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✍️ Jornalista
♀️ Saúde da mulher: @marieclairebr
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O vídeo com a vista de cima foi gravado por uma vizinha. O da janela só fizemos quando o fogo estava no fim. #enel #privatizaçao by @marcellacentofanti
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9 days ago
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O que é mais marketing do que ciência no tratamento da menopausa? Nossa editora de saúde, @marcellacentofanti, cobriu o 20º Congresso Mundial de Menopausa e ouviu especialistas sobre os mitos que cercam essa fase da vida das mulheres, cada vez mais presente no debate público. Leia mais em #MarieClaireBrasil. by @marcellacentofanti
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11 days ago
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Em 2023, a tenista canadense @gabydabrowski percebeu um nódulo na mama esquerda. Foi ao médico e ouviu que não era nada. Um ano depois, o caroço continuava lá e parecia maior. Ela procurou outro profissional e, dessa vez, foi ouvida. O diagnóstico foi câncer de mama.

Entrevistei a Gaby, parceira da @luisastefani nas duplas e campeã com ela do SP Open. Ela contou como seguiu no circuito durante o tratamento e, nesse meio-tempo, ganhou medalha nos Jogos Olímpicos de Paris e o WTA Finals. Falou também de como lida com as ondas de calor e as dores nas juntas causadas pelo tamoxifeno, parte do tratamento.

Os médicos não sabem explicar como uma atleta de 32 anos, sem risco genético, desenvolveu a doença. Ela procura não encucar com isso. “Tentei não ficar chateada com o meu corpo”, ela me disse. Desde então, os cuidados com a saúde, que já eram imensos para uma atleta de ponta, aumentaram. 
A reportagem completa está no site da Marie Claire, link na bio. by @marcellacentofanti
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23 days ago
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“Na nossa cultura, os homens aprendem a amar muitas coisas, e as mulheres aprendem a amar homens.” Lembrei dessa frase da @zanellovaleska nessa entrevista. A @laura passou os últimos dois anos num app de relacionamentos fazendo um uso que considera abusivo. Ela não buscava sexo, mas sim validação. “Troquei o cavalo branco pelo aplicativo”, me disse. Aos poucos, se deu conta do quanto suas sessões de terapia giravam em torno do tema “homem”, e do quanto passava por cima de si mesma pra agradar desconhecidos. Valeska Zanello chama isso de dispositivo amoroso: mulheres terceirizam a autoestima, e só se sentem desejáveis quando alguém as deseja. A história é da Laura, mas é também de muitas nós. O link da matéria, publicada na Marie Claire, está nos Stories. by @marcellacentofanti
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a month ago
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Analisei os planos de governo dos 13 candidatos à Presidência em 2026 sobre as propostas deles para a saúde da mulher. Encontrei de capítulos inteiros dedicados ao tema a documentos que nem sequer citam a palavra “mulher” uma única vez.

Saúde da mulher não diz respeito apenas a gestação e parto, embora alguns candidatos ainda entendam assim. É algo muito maior, que percorre todas as fases da vida, e é influenciado por um contexto socioeconômico que nos adoece. Por isso, não olhei apenas paras as propostas relacionadas a tratamentos e exames, mas também àquelas que indireta ou diretamente afetam o nosso bem-estar.

Como me disse a Hevelyn Rosa, psicóloga, sanitarista e professora colaboradora do programa de pós-graduação da Faculdade de Saúde Pública da USP, “não é só morrer menos, mas ter uma qualidade de vida melhor”. Já a @draligiasantosgineco me explicou que olhar para a saúde da mulher é um ato de equidade para corrigir uma desigualdade histórica.

Publiquei na Marie Claire. O link está nos Stories by @marcellacentofanti
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a month ago
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Lisa Mosconi (@dr_mosconi) se dedica há quase duas décadas a investigar por que as mulheres representam dois terços dos casos de Alzheimer. Como resultado dessas pesquisas, a neurocientista acaba de lançar o livro “O cérebro da mulher” (@harpercollinsbrasil). Em entrevista exclusiva a @marcellacentofanti, ela fala sobre o estudo que lidera para reduzir o risco da doença entre o público feminino, explica por que ainda é cedo para recomendar a terapia hormonal como estratégia de prevenção e compartilha os hábitos que adota para preservar a própria saúde cognitiva. Leia a entrevista completa em #MarieClaireBrasil. by @marcellacentofanti
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2 months ago
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O uso em massa de canetas emagrecedoras derivadas de GLP-1 traz uma nova ameaça à longevidade feminina por causar perda de músculos e massa óssea. É isso que argumenta Vonda Wright (@drvondawright), médica especializada em envelhecimento musculoesquelético feminino, em entrevista para @marcellacentofanti. A norte-americana, que acaba de lançar seu novo livro, “Indestrutível - Um guia inovador para as mulheres conquistarem músculos e ossos fortes, boa mobilidade e autonomia ao longo da vida” (@intrinseca) analisa como o fortalecimento do corpo pode ser determinante para atravessar o envelhecimento com bem-estar. Leia a matéria completa em #MarieClaireBrasil.
(Foto: Ashley Blencoe) by @marcellacentofanti
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5 months ago
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Desde criança, as brincadeiras em casa já indicavam o que Neuza Frazatti queria ser quando crescesse: professora. No entanto, um desvio de rota no meio do caminho transformou sua trajetória e, de quebra, ajudou a mudar a história das vacinas no Brasil. Seu feito mais recente foi liderar a criação da vacina brasileira que protege contra a dengue com uma única dose. A eficácia da vacina contra formas graves da doença chegou a 80,5%, como mostrou um estudo publicado em março deste ano na revista Nature Medicine.

Em entrevista para @marcellacentofanti, a cientista conta que o projeto da dengue começou no Butantan em 2009 e tinha um grau de complexidade maior. A vacina pode ser o ponto de virada para reduzir as infecções e mortes por dengue no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, foram registrados 227,5 mil casos prováveis da doença entre janeiro e 11 de abril deste ano. “Está nas mãos da população se vacinar”, diz a pesquisadora. “Para a ciência, ser mulher é a melhor coisa que se tem. Nós somos dedicadas, detalhistas e temos tudo pra ser excelentes cientistas.” Leia a entrevista completa em #MarieClaireBR. 

(Fotos: Instituto Butantan) by @marcellacentofanti
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5 months ago
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Carregar um histórico de umas 25 cirurgias (ela perdeu as contas) não preparou a deputada federal e ex-governadora Roseana Sarney para o que vinha pela frente. Na entrevista que publicamos hoje na @marieclairebr, ela conta em detalhes, pela primeira vez, como está sendo o tratamento do câncer de mama triplo negativo, um tipo agressivo do tumor. Teve de tudo: interrupção da químio por queda de imunidade, reação alérgica intensa, infecção no sangue, pneumonia e, quando achou que estava no limite, embolia pulmonar. “Estou escolada com doença e sabia que não seria fácil, mas não pensei que fosse tão difícil”, ela me disse no seu apartamento em SP, para onde se mudou. Chama a atenção a sua resiliência. Roseana não se vê como vítima, não se abala com as mudanças físicas (diz que ficou melhor sem peito) e encara a incerteza de um câncer agressivo com uma mistura de fé, otimismo, disciplina e estoicismo. A história inteira está no site. 📸 @fre_delgadillo by @marcellacentofanti
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6 months ago
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Uma pesquisa publicada no periódico “PLOS ONE” aponta que as médicas brasileiras apresentam índices mais altos de ansiedade e depressão do que seus colegas homens. Para os pesquisadores da Afya Educação Médica, responsáveis pelo levantamento, há um custo mental desproporcional para elas. Leia a reportagem de @marcellacentofanti em #MarieClaireBrasil. (Fotos: Getty Images e Freepik) by @marcellacentofanti
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6 months ago
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Tênis é o único esporte que acompanho todos os dias. O resto só a cada quatro anos. Vi as primeiras partidas por causa do Guga, mas me apaixonei mesmo depois de ver o Federer em quadra. Sem entender direito o motivo, me encantei com o estilo do suíço. O cara não parecia um atleta. Parecia um bailarino. 

Comecei a acompanhar os grand slams sem entender direito as regras e os golpes. Ninguém do meu círculo íntimo gostava de tênis. Quando dei por mim, assistia Challenger.

Seria natural que em algum momento eu quisesse aprender a jogar. Mas não foi o caso. Não sou dessas pessoas com aptidão natural ao esporte. Na verdade, não tenho nenhuma. Além disso, fiz pouca atividade física na infância e adolescência, por problemas de saúde que mais tarde se multiplicaram. 

Embora eu tenha me tornado bastante ativa fisicamente na vida adulta, só consigo praticar modalidades compatíveis com macacos treinados, tipo musculação. Esporte pra valer? Sem chance.

Diante disso, fiquei numa sinuca de bico quando recebi o convite para participar de uma clínica de tênis com o @meligeni . Seria uma oportunidade para conhecer esse cara que admiro como atleta e como pessoa. É a voz mais importante do tênis brasileiro, como bem definiu recentemente meu colega Alexandre Cosenza. 

Por outro lado, eu teria que pegar numa raquete e passar vergonha, porque jogar mesmo era missão impossível. Eu, que já não queria encarar esse bloqueio nem mesmo sozinha, teria que pagar mico na frente do fucking Fernando Meligeni!

Ainda insegura, escolhi a vergonha. Avisei que não sabia jogar, mas garantiram que não tinha problema. O intuito era brincar. Pra mim, parecia mais tortura que diversão. Ainda assim, a despeito da voz estridente que me mandava sair correndo, outra sussurrava que a decisão certa era encarar o medo. 

Na apresentação da clínica, eu era a única que nunca tinha pegado numa raquete. Quer dizer, tinha mais um sem experiência prévia. Mas o cara tinha toda pinta de quem manda bem em qualquer esporte. Mais tarde eu soube que ele é galã de novela. Mas ali, no meu modo gatilhos-de-educação-física-da-quinta-série, ele representava o papel do popular da escola. (Continua na legenda) by @marcellacentofanti
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a year ago
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A embaixadora do Reino Unido no Brasil, Stephanie Al-Qaq, pegou dengue em sua casa, em Brasília, antes do Natal. Ela foi internada e, em poucos dias, seu fígado parou de funcionar, como uma rara complicação da doença. Só um transplante poderia salvá-la. A diplomata sentia que estava morrendo, uma sensação que descreve como calma. “Não era algo sombrio, nem solitário. Eu não me sentia sozinha.” Quando confessou pro marido que estava à beira do limite, ouviu um pedido: aguentar só mais um dia. Pensando nos filhos, ela repetia para si mesma: “sobreviver, sobreviver, sobreviver”. No dia seguinte, finalmente chegou o fígado compatível. O transplante foi feito pelo SUS. Um direito dela, como moradora do Brasil, país onde os dois filhos mais novos nasceram. A embaixadora poderia voltar para o Reino Unido, mas decidiu ficar. “Fugir pra quê?”, ela me disse. O link da matéria, publicada na Marie Claire, está nos Stories by @marcellacentofanti
7
a year ago
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