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Autista ♿️✊🏾 fundadora @vndi.brasil | Honoree @diversability '22 | Fellow @moleskinefoundation | Black Disability Justice
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“Oya, é o povo de cá pedindo pra não sofrer Nossa gente ilhada precisa sobreviver” 🎶Eu fui premiada pela @diversability na “the D-30 desability Impact list” que premiou eu e mais 30 lideranças e pessoas que impactam a vida de pessoas com deficiência no mundo. Eu sou a única brasileira, em meio a tantos nomes importantes pra a luta anticapacitista no mundo. Foram mais de 250 nomes indicados. .Além do reconhecimento,eu sempre disse que nós estamos fazendo história. Há muita renúncia, mas nosso foco é na missão e no objetivo que é dar visibilidade às pessoas negras com deficiência. “Nós somos potência”! . É uma honra poder receber esse prêmio de forma tão honrosa. Que seja só o início. Obrigada a Osum que me avisou que coisas grandes viriam 💛✨Gratidão por quem acompanha e por quem acreditou em mim e no VNDI desde quando a gente só era uma ideia na cabeça e um meet com 4 pessoas se reconhecendo nas suas histórias! Nosso quilombo é vivo! Viva o povo preto PCD! ♿️✊🏾“Vidas Negras Com deficiência, existem e resistem” by @lucianaviegas_
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4 years ago
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Mais um sonho realizado pra conta!A primeira vez que eu assisti o Roda Viva pela foi na entrevista com Milton Santos, e eu nunca esqueci o quanto foi importante estar naquele estúdio, contribuindo um pouco que seja com um debate tão complexo como o autismo.Ser a única entrevistadora negra nessa bancada ilustra que não tava sozinha e que a responsabilidade era grande em representar mais da metade da população brasileira. NÓS SOMOS OS SONHOS DOS NOSSOS ANCESTRAIS!A equipe do @rodaviva_tvcultura da @tvcultura OBRIGADA pelo convite e pela oportunidade! Vocês oportunizaram a realização de um sonho coletivo! E foram incríveis.Foi uma noite importante e significativa para a comunidade autista. O debate e a divergência tão na mesa, que a gente faça boas conversas, inclusive com quem não precisamos concordar em tudo! ONTEM FOI UMA celebração à DEMOCRACIA! E que honra estar na sala onde aconteceu isso, ao @vndi.brasil que honra estar a sua frente e poder representar essa comunidade linda que criamos. Fotos por: @nadjakouchi | Acervo TV Cultura by @lucianaviegas_
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4 months ago
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Eu sou Luciana Viegas.Pedagoga, professora, ativista, mulher negra autista e mãe de duas crianças.Mas, antes de qualquer título, eu sou alguém que transformou a própria vivência em luta política.Minha trajetória nasce do chão da escola, das relações com famílias, das violências naturalizadas e da urgência de dizer:inclusão não é improviso, é direito.Atuo há anos com educação inclusiva, diversidade e educação antirracista, formando pessoas, tensionando estruturas e construindo práticas que funcionam na vida real não só no discurso.Levei esse trabalho para espaços nacionais e internacionais, dialogando com educadores, gestores, famílias e instituições que querem e precisam , fazer diferente.Conheca mais no @lucianaviegas_ by @lucianaviegas_
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6 months ago
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(Desliza para Español)ENG. No, but truly: where are Black Women and Black Feminist Leaders within the Disability Movement? We interviewed Luciana Viegas @lucianaviegas_ (Instituto Vidas Negras com Deficiência Importam) @vndi.brasil on how, as we celebrate the 20th anniversary of the CRPD (Convention on the Rights of Persons with Disabilities), there’s still room to grow on this matter.Representation is important, and Black Women and Black Feminist Leadership is still underrepresented within the Disability Movement. Intersectionality must include ALL women advocating for Disability Justice in ALL scenarios. Specific contexts for Black Disabled Women must also dictate policies that reflect on their lived experiences.The celebration of this 20th anniversary is not complete if ALL women with disabilities are visible.#DisabilityJustice #BlackDisabledWomen #CRPD #CDPD #BlackFeminist CoSp19—ESP. No, pero en verdad: ¿En dónde están las Mujeres Negras o las Líderes Feministas Negras dentro del Movimiento Disca?Entrevistamos a Luciana Viegas (Instituto Vidas Negras com Deficiência Importam) sobre cómo, al celebrar el 20.º aniversario de la CDPD (Convención sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad), todavía queda camino por recorrer en esta materia.La representación es importante, y las mujeres negras y el liderazgo feminista negro siguen estando sub representados dentro del movimiento por los derechos de las personas con discapacidad. La interseccionalidad debe incluir a TODAS las mujeres que abogan por la justicia para las personas con discapacidad en TODOS los escenarios. Asimismo, las políticas deben basarse en los contextos específicos de las mujeres negras con discapacidad y reflejar sus experiencias vividas.La celebración de este 20.º aniversario no está completa si no incluye a TODAS las mujeres con discapacidad. by @lucianaviegas_
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2 days ago
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A Escola de Formação Flávia Diniz chega à sua terceira edição. Nas duas primeiras, formamos mais de 150 lideranças negras com deficiência em todas as regiões do Brasil. No dia 14 de julho, abrimos as inscrições para a nova turma: uma formação gratuita, online e acessível, dedicada à educação inclusiva e à garantia de direitos. Se você quer receber o formulário em primeira mão, entre na lista de espera pelo link que está na nossa bio. A gente se encontra em setembro. by @lucianaviegas_
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4 days ago
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Nos 20 anos da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, o Brasil foi à ONU e reconheceu em voz alta uma coisa que a gente repete desde sempre: a maioria das pessoas com deficiência no país é negra. A fala foi da ministra dos Direitos Humanos, na abertura da Conferência dos Estados Partes, em Nova Iorque, em junho.Isso não é nota de rodapé estatística, é a definição de quem essa política pública precisa enxergar primeiro. Quando o racismo e o capacitismo se somam, é o corpo negro com deficiência que fica por último na fila do cuidado, da escola, do trabalho. Reconhecer no discurso é o começo. Virar política com recorte de raça é o que ainda falta, e é o que a gente cobra.A gente leva esse recorte pros espaços de decisão há anos, do Comitê CERD da ONU em 2022 às observações da CEDAW em 2024. A conta é simples: 57% das pessoas com deficiência no Brasil são negras, 8,2 milhões de pessoas, segundo o IBGE. É por elas que a gente fala.On the 20th anniversary of the Convention on the Rights of Persons with Disabilities, Brazil went to the UN and openly acknowledged something we have been saying all along: most people with disabilities in the country are Black. The statement came from the Minister of Human Rights at the opening of the Conference of States Parties in New York, in June.This is not a statistical footnote. It defines who public policy must see first. When racism and ableism add up, it is the Black disabled body that ends up last in line for care, for school, for work. Naming it in a speech is the start. Turning it into policy with a racial lens is what is still missing, and that is what we demand.We have carried this perspective into decision making spaces for years, from the UN CERD Committee in 2022 to the CEDAW observations in 2024. The math is simple: 57% of people with disabilities in Brazil are Black, 8.2 million people, according to IBGE. They are who we speak for.Fontes / Sources: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (junho de 2026) · IBGE, Censo 2022. by @lucianaviegas_
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23 days ago
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Tem coisa que passam de geração em geração. E Maurício de souza é uma delas. Turma da Mônica e Maurício de Souza e daquelas coisas que lembram infância e que unem gerações. Que dia bonito celebrar a vida e história de @mauricioaraujosousa em VIDA!!!! Que dia bonito! Que dia lindo! Obrigada @mauricioaraujosousa e @turmadamonica por ressignificar a nossa história e nos ensinar a ler. O pai de uma geração toda!!! E obrigada ao meu seguidor @mksalves que proporcionou a nossa presença nesse evento lindo! by @lucianaviegas_
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a month ago
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Colonialismo, racismo e corpos dissidentes: uma leitura interseccional. Foi um convite a reflexão da academia de discutir de forma interseccional sobre raça e deficiência na América Latina ✊🏾Foi isso que levei para o 5º Seminário sobre Estudos Críticos em Discapacidade da UNAM. Porque enquanto o mundo acadêmico ainda separa raça de deficiência, nós seguimos construindo o pensamento que integra essas lutas. by @lucianaviegas_
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a month ago
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Nos 20 anos da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, o Brasil foi à ONU e reconheceu em voz alta uma coisa que a gente repete desde sempre: a maioria das pessoas com deficiência no país é negra. A fala foi da ministra dos Direitos Humanos, na abertura da Conferência dos Estados Partes, em Nova Iorque, em junho.Isso não é nota de rodapé estatística, é a definição de quem essa política pública precisa enxergar primeiro. Quando o racismo e o capacitismo se somam, é o corpo negro com deficiência que fica por último na fila do cuidado, da escola, do trabalho. Reconhecer no discurso é o começo. Virar política com recorte de raça é o que ainda falta, e é o que a gente cobra.A gente leva esse recorte pros espaços de decisão há anos, do Comitê CERD da ONU em 2022 às observações da CEDAW em 2024. A conta é simples: 57% das pessoas com deficiência no Brasil são negras, 8,2 milhões de pessoas, segundo o IBGE. É por elas que a gente fala.On the 20th anniversary of the Convention on the Rights of Persons with Disabilities, Brazil went to the UN and openly acknowledged something we have been saying all along: most people with disabilities in the country are Black. The statement came from the Minister of Human Rights at the opening of the Conference of States Parties in New York, in June.This is not a statistical footnote. It defines who public policy must see first. When racism and ableism add up, it is the Black disabled body that ends up last in line for care, for school, for work. Naming it in a speech is the start. Turning it into policy with a racial lens is what is still missing, and that is what we demand.We have carried this perspective into decision making spaces for years, from the UN CERD Committee in 2022 to the CEDAW observations in 2024. The math is simple: 57% of people with disabilities in Brazil are Black, 8.2 million people, according to IBGE. They are who we speak for.Fontes / Sources: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (junho de 2026) · IBGE, Censo 2022. by @lucianaviegas_
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a month ago
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Recebi com tristeza a notícia do falecimento do Seu Ze! Zelador da última escola em que trabalhei @eearmandodias que foi também uma sala de aula pra mim.Seu Zé, nao tinha um dia que nao arrancava um sorriso da gente. Seja dizendo que eu nao sabia estacionar ou me ensinando a estacionar. Você foi muito importante pra minha vida seu ze. Sempre muito gentil, amável e querido! Vai fazer uma falta enorme. Por que passou e dou a vida pelo seus e pela educação. Seu Zé era professor,educador da vida esses que a gente aprende coisas que os livros não ensinam. Descansa em paz. 🤍 by @lucianaviegas_
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a month ago
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Estar na COSP19 foi mais do que acompanhar a conferência dos 20 anos da Convenção. Foi ocupar, com nome e rosto, um espaço que por muito tempo disseram que não era nosso. Vidas negras com deficiência precisam estar onde as decisões acontecem, e a gente esteve. E a gente leva de volta para o Brasil o compromisso de transformar o que se constrói nas comunidades em política que alcança o mundo.#COSP19 #CRPD20 by @lucianaviegas_
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a month ago
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Quem fala nesse vídeo é a Luciana Viegas, nossa diretora executiva, direto da sede da ONU em Nova York. A gente está na COSP, a reunião dos países que ratificaram a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a convite da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.Foram dias de agenda com a Secretaria Nacional e de articulação com movimentos internacionais que discutem gênero, raça e deficiência, povos indígenas e quilombolas, pessoas em situação de risco e sobreviventes da psiquiatria. A gente veio para colocar raça e deficiência no centro desse debate. Fomos convidados também a contribuir na construção de um documento que sai em breve, e levamos uma fala à Assembleia Geral representando outras cinco organizações internacionais, trazendo a interseccionalidade de raça e gênero.O compromisso é um só: fazer com que as soluções construídas pelas lideranças locais, dentro das suas comunidades, cheguem às políticas globais. Vidas negras precisam ocupar esses espaços, e a gente está aqui ocupando.#COSP19 by @lucianaviegas_
24
a month ago
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