6 months agoAgora que vi o Brasil com z ali na Escola Panapana kkk só lasquei o ctrl c ctrlv no site que peguei
6 months ago𝗕𝗶𝗼𝗺𝗮 𝗤𝘂𝗲𝗲𝗿𝗰𝗼𝗿𝗲 é uma banda punk feminista interseccional, paulista, formada por mulheres. Essa vertente do punk ressalta as vivências LGBTQ+. O clipe “Cidade Perdida”, dirigido por Julia Gimenes, traz imagens do Festival Guarani de 2017 e do primeiro encontro das Mulheres Indígenas em SP (2018). Associadas a esses registros, a diretora traz imagens relacionadas ao crime da Vale em Brumadinho (2019), a crise das queimadas na Amazônia (2019) e o registro do discurso histórico de Ailton Krenak de 1987, ocorrido na Assembleia Nacional Constituinte. @bioma.queercore #colagem #arteindigena #punkbrasileiro #queercore #afropunk
6 months ago𝗣𝘂𝗻𝗵𝗼 𝗱𝗲 𝗠𝗮𝗵𝗶𝗻 é uma banda paulista de afro punk, formada inteiramente por pessoas pretas. Trazem figuras como Madame Satã e Marighella em suas músicas, e carregam a imagem e nome de Luiza Mahin. Luiza foi uma importante liderança nas revoltas e levantes de pessoas escravizadas na então província da Bahia, no século XIX, sendo a mais famosa a Revolta dos Malês. Acabei de descobrir que eles lançaram um novo álbum este ano - Entre a Penitência e a Ruptura. Fica a dica! @punho_de_mahin
6 months ago𝗗𝗲𝗻𝗶𝗹𝘀𝗼𝗻 𝗕𝗮𝗻𝗶𝘄𝗮 é um artista indígena, com alguns prêmios Pipa, que dentre as diversas linguagens de criação, também traz em sua arte intervenções sobre discursos coloniais. Desde o dia 7 de abril, tá rolando a exposição solo do artista 𝙔𝙖𝙬𝙖𝙧𝙖 𝘼𝙠𝙖𝙣𝙜𝙖 - cabeça de cachorro, em tradução livre, em referência à área de mesmo nome, localizada no estado do Amazonas. As obras refletem sobre a presença não-indígena na região do Rio Negro e no território amazônico. A exposição acontece na galeria A Gentil Carioca São Paulo, em Higienópolis, na cidade de São Paulo. @ denilson_baniwa @agentilcarioca
