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Artes visuais de @campodecaetes
Zines e prints
Colagens analógicas e digitais
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Conhecer o profissional antes de contratá-lo é importante em qualquer área. Mas no caso do pet sitter, o trabalho acontece dentro da residência do cliente e, na maioria das vezes, enquanto ele está fora. Nada mais importante, então, do que conhecer quem vai ficar com a chave da sua casa para cuidar do seu bichinho.

Sou um conjunto de várias coisas. Minha sensibilidade artística me empresta olhos e ouvidos atentos para observar os animais, me comunicar com eles, ler seus comportamentos e perceber possíveis mudanças.

Minha “nerdice” na verdade traduz uma enorme curiosidade e ímpeto de ir atrás dos meus interesses, e me dá a habilidade de aprender rápido. Quando criança mesmo eu ficava pesquisando formas de adestrar minhas calopsitas antes dos tutoriais de YouTube! rs

E a antropologia junto do teatro dão aquele temperinho necessário pra latir de volta pra cachorro ou rolar no chão com eles de vez em quando 😂

Quer um pet sitter atento, cuidadoso, interessado e amoroso? Chama a Pet Moleke!

Bichinhos da última foto, da esquerda pra direita, de cima pra baixo:
Frederico, Lali, Corisco e gafanhoto amigo :)

 #amorporanimais #petcare #campinas #petsitting taken in Campinas, São Paulo by @oncaroxa_
23
2 months ago
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Orô de Exu

Arriando já na despedida da segunda, mas na segunda ainda. 

Fotocolagem digital na capa e destrinchamento de processo no restante do carrossel

Laroyê! 🔥

#fotocolagem #exu #umbanda #macumba #artedigital taken in Encruzilhada by @oncaroxa_
13
3 months ago
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Seguimos apresentando as feiras que vamos participar com LAMBEDURAS neste 23 de maio, sábado. 

E vamos de ARTES GRÁFICAS no 
@museuafrobrasil, ali no Ibirapuera. 

Para esta feira, 
além des artistas 
que já colaboram 
com essa célula 
de investigações 
e produções:: 

@candylust 
@arafacsilva 
@tuliomiguelmelo

Reunimos uma frente de 
artistas indígenas
aquecides nas 
enkantaryas visuais:: 

@pessoacobra
@moaratupinamba
@campodecaetes
@oncaroxa
@ste.aymara
@isakatupyryb
@rayzseca
@transe.unte

Bora que vai tá quente 🔥 

Aproveite e espie alguns dos 
trabalhos que estarão presentes 😉

#REPOST @museuafrobrasil - A 8ª edição da Feira de Artes Gráficas do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo está chegando! ✨

Realizada durante a 24ª Semana Nacional de Museus, a feira reúne artistas, editoras e produções independentes em uma tarde dedicada às artes gráficas, aos encontros e à circulação de diferentes narrativas visuais.

🗓️ 8ª Feira de Artes Gráficas | Museu Afro Brasil Emanoel Araujo | 23 de maio | 12h às 18h

O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo é uma instituição da @culturasp do @governosp, gerida pela Associação Museu Afro Brasil, Organização Social de Cultura.

#museuafro #lambeduras #feiragrafica taken in Ibirapuera Park by @oncaroxa_
10
5 months ago
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𝗠𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮 𝗝𝘂𝗿𝗲𝗺𝗲𝗶𝗿𝗮

A cobra foi o segundo animal com o qual comecei a trabalhar, mas demorou pra conseguir algo. Fiz essa experimentação em diálogo com @pessoacobra que me sugeriu a Jurema como planta-guia pro processo.

Não só a cobra é um animal fascinante, como Oru é um grande companheiro na minha jornada. Eu, onça; ele, cobra.

Estamos com a chamada aberta 🅑🅐🅚🅐🅤🅡🅤 (𝙛𝙡𝙚𝙘𝙝𝙖 𝙫𝙚𝙧𝙢𝙚𝙡𝙝𝙖) de poéticas de retomada ancestral indígena. As inscrições acabam no dia 30/04. Confiram no @tranzborde

E por aqui, seguimos com os ensinamentos de espíritos animais.

#colagem #cobracoral #jurema #dyi #arteautoral by @oncaroxa_
10
6 months ago
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Colagem analógica (com papel e revistas) realizada durante as oficinas de zine que promovi durante o Edital de Aluno Artista da Unicamp 12ª Edição, que rolou de Julho a Dezembro de 2022.

A metodologia da oficina foi proposta com base na linguagem 𝗗𝗜𝗬 (𝘥𝘰 𝘪𝘵 𝘺𝘰𝘶𝘳𝘴𝘦𝘭𝘧 - faça você mesme) de recortes e colagens, que acessibiliza a criação visual para pessoas que possam ter travas com 𝘥𝘦𝘴𝘦𝘯𝘩𝘢𝘳. Uma série de oficinas foram dadas, nas quais nos juntamos coletivamente para aprender dobras de zines e folhear revistas para caçar imagens que nos chamasse a atenção.

Essa arte integra o Zine Disforia Punk, que contém as criações de quem se sentiu à vontade para publicizá-las, e calhou de ser inteiramente feito por pessoas trans. Nesse processo, a fotocolagem é metáfora para nossas subjetividades e identidades de gênero: um perpétuo reorganizar de imposições e referências mil que temos e 𝘴𝘰𝘮𝘰𝘴 ao longo da vida. 

Como material, levamos revistas variadas e impressões de letras de músicas e logos de bandas que apareceram na nossa pesquisa do projeto 𝗗𝗶𝘀𝗳𝗼𝗿𝗶𝗮 𝗣𝘂𝗻𝗸. Nosso objetivo foi focar em pesquisar um repertório dentro do punk que não faz parte do eixo “WHITESTRAIGHTBOY” (cunhado pela zineira Mimi Nguyen), buscando os gritos marginalizados dentro da cena, com referências interseccionais. Pessoas pretas e pessoas dissidentes de gênero (mulheres e pessoas LGBTQIA+ no geral) sempre estiveram presentes no punk, só são apagadas pela historiografia hegemônica.

Ainda que bandas com integrantes indígenas possam não estar na história do punk desde seu início, o movimento traz como um dos símbolos principais o 𝗺𝗼𝗶𝗰𝗮𝗻𝗼, que tem origem no povo 𝗠𝗼𝗵𝗮𝘄𝗸, de 𝙏𝙪𝙧𝙩𝙡𝙚 𝙄𝙨𝙡𝙖𝙣𝙙 (𝗜𝗹𝗵𝗮 𝗱𝗮 𝗧𝗮𝗿𝘁𝗮𝗿𝘂𝗴𝗮, nome originário para a América do Norte). E como o punk não é apenas sobre estética, mas sobre luta contra a opressão, a luta dos povos originários tem tudo a ver com o movimento.

A arte foi feita sobre uma página de apostila de história queimada, com intervenções de folhas e recortes diversos. Dentre eles, estão uma arte de Denilson Baniwa e os logos da banda Punho de Mahin e Bioma Queercore.

[+ nos comentários] by @oncaroxa_
9
6 months ago
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Comecei essa arte deixando a arara me guiar no processo, e descobri uma inspiração no  Manto (𝘢𝘴𝘴𝘰𝘫𝘢𝘣𝘢 - açoiaba - ou 𝘨𝘶𝘢𝘳𝘢 𝘢𝘣𝘶𝘤𝘶) Tupinambá, que era feito com penas de guará, mas também possui penas de araras azuis e papagaios.
O manto é ancestral vivo do povo Tupinambá, e foi roubado no século 17 por colonizadores, que agora os enclausuram em seus museus (Dinamarca, Bélgica, França, Itália e Suíça).
Em 2024, um dos 11 mantos de que se tinha notícia foi repatriado - devolvido - do museu da dinamarca para o Brasil. 

Apesar de uma comitiva de Tupinambás de Olivença (sul BA) estar presente para a recepção do ancião, houve descontentamento de lideranças Tupinambás que não foram convidadas. Hoje no Rio de Janeiro, ele está novamente em um museu: o Museu Nacional (UFRJ). Ainda que visitas sejam realizadas pelos Tupinambás, lideranças exigem o retorno de seu ancestral para seu território, no distrito de Olivença, em Ilhéus-BA, para a Aldeia Mãe.

A manutenção de artefatos ligados à espiritualidade de povos oprimidos pela colonização, expropriados através de roubos ao longo da história, levanta uma série de discussões. Dentro da museologia, há alguns esforços colaborativos entre comunidades indígenas e museus e universidades (como as relações entre o Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e as comunidades Kaingang e Krenak da Terra Indígena Vanuíre e os Guarani Ñandeva da Aldeia Nimuendaju, da TI Araribá, do oeste paulista). A discussão de como cuidar de peças vivas e ancestrais fora do contexto cotidiano e ritual das comunidades também levanta o questionamento: quem é que 𝘴𝘢𝘣𝘦 𝘤𝘶𝘪𝘥𝘢𝘳 dessas peças de fato e 𝚘 𝚚𝚞𝚎 é 𝚙𝚛𝚎𝚜𝚎𝚛𝚟𝚊çã𝚘?

O paradigma de que há preservação no isolamento e fora de circulação ainda assombra o imaginário brasileiro que reserva aos povos indígenas apenas o tempo do passado, mitológico e folclórico. E, na museologia, aprisiona ancestralidades vivas muitas vezes sem se relacionar com as necessidades desses anciões e anciãs.

[+ nos comentários]

#colagem #arteindigena #arara #xamanismo #poster by @oncaroxa_
16
6 months ago
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Claudia Wonder foi uma travesti multiartista (atriz, cantora, escritora) e ativista brasileira, tendo iniciado sua carreira musical na banda Jardim das Delicias, fundando posteriormente a Truque Sujo. Ficou conhecida por suas performances no Madame Satã, principalmente pelos seus banhos de sangue (falso) na época em que o estigma da AIDS transformava o contato com sangue LGBT+ um tabu. Também performou em peças de teatro e no cinema em filmes como "O Marginal", de (1974) e "A Próxima Vítima" (1983)
Infelizmente, não conseguiu gravar os discos de sua fase punk, mas no YouTube conseguimos acesso a gravações de baixa qualidade e podemos ver, por exemplo, "Vem Pra Barra Pesada", sua versão em português de "Walk on the Wild Side" de Lou Reed. Sua discografia é composta pelo álbum "Funky Disco Fashion", lançado em 2007 em parceria com "The Laptop Boys" (Godoy Jr. e Panais Bouki).
Escreveu o livro "Olhares de Claudia Wonder: crônicas e outras histórias" e teve sua vida retratada no documentário "Meu Amigo Claudia"
Claudia falece em 2010 devido a uma micose sistêmica grave mas deixa um legado riquíssimo na arte e para a população LGBTQIAPN+.

Descobri Wonder durante a pesquisa "Disforia Punk", na qual pesquisamos artistas de grupos dissidentes na cena punk que, apesar de estarem presentes ao longo da história, não são lembrados pela historiografia hegemônica. Qualquer banda punk e trans deve conhecer o legado de Claudia Wonder: TRANSCESTRAL DO PUNK BR!

Colagem digital feita a partir de colagem feita para capa do Disforia Punk Zine, durante o Aluno Artista da Unicamp.
Pôster em papel couche 170g A4 por R$50 e em A3, por R$70. Para fora da região metropolitana de Campinas, verificar fretes e prazos.

𝗧𝗲𝗺 𝗮𝗹𝗴𝗼 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗽𝘂𝗻𝗸 𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘀𝗲𝗿 𝘁𝗿𝗮𝗻𝘀 𝗼𝘂 𝘁𝗿𝗮𝘃𝗲𝘀𝘁𝗶? 🤘🏻🏳️‍⚧️

E se alguém quiser resgatar as músicas da época punk dela e fazer cover, eu tinha esse projeto e mesmo sem banda, ainda topo 😁

#colagemdigital  #artetrans #travesti #punk #diy by @oncaroxa_
18
6 months ago
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A onça é um animal que sempre me acompanhou.
Desde criança, ela esteve presente em inúmeros desenhos, e apareceu na minha primeira experiência com argila. Também aparece em sonhos, inclusive naqueles em que viro sua presa (e aqui falo de um sonho específico, sonhado na virada de algum ano pro outro, na última década).

Uma representante majestosa da fauna brasileira, aqui pintada não apenas com suas manchas tradicionais, mas também com tonalidades que dialogam com a passagem para o mundo espiritual, mirações e realidades para além do que aquilo que parece ser.
Com seu cocar de folhas, a onça guarda o luar.

O print à pronta entrega é no modelo de fundo rosa, de tamanho 20x20cm, impresso em papel fotográfico - R$45,00. Para outros tamanhos e tipos de papel, verificar disponibilidade e prazo.

#colagemdigital #artedigital #onça #arteautoral #arteindependente #rmc #collage #jaguar #xamanismo #artetrans taken in Campinas, São Paulo by @oncaroxa_
17
6 months ago
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