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Em atividade desde 1998, o Núcleo de Estudos das Performances Afro-Ameríndias (NEPAA) dedica-se as performances Afro-Ameríndias, sociais, artísticas.
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SETEMBRO INDÍGENA by @nucleo_nepaa
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Na semana passada, o Setembro Indígena promoveu um importante encontro sobre museus, memória e preservação dos patrimônios indígenas, reunindo diferentes perspectivas e experiências em um diálogo potente sobre ancestralidade, representação e os espaços ocupados pelos povos originários nas instituições culturais. A conversa contou com a participação de Suellen Suitty, Tsara Kokama, Igor Medeiros e Marco Teobaldo, sob a mediação de Vinícius Zacarias, reafirmando o museu como território vivo de memória, resistência e produção de conhecimento. taken in UNIRIO by @nucleo_nepaa
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21 days ago
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SETEMBRO INDÍGENA NA UNIRIO 🌿

Chegamos ao último dia do 1º Setembro Indígena na UNIRIO!

Na segunda, dia 21/09, encerramos essa primeira edição da programação com uma tarde dedicada ao fazer artístico, aos povos originários, ao corpo, ao território e à ancestralidade.

Ao longo desses dias, diferentes vozes e saberes ocuparam a universidade. Para fechar essa programação, teremos dois encontros que convidam à reflexão, à escuta e à experimentação por meio da arte.

Não perca a oportunidade de participar desse último encontro e de fazer parte desse momento de encerramento do 1º Setembro Indígena na UNIRIO. 🌿

Fazer Artístico e Povos Originários (Palestra)

Com Sandra Benites

Sandra Benites é pesquisadora, curadora, educadora e ativista Guarani Nhandewa. Dedica sua atuação à defesa dos direitos dos povos indígenas e à valorização dos conhecimentos, da educação e das tradições Guarani. Atualmente, é diretora do Centro de Artes Visuais da Fundação Nacional de Artes (Funarte).

A palestra Fazer Artístico e Povos Originários propõe uma reflexão sobre as relações entre produção artística, conhecimentos indígenas e modos de existência dos povos originários.

Corpo-Território: Experimentos Performativos de Mediação Cultural (Oficina)

Com Thaís Guerra

Thaís Guerra é afro-indígena em retomada do povo Puri, atriz e multiartista, com atuação nas áreas de artes cênicas, audiovisual e artes visuais. Graduanda em Turismo pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), integra o Coletivo Matuba, projeto de extensão da instituição, participando de investigações sobre manifestações artísticas e culturais. Recentemente, participou do Favela Lab Audiovisual, da CUFA em parceria com os Estúdios Globo.

A oficina Corpo-Território: Experimentos Performativos de Mediação Cultural propõe uma experiência artístico-pedagógica de investigação da mediação cultural por meio da linguagem performativa, tendo como eixo as relações entre corpo, território, memória, ancestralidade, matéria e transmissão de conhecimentos.

📍 Local:
Centro de Letras e Artes – CLA
Av. Pasteur, 436 (fundos) – Urca, Rio de Janeiro taken in CLA - Centro de Letras e Artes da UNIRIO by @nucleo_nepaa
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22 days ago
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🪶 Setembro Indígena no NEPAA/UNIRIO

O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, representado pelo museólogo e curador Marco Antonio Teobaldo se sentiu honrado no encontro Setembro Indígena, promovido pelo NEPAA – Núcleo de Estudos das Performances Afro-Ameríndias (UNIRIO), no dia 15 de setembro de 2026.

Dividimos a mesa com lideranças indígenas e pesquisadores: Suellen Suitty e Tsara Kokama, do Museu dos Povos Originários (antigo Museu do Índio), e Igor Medeiros, do Museu da Cultura Puri. A mediação ficou por conta do professor de Museologia Vinicius Zacaris e da doutoranda Petara Laman Ryal, do NEPAA/UNIRIO.

Além da troca de saberes e vivências, o encontro revelou algo potente como um rio: a confluência entre a Museologia Social, a Museologia de Território, a Museologia Indígena e a Museologia de Terreiro, diferentes correntezas que se encontram na construção de memórias plurais e na defesa dos territórios de existência.

Agradecemos a todas e todos que tornaram esse diálogo possível. Seguimos juntos, tecendo memória, ancestralidade e resistência. 🤎

📍 NEPAA – UNIRIO
🗓️ 15 de setembro de 2026

#SetembroIndígena #MuseologiaSocial #MuseologiaIndígena #MuseologiaDeTerreiro #InstitutoPretosNovos taken in UNIRIO by @nucleo_nepaa
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25 days ago
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SETEMBRO INDÍGENA NA UNIRIO 🌿

Na quinta, dia 17/09, teremos uma programação dedicada à oralidade, à música, à dança e aos saberes ancestrais, reunindo diferentes formas de compartilhar histórias, memórias e conhecimentos dos povos originários.

Contos, Cantos e Histórias (Contação de histórias)

Com Sol Jaci

Sol Jaci é indígena, multiartista e educadora, graduanda na UNIRIO. Atua no teatro, na música e na educação intercultural, unindo música, oralidade e narrativas ancestrais.

A atividade propõe uma experiência de contação de histórias indígenas de diferentes povos e autores, articulando teatro, música e imaginação. Entre as histórias estão Biguru, Menina Árvore, Chocolate com Caju e Txaí Amõi Omombe'u.

Canto, Papo e Dança – Rodas e Saberes (Oficina)

Com Marcella Francelina

Oficineira e palestrante convidada, vinculada ao Ippur – UFRJ, Marcella Francelina conduz uma atividade que reúne canto, papo e dança.

A oficina propõe conhecer saberes e fazeres ancestrais das mulheres indígenas e suas formas de resistência, cuidado e relação com a natureza, a partir das experiências das pessoas que compõem a roda e das reflexões de pensadoras de Abya Yala.

📍Local:
UNIRIO – Centro de Letras e Artes
Av. Pasteur, 436 - Urca, Rio de Janeiro by @nucleo_nepaa
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25 days ago
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SETEMBRO INDÍGENA NA UNIRIO 🌿

Na quarta, dia 16/09, teremos uma programação que reúne performance, palestra e oficina, aproximando arte, educação, cultura e saberes do povo Puri.

?bicho?homem? (Performance)

Com Danilo Canindé (Graduando UNIRIO)

Um ato simples pode ser transgressor? Uma provocação sobre as fronteiras entre humano e animal, as normas sociais e aquilo que nos incomoda.

Professor de Rede Pública e o Letramento Cultural (Palestra)

Com Diego Nogueira (Doutorando UFF)

A palestra propõe uma reflexão sobre educação, cultura e letramento cultural a partir da experiência de um professor da rede pública e de sua atuação junto ao Museu da Cultura Puri.

Compor histórias e sons da Uht'lana, a taquara que acolhe a viola do Povo Puri (Oficina)

Com Diego Nogueira (Doutorando UFF)

Uma imersão nas histórias, sons, cantos e saberes relacionados à Uht'lana, a viola de taquara do povo Puri, articulando fazer, escuta, memória, educação e reexistência.

📍Local:
UNIRIO – Centro de Letras e Artes
Av. Pasteur, 436 - Urca, Rio de Janeiro by @nucleo_nepaa
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SETEMBRO INDÍGENA NA UNIRIO 🌿

Na terça, dia 15/09, teremos um encontro dedicado à memória, à cultura e ao patrimônio imaterial, refletindo sobre a representatividade dos povos originários nos espaços acadêmicos e culturais e ampliando o debate para as relações entre as questões indígena e negra.

Memória, Cultura e Patrimônio Imaterial – Povos Originários no Setor Acadêmico (Palestra)

Com representantes do Museu Nacional dos Povos Indígenas, do Museu da Cultura Puri e do Museu da Memória – Instituto Pretos Novos

A mesa propõe uma reflexão sobre a memória como território vivo e sobre a importância dos povos originários na construção, preservação e transmissão de seus patrimônios culturais imateriais.

O encontro também aborda os desafios da representação indígena nos espaços acadêmicos e culturais, colocando em diálogo as questões indígena e negra e discutindo como saberes, narrativas, línguas, práticas, conhecimentos ancestrais e modos de existência podem ser reconhecidos não apenas como patrimônio, mas como produção contemporânea de conhecimento, identidade e pertencimento.
 
📍 Local:
UNIRIO – Centro de Letras e Artes
Av. Pasteur, 436 – Urca, Rio de Janeiro by @nucleo_nepaa
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SETEMBRO INDÍGENA NA UNIRIO 🌿

Na segunda, dia 14/09, teremos um encontro dedicado à cultura indígena do Sudeste, com foco no povo Puri e nos sons de seus instrumentos de bambu.

Cultura Indígena do Sudeste – O Povo Puri e os sons dos Instrumentos de Bambu (Oficina)

Com Dauá Puri

Mestre de Saberes, multiartista e diretor do Museu da Cultura Puri, Dauá Puri é um dos principais representantes do povo Puri no Sudeste do Brasil, atuando na pesquisa, preservação e revitalização da memória, língua e cultura de seu povo.

Na oficina, compartilhará saberes sobre as sonoridades e os instrumentos de bambu da tradição Puri.

📍 Local:
UNIRIO – Centro de Letras e Artes
Av. Pasteur, 436 – Urca, Rio de Janeiro

Venha participar, escutar e construir conosco outros modos de pensar e estar no mundo. taken in CLA - Centro de Letras e Artes da UNIRIO by @nucleo_nepaa
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SETEMBRO INDÍGENA NA UNIRIO 🌿

No terceiro dia de programação, teremos encontros que atravessam corpo, território, ancestralidade, memória e descolonização.

Corpo, Território Ancestral e Retomada no Contexto Acadêmico (Palestra)

Com Igor Medeiros (Doutorando UFRJ)

Um encontro sobre corpo, memória, pertencimento e território como dimensões fundamentais das práticas de descolonização. A partir da experiência indígena, a atividade propõe refletir sobre a herança colonial, o distanciamento da natureza e o corpo indígena como espaço político e artístico.

Txori Peô – A Mata Clama + Bate-papo (Performance)

Com Hiram Apon Puri

A performance-ritual propõe um mergulho sensível nas memórias da Mata Atlântica a partir da perspectiva do povo Puri. A obra atravessa as relações entre território, memória e colonização, refletindo sobre a devastação da floresta e os fragmentos que permanecem.

Após a apresentação, haverá um bate-papo sobre a montagem, a direção e os dispositivos da dramaturgia.

📍 Local:
UNIRIO – Centro de Letras e Artes
Av. Pasteur, 436 – Urca, Rio de Janeiro

Venha participar, escutar e construir conosco outros modos de pensar corpo, território e ancestralidade. taken in CLA - Centro de Letras e Artes da UNIRIO by @nucleo_nepaa
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Um ato simples pode ser transgressor? “?bicho?homem?” nasce do incômodo.
Comer é um ato social e político, a forma como nos alimentamos delimita espaços, excluindo alguns corpos. Fomos ensinados a nos relacionar com o mundo de maneira “x” para sermos bem vistos pela branquitude, enquanto outros modos de ser e agir são julgados como selvagens ou primitivos.
Dentre tantas camadas que existem na ação performativa que ainda
preciso repetir e repensar estão as seguintes perguntas:
“O que é ser social? O que realmente nos diferencia dos outros bichos?
Por que um simples ato ancestral incomoda tanto? Etiqueta foi criada por quem, para que? Serve a quem?” Ainda hoje muitos povos no brasil e ao redor do mundo ainda se alimentam com as mãos, terreiros, quilombos, aldeias ainda se utilizam dessa prática, então por que ter nojo do que deveria ser natural?
Não trago respostas, mas sim questionamentos.
São exatamente as perguntas e fricções, as críticas e desdobramentos que me motivam a desenvolver e dar sentido a essa pesquisa. taken in UNIRIO by @nucleo_nepaa
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