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Sonoridades & Arquivos: entre o ancestral, o contemporâneo e a diáspora 📀🧞‍♀️📿✨️
Região do Levante (Oeste da Ásia) e
do Norte da África @tintanamente
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✨️ 𝙉𝙤𝙪𝙧 𝙎𝙤𝙪𝙣𝙙𝙨 surgiu da minha pesquisa sobre arquivos e sonoridades — abrangendo os países que compõem o Levante (Oeste da Ásia) e o Norte da África — e da minha busca por compreender as relações entre o ancestral, o contemporâneo e a diáspora.

A partir da minha ancestralidade libanesa, sempre busquei me conectar com sons não ocidentais. Cresci ouvindo música árabe na casa dos meus avós imigrantes libaneses. Ao longo dos anos, fui me aproximando cada vez mais da pesquisa e da escuta através das múltiplas possibilidades de instrumentos, ritmos e expressões.

Criei esta página como uma extensão dessa pesquisa pessoal, um espaço para expandir o aprendizado e compartilhar o que me permeia e me inspira ~ sons, artistas e caminhos que continuam a iluminar o presente através da escuta, da música e arquivos. 

📀🧞‍♀️📿 by @nour_sounds
2
a year ago
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𝓞𝓾𝓶 𝓚𝓪𝓵𝓽𝓱𝓸𝓾𝓶 ✨️🪩

Cantora, compositora e atriz egípcia, faleceu em 3 de fevereiro de 1975 no Cairo, Egito. Ativa entre as décadas de 1920 e 1970. Ela é amplamente considerada a maior cantora árabe egípcia da história. Seu trabalho como cantora e recitadora do Alcorão difundiu-se pelo mundo todo. Com isso, ela mudou-se para o Cairo com pai, onde existiriam outras possibilidades para o seu desenvolvimento artístico. A partir de 1930, ela começou a gravar discos e em 1935 ocorreu a sua estreia no mundo do cinema, com a longa-metragem Wedad (1936): este foi o primeiro de seis filmes que contaram com a participação da artista. 
As canções interpretadas por ela eram de natureza religiosa e popular.
Um fator que contribuiu muito para a popularidade da cantora foi a difusão dos seus concertos via rádio; 
Através dos quais os Egípcios que não tinham possibilidades econômicas para ir a um concerto, puderam conhecê-la
Em Janeiro de 1975 agravaram-se as suas complicações de saúde no fígado e ela faleceu vítima de um ataque cardíaco.

𝓟𝓮𝓼𝓺𝓾𝓲𝓼𝓪 & 𝓔𝓭𝓲𝓬̧𝓪̃𝓸 por @tintanamente
Máximo Respeito
NOUR SOUNDS 🌔 taken in Cairo, Egypt by @nour_sounds
3
17 days ago
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𝑶𝑼𝑴 𝑲𝑨𝑳𝑻𝑯𝑶𝑼𝑴, 𝑬𝑮𝑰𝑻𝑶

🇪🇬 Imagens de arquivo: Concerto do "Nightingale of the Nile" em 1º de junho de 1962, fotografado por Howard Sochurek, Revista Life. by @nour_sounds
4
4 months ago
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𝓐𝓵 𝓜𝓪𝓼𝓼𝓻𝓲𝓮𝓮𝓷 💎

𝓐𝓵 𝓜𝓪𝓼𝓼𝓻𝓲𝓮𝓮𝓷 foi fundado no final da década de 1970 por Hany Shenouda, um prolífico compositor e produtor. Al Massrieen desenvolveu um som moderno e inconfundível, moldado pelo funk, disco e pop, com letras em árabe e enraizado na tradição musical egípcia.
𝓢𝓱𝓮𝓷𝓸𝓾𝓭𝓪 compôs e arranjou a maior parte das músicas da banda, e sua visão guiou o grupo ao longo de toda a sua carreira. Shenouda, o avô de 7000 anos do Egito moderno, nascido em 1943.
𝓕𝓸𝓻𝓶𝓪𝓬̧𝓪̃𝓸 do coletivo Al Massrieen incluía talentos como Eman Younis, Mona Aziz, Tahseen Yalmaz, Mamdouh Qassem e outros. Al Massrieen criou um novo espaço sonoro com uma sensibilidade pop mais forte e um uso mais evidente de instrumentos eletrônicos. Vale ressaltar que esse é o único álbum da banda prensado no Líbano, e não no Egito, o que torna as cópias originais particularmente difíceis de encontrar.
𝓙𝓪𝓴𝓪𝓻𝓽𝓪 𝓡𝓮𝓬𝓸𝓻𝓭𝓼 gravadora alemã compilou e distribuiu suas músicas em cassete por toda a região, consolidando a banda em outros países árabes @jakartarecords 
𝓗𝓪𝓫𝓲𝓫𝓲 𝓕𝓾𝓷𝓴 – HABIBI006 Lançou em 2017 uma reedição de “Modern Music”, do último álbum, lançado originalmente em 1984 @habibifunk 
𝓪𝓻𝓬𝓱𝓲𝓿𝓪𝓵𝓯𝓸𝓸𝓽𝓪𝓰𝓮𝓼𝓮𝓻𝓿𝓲𝓬𝓮 Esta filmagem de arquivo do Cairo contém imagens históricas clássicas de filmes caseiros em Super 8 @archivalfootageservice 

𝓟𝓮𝓼𝓺𝓾𝓲𝓼𝓪 & 𝓔𝓭𝓲𝓬̧𝓪̃𝓸 do vídeo por @tintanamente
Máximo Respeito
NOUR SOUNDS 🌔 by @nour_sounds
1
4 months ago
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💎 𝓐𝓵 𝓜𝓪𝓼𝓼𝓻𝓲𝓮𝓮𝓷 💎

𝓐𝓵 𝓜𝓪𝓼𝓼𝓻𝓲𝓮𝓮𝓷 foi fundado no final da década de 1970 por Hany Shenouda, um prolífico compositor e produtor. Al Massrieen desenvolveu um som moderno e inconfundível, moldado pelo funk, disco e pop, com letras em árabe e enraizado na tradição musical egípcia.
𝓢𝓱𝓮𝓷𝓸𝓾𝓭𝓪 compôs e arranjou a maior parte das músicas da banda, e sua visão guiou o grupo ao longo de toda a sua carreira. Shenouda, o avô de 7000 anos do Egito moderno, nascido em 1943.
𝓕𝓸𝓻𝓶𝓪𝓬̧𝓪̃𝓸 do coletivo Al Massrieen incluía talentos como Eman Younis, Mona Aziz, Tahseen Yalmaz, Mamdouh Qassem e outros. Al Massrieen criou um novo espaço sonoro com uma sensibilidade pop mais forte e um uso mais evidente de instrumentos eletrônicos. Vale ressaltar que esse é o único álbum da banda prensado no Líbano, e não no Egito, o que torna as cópias originais particularmente difíceis de encontrar. 
𝓙𝓪𝓴𝓪𝓻𝓽𝓪 𝓡𝓮𝓬𝓸𝓻𝓭𝓼  gravadora alemã compilou e distribuiu suas músicas em cassete por toda a região, consolidando a banda em outros países árabes @jakartarecords
𝓗𝓪𝓫𝓲𝓫𝓲 𝓕𝓾𝓷𝓴 – HABIBI006 Lançou em 2017 uma reedição de “Modern Music”, do último álbum, lançado originalmente em 1984 @habibifunk
𝓪𝓻𝓬𝓱𝓲𝓿𝓪𝓵𝓯𝓸𝓸𝓽𝓪𝓰𝓮𝓼𝓮𝓻𝓿𝓲𝓬𝓮 Esta filmagem de arquivo do Cairo contém imagens históricas clássicas de filmes caseiros em Super 8 @archivalfootageservice

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NOUR SOUNDS 🌔 by @nour_sounds
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📿 𝓜𝓪𝔃𝓪𝓱𝓮𝓻 𝓔𝓷𝓼𝓮𝓶𝓫𝓵𝓮 🔥

𝓜𝓪𝔃𝓪𝓱𝓮𝓻 é um grupo musical em que as mulheres desempenham um papel de liderança e estão ligadas a uma tradição ancestral praticada em diversos países da região. As musicistas do Mazaher, Um Sameh, Um Hassan e Nour El Sabah, estão entre as últimas praticantes de Zar no Egito. A música apresentada pelo Mazaher é inspirada em três estilos diferentes de Zar no Egito: o Zar egípcio ou do Alto Egito, o Zar de Abul Gheit e o Zar de Tamboura ou africano.
𝓞 𝓩𝓪𝓻 é um ritual comunitário de cura que envolve canto, percussão polirrítmica e dança, cuja tradição é mantida principalmente por mulheres. É um antigo rito de purificação que visa apaziguar diversos espíritos. A comunicação com espíritos invisíveis é conduzida pela interação rítmica insistente e variada do tambor, que pode levar a um estado alterado de consciência e até mesmo ao transe.
𝓤𝓶 𝓲𝓷𝓼𝓽𝓻𝓾𝓶𝓮𝓷𝓽𝓸 essencial no ritual Zar no Egito é a tambura, a lira de seis cordas, que, assim como a própria prática Zar, existe em várias formas em uma área que se estende do leste da África à Península Arábica e à Pérsia. Embora este instrumento sagrado seja retratado nas paredes de tumbas e templos do Antigo Egito, outros instrumentos incluem o mangour, um cinto de couro costurado com vários cascos de cabra, e diversos instrumentos de percussão. Por fazer parte da cultura underground, a música e as canções de Zar sobreviveram em sua forma original.
𝓓𝓲𝓼𝓬𝓸 𝓭𝓮 𝓥𝓲𝓷𝓲𝓵 𝓛𝓟 Zār de Mazaher foi lançado em 21 de fevereiro de 2020 pela AJABU!
𝓐𝓙𝓐𝓑𝓤! é uma gravadora independente com sede em Malmö e Berlim, dedicada à música, apresentando gravações raras e exclusivas, colaborações e encontros entre artistas e músicos de diferentes partes do mundo. @ajaburecords 
𝓜𝓪𝓴𝓪𝓷 𝓔𝓬𝓬𝓪 𝓡𝓮𝓬𝓸𝓻𝓭𝓼 Apresenta e promove a cultura tradicional egípcia de música e artes. Organiza eventos musicais no centro do Cairo, Egito. @makan.musicvenue 

𝓟𝓮𝓼𝓺𝓾𝓲𝓼𝓪 & 𝓔𝓭𝓲𝓬̧𝓪̃𝓸 por @tintanamente 
Máximo Respeito
NOUR SOUNDS 🌔

#mazaherensemble #zar #ajaburecords #noursounds by @nour_sounds
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8 months ago
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📿 𝓜𝓪𝔃𝓪𝓱𝓮𝓻 𝓔𝓷𝓼𝓮𝓶𝓫𝓵𝓮 🔥
 
𝓜𝓪𝔃𝓪𝓱𝓮𝓻 é um grupo musical em que as mulheres desempenham um papel de liderança e estão ligadas a uma tradição ancestral praticada em diversos países da região. As musicistas do Mazaher, Um Sameh, Um Hassan e Nour El Sabah, estão entre as últimas praticantes de Zar no Egito. A música apresentada pelo Mazaher é inspirada em três estilos diferentes de Zar no Egito: o Zar egípcio ou do Alto Egito, o Zar de Abul Gheit e o Zar de Tamboura ou africano. 
𝓞 𝓩𝓪𝓻 é um ritual comunitário de cura que envolve canto, percussão polirrítmica e dança, cuja tradição é mantida principalmente por mulheres. É um antigo rito de purificação que visa apaziguar diversos espíritos. A comunicação com espíritos invisíveis é conduzida pela interação rítmica insistente e variada do tambor, que pode levar a um estado alterado de consciência e até mesmo ao transe. 
𝓤𝓶 𝓲𝓷𝓼𝓽𝓻𝓾𝓶𝓮𝓷𝓽𝓸 essencial no ritual Zar no Egito é a tambura, a lira de seis cordas, que, assim como a própria prática Zar, existe em várias formas em uma área que se estende do leste da África à Península Arábica e à Pérsia. Embora este instrumento sagrado seja retratado nas paredes de tumbas e templos do Antigo Egito, outros instrumentos incluem o mangour, um cinto de couro costurado com vários cascos de cabra, e diversos instrumentos de percussão.  Por fazer parte da cultura underground, a música e as canções de Zar sobreviveram em sua forma original. 
𝓓𝓲𝓼𝓬𝓸 𝓭𝓮 𝓥𝓲𝓷𝓲𝓵 𝓛𝓟 Zār de Mazaher foi lançado em 21 de fevereiro de 2020 pela AJABU! 
𝓐𝓙𝓐𝓑𝓤! é uma gravadora independente com sede em Malmö e Berlim, dedicada à música, apresentando gravações raras e exclusivas, colaborações e encontros entre artistas e músicos de diferentes partes do mundo. @ajaburecords
𝓜𝓪𝓴𝓪𝓷 𝓔𝓬𝓬𝓪 𝓡𝓮𝓬𝓸𝓻𝓭𝓼 Apresenta e promove a cultura tradicional egípcia de música e artes. Organiza eventos musicais no centro do Cairo, Egito. @makan.musicvenue

𝓟𝓮𝓼𝓺𝓾𝓲𝓼𝓪 & 𝓔𝓭𝓲𝓬̧𝓪̃𝓸 do vídeo por @tintanamente 
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NOUR SOUNDS 🌔 by @nour_sounds
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