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Dibujanta
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A escritora Isabela Figueiredo que acaba de lançar, com a ilustradora Júlia Barata, a novela gráfica «Caderno de Memórias Coloniais», editado pela Caminho, foi entrevistada no Programa Ensaio, da RTP. A não perder! A entrevista e o livro, claro.Já nas livrarias e também aqui: https://www.lyvros.com/catalogo/caderno-de-memorias-coloniais-89291Entrevista completa RTP play: https://www.rtp.pt/play/p16201/e941681/ensaio by @julia_barata
5
15 days ago
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💥Júlia Barata ilustra o nr 9 da revista 𝐦𝐚𝐧𝐢𝐟𝐞𝐬𝐭𝐨👉Já podes comprar a revista em www.blog.manifesto.com.pt/ e na livraria Tigre de Papel!📸 @wo_portillodelrayo by @julia_barata
25
24 days ago
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📖 Caderno de Memórias Coloniais 📖 Lembro-me bem de ter passado a infância e a adolescência a ouvir as maiores atrocidades sobre África vindo dos mais velhos. Nunca percebi bem porquê, talvez por sermos crianças e não ter um adulto que explicasse que aquilo eram efectivamente atrocidades, mas o colonialismo era romantizado e o racismo (ao contrário do que querem pintar nas narrativas recentes) é algo muito enraizado em Portugal. Alguns vão ler isto e achar que é exagero, mas muitos ou não sabem qual é a fronteira do racismo, ou para um racista nunca nada é racismo. Com o tempo cresces, vais-te informando e percebes que nós fomos parte integrante de todos os países que fizeram parte do colonialismo recente. Posto isto a curiosidade sobre este livro era grande. Admito que sei pouco sobre a era do colonialismo. O que sei é precisamente sobre as atrocidades que foram feitas, a falta de liberdade. O certo é que era esperado que em 2026 já teríamos compreendido que os mais de 8000 mil soldados portugueses que morreram na guerra, os cerca de 10 mil soldados africanos que também perderam a vida… já para não falar das violações, os sequestros, os feridos e os prisioneiros que aconteceram na guerra colonial, seria tudo suficiente para encararmos que este não é um período que nos devêssemos orgulhar como a nova direita faz querer parecer. Este livro foi publicado originalmente em 2015, mas esta é uma novidade apresentada em formato de Novela Gráfica. Vão encontrar um retrato cru daquilo que é a memória de Isabela Figueiredo sobre o período colonial em Moçambique, um retrato de quem “não ouviu falar “ mas que o viveu na realidade, a sua relação com o Pai e também o período de regresso a Portugal vivendo o estigma de “retornada”. Também sobre este último cresci a ouvir os maiores disparates sobre estas pessoas que tiveram de regressar após o 25 de Abril. A escrita é a que já nos habituámos da Autora. Uns gostam, outros têm as suas reticências. Mas o facto é que é fiel a si mesma. E o retrato explicado aqui, de tão cru que é, pode não ser para todos os leitores. E tu, que memórias tens ou ou que ouviste falar sobre este período?#livros #recomendacaodelivros by @julia_barata
26
a month ago
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"Sendo Caderno de Memórias Coloniais um testemunho por vezes revoltante e até vergonhoso, torna-se ainda mais essencial que seja lido e debatido, para que não se apague nem se deturpe esse passado. Importa que todos nós - colonizadores e colonizados - possamos reconhecer os erros cometidos, não para perpetuar culpas, mas para aprender com eles e, assim, contribuir para a construção de um presente mais consciente e um futuro mais justo."Análise completa a esta obra publicada pela Editorial Caminho (LeYa), em VINHETA2020.BLOGSPOT.COM (link na bio)....#vinheta2020 #bd #bandadesenhada #bdportuguesa #cadernodememóriascoloniais by @julia_barata
13
a month ago
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Hoje, na VOLTA DO CORREIO, trago-vos uma novidade de banda desenhada da Caminho.Ora vejam......#vinheta2020 #bd #bandadesenhada #cadernodememóriascoloniais #bdportuguesa by @julia_barata
10
a month ago
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Aqui fica um vídeo do trabalho de ilustração de Júlia Barata, na novela gráfica «Caderno de Memórias Coloniais», com texto de Isabela Figueiredo e que está nas livrarias a partir de dia 9 de junho.Dez anos após a sua publicação. pela Editorial Caminho em 2015, o livro «Caderno de Memórias Coloniais», de Isabela Figueiredo regressa ao centro do debate, com uma nova versão, magnificamente ilustrada por Júlia Barata, fiel à sua vocação de expor cruamente o colonialismo português em Moçambique.Já à venda na Feira do Livro de Lisboa. Venha, (no fim de semana, a partir das 16h) e poderá levar para casa um livro autografado por autora e ilustradora!Também em pré-venda: https://www.lyvros.com/catalogo/caderno-de-memorias-coloniais-89291 by @julia_barata
2
2 months ago
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Caderno de memórias coloniais, agora em romance gráfico #bd #graphicnovels #livros by @julia_barata
20
2 months ago
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Voy a explotar un carrete con fragmentos de lo que fue esta Feria del Libro, donde la pasé espetacular y donde dibujé mucho en vivo, algo que descubro que me encanta. Registrar charlas, personas, dichos y sucesos sin tiempo para repensar, captando pedazos de diálogos que cuenten algo de lo que fue. Dibujé en @visitportugal charlas de @valterhugomae @afonso_cruz @repmiguel @wernicke_maria @vpombinho entre otres, charlé con Valter Hugo Mãe sobre dibujos, dibujé con el querido @espaciomoebius un discurso de @liliana._heker para la muestra "la feria del libro en viñetas", y presenté una novela gráfica hermosa ganadora del 7o concurso nacjonal de narrativa gráfica de Perú, de @edwinayay.art y @karenreyes_0 , sobre trata de personas y mineria ilegal en el amazonas. Un hermosor todo, las personas con quien comparti, los escritores copadíssimos que conocí, acuarelar a 300trazos/hora, los libros, el encuentro. Gracias @clp.camoes.buenos.aires @espaciomoebius @ferialibro_ba por invitarme a estas cositas lindas. Ph de @susannamartins.550Y @vpombinho . Por último, Alejandra Leoni me escribió un poema en vivo, mientras dibujaba ahí, y me parece hermoso, asi que aqui va para les que lleguen a este punto de la lectura: O MomentoMagia de captar o ângulo o gesto a linha, o espírito preso num piscar rápido de tinta e cílios. A pausa na ponta do lápis nos olhos ágeis de câmera, subtil roubo de perspectivas e cores, o rapto sem pausa e a tensão única. Convívio natural de palavra e signo sinal símbolo traço, o relato se transforma em imagem difusa incompleta que surge do fundo da folha nítida e voraz. A palavra se torna forma e se imprime completa e lógica. Guardas o instante e eternizas o momento nos teus cartões postais com vida. Ale Leoni1 de Maio 2026 by @julia_barata
8
2 months ago
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❤️‍🔥 Ciudades, latidos y desbordes.🎨 En “Familia”, están retratados paisajes del Norte de Argentina y calles de Buenos Aires. Con esa particular movilidad de su dibujo, Julia Barata [@julia_barata] nos recuerda que, a veces, la familia y los encuentros más reales también están afuera, en cada detalle cotidiano. 🚗🌋 A través de trazos negros, junto con ese rojo que se expande como un acto irremediable, la narrativa nos transporta al caos porteño o la inmensidad de las montañas del norte argentino. La ciudad aquí es el viaje, el trayecto en bondi, el encuentro en el café y el ruido mental de quien necesita ponerle pausa al mundo. En cada página se siente el pulso de los lugares transitados, como coordenadas del sentir.✨ Gracias a @editorialsigilo y @musaranaeditora por sumarse a este archivo visual de historietas que nos penetran el alma. Este proyecto se construye entre todos, porque el futuro es colectivo.[coordenadas @en_clave_de_historieta | organizan: @locorabiaeditora y @own_hz] by @julia_barata
12
2 months ago
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Umas notas a partir de "Quotidiano de Luxo" de Júlia Barata, 2019.O quotidiano, tal como a vida na canção do Godinho, faz-se de pequenos nadas: micro-ações diariamente praticadas, eterno retorno de gestos e problemas. Por mais conturbado o ponto de existência, a rotina é a âncora nas ilhas de desordem da vida, impelindo-nos a sair de casa e a enfrentar o mundo, isto é, a esquizofrénica leitura sobre o mundo que habitamos, mais ou menos conjuntamente. E a insuportável pressão de estarem sempre a acontecer coisas. Obedecendo a uma lógica muito própria, a rotina obriga-nos a insignificantes ou radicais decisões: levantar da cama, levar filhos à escola, trabalhar com garra ou em saturação, arrastar dúvidas e dívidas.Cumprir o quotidiano devolve-nos, pelo empenho que exige, uma aparente sanidade, mas não nos salva da sua orgânica voracidade. Da sensação de que, mal se entra nas solicitações do dia, logo outro se apressa a recomeçar a lengalenga (e dias de intervalos curtos, especialmente quando se dorme mal e a noite é um buraco escuro). Na vertiginosa espiral das semanas, acordamos sempre a uma – maldita ou promissora dependendo da neura – segunda-feira!No entanto, nenhum dia é igual ao outro, por mais que os sentidos desatentem nos pequenos nadas que fazem toda a diferença. Nenhum pequeno-almoço é rigorosamente idêntico: cereais ou iogurte, café com leite mais ou menos escuro, pão mais ou menos torrado, queijo e um cantinho de doce. Comer, dormir, higiene diária, sexo, pequenos vícios, continuam a dar-nos prazer porque, entre diferença e repetição, há todo um mundo de possibilidades. Então perguntamos: Serão esses milhares de pequenos nadas a nossa vida? Que pessoa vamos sendo com o avançar do tempo?Mas o quotidiano, tal como um lintel, pode desabar. Talvez seja esse vulnerável equilíbrio que lemos (e vemos) nas páginas de Quotidiano de Luxo, de Júlia Barata. A obsessão confessional e diarística de desenhar o pequeno incidente, momentos mais ou menos desastrosos, vergonhas e sucessos, utilidade ou vazio, convida-nos a um passeio aos dias pelos seus olhos, os mesmos com que se vê a si. (...) continuar a ler no @buala_ac by @julia_barata
7
4 months ago
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A 50 años del golpe salimos a la plaza para decir Nunca más al terrorismo de estado, a la dictadura, a la opresión. No se olvidan ni perdonan los crimenes cometidos, y seguimos atentis y en lucha ante este presente gobernado por gente deshumanizada a quien le importa un bledo la paz, los derechos humanos, los derechos civiles, la diversidad, el país, el planeta.Estas paginas son un excerto de una entrevista dibujada a una amiga luchadora, hija de militantes desaparecidos durante la ditadura, apropiada por militares, y se podrán ver en la muestra colectiva "Los restos de la dictadura" que estará el 26 y 27 de Marzo y 1 de abril en el instituto de investigaciones Gino Germani (Uriburu 950, piso 6, Buenos Aires). Inaugura jueves 26/3 a las 14hs (aula 1). Gracias Pablo, Amadeo y Laura por hacerme parte.@blopaturnes @snark84 @lauravazquezhutnik by @julia_barata
9
4 months ago
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Na continuação do seminário virtual sobre o potencial da Narrativa gráfica aplicada às Ciências sociais, seguimos com uma oficina prática presencial, em que acompanharei a criação individual e colectiva de uma narrativa gráfica sobre um dos eixos: Memória histórica, auto-reflexão e ficção especulativa. Tanto o seminário como a oficina foram imaginados e planeados com a Jussara Rowland, e tornados possíveis com a ajuda essencial da Inês Ponte e as portas abertas do Instituto de Ciências Sociais de Lisboa. Estamos felizes com a excelente receção destas atividades, no cruzamento da investigação científica com outras formas de expressão artística e comunicação. O meu entusiasmo é enorme, creio realmente que a narrativa gráfica e o acesso a ferramentas da criação com texto e imagem permitem diversificar discursos, métodos e ampliar públicos e horizontes, além de que me diverte a multidisciplinaridade, o contacto com a academia e com os e as investigadoras e a aprendizagem que isso nos traz. Esperamos-vos no dia 12 com os papeis, os lápis e as ideias em punho! Obrigada @jussara @lugardistante @ics.ulisboa por pensar, fomentar e concretizar estes espaços de pensamento e produção criativa✨ by @julia_barata
0
6 months ago
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