Como é ter uma XBOX em 2026?
Hoje venho partilhar convosco a minha experiência com esta transição para a última geração de consolas. Foi a primeira vez que abracei o salto tecnológico do lado da Xbox e venho dar-vos uma perspetiva que difere do seu popularizado declínio.
Foi no final de Fevereiro que a Xbox Series S, uma consola totalmente digital, ganhou o seu lugar junto da minha TV, transformando uma simples experiência num hábito imprescindível. Fruto de um negócio em segunda mão que custou 1/4 de uma PS5 standard, mostrou-se perfeitamente capaz de lhe fazer frente.
Esteticamente, encaixa elegantemente em qualquer lugar graças ao seu design minimalista e compacto. Completamente silenciosa, loadings curtos, transição instantânea entre jogos, opções de performance/qualidade, retrocompatibilidade total e acesso aos jogos atuais são algumas das key-features deste sistema que é a porta de acesso mais barata e competente ao gaming dos dias presentes.
Contudo, o brilho da Xbox torna-se especialmente cintilante quando se junta à conversa o Gamepass, a subscrição nos videojogos que, para mim, faz todas as outras parecerem uma espécie de Hulu comparada à Netflix.
Não só a Xbox Series S me surpreendeu em cada um dos dias em que foi ligada, como se inseriu numa fase em que toda a marca da Xbox está a passar por uma espécie de reinvenção interessante e que ainda vai dar muito que falar.
O mercado está a tornar-se competitivo novamente. A inabalável Steam com projetos promissores, a consistente Nintendo com a sua recém-lançada consola já cheia de títulos exclusivos espetaculares, a super-estabelecida Playstation a sentir-se confortável em cometer erros crassos que vão perdendo a confiança dos jogadores e a e atribulada Xbox a reconstruir-se após várias más decisões que foram ferindo a sua reputação. Assim, acho que, como jogadores, nos deveríamos unir pelos nossos interesses e apoiar projetos que achamos positivos para o ecossistema, bem como não ter medo de boicotar empresas que vemos terem ativamente medidas e posições anti-jogador.
Não é uma questão de tomar lados, mas de vez em quando acho que não devíamos ter medo de apontar o dedo.
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