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☆ transformar tudo em arte ☆
aprendiz & entusiasta da vida — amiga de Cristo.
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viva aos bimotores :) 
[na penúltima legenda você entende].

andar de avião dá vontade instantaneamente de assistir topgun, por que será? 

No Sêneca, as hélices giram em sentidos opostos para ajudar a manter o equilíbrio do avião caso um dos motores falhe.

Bonito pensar que até na aviação os opostos têm seu papel. Nem tudo precisa girar na mesma direção para dar certo. Às vezes, é justamente o que se move ao contrário que ajuda a gente a continuar voando.

No fim, é sobre equilíbrio. E um pouquinho de aerodinâmica também. 🕶️

🕶️ by @nathaliasantosb
5
7 hours ago
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Se não tem gosto de nada, então não tem gosto de nada.

E eu, que já passei tanto tempo tentando acertar a medida das coisas, descobri que prefiro o gosto do malfeito à ausência de sabor.

Promessas não têm gosto de nada. O que não aconteceu também não. E há qualquer coisa de triste em passar a vida inteira imaginando sabores sem nunca levar nenhum à boca.

Eu prefiro o amargo que me ensina, o doce que me engana, o salgado que arde, o agridoce que não sei se quero repetir. Prefiro o gosto das coisas que acontecem, mesmo quando acontecem fora do lugar, fora de hora, fora de mim.

Prefiro os desentendimentos reais, as palavras duras ditas no meio de uma estrada bonita, os tropeços de quem estava, de fato, caminhando. Prefiro até aquilo que, depois, vou querer desfazer.

Porque há uma tristeza muito particular em viver de hipóteses. Em passar os dias pensando no que poderia ter sido, no que deveria ter feito, no que teria acontecido se eu tivesse escolhido diferente. Como se a vida pudesse ser experimentada pelo avesso, sem que a gente precisasse sujar as mãos.

Mas eu quero o gosto.

Quero o que dá certo e o que amarga a boca. O que fica atravessado na garganta e aquilo que, de tão bom, a gente fecha os olhos para sentir melhor.

Não quero fazer da vida uma receita impecável e, no fim, descobrir que me faltou justamente aquilo que me trouxe até aqui: a coragem de experimentar.

Porque, pensando bem, viver talvez seja isso. Aceitar que nem tudo vai sair como se queria, que algumas coisas vão desandar, que outras vão deixar gosto de saudade.

E ainda assim, levar à boca.

Porque, se for para errar, que seja por ter provado.

O que eu não quero, de jeito nenhum, é chegar ao fim sem saber a que gosto tinha a minha própria vida. 🍜👅🍫 by @nathaliasantosb
4
a day ago
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várias coisas que tavam perdidas aqui ⭐️🤸🏽‍♀️

[acho que desaprendi a postar minhas coisinhas] by @nathaliasantosb
3
4 days ago
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Que tenhamos todos 
ao menos um pouco da coragem 
daquela criança que 
ralava o joelho 
limpava as lágrimas com a camiseta 
se erguia 
e voltava a brincar. 
💌🤸🏽‍♀️⭐️ by @nathaliasantosb
5
6 days ago
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E toda vez que me faltam palavras para serem ditas, me sobram palavras para serem escritas.

Uma das coisas que mais escuto, mais do que gostaria, é: “você é muito boazinha”.

Durante muito tempo, achei que a idade me traria alguma pontinha de malícia para lidar com o mundo. Como se crescer significasse aprender a desconfiar, endurecer um pouco, deixar de acreditar tão facilmente.

Mas então meu mundo colidiu com o desse homem: Zé Humberto.

E talvez eu tenha entendido que a malícia não venha. Talvez a gente nem precise dela. Talvez existam, sim, pessoas boas demais para este mundo. E tudo bem.

Eu não apenas trabalhei com o Zé. Em campanha ou fora dela, eu ganhei uma família.

E olhando para trás, tenho certeza de que tudo foi conduzido pela mão de Deus. Nosso encontro. Cada porta aberta, cada porta fechada. Ele sabe.

O Zé me ensinou sobre a vida sem nunca precisar sentar para me ensinar. Me ensinou a olhar para a sensibilidade que existe em mim não como fraqueza, mas como superpoder.

Nunca atravessou um compromisso sem cumprimentar alguém. Nunca disse “sim” ao que não poderia cumprir. Nunca precisou dar uma volta para dizer o que precisava ser dito.

O Zé me atravessou.
A família dele me acolheu.

E eu sou profundamente grata.

Faria tudo de novo. Dez vezes, se fosse preciso.

Porque nenhum resultado de urna é capaz de mensurar o valor de um homem. Não o valor que ele tem para um resultado, mas o valor que ele tem para as pessoas. Para Brasília.

Nós perdemos uma votação porque tentamos.

E ganhamos algo que nenhuma urna poderia nos dar: a paz do justo, do limpo, do honesto.

“Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.” Romanos 8:28.

Nós lutamos um bom combate.

Saímos diferentes de como entramos. Mais fortes. Mais inteiros. Mais certos de quem estava ao nosso lado.

Porque, no fim, talvez nunca tenha sido sobre quem venceria a guerra.

Talvez sempre tenha sido sobre:

“E quem estará nas trincheiras com você?”
“Isso importa?”
“Mais do que a própria guerra.”

E seguimos assim.
De mãos dadas, como começamos.
Aguardando, juntos, o que Deus ainda há de escrever. 💙 by @nathaliasantosb
28
13 days ago
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já que sou, o jeito é ser ★ by @nathaliasantosb
7
2 months ago
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tava com saudade de postar um reels :) by @nathaliasantosb
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2 months ago
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👢⭐️🤠 by @nathaliasantosb
9
2 months ago
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quero mel de toda flor. taken in Complexo Cordel by @nathaliasantosb
5
3 months ago
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as vezes é bom lembrar, né? 🧵
reveja os problemas aí, por que as vezes você tá querendo resolver coisa que nem é tua, e ficando doida ainda por cima. by @nathaliasantosb
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4 months ago
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Há frases que não cabem em explicações.

“Liberdade é pouco, o que eu desejo ainda não tem nome.”
Talvez porque existam vontades que não querem chegar a lugar algum. Querem apenas existir.

Ler Clarice sempre me atravessa porque ela não escreve respostas. Ela escreve feridas abertas para que a gente reconheça as próprias.

Há dias em que sinto que estou vivendo dentro de uma moldura apertada demais para quem me tornei. Não é infelicidade. Não é tristeza. É algo mais difícil de nomear. Uma espécie de saudade de uma vida que ainda não aconteceu.

E então percebo que liberdade talvez seja um desejo pequeno.

Porque liberdade ainda é uma palavra conhecida. Ainda mora dentro do dicionário. Ainda pode ser definida.

Mas existem sentimentos que vivem antes da linguagem.

Uma inquietação bonita.
Uma vontade de partir sem saber para onde.
Uma necessidade de encontrar algo 
que sequer sabemos procurar.
Talvez seja isso que me toca em Clarice.

Ela me lembra que nem tudo precisa ser entendido para ser verdadeiro.

E que algumas das coisas mais importantes que sentimos ainda estão esperando alguém que invente um nome para elas. by @nathaliasantosb
1
4 months ago
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olha no meu olho, vida. by @nathaliasantosb
10
5 months ago
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