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 by @lsampaioluiza
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3 years ago
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 by @lsampaioluiza
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3 years ago
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Gregor Samsa passou a vida inteira calado, sendo o filho perfeito, aceitando tudo para não desagradar ninguém. No segundo em que ele não pôde mais ser útil, virou um monstro aos olhos deles. A verdade é que o mundo nos quer dóceis e substituíveis. Se impor vira afronta, reagir ao desrespeito vira loucura. É legal engolir seco para manter a paz dos outros enquanto a minha é destruída? É legal engolir o veneno alheio com um sorriso no rosto? Se ser de verdade e meter o pé na mesa é afronta, então que vejam o meu pior lado. Se lasquem as expectativas: Meta-morfoseie-se!✨🌋✨
#AMetamorfose #Kafka by @lsampaioluiza
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13 days ago
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Corpar. by @lsampaioluiza
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14 days ago
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Lutei contra as fotos antigamente, hoje registro cada momento “normal” que vira especial... amo tirar fotos, vídeos...

A foto foi tirada por alguém muito especial ❤️ by @lsampaioluiza
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24 days ago
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Lágrimas da madrugada
(escrito por mim) by @lsampaioluiza
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25 days ago
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Por que Noites Brancas de Dostoiévski me deu 
nojo (e por que você deveria parar de romantizar esse livro): o personagem principal é mais velho e se vende como o homem tímido (porém extrovertido), solitário, puro e incompreendido, mas ele é aquele cara que usa a autopiedade e uma falsa ingenuidade para desarmar uma mulher vulnerável e forçar uma barra. Ele é insistente, carente e bizarro.

Muitos homens jovens romantizam porque é fácil se projetar em um cara isolado e culpar a mulher (Nástienka) por “usar os sentimentos dele”. Só que ele não ama ela; ele ama a ideia de amar alguém e usa isso para alimentar o próprio ego e coitadismo.

Dostoiévski era genial exatamente por criar um personagem patético e problemático, mas o público jura que ele escreveu um herói romântico. Para mim, a dinâmica acendeu todos os alertas vermelhos de perigo.

Alguém mais leu e teve essa mesma sensação de desconforto?

#NoitesBrancas #Dostoievski #LiteraturaRussa #CriticaLiteraria by @lsampaioluiza
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25 days ago
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A caracterização de personagens muitas vezes recorre a procedimentos estéticos, como intervenções para simular olhos puxados, cabelos lisos e traços marcantes tentando se adequar a uma imagem idealizada e estereotipada do que a sociedade imagina ser a mulher indígena. A realidade é bem diferente: o Censo Demográfico do IBGE aponta a existência de 391 povos indígenas no Brasil. Diante de tanta diversidade, não existe um padrão estético único. Há indígenas de cabelos cacheados, olhos claros, morenas ou loiras. Corpos reais. Ser indígena é sobre identidade e pertencimento, não sobre um estereótipo visual. by @lsampaioluiza
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a month ago
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oi?#unascositas #dameunabrazo by @lsampaioluiza
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a month ago
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🥁 DO TAMBOR AO BREAKBEAT: CORPO LEVE, RITMO PESADO ⚡
Hoje tive o privilégio de facilitar uma oficina de dança dentro do VER-SUS (Estágios e Vivências na Realidade do SUS), reunindo graduandos da área da saúde e assistência à população para vivenciar, na pele, o que significa Saúde Coletiva na prática.
Em um mundo moldado pela “Sociedade do Cansaço” (como bem teoriza Byung-Chul Han), fomos ensinados a nos cobrar ao extremo. Deixamos de ser a sociedade disciplinar de Foucault para nos tornarmos a sociedade do desempenho, onde o sujeito explora a si mesmo até o esgotamento físico e psíquico (burnout). Como diz o livro: “Nós nos transformamos em zumbis saudáveis e fitness... estamos por demais mortos para viver, e por demais vivos para morrer.” O tempo de celebração desaparece em prol de um tempo de trabalho que se tornou totalitário.
Mas hoje, o nosso corpo escolheu outro caminho.
Através dos fundamentos do Break e dos elementos do Hip Hop, resgatamos músicas e danças que nasceram das realidades do social. Mostramos que o homem não nasceu apenas para a produção mecânica. Inspirados na pedagogia de Paulo Freire, buscamos a liberdade e a autonomia através do movimento. Se a opressão tenta calar e engessar, a arte liberta.
O objetivo da oficina foi exatamente esse: mostrar que o corpo pode e deve ser um espaço de liberdade e extravasamento. A dança por muitas vezes é refúgio e uma voz para as nossas realidades, nós encontramos no breakbeat, no ritmo pesado e no movimento a nossa ferramenta de cura e emancipação.
Um corpo que dança sabota a engrenagem do cansaço crônico e assume a sua própria autonomia. 🧠+💃
Obrigado a cada estudante e participante que se permitiu cansar de um jeito diferente: celebrando a vida, a saúde coletiva e a liberdade do ser.
#VERSUS #SaudeColetiva #SociedadeDoCansaco #HipHop #PauloFreire Breaking EducacaoPopular SaudeEMovimento Autonomia by @lsampaioluiza
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2 months ago
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“Não tento dançar melhor do que ninguém. Tento apenas dançar melhor do que eu mesmo”. - Mikhail Baryshnikov by @lsampaioluiza
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3 months ago
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 by @lsampaioluiza
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5 months ago
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