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Com a chegada do Panorama do mercado audiovisual do Nordeste, segue aí a atualização da relação dos 15 livros que publiquei como autor/organizador. Você tem a sua coleção completa rs? Muitos já estão esgotados. Quem sabe serão obras raras que valerão algo daqui a um tempo rs?

Cinema de garagem: um inventário afetivo sobre o jovem cinema brasileiro do século XXI (2011) (com Dellani Lima) (independente, 2011)
Filme Livre!: curando, mostrando e pensando filmes livres (org.) (WSET, 2011)
Lei da Ancine comentada (WEST, 2012)
Leis de incentivo para o audiovisual (WEST, 2013)
Cinema de garagem: panorama da produção brasileira independente do novo século (com Dellani Lima) (orgs.) (WSET, 2012)
Cinema de garagem 2014 (com Dellani Lima) (orgs.) (WSET, 2014)
Cinecasulofilia (Substânsia, 2014)
Cinema brasileiro a partir da retomada: aspectos econômicos e políticos (Summus, 2015)
Fissuras e fronteiras: o Coletivo Alumbramento e o cinema brasileiro contemporâneo (Sulina, 2019)
O cinema independente brasileiro contemporâneo em 50 filmes (Sulina, 2020)
Utopia da autossustentabilidade: impasses, desafios e conquistas da Ancine (Sulina, 2021)
Revisão crítica do cinema da retomada (Sulina, 2022)
Das garagens para o mundo: como uma jovem geração de artistas independentes transformou o cinema brasileiro dos anos 2000 (Sulina, 2024)
Casulo ao mar: tempo e solidão nos filmes de Marcelo Ikeda (com Arthur Gadelha) (orgs.) (Sulina, 2025)
Panorama do mercado audiovisual do Nordeste (com Arthur Gadelha) (orgs.) (Sulina, 2025) by @marcelo.ikeda
9
9 months ago
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LIVRO “CASULO AO MAR: TEMPO E SOLIDÃO NOS FILMES DE MARCELO IKEDA”

Mais conhecido no cenário do cinema brasileiro por sua atuação como pesquisador, curador e crítico, Marcelo Ikeda também desenvolve, desde 1999, uma produção cinematográfica vasta e singular. São mais de 50 obras audiovisuais – entre curtas, videocartas e longas-metragens – que exploram uma rica variedade de formatos e modos de produção, abrangendo ficções, documentários e trabalhos experimentais. Muitas dessas obras foram concebidas e realizadas exclusivamente pelo próprio diretor, no ambiente doméstico, em diários de viagem ou como videocartas, investigando temas como o tempo e a solidão. Essa produção dialoga de forma íntima com seus escritos e pesquisas sobre o “cinema de garagem” no Brasil a partir dos anos 2000.

O livro “ *Casulo ao mar: tempo e solidão nos filmes de Marcelo Ikeda* ” oferece um mergulho profundo na trajetória cinematográfica desse prolífico autor. Organizado pelo crítico Arthur Gadelha em conjunto com o próprio Marcelo Ikeda e publicado pela Editora Sulina, a obra reúne textos inéditos de diversos autores, como Rubens Fabricio Anzolin, Wesley Pereira de Castro, Humberto Silva, Diego Benevides, Ana Júlia Silvino, Geo Abreu, Érico Oliveira, David Terao e Michel Gutwilen. Além disso, republica ensaios de nomes como Carlos Alberto Mattos, Luiz Rosemberg Filho, Moacy Cirne, Fernando Mendonça, Daia Florios, Guilherme Sarmiento, Pedro Tavares e Mariana Souto, entre outros. A seção “Diário de Bordo” complementa o livro com um conjunto de reflexões escritas por Ikeda sobre seu próprio processo criativo. A capa, as ilustrações e o projeto gráfico do livro são da artista visual Juliana Siebra.

Em breve, mais novidades sobre o lançamento e como adquirir o livro.

Esta publicação foi financiada pela Lei Paulo Gustavo - Secretaria de Cultura do Ceará. by @marcelo.ikeda
3
a year ago
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Estamos felizes em lançar essa importante pesquisa. Lançamento dia 06/08 às 16h30 no @nordestelab_  em Salvador.
Felizes em ter o belo filme alagoano Cavalo, ilustrando nossa capa. Obrigado @rafhael_barbosa  @wernerbagetti . Mais um lançamento da incrível @editorasulina 
O instagram não permitiu marcar aqui nessa mensagem os outros 20 autores desse livro, sediados nos 9 estados da região. Segue abaixo nos comentários. 
A publicação foi financiada pela Lei Paulo Gustavo - Secretaria de Cultura de Fortaleza. 

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O cinema e o audiovisual no Nordeste vêm trilhando um caminho de crescimento e de diversificação, especialmente ao longo da última década. No entanto, esses avanços ainda se encontram pouco mapeados, sobretudo por metodologias com bases quantitativas. Esta publicação oferece um amplo panorama sobre o mercado audiovisual nos nove estados da região, buscando preencher essa lacuna. Para isso, foi formada a Rede de Pesquisa do Mercado Audiovisual e das Políticas Audiovisuais do Nordeste (REMAPANE), uma extensa rede de pesquisadores, com membros em cada estado.

A partir de encontros periódicos, ao longo de um ano, a Rede definiu uma metodologia comum com indicadores centrados em quatro eixos: 1) agentes econômicos, com a análise das características das empresas do setor registradas na Ancine; 2) circuitos de exibição e difusão, com dados sobre salas comerciais de cinema, mostras e festivais, canais locais de televisão e plataformas de streaming; 3) obras produzidas e comercializadas, por tipo de obra produzida e números sobre a distribuição comercial de longas-metragens; e 4) aspectos transversais, em torno das áreas de políticas públicas, associações e entidades de classe, formação, pesquisa e preservação. 

A sistematização desse amplo conjunto de dados e informações confere maior concretude tanto aos avanços quanto às lacunas do setor. Assim, o livro permite uma análise mais qualificada sobre as perspectivas e os desafios para a manutenção e o aprofundamento da trajetória de desenvolvimento audiovisual do Nordeste. by @marcelo.ikeda
18
a year ago
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Finalmente chegou às minhas mãos o exemplar impresso do livro “The Oxford Handbook of Brazilian Cinema”. E estou realmente impressionado com esse imponente volume de capa dura com mais de 500 páginas (e em fonte miúda rs). Composto por 31 capítulos escritos por 34 pesquisadores, é um compêndio de enorme abrangência e amplitude, em torno de variadas metodologias e objetos para analisar o nosso cinema. Desde já, consolida-se como referência incontornável para os estudos contemporâneos sobre a produção brasileira — e, por ser em língua inglesa e levar o selo de Oxford, tem tudo para circular com muita força internacionalmente. Parabéns aos profs @maite.conde e @gustavo.procopio.furtado pela organização desse verdadeiro tratado!

Fico muito feliz e honrado em assinar um dos capítulos deste livro fundamental: Garage cinema and the Brazilian film festival network of the mid-2000s. Nele, trato do cinema de garagem e do papel de uma rede de festivais — especialmente a Mostra do Filme Livre, Mostra de Tiradentes e a Semana dos Realizadores, mas também outros como Olhar, Janela, Panorama, CineEsquemaNovo, entre outros — na abertura de caminhos para outros modos de ser e fazer no cinema brasileiro a partir dos anos 2000. Quem diria que estávamos fazendo história rs. BAN-ZAI! by @marcelo.ikeda
20
16 days ago
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Ontem encerramos o Ciclo Naomi Kawase, que tive a grande alegria de fazer essa curadoria para o @cineclube_araucaria . Semanalmente, ao longo de três meses e meio, vimos e debatemos conjuntamente 14 sessões de filmes dessa notável realizadora japonesa. Passamos desde os “clássicos”, como Shara e A Floresta dos lamentos, até filmes pouquíssimo conhecidos, como o belíssimo GENPIN. Propor uma curadoria é sempre fazer apostas de mediações do olhar, que a gente nunca sabe de antemão se vão funcionar ou não. Por isso, resolvi não adotar uma ordem cronológica. O ciclo foi encerrado ontem com HOTARU, um filme de 2000, realizado logo após o grande sucesso crítico de SUZAKU, que elevou a jovem Kawase a um nome de destaque internacionalmente. HOTARU, a meu ver, é um dos mais belos e porosos filmes da Kawase, infelizmente pouquíssimo conhecido. Nesse filme, ela sai do seu cinema mais típico, o cinema de contemplação herdeiro do xintoísmo animista para abordar, por meio de uma narrativa elíptica e lacunar, típica do cinema de fluxo, dois corpos errantes e dissidentes, que inesperadamente se encontram e se acolhem num equilíbrio precário mas possível. Uma bela forma de encerrar esse ciclo. Que venham outros! Obrigado Cervantes Sobrinho e todos aqueles que compõem o Cineclube! BAN-ZAI!!! by @marcelo.ikeda
5
17 days ago
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🎬 #SessãoCineclubista | No último sábado do mês de Agosto, 22 de agosto, o Trabalho no Cinema fez a retomada de suas sessões na Sala Seu Vavá, no @cineteatrosaoluiz com a exibição de São Paulo Sociedade Anônima, do diretor brasileiro Luiz Sergio Person.

Em uma São Paulo tomada pela industrialização e pela promessa de progresso, Carlos ascende socialmente enquanto, aos poucos, se distancia de si mesmo. Entre o trabalho, os relacionamentos e a busca incessante por sucesso, ele se vê preso às engrenagens de uma cidade que cresce tão rápido quanto suas próprias angústias.

Luís Sérgio Person transforma a metrópole em personagem: uma cidade moderna, inquieta e sufocante, onde prosperar pode significar perder a liberdade de escolher.

Após a sessão, tivemos a honra de receber o professor Marcelo Ikeda (@marcelo.ikeda), doutor em comunicação e docente do curso de Cinema e Audiovisual da UFC, para uma roda de conversa incrível ao lado de @paulocarvalho.prof, professor e coordenador do projeto Trabalho no Cinema e, onde o mesmo prestou um depoimento sobre sua perspectiva do filme.

Gostou e quer uma analise mais aprofundada ? Segue a gente no letterboxd https://boxd.it/aN1nf (@TrabalhoeCinema) e cola na próxima sessão — nossas sessões são sempre abertas e esperamos você por lá! by @marcelo.ikeda
8
2 months ago
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OS TRILHOS DA MEMÓRIA

Exibido pelo Cineclube Entreato no dia 03/08, o clássico Pai e Filha (1949), de Yasujiro Ozu, se impõe como uma obra que parece ser maior que a própria vida. No entanto, ainda que falar sobre Ozu seja uma tarefa árdua, é inevitável reconhecer, através das sequências discretas de passagem, que o filme estabelece um contraste estrutural entre a tradição do passado e a modernidade urbana do pós-guerra.

Em seu novo texto, Marcelo Ikeda parte desse dado, representado pelos trajetos ferroviários da obra, para traçar uma ponte inesperada entre a Tóquio de Ozu e o bairro de Inhoaíba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Evocando suas próprias memórias de adolescência nos trens cariocas e as lições de cinema acumuladas pelo tempo, Ikeda nos convida a enxergar como o rigor formal do mestre japonês convive com o movimento constante e com a beleza dos gestos mais banais.

🔗 O texto completo está disponível no Substack da Jovens Persas (link na bio). by @marcelo.ikeda
4
2 months ago
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As contradições do nosso debate público são reveladas, antes de tudo, pela própria encenação que as emoldura.

Wagner Moura concedeu uma entrevista para Pedro Bial na Globo. Conversa vai, conversa vem, num dado momento, ele disse que está cansado. Não do excesso de trabalho, ou da opressão do mundo contemporâneo, mas que está cansado de certas críticas. E que estamos vivendo sob um “fascismo de esquerda” - expressão profundamente infeliz, da qual ele mesmo recuou, e especialmente nesse momento, já servindo de munição para candidatos da direita. Certos argumentos que ele tentou formular ali, especialmente em torno das estratégias da “cultura do cancelamento” podem até ser bastante válidos e oportunos, mas foram expressos de forma totalmente equivocada.

Mas o que quero analisar não é exatamente isso, mas uma questão de imagem. A relação entre mídia e imagem, pois é uma relação de como a imagem constrói uma estrutura de poder. E as contradições do nosso projeto de esquerda, no mundo de hoje, e em especial no campo artístico brasileiro.

Moura diz que está cansado. Fala isso numa entrevista a Bial na TV Globo. Corta para um plano geral que mostra Moura e Bial em um bar na Grécia (melhor seria dizer que foi em um rooftop, deck gastronômico ou um pool lounge do que num “bar”). São dois homens brancos de meia idade e vestem roupas brancas - ou senão totalmente brancas, um “bege claro” que harmoniza tanto com o estofado das cadeiras e dos móveis e objetos da mesa. É um dia ensolarado. Um pouco de verde e azul ao fundo para compor uma atmosfera relaxante “resortiana”, de férias. Os adultos brancos refletem sobre a vida durante suas relaxantes férias nos resorts europeus, pois, afinal, “estão cansados”.

É sob o conforto dessa estrutura midiática e imagética que a ressalva de Moura sobre os excessos identitários ganha corpo. by @marcelo.ikeda
18
2 months ago
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SESSÃO CINECLUBISTA | O Trabalho no Cinema inaugura sua primeira sessão acadêmica do semestre com “São Paulo, Sociedade Anônima”, clássico de Luís Sérgio Person, agora de volta às telas em 4K. 

 “São Paulo, Sociedade Anônima” (@vitrine_filmes )
📍 Cineteatro São Luiz ( Sala Seu Vavá) 
📅 22 de agosto (sábado)
🕓 9h
🎟️ Entrada gratuita (45 vagas)
🗣️ Debate após a sessão com Paulo Carvalho (@trabalhonocinema) e Marcelo Ikeda (@marcelo.ikeda ) by @marcelo.ikeda
2
2 months ago
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GARRAFAS JOGADAS AO MAR

Hoje celebramos a trajetória de Marcelo Ikeda, figura central para a compreensão do cinema brasileiro contemporâneo. Crítico, docente e cineasta, Ikeda construiu uma carreira pautada pela indissociabilidade entre o ato de filmar e o exercício da reflexão, fundindo a vida ao processo criativo em uma defesa permanente do cinema independente.

Seja através da sistematização do conceito de "Cinema de Garagem" ou da imersão na intimidade de suas obras, sua trajetória revela um olhar atento às margens e aos novos modos de produção e difusão. Dos escritos no projeto Cinecasulofilia às investigações sensoriais sobre o tempo em filmes como Alvorecer (2002) e Eu te amo (2006), cada gesto de Ikeda se faz à espera de um olhar disposto ao encontro.

Para marcar o seu aniversário, nosso redator Lwidge de Oliveira percorre os caminhos dessa obra "ikediana", refletindo sobre como a trajetória do autor reafirma que a produção realizada nos limites da intimidade é indissociável da vastidão do mundo.

🔗 Leia o texto completo no Substack da Jovens Persas (link na bio). by @marcelo.ikeda
2
2 months ago
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Como fruto da minha estada em Aracaju em abril, conheci um conjunto de jovens pensadores, ligados, direta ou indiretamente, ao movimento cineclubista na Universidade Federal de Sergipe. Reinava, sobretudo, um desejo de intercâmbio de um pensamento crítico, a partir da visagem dos filmes mais diferentes e do convívio com a diferença. Na mesma semana, era possível debater Asas, do William Wellman, e Um filme falado, do Manoel de Oliveira. Incentivado pela liderança informal do hiperativo Wesley Pereira de Castro @pseudokane3 , este grupo decidiu abrir um site de críticas de cinema para colocar na roda suas inquietações. Como uma singela homenagem ao histórico movimento da Cahiers du Cinema e pondo em perspectiva as lutas políticas do mundo de hoje, o grupo resolveu se intitular de Jovens Persas @jovens.persas 

Não percam as muitas novidades que surgirão semanalmente neste canal https://jovenspersas.substack.com/.

Estou feliz em ser o mais velho membro desse grupo, que pode reaprender a olhar o cinema com os mais jovens. Jovens Persas vão na contramão - ou se preferirem, a contrapelo - dos modismos do momento.

Por isso, nada melhor para iniciar minha colaboração com os Jovens Persas, do que um texto sobre um filme brasileiro que está sendo lançado comercialmente em salas de cinema de forma infelizmente quase invisibilizada, dados os contextos midiáticos “odisseanos” da visibilidade do mercado de filmes de hoje. MARGEADO, uma pérola de Diego Zon, vai na contramão de muitas das tendências de “urgência” do cinema brasileiro de hoje. Um dos filmes mais delicados e arriscados dos últimos tempos. E não tem nada de “precariedade enquanto potência”- sua mise en scéne é deslumbrante. Vejam, antes que saia de cartaz, porque é preciso vê-lo no cinema. 

E este é só o começo! Viva os JOVENS PERSAS!!! BAN-ZAI!!! BAN-ZAI!!! by @marcelo.ikeda
6
2 months ago
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https://academic.oup.com/edited-volume/63157

Compartilhando em primeira mão o lançamento deste livro pela Oxford University Press, que tem tudo para se tornar uma obra de referência sobre o cinema brasileiro publicado em língua inglesa.

Tive o orgulho de escrever um dos capítulos :
23 Garage Cinema and the Brazilian Film Festivals Network of the Mid-2000s by @marcelo.ikeda
9
3 months ago
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