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Eu fui recebida com tanto amor ❤️ taken in Janaúba, Minas Gerais, Brazil by @ma.clararv
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11 days ago
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As cavernas do Peruaçu vistas pelos meus olhos ✨🧑🏽‍🩰 by @ma.clararv
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20 days ago
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📍 Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu by @ma.clararv
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20 days ago
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O fascinante Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu ✨

Gratidão aos cientistas pelo esforço e pelas fascinantes descobertas arqueológicas do local ❤️ by @ma.clararv
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20 days ago
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Uma coletânea de amanheceres, de entardeceres e de todas as vezes em que olhei para o céu em 2026 e pensei: “Que lindo, vou tirar uma foto.” ❤️ by @ma.clararv
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a month ago
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Mais um sábado bom na minha cidade 🌆 

Obrigada, Maria, pela companhia e pela amizade☀️

As vezes tudo que precisamos é de uma amiga que te manda às 16h00: “amiga, tá fazendo o que? vamos tomar banho de lago?”. E 20min depois já está na sua porta ✨✨✨ taken in Palmas - TO by @ma.clararv
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2 months ago
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📍Cachoeira da Janela, Palmas, Tocantins taken in Palmas - TO by @ma.clararv
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2 months ago
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Cachoeira da Janela & Mirantes 🪟🦦

Uma trilha que era para ser outra, nos perdemos e no fim acabou sendo melhor que eu esperava. Mais um motivo para amar Palmas: se divertir sem sair dos limites da cidade. 

Obrigada, Kizzy, por ter me levado ❤️

É lindo ver Palmas de cima ✨ taken in Serra Do Lajeado by @ma.clararv
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2 months ago
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Essa doçura é minha cura…🐝

Todas as vezes que eu ia nessas cachoeiras, sonhava com o dia em que minha mãe também as conheceria. Ficava imaginando o que ela acharia dos poços, das águas e de seus caminhos errantes, da luz que encontra o curso do rio e transforma tudo ao redor. Eu sabia que ela iria amar conhecer as árvores medicinais das quais ela faz seus chás, sentir o cheiro diferente da mata e perceber como tudo ali é imenso. Eu sabia. E ela amou ❤️

Essas fotos foram tiradas na semana do meu aniversário, então tudo estava em clima de celebração. Uma celebração tranquila, dessas que fazem a gente sentir mais profundamente a passagem do tempo, refletir sobre a vida e sobre tudo o que foi vivido até aqui.

Além das cachoeiras, paramos em alguns mirantes da Serra de Taquaruçu para ver o pôr do sol. É incrível como a perspectiva muda tudo. Ver lados diferentes de uma mesma paisagem faz a gente pensar também sobre a própria vida. Gosto de imaginar para que lado está minha casa, abrir o mapa, calcular distâncias, procurar direções, imaginar o que existe além do horizonte… ou simplesmente contemplar tudo em silêncio e sentir gratidão.

Gratidão pela minha vida, pela caminhada tantas vezes árdua, mas também cheia de beleza. Até aqui o Senhor me sustentou, segurou minha mão nos momentos em que achei que não conseguiria continuar. E colocou no meu caminho os melhores amigos, pessoas que fizeram eu amar ainda mais essa cidade. Tenho mais um ano ainda pela frente e esses pequenos momentos são o meu combustível para continuar e ver que a vida é linda, mesmo com todos os desafios. Estou grata e pronta para viver mais dias bons 🙏🏽 by @ma.clararv
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2 months ago
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Mais um mês MEGA INTENSO vivido. Abril começou dando um respiro: recebi meus diazinhos de folga e vamos pra minha casa de Minas. Fui recebida pelo meu irmão João e seu fusca. Primeira vez jogando na sinuca nova que meu pai comprou, muitas partidas, risadas e ódio porque ainda não consegui vencer meu pai, mesmo tentando muitas vezes kkkk Piscina, bbb com Pedro, torcida para Ana Paula Renault (que se tornou uma pessoa especial na minha vida, torci como nunca), vi minha avó voltar do hospital com vida, comida boa, Equilibrium e muitas músicas da Anitta com Pedro. 

Na segunda semana eu já estava em Palmas começando na tão temida cirurgia geral. Tão logo iniciei o rodízio percebi que a minha estafa não era ficar longas horas no hospital, e sim longas horas estando na clínica médica. Talvez a clínica realmente seja soberana em alguns aspectos, mas a cirurgia sem dúvida é mais resolutiva e objetiva. Prolixismo não é pra mim, então ponto pra cirurgia. 

Continuando, o dia começou 3h da manhã mais vezes que eu gostaria, mas mesmo assim me senti satisfeita de conversar com os pacientes, fazer vínculos, entrar em cirurgias e aprender com os chefes. Todos muito exigentes, mas dispostos a ensinar quem estiver interessado. 

Enquanto me virava para aprender conceitos novos, rever anatomia e fisiologia, testemunhei belos momentos desses que a gente nunca esquece: vi a fé nos olhos de um paciente sem nenhum prognóstico positivo, recebi o abraço de uma mãe grata e me peguei inúmeras vezes olhando o céu da janela de algum andar do hospital geral de palmas. O céu do amanhecer, da tarde, da chuva, do entardecer…das longas horas que possuem um compasso diferente dentro de uma repartição nosocomial. 

Todos os dias aprendendo e ao mesmo passo sentindo que é pouco tempo para aprender tudo que eu ainda não sei e preciso saber…Vida acadêmica foi o tema principal, 90% com certeza, porém nos outros 10% eu finalmente li um livro esse ano, e adorei! Joguei mais um campeonato de tênis  e cheguei nas semifinais, voltei a dançar, saí com Tariana e aproveitei cada minutinho livre para dormir. 

Abril passou depressa e quando menos espero maio me recebeu com a mais bela das luas cheias 🌔 by @ma.clararv
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3 months ago
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Meu priminho José Antônio 🐻💛 by @ma.clararv
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3 months ago
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Esse mês me trouxe de volta uma lembrança do ensino médio. Em plena fase de vestibular, minha coordenadora nos disse que éramos como grãos de milho na panela: só o calor seria capaz de nos transformar. Na época, achei bonito. Hoje, vivendo o peso do internato, eu entendo. O fogo não é confortável. Ele aperta, cansa, testa os limites. Faz você pensar que não vai dar conta, olhar pro céu e ver os aviões e desejar tanto estar dentro de um deles indo pra casa. Ele faz a gente achar que vai queimar antes de mudar.

E então, numa noite qualquer, depois de um dia daqueles, encostei na janela do meu apartamento, aquela que dá vista para o rio e pensei: já se passaram tantos anos desde aquela reunião… quanto tempo leva para um grão virar pipoca? Em que momento a gente pode dizer que está “pronta”?

Fevereiro foi um mês diferente de todos os outros. Sempre digo isso de todos os meses, mas ultimamente tem sido assim, uma surpresa atrás da outra. Nada como antes, nada repetido, me forçando a procurar sempre novas maneiras para resolver novos enigmas. O menor mês do ano, mas demorou tanto a passar que tenho minhas dúvidas se cada dia durou apenas 24h mesmo. Novos aprendizados, novas pessoas, gente boa e gente muito ruim, rodando quilômetros por dia no hospital e muito cansada. A hora não perdoa: despertador tocou, a interna aqui está de pé e pronta ou não, a obrigação de todo dia tem que ser feita, independente de qualquer coisa. No meio de tudo isso, acabamos perdendo um colega, o que abalou toda nossa universidade…além de todos os nossos desafios pessoais, fomos pegos de surpresa e sinto que todos estamos pensando na brevidade da vida, na saudade que fica, na família que perdeu um ente querido. Foi a primeira vez que muitos de nós vimos alguém de nossa idade partir e é tão difícil entender. 

Fora o internato, segui focando nos meus esportes: peguei faixa vermelha no karatê, patinando no fds. musculação no fim do dia, as aulas de tênis e beach tênis. Por falar em beach tênis, no último dia do mês eu venci pela primeira vez um campeonato. Foi cansativo, mas super divertido. ( continua ) taken in Palmas - TO by @ma.clararv
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5 months ago
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