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Consultoria em Intervenção Neurocognitiva Escolar
🧠 Neuroeducação |ABA |TCC| Método Denver | CAA | TEA/TDAH
Especialista em intervenção educacional
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Há 20 anos dentro das salas de aula da escola pública, aprendi uma verdade que guia tudo o que faço: ninguém se desenvolve no isolamento, e ninguém nasce pronto. Somos fruto da nossa história, da nossa cultura e do mundo em que vivemos.

Como Educadora Comportamental, olho para a neurodivergência não como um déficit a corrigir ou como alguém que precisa caber nas caixas do mundo. Meu foco é o desenvolvimento da autonomia crescente, da consciência e do poder de escolha real.

🧱 Meus instrumentos de mediação

Uso o que há de mais consistente na ABA e na TCC — não para enquadrar ninguém, mas como andaimes: suportes práticos e temporários que apoiam o desenvolvimento até que o sujeito possa caminhar com segurança e autonomia ampliada.

💼 Como atuo na prática

Intervenção Educacional com Estudantes:
Acompanhamento especializado para crianças e adolescentes neurodivergentes. Partimos de uma avaliação funcional e pedagógica para construir um plano de intervenção sob medida — ampliando habilidades e a relação do estudante com o aprendizado e a vida.

🌼Orientação Educacional para Mulheres Neurodivergentes

Muitas mulheres chegam até mim depois de anos sendo mal compreendidas — por sistemas, por diagnósticos tardios, por um mundo que não foi pensado para elas. Aqui o trabalho é construir juntas ferramentas reais de organização, autoconhecimento e agência — com base em quem você é, não em quem o mundo espera que você seja.

📊 Ponto de partida: Avaliação Educacional e Funcional

Um olhar técnico e minucioso sobre quem é esse sujeito e como ele funciona — mapeamento de repertório, avaliação de habilidades funcionais, anamnese educacional e observação sistematizada. Daqui nasce o plano de intervenção.

Quer entender como começar? Me manda uma mensagem ou acessa o link da bio.

#educadora comportamental 
#neurodivergentes 
#autismo by @ligiabacarin
1
2 months ago
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Conheça Lígia Maria Bueno Pereira Bacarin 

Lígia Maria Bueno Pereira Bacarin é maringaense e apaixonada pela educação. Formada em História pela UEM, é mestre em Fundamentos da Educação e doutora em Ensino e Aprendizagem, além de especialista em Educação Especial, com ênfase no Transtorno do Espectro Autista (TEA) e na Teoria Cognitiva Comportamental.

Desde 2008, Lígia atua como professora na rede Estadual de Ensino e, desde 2017, também compartilha seu conhecimento na Pós-Graduação Privada, sempre com foco em uma educação inclusiva e transformadora. Sua trajetória é marcada por uma paixão pela docência e pelo impacto positivo que a educação pode ter na vida das pessoas.

📚 Autora de três livros publicados, Lígia continua a contribuir para o debate educacional, trazendo novas abordagens para a sala de aula e para a formação de professores.

É uma pessoa acessível, que acredita no poder da educação como uma ferramenta de transformação social e na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. by @ligiabacarin
17
2 years ago
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✨ Sejam bem-vindas e bem-vindos ao meu espaço!

Aqui, cada palavra, reflexão e imagem tem um propósito: dialogar sobre temas que atravessam nossas vidas e nos transformam. 🌸 Educação, educação especial, terapia cognitiva comportamental, parentalidade e feminismo são os eixos que guiam nossa jornada juntos.

Acredito profundamente no poder do conhecimento, não apenas como ferramenta de transformação individual, mas de mudança social. E é por isso que o cinema e a literatura serão meus companheiros nessa travessia – fontes inesgotáveis de histórias que nos inspiram a enxergar o mundo por novas lentes e a questionar o que muitas vezes parece inquestionável.

💡 Neste espaço, o foco não é o grito, mas a força que a inteligência traz. Porque, sim, podemos ser potentes sem perder a ternura, podemos ser incisivas sem cair na grosseria. Empoderamento é se fazer ouvir com sensibilidade, empatia e respeito – sem jamais abrir mão da nossa luta. Aqui, educar e aprender são atos de coragem, e o feminismo é uma prática diária de construção coletiva, que não busca hierarquias, mas igualdade.

🌍 A nossa conversa vai além de teorias; ela está nas práticas cotidianas, na forma como lidamos com o outro, como educamos nossas crianças, como cuidamos de nossa saúde mental e, sobretudo, na maneira como nos posicionamos no mundo. É um convite para refletir, aprender e questionar. Juntos e juntas, podemos construir um ambiente de acolhimento e troca, sempre guiados pela vontade de evoluir.

Se você, assim como eu, acredita que o conhecimento tem o poder de transformar o mundo, então está no lugar certo. Vamos trilhar esse caminho de forma inteligente, sensível e firme, sem perder de vista a nossa força e a nossa delicadeza.

✨ Me acompanhe nessa jornada e traga suas ideias. Vamos construir juntos! ✨

#Educação #Feminismo #EducaçãoEspecial #TerapiaCognitivaComportamental #Parentalidade #Cinema #Literatura #Empoderamento #Reflexão by @ligiabacarin
13
2 years ago
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🚨URGENTE: SEED-PR INICIA FECHAMENTO DE TURMAS DO ENSINO FUNDAMENTAL EM CURITIBA

Diversas escolas estaduais de Curitiba foram surpreendidas, nessa semana, com a informação de que turmas do Ensino Fundamental, especialmente do 6º ano, serão fechadas. A medida produz impactos imediatos: professores perderão aulas, gerando efeito cadeia com redistribuição de aulas; e estudantes serão remanejados para outras turmas. 

FALTA DE TRANSPARÊNCIA
Até o momento, as justificativas apresentadas limitam-se a expressões genéricas como "reorganização", "adequação da demanda" ou "otimização de recursos". Entretanto, essas explicações não esclarecem os critérios adotados nem por que, em muitos casos, não estão autorizando a abertura de novas turmas subsequentes. 

IMPACTOS PARA OS PROFESSORES
O fechamento de turmas representa redução de aulas, remoções compulsórias, diminuição de postos de trabalho e maior precarização das condições de trabalho dos profissionais da educação. 

IMPACTOS PARA OS ESTUDANTES
Os estudantes também são diretamente prejudicados. O remanejamento rompe vínculos pedagógicos e afetivos já estabelecidos, aumenta o número de alunos por sala e compromete o acompanhamento individual, afetando a qualidade do ensino e o processo de aprendizagem.

EDUCAÇÃO ESPECIAL
A situação é ainda mais grave quando envolve estudantes com TEA, TDAH ou Deficiência Intelectual, pois o fechamento pode comprometer as condições e a continuidade dos atendimentos inclusivos previstos na legislação.

➡️ O QUE FAZER AGORA?
📌 Mobilize a escola. Reúna professores, pais e responsáveis, registre as informações em ata e reúna documentos sobre o fechamento das turmas.
📌 Exija transparência. Solicite, por escrito, a justificativa oficial da SEED-PR e protocole os pedidos junto ao Núcleo Regional de Educação. 
📌 Acione os órgãos competentes. Havendo prejuízo aos estudantes, especialmente da Educação Especial, procure o Conselho Tutelar e/ou apresente o caso ao Ministério Público.
📌 Denuncie e divulgue. Compartilhe conosco informações verificadas. Também pode comunicar à APP-Sindicato, imprensa ou deputados by @ligiabacarin
16
10 days ago
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Nenhuma criança cresce achando que envenenar ou ferir alguém é brincadeira. Em algum momento do desenvolvimento, todo sujeito internaliza um limite: isso pode matar, isso eu não faço. A pergunta que falta não é por que o aluno tem raiva do professor. É onde esse limite foi embora.

O psicanalista Christian Dunker, ao pensar especificamente o mal-estar escolar brasileiro contemporâneo, ajuda a nomear essa lacuna: o limite moral nunca foi propriedade individual, uma espécie de freio interno que cada um carrega sozinho. Ele sempre foi relacional, sustentado pela existência de um outro que reconhece você como sujeito, e que você reconhece como sujeito em troca. Quando esse laço social se desfaz, o limite não é transgredido, como se ainda existisse e alguém escolhesse ultrapassá-lo. Ele deixa de estar disponível como categoria.

Judith Butler permite aprofundar essa mesma linha, esticando o que o texto já afirmou sobre necropolítica em microescala: se o sistema trata a própria vida do aluno como não passível de luto; descartável, sem enquadramento que a torne importante, ele não aprende apenas que sua vida não conta. Aprende que a categoria “vida que importa” simplesmente não se aplica a ninguém naquele espaço, incluindo o professor. Não é esquecimento de regra. É que toda regra contra matar pressupõe reconhecimento mútuo de humanidade, e é exatamente esse reconhecimento que a precarização retira dos dois lados da sala de aula. É a mesma reificação que Lukács descreve para o trabalho sob o capital, agora saturando o vínculo pedagógico: quando toda relação social é convertida em relação entre coisas, o professor deixa de ser sujeito e passa a ocupar o lugar de obstáculo-objeto, o capataz da fábrica que fechou.

O texto na íntegra está no site Canal Pororoca. 
Link nos Destaques by @ligiabacarin
0
18 days ago
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A fala da jornalista da Globo não é um deslize pessoal, é sintoma. Sob a lógica do capital, a escola não existe para emancipar, mas para garantir a reprodução da força de trabalho. Guardar crianças durante o jogo da Copa não é “ajuda aos pais”, é viabilizar que o espetáculo mercadoria seja consumido sem entraves, liberando força de trabalho e audiência.

A Copa é um megaevento da indústria cultural e do capital financeiro: cada gol é intervalo para anúncio, cada emoção patriótica lubrifica a exploração. Nesse contexto, exigir que a escola funcione como depósito de crianças é tratar a educação como infraestrutura de cuidado não pago, que subsidia o lucro. O trabalho reprodutivo, aquele que repõe diariamente a força de trabalho, é transferido gratuitamente para a escola pública, para que o capital possa sugar os pais sem se preocupar com a prole.

A indignação com a apresentadora é justa, mas fica no fenômeno. O estrutural é que a escola, sob o capital, é sequestrada para atender às necessidades da acumulação, não às humanas. Professores são trabalhadores assalariados, produtores de mais-valia indireta, e sua recusa a servir de esteira logística do entretenimento mercantilizado é luta de classes. Não se trata apenas de “direito ao recesso”, mas de recusar a transformação do tempo de vida em tempo de valor.

Que a escola não seja apêndice do comércio!

 #EducaçãoNãoÉMercadoria
 #CopaDoMundo 
#LutaDeClasses by @ligiabacarin
6
a month ago
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Quando vi pela primeira vez a imagem de Michel Mboladinga, imóvel nas arquibancadas, a mão tapando a boca e uma arma imaginária contra a têmpora, senti um aperto no peito – como se uma mão invisível do passado me agarrasse. Ali, no meio da euforia de uma Copa do Mundo, um corpo negro permanecia como uma estátua, recusando-se a dançar, a vibrar, a ser mais um na multidão. E eu me perguntei: o que faz um homem transformar seu próprio corpo em monumento? O que faz um torcedor, num momento supostamente alegre, evocar a morte?

A resposta, percebi, está na memória que o corpo carrega – memória que o ocidente insiste em enterrar sob camadas de silêncio e entretenimento.

Lembro-me de ter lido, anos atrás, sobre Patrice Lumumba. Não nos livros de história que sou obrigada a usar quando ministro minhas aulas – esses, convenientemente, pulavam da independência formal para os “problemas internos” do Congo –, mas em textos marginalizados, em rodas de conversa em que se falava de colonialismo sem eufemismos. Lumumba foi o primeiro-ministro eleito, o homem que ousou dizer, em 30 de junho de 1960, que a independência não era uma “concessão generosa” da Bélgica, mas uma conquista arrancada a sangue e lágrimas. Ele denunciou os “bárbaros crimes” do colonialismo na própria cerimônia de independência. Que ato de coragem seria esse, senão a certeza de que a verdade é mais urgente que a vida?

E ele pagou com a vida. Assassinado por um pelotão de fuzilamento em 1961, com o consentimento tácito da Bélgica, dos Estados Unidos, de quem mais se beneficiava da riqueza do Congo. Seu corpo foi dissolvido em ácido, como se fosse possível apagar uma ideia com produtos químicos. Mas ideias, sabemos, não se dissolvem. Elas se encarnam em outros corpos.

‼️ Texto completo no site do G68
🔗 link no Destaque 

#históriaepolítica 
#lumumba 
#mboladinga by @ligiabacarin
4
a month ago
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A capa do trabalho escolar foi feita à mão. Mas, o que importa não é a capa em si. É o que ela denuncia por existir.

Para fazer isso, uma aluna passou tempo em silêncio diante de uma folha branca, que foi criando vida. Existiu dentro do trabalho de uma maneira que nenhuma plataforma consegue medir, e por isso mesmo, que nenhuma plataforma consegue formar.

É exatamente aí que está o problema!

As Big Techs não invadiram a escola para destruir a criatividade. Invadiram para redirecionar o tempo, a atenção e o trabalho pedagógico para dentro de arquiteturas que produzem dados. Google Classroom, Khan Academy, Duolingo, plataformas de redação com IA embutida, todas funcionam dentro da mesma lógica: o produto entregável precisa ser mensurável, comparável, armazenável. 

Um quiz tem resposta certa. Uma redação tem rubrica. Uma tarefa tem prazo e porcentagem de conclusão. O processo que produziu aquela capa não tem nenhum desses atributos. Não gera clique. Não alimenta dashboard. Não aparece em relatório de desempenho.

O aluno que some não é necessariamente o aluno "dedicado" numa acepção moral. É o aluno cuja forma de existir dentro do conhecimento não é capturável pela infraestrutura digital que hoje organiza o tempo escolar. 

A dedicação que essa capa materializa não foi premiada pela plataforma, foi apenas tolerada na margem do que as Big Techs ainda não colonizaram completamente: a tarefa física entregue em papel.

Vale nomear um detalhe: o tema é Finanças Empresariais. Exatamente o campo do saber que sustenta o modelo de negócios das empresas que estão tornando esse tipo de trabalho invisível. Não é ironia retórica, é a contradição real do capitalismo educacional operando dentro de uma única folha de papel.

O que está desaparecendo não é o "bom aluno de antigamente". É um modo de relação com o conhecimento que exige presença, demora, erro físico e correção visível, tudo o que as plataformas substituíram por velocidade, feedback imediato e ilusão de domínio.

Quando a escola se torna interface, o que não cabe na interface deixa de ser reconhecido como aprendizagem. E o que não é reconhecido, eventualmente, deixa de ser produzido.

#sobreeducação by @ligiabacarin
4
a month ago
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Em algum lugar entre o céu de chumbo de Teerã e as calçadas lavadas pela chuva de Viena, habita uma menina de cabelos desalinhados que aprendeu a voar usando as páginas remendadas de livros proibidos. Ela assina como Marjane, mas bem poderia se chamar muitas coisas. Poderia carregar o nome da solidão. Poderia ter a urgência da coragem.

Persépolis não é apenas um registro na tela. É uma cartografia tatuada na pele de quem precisou sepultar o próprio rosto para que os olhos não traíssem a revolta. É a crônica de como se forja uma mulher quando o mundo tenta, a cada esquina, ditar a métrica de seu corpo, de seu pensamento, de seu afeto ou de seu grito.

E que mundo. O Irã das madrasas e dos espelhos estilhaçados, das paredes pichadas com dogmas e de uma moral que respira pelo cano frio de um fuzil. Ali, a existência feminina é uma eterna barganha de sobrevivência: o véu que escorrega por cálculo, o olhar que desvia por decreto, a voz que se educa no sussurro para não virar corpo de delito num tribunal. Ali, a infância de Marjane é sitiada pelos vigilantes da revolução, que medem a curva de uma saia com o mesmo rigor com que se calcula a extensão de uma heresia.

Mas o que torna Persépolis uma obra vital, quase um respirador mecânico para os pulmões sufocados da liberdade, é a precisão com que Marjane Satrapi nos mostra que a história não se faz apenas na pólvora das avenidas. Ela pulsa no avesso dos quartos escuros, no chiado clandestino do punk rock gravado em fitas cassete. Vive na memória heroica de um avô preso político, nas cartas finais de um tio executado, no silêncio cortante de uma mãe que chora sobre a costura de um botão. Manifesta-se na audácia de uma menina que desenha a si mesma: assimétrica, indomável, gigante.

Persépolis nos ensina que não há emancipação possível sem o resgate da memória de classe. O tecido do véu não cai por milagre; ele é urdido junto com as linhas da fome, com o peso da censura e com o suor invisível das mulheres que limpam as mesas onde os homens decretam seus destinos...

Para leitura na íntegra acesse o link nos Destaques by @ligiabacarin
6
2 months ago
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A partir de hoje, 26 de maio de 2026, entra em vigor uma mudança histórica na legislação trabalhista brasileira: a atualização da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1). Agora, empresas e organizações são obrigadas por lei a incluir a avaliação de riscos psicossociais em seus programas de gestão de segurança e saúde.

Isso significa que fatores como estresse, assédio moral, sobrecarga de tarefas e esgotamento mental (burnout) deixam de ser vistos como "problemas individuais" e passam a ser responsabilidade direta dos empregadores, que devem identificar, avaliar e mitigar esses riscos.

🏫 E como isso impacta a Educação?

O alcance da NR-1 é universal para o mercado regulado, estendendo-se plenamente às instituições de ensino, tanto na rede privada quanto na rede pública. O ecossistema escolar, as salas de aula e a gestão pedagógica estão no centro dessa nova exigência legal. Como educadoras, conhecemos de perto a realidade do desgaste docente e da sobrecarga que afeta a nossa categoria diariamente. Ter o adoecimento mental reconhecido institucionalmente é um avanço.

⚖️ Uma vitória ou uma contradição?

Olhar a realidade concreta exige ir além das aparências. Embora a norma seja uma conquista importante e uma ferramenta de defesa, ela carrega uma contradição profunda: o mesmo modelo econômico e social que gera o esgotamento através da cobrança por produtividade e metas desumanas é o que agora tenta regular esse adoecimento.

O Estado intervém para gerenciar os danos e manter a força de trabalho ativa, mas sem mexer na raiz da exploração. Por isso, a lei é uma arena de disputa, um ponto de partida, mas não o ponto final.

Para que possamos verdadeiramente Retomar o Leme das nossas vidas e da nossa saúde mental no ambiente escolar, precisamos transformar essa obrigação burocrática em uma ferramenta de conscientização coletiva. A nossa saúde não pode ser apenas uma planilha de conformidade patronal; ela faz parte do nosso Poder de Escolha Consciente por uma vida digna.

📚 Quer se aprofundar nessa reflexão?
Eu preparei a versão desse texto em formato de artigo. Link nos meus Destaques by @ligiabacarin
1
2 months ago
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🛑 O que é o Projeto de *VENDA DE 98 ESCOLAS* do Governo Leite? Quais seus ojetivos e consequências para Escolas, Profissionais e Estudantes? É possível barrar o leilão das 98 Escolas previsto para 26 de junho? Como?

🛑 Tudo isso será debatido na *1ª LIVE: NÃO VENDA A MINHA ESCOLA* do 39° Núcleo do CPERS.
 
📍*PARTICIPE!*
Dia *20 de maio* - quarta-feira 
⏰ *19 horas*
📲 Assista pelo Canal YouTube do https://www.youtube.com/@39nucleodocperssindicato53 

📍*Painelista:*
*LÍGIA BACARIN* - 
Professora de História da rede pública de Curitiba/PR e Doutora em Educação. Colaboradora nas mídias sociais da Geração 68.
🔊*Debatedores:*
Presidente do CPERS, Diretoras-Professoras e Funcionários.
(Veja nos cards)

✊🏽✊🏿 "Quem SABE mais, LUTA melhor!"
TE ESPERAMOS NA QUARTA, 19 HORAS!

#NãoVendaAMinhaEscola
#EducaçãoNãoÉMercadoria
#EducaçãoPública
#CPERS by @ligiabacarin
6
2 months ago
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⚠️ Não é formação. É controle

A Secretaria de Educação do Paraná lançou um programa dizendo que vai "acompanhar" e "apoiar" o trabalho docente. Mas olhe de perto: são atas, relatórios, pareceres, observações e prazos — uma engrenagem burocrática que começa a girar antes mesmo de qualquer diagnóstico real.

📋 O que está em jogo?

🔍 Sua aula sendo vigiada, sua metodologia sendo avaliada por checklists e sua liberdade de ensinar sendo enquadrada em critérios que vêm de cima.

📁 Um dossiê sendo montado sobre o professor, sua prática, sua ficha funcional.

😟 E o pior: um clima de medo, autocensura e adoecimento que corrói o chão da escola.

⚠️ Em São Paulo, sistemas semelhantes já barraram carreira, impediram atribuição de aulas e fundamentaram exonerações. O Paraná parece caminhar na mesma direção. O risco não é abstrato — é documental, é administrativo, é real.

🗣️ Compartilhe com quem precisa saber.

#EducarNãoÉControlar
#EscolaDemocrática by @ligiabacarin
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2 months ago
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