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04/07 ESTAMOS CHEGANDO EM SÃO MIGUEL ARCANJO!

A feira do som pela primeira vez em outra cidade, nesta edição levaremos shows de artistas de Sorocaba e região

Primeira turnê da @batalhadosom com MCs de nível! 

Com o sucesso do último desfile do Som Brasil, realizaremos uma releitura da última edição da feira que aconteceu em Sorocaba. Se preparem modelos vamos pegar a estrada 🚌 by @osomnuncaacaba
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4 months ago
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Logo estamos chegando em São Miguel Arcanjo com a feira do som, no ponto de cultura @casaopoca 💛

#tbt☀️#osomnuncaacaba by @osomnuncaacaba
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5 months ago
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VIBESSSSSS 🤯🤯

Baile do som com DJ @iaggomusic está disponível 🪩

Produção: @noflashcompany 

Realização: OSNA 

Apoio: @redbullbr 🪽⚡️

#osomnuncaacaba #musicapreta by @osomnuncaacaba
27
4 months ago
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A frase atribuída a Malcolm X levanta uma reflexão importante sobre poder, informação e desigualdade.

O opressor nem sempre é apresentado como opressor. Muitas vezes, aparece como autoridade, herói ou alguém que está apenas mantendo a ordem. Enquanto isso, o oprimido pode ser retratado como ameaça, criminoso ou responsável pela própria condição.

É assim que preconceitos são reproduzidos, desigualdades são naturalizadas e injustiças passam a ser justificadas.

Quando a pobreza é tratada como falta de esforço, a violência contra populações periféricas é vista como necessária e a reivindicação por direitos é confundida com desordem, vale perguntar: quem está contando essa história e quais interesses essa narrativa atende?

Isso não significa que toda notícia seja manipulada ou que a mídia tenha uma única posição. Significa entender que a informação precisa ser analisada com senso crítico, contexto e atenção às diferentes perspectivas.

Porque, quando aprendemos a enxergar o mundo apenas pelos olhos de quem detém o poder, corremos o risco de culpar quem sofre as consequências desse poder.

Informação também é disputa de narrativa. E pensamento crítico é uma ferramenta de liberdade.

#osomnuncaacaba #politica #cultura #informaçao by @osomnuncaacaba
3
a day ago
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Segundo informações divulgadas pelo jornalista Luiz Bacci e repercutidas pela Revista Fórum, a Globo estaria avaliando a demissão do humorista Paulo Vieira após críticas ao encontro de Flávio Bolsonaro com João Roberto Marinho, presidente do Grupo Globo.

Paulo classificou o encontro como uma “vergonha” e também relatou ter sido impedido de entrar no camarim de Lula durante a sabatina do candidato, para evitar questionamentos sobre a imparcialidade da emissora.

A Globo confirmou o encontro com Flávio, mas afirmou que se tratou de uma visita institucional, sem participação de lideranças do jornalismo.

A possível demissão ainda é uma informação não confirmada oficialmente. Mas o caso levanta uma discussão importante: qual é o limite entre a liberdade de expressão de um profissional e os interesses de uma grande empresa de comunicação?

#paulovieira #globo #cultura #politica by @osomnuncaacaba
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2 days ago
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A liderança!✊🏿⭐️

#manobrown #racionaismcs #cultura #politica by @osomnuncaacaba
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3 days ago
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A UFSCar Sorocaba ficou vermelha ontem com @hilton_erika @marinasilvaoficial e @sofia.favero ❤️‍🔥🔥 taken in Ufscar Sorocaba by @osomnuncaacaba
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3 days ago
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Uma vitória histórica para a classe trabalhadora brasileira. Depois de anos de luta, mobilização e pressão popular, o fim da escala 6x1 avança.

Quem trabalha merece descanso, tempo com a família, lazer e o direito de viver para além do trabalho.

O FIM DA ESCALA 6x1 É REALIDADE!

#fimdaescala6x1 #trabalhador #saudemental #osomnuncaacaba by @osomnuncaacaba
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5 days ago
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Ao longo da história, algumas personalidades entenderam que ter voz também significava assumir responsabilidades. Bob Marley, Mano Brown, Malcolm X, Angela Davis e tantos outros nunca trataram suas convicções como algo separado de suas trajetórias.

Seja pela música, pela política, pela escrita ou pela mobilização popular, essas figuras enfrentaram estruturas de poder, denunciaram injustiças e defenderam aquilo em que acreditavam, mesmo quando isso significava comprar brigas com quem preferia o silêncio.

Se posicionar tem consequências. O silêncio também.

Porque, no fim, não basta perguntar o que alguém fez. Também precisamos entender de que lado essa pessoa esteve quando a história exigiu uma resposta.

#luta #historia #musica #politica #osomnuncaacaba by @osomnuncaacaba
3
6 days ago
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No Brasil, milhões de trabalhadoras domésticas sustentam a rotina de outras famílias enquanto enfrentam informalidade, baixos salários e dificuldades para reivindicar seus direitos.

Pedir aumento. Questionar uma jornada excessiva. Recusar tarefas que não foram combinadas. Exigir o pagamento correto.

O que deveria fazer parte de uma relação de trabalho pode se tornar um risco para quem depende daquele salário para pagar o aluguel, comprar comida e sustentar os filhos.

É nesse ponto que a desigualdade deixa de ser apenas uma diferença de renda e se transforma em uma relação de poder: uma pessoa tem condições de impor regras; a outra, muitas vezes, teme as consequências de discordar.

Essa realidade também tem história. Durante séculos, o trabalho doméstico no Brasil esteve profundamente ligado à escravidão e à exploração de mulheres negras. A abolição não eliminou as estruturas sociais que desvalorizam esse trabalho.

Hoje, discutir liberdade econômica também exige perguntar: liberdade para quem? Quem realmente consegue negociar quando uma das partes controla o salário do qual a outra depende?

A defesa dos direitos trabalhistas não significa ignorar a importância dos acordos entre empregadores e empregados. Significa reconhecer que uma negociação justa precisa de condições mínimas, direitos garantidos e liberdade para recusar abusos.

E quando falamos de trabalho doméstico, precisamos distinguir precarização, abuso e situações que podem configurar trabalho análogo à escravidão. São realidades diferentes, mas todas exigem atenção e responsabilidade.

Porque não existe negociação verdadeiramente justa quando o medo de perder o sustento fala mais alto do que o direito de dizer não.

O trabalho doméstico é trabalho. E dignidade não pode depender da boa vontade do patrão.
 

Reproduções 📸

#historia #politica #cultura #osomnuncaacaba #empregadadoméstica by @osomnuncaacaba
7
6 days ago
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Por muito tempo, o cabelo crespo foi tratado como algo a ser corrigido, enquanto alisamentos, padrões de beleza excludentes e a associação entre cabelo liso e aparência profissional contribuíram para que muitas pessoas negras crescessem aprendendo a rejeitar uma parte de si.

Nos anos 1960 e 1970, o cabelo afro ganhou força como símbolo de afirmação negra em meio às lutas pelos direitos civis e contra o racismo. No Brasil, a valorização da estética negra também se conectou à organização do movimento negro e à contestação dos padrões impostos pela sociedade, mostrando que a aparência nunca esteve separada das disputas por reconhecimento e igualdade.

Essa história, no entanto, não ficou no passado. A liberdade de escolher como usar o próprio cabelo só é completa quando essa escolha não resulta em discriminação, porque o problema nunca foi o cabelo, mas o padrão que decidiu quais cabelos mereciam ser aceitos.

Reproduções 📸

#osomnuncaacaba #historia #70s #mundo by @osomnuncaacaba
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7 days ago
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Paulo Freire entendia que a educação nunca está completamente separada das relações de poder.

Ensinar alguém a ler também pode significar ajudá-lo a interpretar o mundo, reconhecer desigualdades e questionar aquilo que sempre lhe disseram para aceitar.

Não por acaso, suas ideias foram perseguidas durante a ditadura militar brasileira. Em 1964, Freire foi preso e, posteriormente, forçado ao exílio.

Décadas depois, seu pensamento continua provocando debates sobre educação, política e sociedade.

Porque uma população que compreende a própria realidade tem mais ferramentas para questioná-la.

O conhecimento não elimina todas as injustiças. Mas impede que muitas delas passem despercebidas.

Paulo Freire, educador brasileiro e Patrono da Educação Brasileira.

#paulofreire #educação #cultura #politica #osomnuncaacaba by @osomnuncaacaba
13
7 days ago
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