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Comunidade é infraestrutura de futuro. 

Da mesma forma que construímos estradas, redes elétricas e sistemas de transporte, também precisamos construir e reconhecer redes humanas: de confiança, de proximidade e de responsabilidade coletiva. 

O Community Studio existe para ajudar organizações e negócios a construírem comunidades que geram duplo impacto: pertencimento para as pessoas e resultado mensurável para o negócio.

Nesse carrossel você encontra nossas três verticais de trabalho - consultoria para organizações, metodologia para quem quer aprender a fazer, e tecnologia para quem quer operar com mais inteligência.

Se você se reconheceu em algum dos perfis, o próximo passo é simples: acesse o link na bio ou me chama no WhatsApp.

Te vejo em breve :) by @omaudesigner
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6 months ago
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A Lei da Aprendizagem abre a porta. O que acontece depois que o jovem entra depende de quem está por perto em cada etapa.

Essa é a pergunta da Jornada Jovem Aprendiz, que a p-p conduz com o Pacto Global – Rede Brasil (@pactoglobalonubr), dentro da iniciativa Educa 2030: o que precisa estar presente para que a aprendizagem vire uma experiência real de desenvolvimento e de projeto de vida?

Já foram três encontros, em maio, julho e setembro. Em todos eles, colocamos na mesma roda quem vive essa trajetória de lugares diferentes. No centro, os próprios jovens. Em volta, empresas, instituições formadoras e outras organizações do ecossistema. Formatos de diálogo como o aquário e a colheita de perspectivas ajudam o grupo a nomear tensões, responsabilidades e oportunidades.

O que está saindo daí é um mural de garantias: o mínimo que precisa existir para que a experiência seja formativa, e quem responde por cada parte. O desenvolvimento de um jovem não pode depender de uma única liderança ou de uma pessoa sozinha no RH.

Os dois últimos encontros acontecem até o fim do ano. A sistematização e os relatórios estão com Maurício Assis (@omaudesigner), da Community Studio (@communitystudio.co), parceiro nesse trabalho.

Chegamos a esse projeto por um processo aberto do Pacto Global, em que diferentes consultorias apresentaram suas propostas. Ficamos felizes com a escolha e com o que ela diz sobre o nosso jeito de trabalhar: criar condições para que quem vive uma realidade consiga enxergar o sistema do qual faz parte e construir respostas junto.

Na sua organização, quem acompanha os jovens aprendizes no dia a dia?

Fotos: @eyes.grazi 

#JovemAprendiz #Aprendizagem #Educa2030 #PactoGlobal MaturidadeRelacional by @omaudesigner
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16 days ago
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Hoje é 07 de setembro. Talvez seja hora de lembrar que independência nunca coube em um grito só.

Ela foi feita de mãos que se seguraram no escuro, de quilombos erguidos como resposta, em organizações que resistiram em tempos de tempestade, de mulheres que sustentaram casas, memórias e futuros ao mesmo tempo, de povos originários que já sabiam, antes de qualquer bandeira, o que significa pertencer a uma terra sem precisar possuí-la. Esse país não nasceu de um grito às margens de um rio, nasceu, e não para de nascer, de encontros e desencontros.

É dessa crença que sai esse manifesto, feito em parceria com a Comunity Studio, que dedica seu trabalho a fortalecer comunidades e construir a infraestrutura que elas precisam para florescer. Não é um manifesto sobre liberdade como ideia abstrata, é um convite a perguntar, juntas, que país seguimos construindo quando escolhemos construir em comunidade.

A De Pessoa pra Pessoa nasceu da mesma aposta. Maturidade relacional não é enfeite de parede de escritório, é prática, é o exercício diário de sustentar vínculos mesmo quando é difícil, de escutar antes de responder, de lembrar que ninguém atravessa nada sozinho.

Talvez o Brasil já tenha vivido tantas revoluções, e continue vivendo tantas outras, exatamente porque nunca deixou de se refazer em comunidade. Talvez essa seja a herança que mais importa preservar, não a data em si, mas o hábito de recomeçar juntas e juntos. by @omaudesigner
2
a month ago
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Sua cidade é um ovo?

Esse é um papo sobre território, pertencimento e por que você reconhece tanta gente pela rua e conhece tão pouca de verdade.

A pesquisa da antropóloga Rojane Brum Nunes, da UFRGS, passou quase dois anos observando um grupo de aposentados que se encontra todo dia nos mesmos bancos, no centro de Santa Maria (RS). Os lugares onde eles se encontram ganharam nome próprio entre eles mesmos: o “Recanto dos Velhos”, a “Esquina do Cotovelo”. A pesquisadora chama isso de territorialização.

Quantos territórios você já ocupa, sem nunca ter decidido pertencer a nenhum deles? by @omaudesigner
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3 months ago
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“Todos são bem-vindos.” Você já escreveu isso na sua comunidade?

Parece o convite mais inclusivo do mundo e pode ser o que menos convida. Porque pertencimento não nasce de uma frase genérica, mas sim de um espaço seguro.

Antes de entrar em qualquer lugar, a gente se pergunta, mesmo que inconscientemente: “vou poder ser eu aqui?”. Quem já foi julgado(a) ou se sentiu exposto(a) por ser quem é aprendeu a analisar o ambiente atrás de sinais de risco antes do primeiro passo. 

E “todos são bem-vindos” não responde à única pergunta que importa pra quem teme: “isso inclui gente como eu, especificamente?”
O genérico não tranquiliza e ainda deixa uma dúvida no ar, que pra quem está em alerta, é sinal de risco.

A virada é contraintuitiva: o que cria segurança é uma fronteira nítida. Declarar para quem o espaço é muito importante pra que as pessoas participantes baixem a guarda. E tem um efeito que quase ninguém percebe: quando você declara segurança para um grupo, o grupo inteiro respira mais fácil; a mulher, o idoso, a pessoa negra, a neurodivergente, a pessoa tímida.

Mas declarar é só metade, a outra é sustentar: regras claras, moderação, resposta quando alguém cruza a linha. Promessa sem prática vira performance.

Pertencimento não acontece por padrão. Abrir a porta é diferente de fazer alguém se sentir em casa.

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📌 Salva pra usar quando for desenhar sua comunidade.

💬 E me conta nos comentários: qual foi a última vez que você entrou num espaço e soube, de cara, que podia ser você ali?

✉️ Quer as referências que embasaram o conteúdo (OMS, Indeed, HRC, Williams Institute/UCLA, Charles Vogl)? Me manda um “oi” no direct que eu te envio.

#pertencimento #construçãodecomunidade #espaçoseguro #comunidade #inclusão by @omaudesigner
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3 months ago
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🔸Quando nosso convidado especial Maurício Assis ( @omaudesigner ) diz que comunidade é infraestrutura de futuro, ele toca em uma das bases mais profundas do Oxigênio: a qualidade de um ecossistema também é definida pela qualidade das relações que existem dentro dele.

🔹Foi a partir dessa visão que realizamos mais uma Oficina Oxigênio. Um método que combina repertório, troca e mão na massa. A gente amplia a conversa com a presença de especialistas no tema, aprofunda a escuta e cria espaço para que diferentes experiências e perspectivas se encontrem.

🌀Porque não queremos sair de um encontro apenas com uma boa reflexão. Queremos sair com visão ampliada, novas frentes de atuação, projetos ganhando tração e capacidade de agir juntos.

🔸A oficina sobre Comunidade e Colaboração reforçou aquilo que estamos construindo: um coletivo conectado por propósito e valores, capaz de nutrir e oxigenar o ecossistema empreendedor de Ilhabela.

🔹Transformar encontro em método, vínculo em estratégia e colaboração em capacidade de ação. É assim que a gente acredita que um território se fortalece.

Nosso agradecimento novamente ao @seaclubilhabela por ser nosso palco e à @dlprojecoes pelo apoio técnico.

As oficinas são encontros mensais da comunidade oxigênio, com algumas vagas disponíveis para convidados respirarem juntos, pensarem juntos e construirem juntos o futuro do território.

#ilhabela #oxigenioilhabela #empreendedorismo taken in Ilhabela, Sao Paulo, Brazil by @omaudesigner
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3 months ago
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🔸Essa oficina @oxigenioilhabela aconteceu ontem no Sea Club, em um fim de tarde inesquecível de frente para o mar, reunindo conversas profundas, cocriação, trocas genuínas e a definição das intenções que vão orientar nossos próximos passos.

🔹Também foi emocionante perceber o quanto nossa comunidade amadureceu. Lideranças estão surgindo, projetos estão ganhando tração e a colaboração tem se traduzido em resultados concretos para Ilhabela.

🔸Celebramos mais uma entrega: o lançamento da nossa plataforma proprietária, criada para fortalecer os vínculos da comunidade também entre os encontros presenciais, ampliando conexões, oportunidades e colaboração.

🔹Nosso agradecimento ao @seaclubilhabela pela acolhida e à @dlprojecoes pelo apoio técnico, fundamentais para tornar esse encontro possível.

🔸As oficinas são encontros mensais da comunidade oxigênio, com algumas vagas disponíveis para convidados respirarem juntos, pensarem juntos e construirem juntos o futuro do território.

#ilhabela #oxigenioilhabela #comunidade taken in Ilhabela, Sao Paulo, Brazil by @omaudesigner
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3 months ago
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Dia desses eu estava conversando com um amigo e a gente abriu espaço pra essa discussão. É um incômodo dele e é um incômodo meu a forma como estamos usando a IA no nosso cotidiano e como poderíamos usar a potência dessa estrutura pra potencializar as relações, em vez de substituí-las.

Foi dessa conversa que nasceu este conteúdo.

Por mais que a gente peça a Alexa um abraço (eu não peço, para deixar nítido hehe), ela não consegue, e nós sabemos disso. E, mesmo assim, é cada vez mais para a máquina que a gente se vira quando precisa de companhia, de um desabafo, de uma palavra às 3 da manhã. É o retrato de um tempo em que nunca estivemos tão conectados e tão sozinhos ao mesmo tempo.

E foi nessa ferida aberta que a tecnologia entrou, oferecendo uma cura. O problema é que, quanto mais usamos a máquina para não ficar sós, mais sós ficamos: usar IA de forma intensa para companhia está associado a mais solidão, mais dependência e menos convívio relacional.

Mas a IA não é a vilã da história, porque ela não é sequer uma personagem. O que está errado é a pergunta que fazemos a ela. Não “IA, você me entende?”, e sim: a IA pode me devolver às pessoas? Essa é a virada. A boa tecnologia não ocupa o lugar do outro, ela te leva de volta até ele. Deixa de ser destino e vira ponte. E o sinal de que está funcionando é simples: é quando você precisa menos dela.

Porque nenhuma máquina foi feita para acompanhar um luto, segurar uma mão no hospital ou simplesmente estar presente. Somos o que somos por causa dos outros e estamos esquecendo disso. Vamos relembrar junto?

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Este conteúdo nasceu de uma conversa e foi construído sobre pesquisa de dados da Organização Mundial da Saúde, estudos do MIT Media Lab, da Harvard Business Review, do Imperial College London e o clássico Alone Together, de Sherry Turkle.

📌 Se quiser receber a lista completa de referências usadas neste post, me manda um “oi” no direct que eu te envio.
E me conta aqui embaixo: quando foi a sua última conversa de verdade, sem tela, sem pressa?

#saúdesocial #pertencimento #conexãohumana #solidão #inteligênciaartificial comunidade saúdemental relaçõeshumanas by @omaudesigner
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4 months ago
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Alô, ainda existe um “nós” aqui?

A Copa de 2026 não encontrou um Brasil unido. A sensação é que ela chegou em um país que “quer” se reunir e não sabe bem ao redor de quê.

Nos últimos anos, a bandeira e a camisa da seleção têm vivido uma crise simbólica. O verde e o amarelo deixaram de ser neutros.

E foi nesse contexto que um detalhe visual de segundos virou o símbolo de esperança para o país inteiro: o número 19 do Endrick, que num ângulo de câmera, pareceu um 10.

Esse movimento vai além do futebol: comunidades vivas declaram seus elementos de identificação. A necessidade humana de ter algo para acreditar junto atravessa milênios, culturas e gerações.

O que você está construindo que as pessoas possam chamar de “nosso”?

#Copa2026 #Endrick #Pertencimento #IdentidadeColetiva #Comunidade SaúdeSocial taken in Brazil by @omaudesigner
23
4 months ago
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O mundo está mais triste. E reconhecer isso é ótimo pras comunidades.

Uma pesquisa do Economist analisou 25 anos de Billboard as 100 músicas mais tocadas, semana a semana, e descobriu: angústia, desespero e decepção amorosa dominam as paradas. Músicas sobre felicidade e paixão? Nas últimas posições. Em queda.

Mas o dado mais revelador não é esse.
É que milhões de pessoas, com liberdade total de escolha, estão preferindo ouvir músicas que nomeiam a dor. Não porque querem sofrer mais, mas porque finalmente se sentem vistas.

A solidão moderna tem uma característica cruel: as pessoas sentem, mas não sabem nomear. Não dizem “estou solitário”. Dizem “estou cansado”, “sem tempo”, “as pessoas são difíceis”. A emoção existe, mas fica presa.

A música faz o trabalho de tradução. Quando você ouve uma letra que descreve exatamente o que sente, algo muda: a emoção ganha nome. E emoção nomeada pode ser compartilhada. É assim que pertencimento começa. Não com “somos todos felizes aqui”, mas com “eu sei como é”.

Taylor Swift construiu um império em cima disso. Swifties não são fãs, são comunidade. O cimento que une? A vulnerabilidade das letras.

Se a avenida ainda exige glitter, o top 100 global tem pedido catarse.

👇 E você? Sua comunidade tem espaço pra vulnerabilidade ou só pra festa?

#CommunityStudio #Pertencimento #Comunidade #CommunityBuilding #Música TaylorSwift by @omaudesigner
4
8 months ago
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O futuro é latino. Mas pra quem? Latinofuturismo não é só cor, ritmo, meme. O Latinofuturismo não é uma tendência de comportamento.

É uma disputa de poder sobre quem desenha o futuro da América Latina.

Enquanto marcas olham isso como paleta de cor, comunidades já estão reescrevendo narrativas, ocupando palcos, disputando estéticas, e transformando orgulho em infraestrutura de mercado.

👉 Deslize pra ver o que as marcas ainda não entenderam.

Comunidades latinas não são público-alvo. São protagonistas. 
Você vai ceder palco ou vai fazer cosplay? by @omaudesigner
8
8 months ago
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Esse dump de fotos é para celebrar minha dupla, essa perfeição que faz minha vida mais alegre e amorosa! @samia_mouallem 

O CATAL1.5°T é um programa global da GIZ que oferece suporte técnico e financeiro para construir um porttólio de negócios climáticos em estágio inicial. Reunimos os principais líderes do ecossistema de inovação climática para discutir os desafios e as oportunidades para o desenvolvimento de startups climáticas no Brasil.

É uma demanda urgente! E o @impacthubsp está a frente desta discussão! by @omaudesigner
9
2 years ago
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