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🔗 mct.mus.br por @gutabraga
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A música que acompanha os filmes também está no centro de uma revisão de royalties no Reino Unido.

O Copyright Tribunal decidiu a favor da PRS for Music e aprovou mudanças na licença para músicas utilizadas em cinemas, incluindo aumento da remuneração e uma estrutura de cobrança baseada no número de ingressos.

Segundo o comunicado, a tarifa anterior havia sido negociada há mais de 20 anos. Durante o processo, o Tribunal reconheceu que os filmes utilizam mais música hoje do que em 2005.

As taxas maiores serão aplicadas às utilizações abrangidas pela decisão desde 1º de julho de 2024, com reajustes anuais pela inflação.

A implementação ainda depende da finalização da tarifa, em consulta à UK Cinema Association, e de uma nova aprovação pelo Tribunal. A PRS também informou que serão feitos os ajustes pertinentes nos pagamentos provisórios.

Fonte: comunicado da PRS for Music, publicado no Record of the Day. by @mct.mus
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a day ago
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A RIAA, entidade que representa a indústria fonográfica americana, citou Anna’s Archive e a plataforma Lalals em um documento de 15 páginas enviado ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), no processo de revisão dos “Notorious Markets” de 2026.

Segundo a reportagem da Digital Music News, a RIAA reiterou a alegação de que Anna’s Archive teria baixado e ameaçado divulgar quase 90 milhões de arquivos musicais do Spotify.

A matéria também informa que gravadoras e Spotify obtiveram uma condenação à revelia de US$ 322 milhões contra os responsáveis pelo site. O documento aponta que a identidade dos operadores permanece desconhecida e que o serviço continua funcionando por outros domínios.

A Lalals, sediada nos Emirados Árabes Unidos, também foi citada. A plataforma oferece ferramentas de alteração e clonagem de voz, geração de músicas por IA, separação de instrumentos e vocais, masterização e criação de covers com IA.

A manifestação inclui ainda The Pirate Bay, serviços de extração de áudio como Y2mate e operações de falsificação de discos na Rússia e na China.

Trata-se da contribuição da RIAA à revisão do USTR, e não da lista final publicada pelo governo americano.

Fonte: Digital Music News.
Reportagem: Dylan Smith. by @mct.mus
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a day ago
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Quanto as plataformas devem pagar pelo uso das composições? Nos Estados Unidos, essa discussão está em andamento para o período de 2028 a 2032.

A Amazon Music apresentou sua proposta no processo Phonorecords V, conduzido pelo Copyright Royalty Board (CRB), e recebeu críticas de David Israelite, presidente da NMPA, entidade que representa editoras musicais americanas.

Segundo a Digital Music News, a Amazon propõe reduzir a taxa principal sobre a receita elegível de 15,35% — referência prevista para 2027 — para 13,4% no próximo período. Qobuz, Beatport e IDAGIO apoiaram formalmente a proposta.

Para assinaturas que combinam música e outros serviços, como audiolivros, a empresa também pede mudanças:

* Retirar a parcela do cálculo baseada em receita.
* Reduzir o percentual sobre o custo total de conteúdo (TCC) de 24,5% para 21,3%.
* Diminuir o piso mensal de royalties mecânicos de US$ 0,33 para US$ 0,29 por assinante ativo.

O cálculo sobre TCC é “all-in”: inclui os valores de execução pública, que são descontados para apurar a parcela mecânica.

A Amazon descreve seu pedido como uma redução moderada e defende mudanças nas regras dos pacotes de assinatura. Israelite criticou as condições e afirmou que a empresa pretende reduzir a remuneração dos compositores.

São posições apresentadas em um processo americano. As propostas ainda não são taxas aprovadas e não estabelecem pagamento individual fixo por reprodução.

Fonte: Digital Music News. by @mct.mus
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2 days ago
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O YouTube Music começou a implementar o selo “Made with AI” para identificar músicas em que a inteligência artificial tem participação significativa na criação. A etiqueta aparece na tela de reprodução e permite consultar mais informações sobre o uso da tecnologia. A iniciativa combina dados de parceiros da indústria musical com ferramentas próprias de detecção.

Para o mercado, transparência é um passo importante, mas não substitui discussões sobre autoria, titularidade, licenciamento e remuneração. Identificar uma faixa como feita com IA não significa, automaticamente, que ela infringe direitos autorais ou que deva receber royalties de forma diferente.

#MCTMUS #InteligenciaArtificial #DireitosAutorais #IndustriaMusical #Streaming by @mct.mus
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2 days ago
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O MCT é feito de pessoas que vivem o mercado da música e se dedicam a compartilhar o que sabem.

Neste Dia do Professor, nosso agradecimento a cada profissional que faz parte do corpo docente do curso Música, Copyright e Tecnologia.

Entre compromissos, projetos e negociações, vocês encontram tempo para preparar aulas, dividir experiências, ouvir dúvidas e contribuir para a formação de outros profissionais.

Obrigada pela generosidade de compartilhar os aprendizados da prática, pelos debates e pelo cuidado com cada turma.

É uma alegria construir o MCT com vocês. Feliz Dia do Professor! ❤️

#DiaDoProfessor #MCT #MúsicaCopyrightETecnologia #MercadoDaMúsica by @mct.mus
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3 days ago
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Uma rádio do Rio foi buscar anunciante em São Paulo. E contratou gente grande para isso.

A Positividade FM, 104,5 no Rio, reforçou o time comercial paulista. Angela Gomez assume a diretoria comercial e de relações com o mercado. Ela tem passagem por Rede Transamérica, Sistema Globo de Rádio e Grupo RBS, com experiência em digital, branded content e venda de eventos.

Gustavo Silva também chega para a equipe de São Paulo, com histórico em Transamérica, Grupo RCN, Sistema Globo de Rádio e agências.

O movimento coincide com o Projeto Verão 2027, que a emissora começou a apresentar ao mercado publicitário. A direção fala em aceleração comercial e de audiência.

O rádio não morreu com o streaming. Ele virou plataforma de marca. A dúvida é quanto espaço sobra para a música nessa conta.

Rádio ainda faz carreira de artista ou hoje vende mais projeto para marca? Comenta aqui.

Fonte: Meio & Mensagem, [dd/mm/aaaa, conferir], por [jornalista, conferir].

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#Rádio #RádioFM #PositividadeFM #MercadoPublicitário #MusicBusiness IndústriaMusical MercadoDaMúsica NegóciosDaMúsica by @mct.mus
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4 days ago
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É a reta final de um plano de US$ 270 milhões em cortes anunciado em 2024. E a própria empresa diz que está apostando em tecnologia e eficiência.

O boom do streaming estabilizou. As majors estão se redesenhando. A pergunta que fica é quem vai cuidar do desenvolvimento de artista daqui pra frente.

E você, acha que isso abre espaço pro independente ou deixa o artista mais sozinho? 👇

📰 Fonte: Variety, por Jem Aswad, 14/10/2026. Informações complementares de Billboard e Music Business Worldwide.

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#industriamusical #mercadomusical #universalmusic #umg #defjam interscope gravadoras musicbusiness streaming warnermusic sonymusic by @mct.mus
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4 days ago
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Livro escrito por IA? O mercado editorial está diante de uma pergunta que ainda não sabe responder.

Nos últimos meses, títulos de grande repercussão foram acusados de uso indevido de inteligência artificial. Um favorito ao Prêmio Goncourt foi desclassificado. Uma estreia que recebeu ofertas de mais de US$ 2 milhões saiu de circulação. Um best-seller americano teria 60% do texto gerado por IA, segundo um estudo. Em todos os casos, os autores negam.

O problema é que os detectores dão indícios, não provas. Editoras brasileiras ouvidas pelo O Globo dizem confiar mais na palavra do autor do que nessas ferramentas. Também não existe consenso sobre o que é uso indevido. Usar IA para pesquisa e revisão é aceito. Deixar a máquina escrever a história e assinar a capa não é.  O caminho que se desenha passa por contratos com garantias, rascunhos datados e processo documentado. E quem mais sofre com a desconfiança são os estreantes, que ainda não têm obra anterior para provar que escrevem sozinhos.

Na música, a discussão é a mesma. Quem deve provar que uma obra é humana? O autor, quem publica ou a tecnologia?

Comenta aqui.

Fonte: O Globo, 14/10/2026.

#InteligênciaArtificial #IA #DireitoAutoral #Copyright #MercadoEditorial Literatura AutoriaHumana IAGenerativa PropriedadeIntelectual by @mct.mus
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4 days ago
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A Universal Music Group realizou uma nova onda de demissões nos últimos dias, segundo a Music Business Worldwide.

Os cortes fazem parte do programa de redução de custos anunciado pela companhia em fevereiro de 2024, com o objetivo de reduzir €250 milhões, aproximadamente US$270 milhões, em despesas anuais.

De acordo com a matéria, o programa foi planejado para incluir uma combinação de redução do quadro de funcionários e outras eficiências operacionais.

A MBW afirma que, entre os executivos seniores que devem deixar a UMG, está Tunji Balogun, presidente e CEO da Def Jam Recordings, que deve sair até o fim do ano.

A matéria também cita as saídas de Nicole Wyskoarko e Sam Riback, que deixam cargos de Presidente de A&R na Interscope Geffen A&M; Ben Mortimer, que deixa a presidência do Polydor Label Group no Reino Unido; Hannah Neaves, atual presidente da UMRecordings UK, que passará a atuar como consultora; e Rebecca Allen, Diretora de Artistas e Estratégia da Universal Music Group UK, que anunciou sua saída após 27 anos na empresa.

Na Irlanda, Mark Crossingham deixará o cargo de Diretor Geral da UMG Irlanda e será sucedido por Nick Younger, segundo a MBW.

A nova onda de demissões nos Estados Unidos e no Reino Unido ocorre após reduções de funcionários em divisões da UMG na Alemanha e no Canadá nas últimas semanas.

Em comunicado citado pela matéria, a UMG afirmou que seu sucesso foi construído sobre a capacidade de antecipar mudanças do setor, agir com antecedência para melhor atender artistas e compositores e aproveitar oportunidades nas áreas de crescimento mais rápido da música.

Fonte: Music Business Worldwide, “Multiple layoffs at Universal Music Group, as $270m cost-cutting program continues”, por Tim Ingham, publicado em 14 de outubro de 2026.

#MCT #Musica #Copyright #Tecnologia #UniversalMusicGroup UMG MusicBusiness by @mct.mus
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4 days ago
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A Live Nation está acelerando sua estratégia na América Latina — e o Brasil entrou de vez nesse mapa.

Segundo matéria da Billboard, a empresa vem mudando seu foco na região: em vez de apenas construir relações com promotores e operadores locais, passou a investir em participações acionárias, arenas, empresas de infraestrutura e operações estratégicas.

No Brasil, o principal símbolo desse movimento é a parceria com a Cidade Center Norte para desenvolver uma nova arena em São Paulo, com previsão de inauguração em 2028 e capacidade para 21 mil pessoas.

A leitura é clara: a América Latina se tornou uma região estratégica para o mercado global de música ao vivo.

A demanda por shows cresceu.
As turnês ficaram mais complexas.
Os fãs querem experiências melhores.
E as grandes empresas querem controlar mais partes da cadeia: promoção, espaços, bilheteria, operação, hospitalidade, tecnologia e experiência do público.

Para o Brasil, isso pode significar mais estrutura, mais grandes turnês, mais oportunidades e maior profissionalização do setor.

Mas também levanta um alerta: quanto mais concentrado o mercado, mais difícil pode ser para promotores independentes disputarem datas, condições comerciais e acesso aos grandes espaços.

A fala de Eduardo Basagaña, fundador da EB Producciones, resume bem o momento:

“Há duas opções: ficar parado e deixar a onda te levar, ou pegar uma prancha e surfar a onda.”

Para os independentes, surfar essa onda pode significar apostar em nichos, curadoria, parcerias locais, conhecimento de público, experiências diferenciadas e inteligência de mercado.

A pergunta central para o Brasil é:

a chegada de mais capital global vai fortalecer todo o ecossistema da música ao vivo ou concentrar ainda mais poder nas mãos de poucos players?

Comente sua visão.

Fonte: Billboard, “Why Live Nation Is Investing Heavily in Latin America and How Indie Promoters Are Adapting: ‘Surf the Wave’”, por Isabela Raygoza, publicado na edição de 10 de outubro de 2026.

#MCT #Musica #Copyright #Tecnologia #livenationbrasil by @mct.mus
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4 days ago
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Você gostaria de escolher se músicas totalmente geradas por IA aparecem nas suas buscas?

A Deezer anunciou um filtro que permitirá essa escolha, com implementação global prevista até o fim de 2026.

Ao ativá-lo, o usuário poderá ocultar dos resultados de busca faixas, álbuns e artistas associados a conteúdo 100% gerado por IA. A configuração será reversível.

A mudança traz uma reflexão importante para o music business: a origem de uma música pode influenciar a decisão de quem ouve?

Para artistas, compositores e profissionais do setor, essa informação pode ganhar peso na descoberta musical e na valorização da criação humana. Esse é um possível impacto da medida — ainda será necessário acompanhar como o público utilizará o recurso.

Transparência precisa chegar à experiência de escuta. Identificar o conteúdo e oferecer uma escolha concreta são passos nessa direção.

Salve este post e acompanhe o MCT para entender como IA, direitos autorais e tecnologia estão transformando a música.

Créditos: reportagem de James Hanley, Music Week, publicada em 13 de outubro de 2026. Informações conferidas no comunicado oficial da Deezer, da mesma data.

#MCT #MusicBusiness #Deezer #InteligênciaArtificial #Streaming DireitosAutorais by @mct.mus
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5 days ago
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O Spotify vai começar a oferecer audiolivros no Brasil a partir de 15 de outubro, e o movimento é maior do que parece.

Assinantes Premium terão 12 horas mensais incluídas para ouvir audiolivros, com acesso a um catálogo global de mais de 350 mil títulos e mais de 6 mil obras em português brasileiro. Editoras como Companhia das Letras, Melhoramentos, Dialética e Saga Egmont estão entre as participantes, com autores como Raphael Montes, Jorge Amado, Eliana Alves Cruz e Paulo Coelho.

Para o mercado editorial, a chegada do Spotify pode significar escala, descoberta e uma nova etapa de consumo digital. Mas, para a música, o movimento também importa.

O Spotify está deixando de ser apenas uma plataforma de músicas e podcasts para se consolidar como uma plataforma de áudio total. Isso muda a disputa: artistas, podcasts, audiolivros, creators e notícias passam a competir pelo mesmo tempo de escuta dentro do mesmo ambiente.

A grande questão não é apenas quantas pessoas vão ouvir livros. É o que acontece quando uma única plataforma concentra cada vez mais formas de consumo cultural.

No streaming, atenção é moeda.
E agora, essa moeda ficou ainda mais disputada.

Créditos: reportagem original de Isadora Laviola e Walter Porto para Folha de S.Paulo. Imagem: Dado Ruvic/Reuters.
Análise: MCT — Música, Copyright e Tecnologia.

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5 days ago
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