Exclusão também é uma política econômica.
Quando uma pessoa vai se candidatar a uma vaga de emprego, existe uma série de auto questionamentos.
Tenho as habilidades necessárias para a vaga? Estou preparado para a entrevista? A cultura dessa empresa faz sentido para mim? O salário é compatível?
Mas, para uma pessoa LGBTQIA+, o cenário muda. As perguntas são: a pessoa entrevistadora vai julgar minha aparência ou meu jeito de falar? Esse ambiente de trabalho é seguro para mim? A empresa vai dar suporte a uma pessoa com uma trajetória como a minha?
Isso quando a pessoa chega a fazer a entrevista.
Isolamento em trabalhos informais, falta de acesso à escolaridade mínima e a direitos básicos, altas taxas de desemprego e discriminação em cada passo do caminho são parte de uma realidade ainda mais evidente nas trajetórias de pessoas trans, travestis ou que sobrepõem identidades, como pessoas negras ou periféricas.
Essa exclusão custa caro: desperdiçamos talentos e força de trabalho, e toda a economia brasileira sofre as consequências.
➡️Na pesquisa “O Custo Econômico da Exclusão LGBTI+” nos aprofundamos nesse tema, trazendo a realidade de pessoas LGBTQIA+ no mercado de trabalho em dados.
Para conferir, clique no link da bio.
Os dados e reflexões apresentados nesta publicação têm como referência os estudos do Banco Mundial e da ANTRA.
BANCO MUNDIAL. O custo econômico da exclusão baseada em orientação sexual, identidade e expressão de gênero e características sexuais no mercado de trabalho brasileiro. [S. l.]: Banco Mundial, 2026. Disponível em: https://custodaexclusaolgbti.com.br/.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS (ANTRA). Nota técnica sobre políticas de ações afirmativas para pessoas trans e travestis e o enfrentamento à transfobia no contexto da educação superior. [S. l.]: ANTRA, 2024. Disponível em: https://antrabrasil.org/wp-content/uploads/2024/09/nota-tecnica-cotas-trans-antra-2024.pdf.
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