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Photo by Leticia Macedo | Psicóloga LGBTQIA+ on September 23, 2026. May be a doodle of poster and text.
Photo by Leticia Macedo | Psicóloga LGBTQIA+ on September 23, 2026. May be an illustration of bread, pie, poster and text.
Photo by Leticia Macedo | Psicóloga LGBTQIA+ on September 23, 2026. May be a meme of poster and text.
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Photo by Leticia Macedo | Psicóloga LGBTQIA+ on September 23, 2026. May be a doodle of poster, pie, bread and text.
Photo by Leticia Macedo | Psicóloga LGBTQIA+ on September 23, 2026. May be a doodle of poster, pie, bread and text.
Photo by Leticia Macedo | Psicóloga LGBTQIA+ on September 23, 2026. May be a doodle of poster and text.
Photo by Leticia Macedo | Psicóloga LGBTQIA+ on September 23, 2026. May be a graphic of poster, crossword puzzle and text.
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Posted On: September 23rd 2026, 01:51 pm
Ser bissexual muitas vezes significa ter que responder perguntas que outras orientações não precisam responder. (porém todas recebem comentários inconvenientes)

“Mas você está com um homem.”

“Então você não é mais bi?”

“Você tem certeza?”

“Não seria mais fácil escolher?”

Quando essas experiências acontecem repetidamente, elas podem deixar marcas.

A pessoa pode começar a questionar a própria identidade, evitar falar sobre sua orientação, sentir que não pertence completamente a nenhum espaço ou até modificar a forma como se apresenta para diminuir a possibilidade de rejeição.

E aqui existe uma questão importante para a psicologia:

não é a bissexualidade que precisa ser explicada como problema.

O sofrimento pode estar nas experiências de preconceito, apagamento, rejeição e invalidação que essa pessoa encontra no caminho.

É diferente entrar em psicoterapia para “entender o que há de errado com a sua sexualidade” e entrar em um espaço em que você possa compreender como essas experiências afetaram sua autoestima, seus relacionamentos, seus limites e a maneira como você se enxerga.

Você não precisa estar solteira para ser bissexual.

Não precisa ter se relacionado com pessoas de diferentes gêneros para provar nada.

Não precisa escolher um “lado”.

E não precisa transformar sua identidade em uma apresentação para convencer alguém.

Neste mês da visibilidade bissexual, que a gente possa falar não apenas sobre existir, mas sobre ter o direito de existir sem ser constantemente questionada. 🩷💜💙

Compartilhe este post com alguém que precisa lembrar disso.

Ser bissexual muitas vezes significa ter que responder perguntas que outras orientações não precisam responder. (porém todas recebem comentários inconvenientes)

“Mas você está com um homem.”

“Então você não é mais bi?”

“Você tem certeza?”

“Não seria mais fácil escolher?”

Quando essas experiências acontecem repetidamente, elas podem deixar marcas.

A pessoa pode começar a questionar a própria identidade, evitar falar sobre sua orientação, sentir que não pertence completamente a nenhum espaço ou até modificar a forma como se apresenta para diminuir a possibilidade de rejeição.

E aqui existe uma questão i

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