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III Seminário Internacional de Moda e Dataficação.
TÊXTIL E MODA | EACH - USP
Coordenação: @suzana_avelar
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Hoy en la @cryptoravebr junto a @rtcuidadosdigitais y @modata_usp haremos un nuevo taller GLAM mostra de electrotextiles antivigilancia jugando con estéticas que nos representen y traigan un poco de brillo a la oscuridad de la caja negra tecnológica.15 HS . Sala Alan Turing. Biblioteca M. Andrade Sao Paulo by @modata_usp
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3 months ago
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Já tá sabendo que vai ter Baile?🪩🐍💜BAILE ELECTRICA MONSTRANS vai ter atividade de confecção de máscaras as 15h na Biblioteca Mário de Andrade e depois abriremos a festa de encerramento da CryptoRave!! 😭😭😭😭😭Esse ano além das maravilhosidades do @modata_usp que ajudam demais na confecção das máscaras, receberemos a incrível @solverniers do @cybertextil para trazer o GLAM para o palco da antivigilância! 🪩Vamos hablar de privacidade, anonimato, gestão de identidades e felicidade! Vem preparar sua máscara com a gente!15h | Alan Turing (Sala de exposições do 3° andar)Já vem esquentar sua corpa que depois vamos abrir a festa da CryptoRave com a melhor que temos!!!!! @volooptaz 🪩🐍💜ESPERAMOS VOCÊS! #rtcd #modata #cybertextil by @modata_usp
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3 months ago
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Um pouquinho do que rolou no Baile Monstrans 2.0, na Cryptorave deste ano, no Terraço da Biblioteca Mário de Andrade! Discotecagem da Deejay Nega Dither @negadither e de Volooptaz @volooptaz 🎧Máscaras foram feitas com resíduos têxteis e outros materiais, pelo processo criativo Upcycling. ✂️♻️Organizado pela Rede Transfeminista de Cuidados Digitais @rtcuidadosdigitais e grupo de pesquisa MODATA - Moda e Dataficação, da Universidade de São Paulo. @modata_uspO objetivo foi abrir diálogo sobre o medo que atravessam as (r)existências LGBTQIAPN+ em um contexto de vigilância digital e captura de dados que reproduz as mesmas opressões do mundo offline. Fomentar a discussão sobre capitalismo de vigilância, discriminação algorítmica e a importância da diversidade na segurança digital. A criação das máscaras teve o intuito de subverter a lógica de reconhecimento facial e classificação, inclusive algorítmica, explorando novas formas de expressão subjetiva. by @modata_usp
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a year ago
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A ESPERA ACABOU! BAILE MONSTRANS TÁ DE VOLTA!Sim, depois do sucesso na última CryptoRave nós tunamos o Baile Monstrans trazendo a participação especial do pessoal do MODATA USP (sim, teremos profissionais da moda com a gente!)Sexta-feira, dia 16 de maio às 23h teremos o Baile Monstrans 2.0 no Terraço da Biblioteca Mário de Andrade!Este ano vamos construir nossas máscaras através da técnica do upcycling, uma alternativa para solucionar o problema de como reutilizar materiais antigos que seriam descartados para criar produtos de alta qualidade e valor agregado, aumentando seu ciclo de vida, e do wabi-sabi uma filosofia estética que celebra a beleza encontrada na imperfeição, na impermanência e na simplicidade. Essas serão as nossas sementes ecotransfeministas deste ano.Vem descobrir que monstruosidade você quer ser e vestir no nosso baile!Teremos a presença da Deejay Nega Dither @negadither e de Volooptaz @volooptaz para aquecermos nossos corpos e sonharmos esses presentes-futuros de liberdade e privacidade!Já chama o seu bonde, traz suas roupas antigas, uns restos de fantasias de carnaval e vem viver esse momento com a gente!Rede Transfeminista de Cuidados Digitais e MODATA USP.📅 16 de maio🕚 23h - 01h📍 Biblioteca Mário de Andrade - Terraço by @modata_usp
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a year ago
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Artigo 'Moda, Gênero, Políticas Públicas, Patrimônio Cultural, Rendeiras", de Suzana Avelar Gomes, Patrícia Rangel e Lúcia Avelar no v. 14 n. 1 (2024), da revista Gestão & Políticas. Pública Fontes de apoio da revista: Fontes de Apoio Universidade de São Paulo - Escola de Artes, Ciências e Humanidades Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicologia Política, Políticas Públicas e Multiculturalismo - GEPSIPOLIM - USP.ResumoO tema deste artigo é “Moda, Gênero e Políticas Públicas voltadas à valorização do artesanato brasileiro tradicional”, tomando como estudo de caso as rendeiras de bilro no Brasil, herdeiras do patrimônio cultural dos tempos coloniais. O trabalho foi motivado pela necessidade de acompanhar o debate sobre relações de gênero e políticas públicas, observando que parte expressiva da mão-de-obra da moda é composta por mulheres. A moda é tradicionalmente pautada por países do Norte Global e por grandes centros urbanos. Do ponto de vista empírico, notamos que o artesanato tradicional vem se adaptando ao mercado após gestões de políticas que aproximaram as propostas tradicionais ao mercado da Moda, em um período em que os grupos feministas tiveram acesso às instâncias do estado na promoção de políticas públicas de gênero. Do ponto de vista conceitual, entendemos a urgência de aproximar, e compreender, o suporte das políticas públicas na aproximação do design social e as práticas de geração de renda a partir de grupos femininos. Dessa forma, nosso estudo de caso tratará de contextualizar uma política pública que contempla a confecção da renda de bilro feita por mulheres como continuidade do patrimônio cultural herdado e sua adaptação ao aproximá-lo do design social, ampliando a renda familiar de mulheres do grande interior do país. https://revistas.usp.br/rgpp/article/view/223438 by @modata_usp
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a year ago
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Trabalho apresentado e publicado nos anais do 19º Colóquio de Moda, realizado no Senac Santo Amaro, em São Paulo. "Hacktivismo na moda: coletivo de mulheres upcyclers", das coautoras: Luci Hidaka; Suzana Avelar; Lara Leite Barbosa. GT17 – Memórias, trajetórias e narrativas no campo da moda. Coordenação de Ana Julia Melo Almeida e Francisca R. Nogueira Mendes.https://anais.abepem.org/getTrabalhos?chave=hacktivism&search_column=titulo by @modata_usp
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2 years ago
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Artigo apresentado e publicado nos anais do 48º Encontro Anual da ANPOCS, na UNICAMP, em Campinas (Link na Bio). "Moda e cultura da dataficação: biocapitalismo, tecnopolítica e corpo", das coautoras Suzana Helena de Avelar Gomes (EACH/ USP), Lucilene Mizue Hidaka (FAUD/USP), Claudia Regina Garcia Vicentini (EACH/USP). GT40. Inteligência Artificial, Sociedade, Cultura e Poder. Coordenação de Rafael Evangelista (Unicamp) e Sérgio Amadeu da Silveira (UFABC).Resumo: Moda na cultura da dataficação como elemento fundamental de produção do sujeito, em uma abordagem crítica com IA e cultura dos dados. Como a moda opera na dataficação, atravessando questões de subjetividade, corpo e tecnopolítica? Propomos este estudo da moda pelo conceito de biocapitalismo, de Antonio Negri, para o capitalismo, agora de plataformas, engendrando corpos individuais e coletivos, de objetos materiais e imateriais, enfatizando esta matéria viva da força do sujeito. A mutação do corpo, excedido e amplificado pelas próteses, é inseparável das forças virtuais abstratas que concretizam a cooperação. O biocapitalismo revela este estado de mutação: a vida subsumiu ao abstrato, depois que o abstrato subsumiu à vida. O corpo é a matéria viva em que se efetua a força que inscreve as transformações dos modos de produção. Assim, a moda é um importante instrumento cultural para a articulação e territorialização da corporalidade humana, tornando nossos corpos culturalmente visíveis.Anais: https://www.encontro2024.anpocs.org.br/atividade/view?q=eyJwYXJhbXMiOiJ7XCJJRF9BVElWSURBREVcIjpcIjE3NVwifSIsImgiOiI0YjZkYmY4ODU1MzEyZjE2NWIzNGQzYmI2OWQ4ZmJiOCJ9&ID_ATIVIDADE=175 by @modata_usp
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2 years ago
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O artigo "Moda, dataficação, inteligência artificial e colonialismo digital: reflexões introdutórias", das coautoras Suzana Avelar, Luci Hidaka e Lara Leite Barbosa, foi publicado na Revista Multidisciplinar "Convergências Críticas", ligada ao Instituto de Ciências da Sociedade da Universidade Federal Fluminense | Qualis B1. Periódico sediado em Campos dos Goytacazes (RJ). @suzana_avelar @hidaka_upcycling@laralbarbosaOrganização: Walter Lippold (INCT Proprietas/UFF) e Leonardo Soares dos Santos (ESR/PUGG/UFF) @revistaconvergenciacriticaRESUMO: O presente trabalho parte de uma abordagem fenomenológica, com fontes bibliográficas e documentais, e propõe uma reflexão sobre a relação entre moda e colonialismo digital. A moda é o que torna nossos corpos vestidos e ornamentados, culturalmente visíveis; organiza pulsões tangíveis e intangíveis. Por meio do vestir, a moda articula o corpo com a territorialidade nas práticas do cotidiano. Compreendemos que a moda atuando no campo do sensível e na constituição subjetiva do sujeito, junto à indústria da moda, originada no Norte global, acaba que agindo como dispositivo colonizador, por onde atua. Já a moda sistematizada ou a indústria da moda é entendida em uma perspectiva ampla, como organização econômica, que contempla não apenas as tendências no ramo do vestuário, mas também seu processo produtivo e ideológico. A moda sistematizada serve de estrutura social de divisão de classes. O colonialismo digital está diretamente relacionado a uma fase do modo de produção capitalista, que objetifica e mercantiliza as relações sociais, como mais uma forma de opressão e controle, que expropria corpos, recursos naturais e o tempo, por meio da tecnologia dataficada. Articulando-se as duas temáticas, é possível refletir que ambas têm a capacidade de excluir pessoas conforme sua raça, etnia, classe social, gênero, dentre outros marcadores sociais. Abordamos neste trabalho, ainda incipiente, não apenas os impactos da dataficação e do colonialismo digital na moda, mas também as possibilidades de resistência por meio de movimentos hacktivistas.BAIXE AQUI: https://periodicos.uff.br/convergenciacritica/article/view by @modata_usp
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2 years ago
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Conheça a equipe do II Seminário Internacional Modata ❤️Grupo de Pesquisa Moda e Dataficação (CNPq) - Programa de Pós-Graduação em Têxtil e Moda, da Escola de Artes Ciências e Humanidades, Universidade de São Paulo (EACH/USP).Agradecimentos à dupla maravilhosa da Seção de Apoio Institucional - Setor de Eventos da EACH/USP: Vanessa Lino e Márcio Soares Godinho.| Suzana Avelar |É formada em desenho de moda pela Faculdade Santa Marcelina, com mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Atualmente é livre docente da EACH/ USP, em Têxtil e Moda. Coordenadora do grupo de pesquisa MODATA.| Cláudia Vicentini |Professora Livre-Docente na EACH/USP. Docente da graduação e do Programa de Pós-graduação em Têxtil e Moda. Coordenei projeto de pesquisa com a Universidade de Southampton - UK com financiamento FAPESP e também no Brasil pela FAPESP. Publiquei livros e artigos no Brasil e exterior. Sou vice-presidente da Comissão de Pesquisa e Inovação da EACH, além de membra da Comissão de Direitos Humanos da mesma unidade.| Luci Hidaka |É designer gráfico/digital, upcycler e professora. Doutoranda em Design, FAUD/USP. Mestra em Têxtil e Moda, pela EACH/USP. Formada em Design Gráfico, pela UNESP/Bauru e licenciada em Artes Visuais.| Lais Fidelis |Mestranda em Têxtil e Moda pela PRPG na EACH/USP. Graduada na mesma instituição em Têxtil e Moda (2021).| Laís Mader |Formada em Têxtil e Moda pela USP, em 2018. Trabalhou por 6 anos no varejo de moda. Mestranda em Têxtil e Moda pela EACH/USP, através do investimento Capes.| Marina Al Alam |Graduanda em Têxtil e Moda pela EACH/USP, cursou Marketing de moda no SENAI e já trabalhou com figurino em montagens teatrais.| Sarah Suyama |Formada em Têxtil e Moda pela EACH/USP. Depois de trabalhar no varejo de moda, está no programa de mestrado em Têxtil Moda pesquisando Moda e Redes Sociais.| Mieko |Estilista e especialista em jeans e sustentabilidade. Mestranda em Têxtil e Moda.. Formada em desenho de moda (Faculdade Santa Marcelina e Jeans School Amsterdam). Pós-graduada em Comunicação, Marcas e Consumo pela UAM. by @modata_usp
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2 years ago
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O II Seminário Internacional MODATA encerra no dia 05/12, quinta-feira, das 11h às 12h30, com uma palestra da professora, designer e hackfeminista Irene Soria, da cidade do México. @arenitasoria Irene é Doutora em Estudos Feministas pela UAM-Xochimilco (medalha de mérito universitário). Professora e Coordenadora do Programa de Igualdade de Gênero e Substantiva da Universidad del Claustro de Sor Juana, México. Mestre em Artes Visuais com Menção Honrosa pela Academia de São Carlos. Estudou na Universidade de Valência, Espanha e na Universidade de Villa María, Argentina. Autor e compilador do livro: Ética, segurança e vigilância hacker. Foi embaixadora Creative Commons no México de 2018 a 2024, e membro do VI Conselho Consultivo do Instituto Federal de Telecomunicações em 2021. Possui mais de 300 participações como palestrante no México, América Latina e Europa. Seus temas de pesquisa abordam: tecnologia crítica, tecnologia e mulheres, cultura hacker, cultura e mídia digital, software livre e hackfeminismo.Saiba mais e se inscreva no link da BIO.Gratuito, online e com certificado pela Universidade de São Paulo....#hacker #hackerfeminismo #modata #tecnologia #mulheres #midiadigital #softwarelivre by @modata_usp
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2 years ago
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Conheça participantes da mesa do dia 5/12/2024, quinta-feira, 9h às 10h30.| Luci Hidaka |É designer e professora. Doutoranda em Design, FAU/USP. Mestra em Têxtil e Moda, pela EACH/USP. Formada em Design Gráfico, pela UNESP e licenciada em Artes Visuais. Faz parte do grupo de pesquisa MODATA. Realiza um trabalho de upcycling/suprareciclaje/ transmutação têxtil de roupas pós-consumo. Faz parte do coletivo Upcycling é Resistência @upcyclingeresistencia . Possui experiência como designer gráfico/digital e como diretora de arte. Temas de interesse: design, moda, sustentabilidade, upcycling, histórias das mulheres, hacktivismos e mundo do trabalho. | Veronyka Gimenes |Travesti, não binária e hacker. Especialista em Tecnologia, Software, Política e Diversidade. Atua no front contra a extrema-direita e colonialismo com comunicação popular digital (ex. Memes). É da Setorial de Tecnologia do PSOL, que ajudou a fundar. Participou das principais eleições desde 2012, como as de Haddad, Boulos e Lula. Fundou coletivos como a Casa de Cultura Digital de Porto Alegre, o Núcleo Digital e Código Não Binário @codnaobinario . No Núcleo, desenvolve desde 2008 tecnologias para o setor público e terceiro setor como a plataforma GestãoUrbanaSP da Prefeitura de São Paulo. Na Código, desde 2022, faz tecnologias LGBTQIA+ como o podcast que é âncora, o Entre Amigues @entre_amigues . Já foi premiada por World Summit Award, Projeto Covid19 Adesampa e ONU Habitat...Mediação: Profa. Dra. Suzana Avelar (EACH/USP).Inscrições: link na BIO..#hacker #hackerfeminismos #upcycling #suprareciclaje #transmutacaotextil #tecnologia #ia #colonialismo #LGBTQIA+ # by @modata_usp
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2 years ago
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Conheça as participantes do nosso último encontro, quinta-feira , dia 05/12/2024.9h - 10h30Moda: Hacktivismo e gêneroMesa 7: Luci Hidaka e Veronyka GimenesMediação: Suzana Avelar 11h - 12h30Hackerfeminismo no Sul Global Palestra de fechamento com Irene SoriaMediação: Suzana Avelar..Compartilhe!!Inscrições gratuitas no link da BIO.Online e com certificado pela Universidade de São Paulo....#historiasdasmulheres #gênero #hacktivimo #hacker #feminismos #moda #modata #dataficacao #hackerfeminismo by @modata_usp
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2 years ago
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