5 days ago
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É AMANHÃ!

Gostaríamos de convidá-los para BACANEIA, mostra coletiva que acontece no Studio Monte, espaço localizado na Rua dos Inválidos, 27.

A exposição reúne mais de 30 artistas de diferentes linguagens e trajetórias atuantes na cena independente carioca-fluminense. Em conjunto, os trabalhos apresentados tensionam questões ligadas ao desejo, à autoimagem, à representação, ao sagrado e às dinâmicas de circulação da arte, refletindo sobre os modos de produzir, sustentar e compartilhar práticas artísticas na contemporaneidade.
Ter um espaço no centro da cidade torna-se a possibilidade de uma grande oferenda: um encontro entre artistas, obras e públicos, mas também um espaço de reflexão sobre as estruturas independentes e suas relações com o sistema da arte. Um banquete. Afinal, se organizar direito, todo mundo come. Será?
Ao ser pronunciada rapidamente, BACANEIA ecoa MACALEIA, o penetrável criado por Hélio Oiticica em homenagem a Jards Macalé. A aproximação sugere um espaço de passagem, convivência e experimentação. Talvez toda exposição seja, de alguma forma, um penetrável: um lugar onde corpos, ideias e imagens se encontram temporariamente.
BACANEIA também pode ser entendida como a fusão entre bacanal e epopeia. Uma celebração dos artistas que atravessam os desafios da produção independente, entre trocas, afetos, vernissages, trabalhos paralelos, precariedades e insistências. Uma homenagem àqueles que seguem produzindo apesar de tudo.
Artistas @douglascortinovis allanpinheiro__ @amaurietc @bre_n00 @artistaproletaria_ @k.roh_@antisocialsocialboy @claraluzbr @danilonobrega23 @dudapossivel @carnauba.felipe @joaoportto @mumbucasadpoem @ju_angelino @jumorais.com.br @jlbrsl @ju.lianapimentel @leonamachado @luccpd @lui.trindade @luisa_pereira @wannabicha @_m.apo @naomefuma @melgga_ @mercedeslachmann @rastrosdediogenes @renayadorea @rubenstakamine @rudhrradikaralha @sema.mp4 sereiano @simbalifemec @simonefloot @tecidio @thiago_olival @viniciusduqueestrada @monte.vinicius @vixpalhano @yaraligiero @zirtaebskit
22.08.26 — 05.09.2614h às 22h
Studio MonteRua dos Inválidos, 27

Equipe BACANEIA@joaoportto@mumbucasadpoem@luisa_pereira@ju.lianapimentel@viniciusmonte by @jlbrsl
4
2 months ago
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A exposição da 4ª chamada do programa Hélio Oiticica permanece aberta até 29 de agosto.
Quem estiver ou passar pelo Rio, pode ir lá conferir.

E, para quem é da educação por aqui nessa rede: o @cma.heliooiticica tem um setor educativo incrível, que faz mediações com escolas e grupos de crianças.

Se você é responsável por crianças, tia, amiga (aquela parceria que rende um vale-night) leva as crianças lá também. Esses trabalhos, em especial, são muito divertidos para elas. :)

Seg. — Sáb. das 10h —18h
Rua Luís de Camões, 68

A arte foi feita pelo @cma.heliooiticica 
A fotografia é da @cecisusinnn by @jlbrsl
8
2 months ago
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Nesta quarta, dia 13 de maio, a partir das 15h, acontece mais uma atividade de “re-projetando (rio de janeiro)”, que compõe a exposição ‘Irradiar: para construir instituições da gente’, com Ricardo Basbaum, Julia Brasil, Mônica Coster, Thaís Rodrigues e Tuca Mello.

Partindo de um monumento localizado na esquina das avenidas Marechal Floriano e Passos, no Centro do Rio, o encontro propõe refletir sobre memória pública, cidade e os modos como determinadas figuras e narrativas seguem ocupando o espaço urbano.

As artistas e o artista convidados desenvolveram propostas de intervenção para o local, elaborando diferentes perspectivas sobre o conceito de monumento público a partir de práticas contemporâneas, políticas e experimentais.

A programação começa com um encontro junto ao monumento de Flory Lisboa Gama, seguido de roda de conversa no Ateliê Terreiro, com participação de Matheus Morani e Ricardo Basbaum.

📍 Encontro no monumento de Flory Gama, na esquina das avenidas Marechal Floriano e Passos — Centro do Rio
📍 Roda de conversa no Ateliê Terreiro: Rua Acre, 83 sala 505 — Centro do Rio

🗓 Quarta, 13/05
⏰ A partir das 15h

☀️

O Solar tem Patrocínio Ouro do Instituto Cultural Vale e Patrocínio Prata da Globo, Machado Meyer e Mattos Filho via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O Programa Educativo tem Patrocínio Prata do BTG Pactual via Lei Municipal de Incentivo à Cultura. re-projetando rio de janeiro by @jlbrsl
11
5 months ago
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Já está no ar a publicação Entre a palavra e a imagem: Anais do 10º Seminário PPGArtes UERJ 
Participo com um texto experimento, um fragmento da minha dissertação. 
O texto é um ensaio dialógico produzido a partir da transcrição – ficcional – de um diálogo entre fases. Podemos pensar em fases a partir de
um diagrama, onde as linhas indicam as possibilidades de estado da matéria. No lugar de produzir um texto uníssono, completamente estável, produz-se um texto que carrega a multiplicidade e as transformações do processo de individuação da artista-pesquisadora-etc

Pra quem quiser ler o link da publicação está na bio.

Obrigada toda a equipe de organização do evento.
Obrigada todes  que ajudaram ao ler, reler, discutir, palpitar, mandar referências, que engajaram nas loucuras propostas, que mandaram forças via pensamento…

A imagens do chuveiro foi feita com inteligência artificial;

Imagem 1 - diagrama de fases, 2025
Imagem 2 - trecho do texto 
Imagem 3 - meme, imagem feita com inteligência artificial
Imagem 4- tecido epitelial em corte onde podemos observar o músculo eretor do pelo 
Imagem 5 - mitocôndria vista em um microscópio eletrônico by @jlbrsl
11
6 months ago
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m1/m2
objeto-sensorial-plastico-sonoro-topológico
2025

M1/M2 é composta por dutos metálicos de ventilação — elementos normalmente ocultos em paredes e forros, integrantes de infraestruturas de climatização e circulação de ar. Neste trabalho, esses componentes são trazidos à superfície e explorados em sua maleabilidade material e simbólica.
Configurados como dispositivos abertos à experiência, os dutos convidam à interação e ao movimento, instaurando um fluxo de dupla transformação entre objeto e público. Os dois elementos ativam experiências sensoriais, sonoras, plásticas e espaciais, nas quais o corpo participa como agente fundamental da obra. by @jlbrsl
10
8 months ago
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é vdd ! 🔥

 convite pra minha defesa de mestrado junto ao PPGCA/UFF.
10/10
essa sexta 
14h

as infos de como encontrar tão na próxima imagem (tem um mapinha)

obrigada td mundo que me ajudou a chegar até aqui ♥️ by @jlbrsl
28
a year ago
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comunicação metabólica
registros de tocar a palavra, resultado da residência com @marila_dardot na @casadepedra.arte 
mais uma vez o retorno das impressoras artistas,
tenho me questionado se a artista sou eu ou essas maquininhas que insistem em falhar comigo e desproduzir algo, desfazer sentidos
durante a residência propus que cada uma das participantes compartilhasse comigo a leitura de um texto, apostando na leitura em voz alta como dispositivo de edição que passa pelo corpo, um texto metabolizado
este resultado seria impresso nestas fitas de papel térmico convidando a uma segunda leitura ao encontro com o trabalho
aqui é importante dizer que me interessa nesses últimos tempos o calor como forma de comunicação, uma da qual participam todos os corpos [inclusive as máquinas impressoras rs]
a impressora, esta simpática da foto, também inclui-se no trabalho, reeditando os textos a sua maneira, re-metabolizando-os 
enfim, um trabalho feito por um coletivo de línguas, corpos, vozes, circuitos, letras e palavras by @jlbrsl
20
2 years ago
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Ensinar é uma experiência radical. 

Esse último ano ano tive a sorte de vivenciar a educação do outro lado da moeda, como educadora, profe, tia, professora etc.
A minha mãe, que também foi professora mas também é veterinária e tem sempre uma explicação científica pra tudo, sempre dizia que a gente aprende imitando. É verdade, tive ótimos exemplos, os copio e carrego algumas manias também. Mas não é a única forma, o pensamento crítico também nos ensina a aprender o que não fazer, aprender a como não ser professor. Tive a sorte de trabalhar em lugares que aceitam e incentivam essa autonomia para desinventarmos os jeitos de dar aula. Todos estamos sujeitos a sermos descopiados quando aceitamos a incumbência de tentar transmitir algum conhecimento, é sempre um risco, o fracasso está sempre a um passo, e as vezes erramos mesmo. Eu tenho aqui, nesses movimentos de cópias e descopias, acreditado cada vez mais que o ensino se da mesmo pelo afeto. E por isso mesmo ele é sempre uma experiência radical, porque se deixar afetar e deixar-se afetar outres exige vulnerabilidade, é preciso estar aberto aos acasos, ao erros, ao desconhecido. A gente joga uma ideia e fica esperando pra ver o que vão jogar de volta pra gente, e nesse voleio vão se criando coisas que nos transformam.
Obrigada por todes que estiveram comigo nesse trajeto de alguma forma,
permanece o desejo de continuar trilhando esse caminho. by @jlbrsl
11
2 years ago
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