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------ ERRATA!: a sessão em parceria com a MUFFA será na QUARTA - 14.10.2026 a partir das 18h. O local permanece o mesmo, na sala Interartes ------- by @melgga__
9
2 days ago
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Falando em mãos, queria registrar mãos que fizeram arte em toda as quartas-feiras dentro do ÀJỌLAB , as mãos do @melgga__ . 

Tentei colocar algumas fotos que demonstrassem um terço do que ele propôs mas já sabendo que seria impossível, só vi(vendo) as dinâmicas pra saber. 

Melgga é de um talento fora da curva, comprometimento, dedicação e criatividade incomparáveis. 

É importante vir ressaltar a sua participação nisso tudo e a importância que você deu ao nosso projeto. Literalmente “sujou” as mãos de gesso e fez! 

Trouxe do gesso ao carvão. 
Do carvão as tintas. 
Das tintas a argila. 
De argila nas mãos dos alunos a expositores. 

Colocou o jardim do Centro Cultural Cauby Peixoto pra ser terra fértil de pensamentos criativos que brotaram esculturas em meio ao trânsito agitado de uma grande via de passagem que é a Alameda. 

E assim nasceu a exposição Alágbèdé - Ogún Yè, Mo Yè. De mãos, das suas e todos os residentes e essa exposição, meu amigo, é o valor mais alto de todos. 

Obrigada @melgga__ 🪽✨♥️

Fotografias de @elaine_marinho04 , @guicaldas.art, @goullartin e registros internos meus. taken in Centro Cultural da Zona Norte by @melgga__
2
3 days ago
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Professora do ensino fundamental, Julien Cortes reuniu cartinhas de seus alunos ao longo de um processo que durou 8 anos. Estimulada pelas trocas e práticas vivenciadas durante a residência, ela deu forma final a esse acervo afetivo, apresentando o trabalho ao público pela primeira vez nesta mostra de encerramento.

Título: Pindorama Erê. 
Artista: Julien Côrtes.
Materiais: Wagi, acrílica, cola cascorez, búzios, folhas de papel ofício e com pauta sobre lona de algodão cru.
Dimensão: 2,5mX1,5m.

PINTURA COLETIVA 

Título:  Awá Ni Ògún. 
Artistas: Elaine, Mayra, Rauta, Nathan Gomes, Juliane Anjos e Lohana Barbosa. 
Materiais: Variáveis. 
Técnicas: Pintura e impressão.

PINTURA COLETIVA

Título:  Onde Ògún Tira o Pé, Oxossi Coloca.
Artistas: Zayre Kaus, Milu Almeida, Colle (Sereiano), Julien Côrtes, Kauã,  Victor Varella, Agnes Nhleko.
Materiais: Suporte de TV, colher, garfo, prato, tinta guache espada de são Jorge, palha da costa, papelao, TNT, búzios, cabaça e tampa de Panela.
Técnicas: Pintura e impressão.

Título: Ógún e o Nome da Guerra.
Artistas: Sereiano.
Materiais: 2 Bandeiras de pano em microfibra, com miçangas, palha da costa e búzios. 
Técnicas: Imagem digital em colagem, impressa em pano de microfibra. 
Dimensões: 150x110.

Título: Ógún e o Nome da Guerra.
Artistas: Sereiano.
Materiais: 2 Bandeiras de pano em microfibra, com miçangas, palha da costa e búzios. 
Técnicas: Imagem digital em colagem, impressa em pano de microfibra. 
Dimensões: 150x110.

Instalação; Búzios em prata. 2026

Materiais: Pade de Waji com búzios de prata.

Técnica: Feitiço&Alquimia 

Texto: Como os vestígios de uma performance se torna uma obra de arte ?

Bloco de Fotos- Memórias
Artista : Elaine Marinho

Título: Fluxo Contínuo 
Artistas: Coletivo 
Materiais: Carvão e papel canson

Título: Ògún Vive no Preto Vivo. 
Artistas: Zayre Kaus. 
Técnica: Acrílica sob mdf. 
Dimensão: 90x90.

Ato 2 - finalização da obra 

“Um canto com velas se ilumina 
É ogum cria 
Seu ilá estrondava numa lembrança de que Ogum vive eu vivo 
Parte física ,num processo de transe artístico sou tomado por Ogum cria , que pega uma quartinha e despeja sobra sua obra.” taken in Centro Cultural da Zona Norte by @melgga__
9
9 days ago
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A exposição ALÀGBÊDÉ- Ogun Vive, Eu Vivo!, nasce da proposição metodológica intuiAÇÃO, desenvolvida por Melgga em sua pesquisa de mestrado e aplicada na 1ª Residência Negra de Niterói, que reuniu cerca de 18 participantes. Tendo o orixá Ogun como fio condutor, o processo se desdobrou ao longo de oito encontros práticos. Esses momentos funcionaram como dispositivos de criação para as obras individuais e coletivas, incentivando os alunos a explorar as múltiplas facetas dessa divindade para além do convencional. O desafio proposto envolveu a experimentação com pintura, escultura, desenho e confecção de máscaras, incorporando elementos do cotidiano que dialogam com a força do orixá.
	Cada trabalho exposto foi produzido pelos próprios alunos, em ressonância direta com a metodologia e a curadoria do artista-pesquisador e orientador Melgga (@melgga__ ). 

Texto Curatorial : Nathan Gomes e Milu Almeida. 
@_gomesnathan  @cufeinado 

Foto por Elaine Marinho ( 2,3,4,5,8 e 9)
@elaine_marinho04 

Foto por Nathan Goulart ( 1, 6 e 7)
@goullartin

Irê Ògún, que Traz Caminho e Prosperidade.

Artistas: Iza Souza, Juliane Anjos e Kauã. 

Materias: Grãos de feijão, grãos de milho, búzios, carvão, alguidar, mariwo, palha da costa, miçanga, tecido de juta e corrente dourada

Título: Ògún Nosso de Cada Dia. 

Artistas: Elaine Marinho, Leonardo Moreira e Colle (Sereiano)

Materiais: Argila, ferro, palha da costa, carvão, vela, milho, feijão preto, conchas, búzios, quartinha, alguidar, parafuso, gancho de rede, talisco de mariwo, medalhão, água, okuta, faca e lança.

Título: Ògun Mulher Entre a Fecundidade e a Coragem do Menino. 

Artistas:  Zayre Kaus e Mayra. 

Materiais: argila grãos alguidar palha mariwo e búzios.

Título: Orí Áwaure - Prosperidade no Orí.

Artista: Julien Côrtes, Lohana Barbosa  e Rauta. 

Materias: Grãos de feijão, grãos de milho, miçangas, búzios, pedras argila, carvão, alguidar, espada de São Jorge e arame.

Título: Assentamento.

Artista: Leonardo Moreira.

Materiais: Tela, pvc, gesso, massa de biscuit e tinta.
Técnicas: Fotografia, modelagem, desenho e pintura.
Dimensões: 4 peças de 0,4x0,4m.

Título: Máscara na Bandeja. 
Artista: Iza Souza.
Materiais: Atadura taken in Centro Cultural da Zona Norte by @melgga__
15
9 days ago
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Sou artista de Teatro. Porém, nos últimos 3 meses me desafiei a fluir por meio de outras linguagens artísticas em um exercício do sensível. 
Tive a grande alegria de participar da residência artística AJOLAB Laboratório de Artes Negras Integradas, coordenada pelo Raphael Campello (@campello88) e sob a produção da Bruna Andrade (@brunandrade.prod ). Foi transformador!
Na @comunidade.iyalode pude conhecer pessoas fantásticas, trocar experiências e conhecimentos e experimentar perspectivas de mim mesmo pouco habitadas.
O encerramento da residência aconteceu na última sexta-feira (18/09) e ainda hoje continuo impactado por tudo o que aconteceu.
Aos poucos, vou mostrando como foi. Um dos resultados de minhas vivências foi a série Assentamento que, agora, divido com vocês.

Ogum yê! taken in Centro Cultural da Zona Norte by @melgga__
8
10 days ago
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Convidamos você para a inauguração da instalação coletiva

“Vende-se o trigo para comprar o pão” em nosso espaço multiuso na Glória. Sexta-feira, 11 de setembro, às 19h.
O título da mostra é simultaneamente dedo na ferida e arapuca. Se por um lado questiona a precarização do trabalho em sistemas econômicos hostis, excludentes e predadores (como o nosso), por outro, irriga sementes de uma autocrítica contínua e em curso. O cansaço do trabalho excessivo e a anestesia dos sentidos nos faz esquecer da condição sub humana que, por vezes, estamos condicionados. Açúcar, álcool, cafeína e tantas substâncias irresistíveis capazes de dopar nossos sentidos, revelam que o controle social começa pela boca. E depois pela cultura.
Diante da iminência de tantas crises - ecoclimáticas, geopolíticas, econômicas, territoriais - um mal estar nos embrulha o estômago: qual a função da arte diante da injustiça?

HOJE - 11 de setembro de 2026, sexta-feira 19h - 23h
Rua Santo Amaro, 33 - Glória

Entrada gratuita
Dado o contexto paralelo à ArtRio 2026, todas as obras expostas estarão disponíveis a comercialização pelo valor de 1 salário mínimo, sendo 100% do lucro para a artista (CAPACETE fará apenas a mediação).
Visitação sob agendamento
Performances e falas públicas às terças-feiras de setembro,
19h - 23h taken in Glória, Rio de Janeiro by @melgga__
6
22 days ago
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Rainha Dan, 2022

Quem esteve lá viu, sentiu… A Sua mandinga !

Ela  surge, assim, como presença, denúncia e enfrentamento — reivindicando a rua como lugar de existência, criação e poder.

É a personificação de um alter ego que retrata artistas que constroem uma identidade própria e, ao mesmo tempo, são
marginalizados e ceifados! 

A performance desloca para a rua, tomando o espaço público como território de disputa, presença e enfrentamento. A ação acontece como uma espécie de “demanda”, entendida aqui como afrontamento: um corpo que se coloca diante das estruturas que ainda determinam quem pode ocupar, produzir e ser reconhecido no campo das artes.

1º Fórum de Comunicação e Consciência Negra de Maricá — RJ

Registro: Hermínio by @melgga__
14
a month ago
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Equipe MUFFA3 

@melgga__ @7a7aliana @rudhrradikaralha  @millamourao  @elipspspsps  @aikacortezoficial  @savioribeir0  @myrinhaximenes  @vida_sem_forma_do_homem_comum by @melgga__
11
2 months ago
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Na semana passada, no Ajolab, vivemos uma imersão em que um participante moldava a máscara do outro.

Por motivos bastante óbvios, eu não participei da dinâmica. Estava ali com outra missão: fotografar. E descobri que, às vezes, observar também é uma forma profunda de mergulhar.

Enquanto registrava cada etapa, percebi que o processo ia muito além da técnica. Antes da gaze e do gesso, existiam mãos que acolhiam, olhares atentos e uma entrega silenciosa. Havia confiança. Era preciso confiar que o outro tocaria o seu rosto sem apagar quem você é.

Foi impossível não pensar em nós, pessoas pretas.

Desde muito cedo, aprendemos a vestir a máscara da branquitude. Uma máscara construída para que fôssemos aceitos em espaços que nunca foram pensados para nós. Quantas vezes silenciamos nossa voz, diminuímos nossa potência e escondemos nossas marcas para caber?

Mas, através da lente, também enxerguei outra possibilidade.

Vi pessoas cuidando umas das outras. Vi delicadeza onde tantas vezes o mundo nos ensinou a esperar dureza. Vi rostos sendo temporariamente cobertos, sem que suas identidades desaparecessem. Pelo contrário: parecia que, por alguns instantes, elas se revelavam ainda mais.

Quando fortalecemos a confiança entre nós e reconhecemos a irmandade que nasce da nossa ancestralidade, a máscara deixa de ser apenas um instrumento de sobrevivência e pode se transformar em uma tela.

Uma tela onde pintamos nossas próprias cores. As cores da memória, da resistência, do afeto, da espiritualidade e da liberdade.

Talvez esse tenha sido o maior aprendizado que levei comigo, mesmo sem deitar no chão para viver a experiência: algumas máscaras escondem, outras revelam. E, quando um povo preto acredita, acolhe e sustenta o outro, já não precisamos carregar as cores que nos impuseram. Podemos, enfim, criar e habitar as cores que sempre foram nossas. taken in Centro Cultural da Zona Norte by @melgga__
5
3 months ago
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Na quarta-feira recebemos o orientador e artista Melgga para mais uma aula imersiva e desta vez tivemos confecção de máscaras com atadura gessada, técnica utilizada nas artes visuais e nas artes da cena.

A partir do contato com o material, com o rosto e com o olhar do outro, a turma experimentou esse processo de criação.

A máscara acompanha a história da humanidade como forma de expressão e transformação, criando infinitas possibilidades de apresentação. 

Agradecemos ao Melgga por compartilhar sua pesquisa e provocar novas possibilidades de construção artística com nossos alunos. Estamos apaixonados! taken in Centro Cultural da Zona Norte by @melgga__
15
3 months ago
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Existem experiências que nos atravessam de um jeito difícil de explicar. O AJOLAB tem sido exatamente isso para mim.

Participar de uma residência em um laboratório de Artes Negras Integradas é muito mais do que frequentar um curso. É ocupar um espaço seguro, de troca, escuta, pertencimento e criação ao lado de tanta gente preta talentosa, inteligente, sensível e consciente do seu lugar no mundo.

Como Iyálòrìsá, viver essa experiência tem um significado ainda mais profundo. Pela primeira vez sinto que posso integrar, de forma tão natural, duas das minhas maiores paixões: os Òrìṣàs e a Fotografia. Uma alimenta a outra. A espiritualidade amplia meu olhar, enquanto a fotografia se torna uma forma de registrar memórias, afetos, ancestralidade e presença.

Nesta imersão, Ògún conduz a narrativa. Senhor dos caminhos, do ferro, da tecnologia e do trabalho, é ele quem abre as trilhas onde antes havia mata fechada. É a força que transforma matéria em possibilidade, silêncio em movimento, intenção em ação. Ògún nos ensina que criar também é um ato de coragem: exige atravessar medos, romper limites e seguir adiante, mesmo quando o caminho ainda está sendo construído sob nossos próprios pés. Talvez por isso sua presença seja tão potente nas artes, porque toda criação nasce, primeiro, de um gesto de abertura.

A cada semana descubro novas linguagens, novos artistas, novas possibilidades e saio com a certeza de que a arte também é um território de cura, resistência e transformação.

Minha gratidão à Comunidade Iyalodè e a todos os idealizadores desse projeto tão necessário e potente. Tenho certeza de que, até setembro, viveremos experiências que ficarão para sempre na memória e no coração.

Aqui ficam alguns registros de mais uma aula inesquecível, onde a fotografia encontrou em Ògún a luz para contar histórias de criação, força, ancestralidade e caminhos. 📸⚒️🖤 taken in Centro Cultural da Zona Norte by @melgga__
19
3 months ago
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A dosagem é o que muda, 2024
Praia do Flamengo, Rio de Janeiro

Uma proposição de Marina Dúbia (@pessoadubia ) consistiu na criação de fitas com frases enviadas a pessoas em diferentes lugares do mundo como dispositivos de intervenção no espaço público.

A fita com a frase “a dosagem é o que muda” demorou meses para chegar da Dinamarca. Num dia qualquer, o correios bateu na minha porta.

Quando chegou, convidei Melgga (@melgga__ ) e Ozzo Ukumari (@ozzoukumari ), que na época estava de passagem pelo Brasil, para ativarmos a proposição na Praia do Flamengo, na Baía de Guanabara.

As muitas camadas sobrepostas, soterradas, submersas que compõem o tempo desse lugar aparecem, desaparecem, reaparecem  em diferentes intensidades na memória social, política, coletiva, geológica. Idade da água? 5 a 8 mil anos,  território ancestral indígena, processos coloniais e portuários, a violência da escravidão, revoltas, urbanização, aterramento, nós alí naquele momento...

Registro por @ozzoukumari taken in Baía Da Guanabara by @melgga__
22
4 months ago
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