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O Parkour Nacional nunca foi só sobre praticar sempre foi sobre praticantes.Antes de qualquer nome, antes de qualquer página, já existia o movimento de se reunir nos encontros, nos grupos, nas ruas,para trocar experiências, entre quem ensina e quem aprende,quem cai e decide continuar e quem decide parara quem nem começou e faz parte do movimento também.O que existe hoje não começou aqui.Começou em cada tentativa, em cada erro, em cada sonho de levar o parkour para o mundo conhecer.Ideias que saíram do papel, talentos que ninguém tava olhando até aparecerem, gente que encontrou no parkour um caminho.E é disso que a gente tá falando aqui, o Parkour Nacional não nasce agora, ele continua oque ja existe por que ele é a soma de todas as expressões de deslocamentos que possa existir sem equipamento.Mas hoje mudamos a forma de olhar, aqui não é só sobre postar, é sobre não deixar se perder, sobre parar, olhar de novoe entender o que tá sendo construído aqui.Porque o que acontece no parkour, acontece quase todos os diase mesmo assim, quase nunca é registrado.Aqui, todo conteúdo parkour vira matéria, vira história, vira memória e vira algo que permanece.O Instagram é só um dos caminhos, esse trabalho também vive no blog, no YouTube, no Spotify, no Facebook, tentando dar conta de algo que é maior que uma plataforma só.Mas nenhuma página se sustenta sozinha, se você marca, compartilha, registra você também faz parte disso, mesmo não participando.No fim, não é só sobre mostrar o parkour no Brasil.É sobre garantir que tudo o que tá sendo construído não desapareça como se nunca tivesse existido.E não, esse texto não foi feita por IA, as matérias são desenvolvidas pela estudante de jornalismo Kei Ferreira, em parceria com o idealizador da iniciativa o Son. by @parkournacional
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3 months ago
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O Parkour Nacional nunca foi só sobre praticar. Sempre foi sobre praticantes.Muito antes de existir uma página, já existia o movimento de se reunir nas ruas, encontros e praças para trocar experiências entre quem ensina, quem aprende, quem cai e continua e até quem ainda nem começou, mas já faz parte da cultura do deslocamento.O que existe hoje não começou agora. Começou em cada treino improvisado, erro e tentativa de fazer o parkour brasileiro ser reconhecido pela sua criatividade, diversidade e potência.O Parkour Nacional surge justamente para registrar o que quase sempre se perde.Porque o parkour acontece todos os dias, mas raramente permanece registrado. Aqui, cada vídeo, encontro, reflexão ou movimento pode virar matéria, memória, história e discussão.Mais do que uma página, o projeto busca documentar e valorizar a cena brasileira através do Instagram, blog, YouTube, Spotify, Facebook e outras plataformas, entendendo que o parkour nacional é maior do que qualquer rede social.Agora, o projeto entra em uma nova fase com a chegada de Kei Ferreira como nova redatora do Parkour Nacional e peça fundamental para fortalecer a comunicação do projeto de forma mais profissional.Estudante de jornalismo, poeta, escritora e participante ativa da cena de slam no litoral de São Paulo, Kei busca transformar experiências em narrativa e aproximar a comunidade através de matérias e histórias que valorizem as pessoas por trás do movimento.Ao lado dela está Son, fundador do Parkour Nacional, praticante desde 2013, integrante de diferentes iniciativas da comunidade e também um dos diretores da Confederação Brasileira de Parkour.Seu propósito dentro do projeto vai além das notícias. A ideia sempre foi mostrar aquilo que normalmente ninguém registra, trazendo debates e reflexões que possam contribuir para o crescimento da prática no Brasil.Porque mais importante do que mostrar o parkour no Brasil… é garantir que tudo o que está sendo construído não desapareça como se nunca tivesse existido. by @parkournacional
24
2 months ago
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Se você está vendo esse post… você já faz parte dessa pesquisa. Queremos descobrir até onde o Parkour Nacional está chegando.Então comenta aqui embaixo sua cidade e seu estado, independente se você pratica parkour ou não. A ideia é justamente enxergar quantos lugares diferentes essas histórias, vídeos e matérias estão alcançando.Até agora, ainda não tivemos comentários vindos de:📍 Rondônia📍 Amapá📍 Maranhão📍 Tocantins📍 PiauíSerá que tem alguém desses estados acompanhando o Parkour Nacional em silêncio? Às vezes um conteúdo sai daqui e chega em alguém do outro lado do Brasil sem a gente nem imaginar. Por isso sua participação é importante.E fortalece ainda mais compartilhando nos stories ou enviando esse post pra outras pessoas comentarem também. Quanto mais comentários, mais conseguimos entender o alcance real que o Parkour Nacional está tendo. Agora queremos saber:de qual estado você está acompanhando tudo isso? by @parkournacional
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2 months ago
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Quem passa pelo Parque da Cidade, em Praia Grande, durante as férias encontra uma programação diferente. Em vez de treinos convencionais, o espaço recebe a Semana Parkour, iniciativa do Parkour do Litoral que reúne participantes de diferentes idades em jogos, desafios físicos e atividades inspiradas nos princípios da modalidade.As dinâmicas vão além das tradicionais provas de Skill. Segundo a organização, os desafios combinam exercícios físicos funcionais com técnicas do parkour, resultado de anos de experiência, criatividade e atividades recreativas aplicadas ao ensino.Ao longo da programação, os participantes desenvolvem habilidades como engatinhar, caminhar, correr e saltar, além de aprender aterrissagens, rolamentos, steps, precisões e alguns vaults, sempre inseridos em atividades que estimulam a cooperação.Segundo a equipe, a proposta não é substituir uma aula tradicional, mas apresentar a metodologia do projeto durante as férias, permitindo que moradores e turistas conheçam como o parkour pode contribuir para o desenvolvimento físico, psicológico e educativo.A cada encontro, dois times são formados e modificados diariamente conforme chegam novos participantes. Pais e responsáveis também podem integrar as equipes, fortalecendo a convivência e o espírito de comunidade.Os desafios trabalham resistência, velocidade e técnica, com pontuações adaptadas a cada atividade. Nesse processo, praticantes mais experientes ajudam quem está começando, tornando o aprendizado coletivo parte essencial da experiência.O Parque da Cidade foi escolhido por oferecer estrutura, segurança, água e banheiros. Mesmo sem um espaço específico para o parkour, o local desperta a curiosidade de quem passa, e muitas pessoas acabam aceitando o convite para experimentar a modalidade.Mais do que ensinar movimentos, a Semana Parkour busca fortalecer valores como união, disciplina, paciência e coletividade. A expectativa é que, ao final das férias, os participantes continuem treinando e levem consigo não apenas novas técnicas, mas também uma nova forma de enxergar desafios e trabalhar em equipe.Texto: @keilinhsc by @parkournacional
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5 days ago
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Nem sempre uma competição nasce para definir quem é o melhor. Em Fortaleza (CE), a primeira edição do Pulo do Gato surgiu com outro propósito: reunir praticantes, incentivar quem estava parado e mostrar que o parkour continua vivo na cidade.Idealizado pela Associação Sphynx, o evento foi criado após a organização perceber uma queda na participação dos treinos.“O objetivo era incentivar os praticantes a usufruírem dos espaços urbanos e exercerem a prática do esporte”, explica o organizador.O nome da competição faz referência à raça de gato Sphynx e à expressão popular "pulo do gato". A organização levou cerca de três meses e foi realizada por três pessoas. A taxa de inscrição, de R$ 50, foi destinada à produção das camisetas, figurinhas e da premiação em dinheiro.A competição aconteceu na praia, escolhida pelo grande fluxo de pessoas. A ideia era despertar a curiosidade de quem passava e apresentar o parkour a um novo público.Seis atletas, todos de Fortaleza, disputaram as modalidades Skill e Speed. Na Skill, os desafios estavam distribuídos por quatro setores e exigiam precisão: movimentos como saltos de precisão e cat leap só eram validados quando o atleta permanecia estável por três segundos, com até três tentativas por desafio. Na Speed, cada competidor escolhia livremente o caminho mais rápido para completar o percurso.Apesar do número de competidores, o evento reuniu muitos praticantes ao redor da área de disputa. Segundo a organização, pessoas que estavam há bastante tempo sem treinar apareceram para prestigiar a competição, voltaram a praticar e já marcaram novos encontros.Um dos destaques foi Douglas, ex-aluno do organizador, que participou da sua primeira competição e superou diversos desafios, reforçando a proposta de incentivar novos praticantes.Mais do que os resultados, o que marcou o Pulo do Gato foi o clima de colaboração entre atletas e espectadores. Para a Associação Sphynx, o evento cumpriu seu principal objetivo: fortalecer a comunidade e mostrar que o parkour continua encontrando formas de ocupar a cidade.Texto: @keilinhsc by @parkournacional
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5 days ago
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Alice Braga leva o parkour para o cinema em curta sobre a Amazônia e a resistência indígenaO parkour marcou presença em mais uma produção audiovisual brasileira. No curta-metragem "Vitória Régia – A Resposta Somos Nós", a atriz Alice Braga executa um movimento da modalidade durante uma sequência de ação, inserindo o parkour em uma narrativa sobre a preservação da Amazônia, a emergência climática e a luta dos povos indígenas.Na história, Alice interpreta Carolina, uma jornalista que investiga crimes ambientais em um futuro distópico onde a Amazônia foi privatizada e passou a ser chamada de "Amazon of America". Durante sua investigação, ela se une a um grupo de resistência formado por indígenas e quilombolas para enfrentar perseguições e denunciar a destruição da floresta.É em uma dessas cenas de fuga que o parkour aparece. O movimento reforça características presentes na modalidade, como adaptação ao ambiente, criatividade e a capacidade de superar obstáculos, contribuindo para a construção da narrativa de forma natural.Cada vez mais presente em filmes e séries, o parkour deixa de ser apenas um recurso visual e passa a representar liberdade de movimento, resistência e transformação, elementos que dialogam diretamente com a trajetória da protagonista.O curta também se destaca pela participação de lideranças indígenas em sua construção. O elenco conta com Ywyzar Tentehar, no papel de Naiá, e Ayra Kopém, como Eva. A produção teve ainda consultoria de Dinamam Tuxá, da APIB, e Alana Manchineri, da COIAB, fortalecendo a presença das perspectivas indígenas no projeto.Criado como parte da campanha "A Resposta Somos Nós", o filme busca conscientizar o público sobre a importância da proteção dos territórios indígenas e da floresta amazônica.Para a comunidade do parkour, a produção representa mais um exemplo de como a modalidade continua conquistando espaço no audiovisual brasileiro, mostrando que seus movimentos também podem fortalecer histórias sobre resistência, liberdade e transformação.Texto por: @‌keilinhsc by @parkournacional
2
8 days ago
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Aos 29 anos, Rodrigo de Almeida Corrêa viveu um dos momentos mais simbólicos da sua trajetória no parkour. Mais do que um salto entre estruturas, o momento reuniu anos de treino, disciplina, recuperação e constância em um esporte que exige continuar mesmo quando o reconhecimento ainda não chega.O que aconteceu ali não foi apenas técnica. Foi o resultado de um caminho inteiro.Nos segundos que antecederam o salto, Rodrigo não sentiu impulso, mas a certeza de que estava vivendo aquilo que buscou por tantos anos.“Que havia chegado o momento que sempre sonhei e batalhei para tanto acontecer.”Ao aterrissar, percebeu que a emoção já existia antes mesmo do movimento.Para ele, o salto vai além de uma conquista pessoal. Representa a essência do parkour e a capacidade humana de superar limites.“Simboliza o quão incrível o ser humano pode se tornar por meio do comprometimento, da disciplina e da perseverança.”Estar no mesmo local onde grandes referências da modalidade já treinaram também trouxe a lembrança de quando tudo ainda era apenas inspiração.Mas a trajetória não foi linear. Há dois anos, Rodrigo sofreu uma fratura no tornozelo e rompeu dois ligamentos, precisando interromper os treinos.“Precisei reconstruir meu corpo e minha confiança passo a passo.”Foram cerca de 15 anos de prática, sendo os dois últimos dedicados especialmente à preparação desse salto.Mesmo sendo uma conquista individual, Rodrigo acredita que o momento também representa o parkour brasileiro, mostrando que, mesmo diante das dificuldades, a comunidade segue evoluindo e inspirando novas gerações.Ao olhar para trás, a maior certeza não está apenas na imagem registrada, mas em tudo o que ela representa.“Trouxe a certeza de que somos capazes de alcançar coisas que um dia pareciam impossíveis.”No parkour, nenhum salto nasce sozinho. Cada movimento é construído por muitos outros que ninguém vê. E a história de Rodrigo prova que, às vezes, o maior feito não é o salto, mas a caminhada que tornou aquele instante possível.Texto por: @keilinhsc by @parkournacional
19
17 days ago
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À primeira vista, um encontro exclusivo para mulheres pode parecer uma separação dentro de uma modalidade que sempre valorizou a coletividade. Mas basta ouvir quem participa para entender que a proposta é justamente ampliar o acesso ao parkour.Os relatos das participantes do Regional Feminino mostram que, para muitas mulheres, o maior desafio nem sempre é superar um obstáculo físico. Muitas enfrentam julgamentos, comparações e a sensação de precisar provar que pertencem àquele espaço.Mesmo em uma comunidade acolhedora, diversas praticantes relatam já terem sido subestimadas por serem mulheres. Fora do parkour, o machismo também aparece em comentários que diminuem suas capacidades ou questionam sua presença na modalidade. Situações que afetam a confiança e a permanência de muitas delas.Por isso, encontros como o Regional Feminino fazem diferença.Quando o treino acontece entre mulheres, a comparação dá lugar à troca. Surge um ambiente onde cada participante se sente mais confortável para experimentar movimentos, compartilhar medos, pedir ajuda e comemorar pequenas conquistas.Outro aspecto importante é a identificação. Corpos diferentes enfrentam desafios diferentes, e ver outra mulher superar um obstáculo faz com que aquilo pareça possível. O aprendizado deixa de ser apenas técnico e também fortalece a confiança.Muitas participantes afirmam que o parkour transformou a forma como enxergam seus corpos, fortaleceu a autoestima, criou amizades e mudou a relação com a cidade.O Regional Feminino não existe para separar mulheres da comunidade, mas para responder a necessidades que ainda fazem parte da realidade de muitas praticantes. Ao oferecer um espaço de escuta, incentivo e segurança, fortalece quem já treina e incentiva novas mulheres a ocuparem praças, ruas e obstáculos.Porque, quando existe acolhimento, o parkour também se torna uma forma de derrubar barreiras que não são de concreto.Texto por: @keilinhscFotografia: @palmeiracarola by @parkournacional
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18 days ago
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O parkour marcou presença na programação do Festival no Quadrado, realizado no dia 21 de junho, no Estacionamento 4 do Parque da Cidade, em Brasília (DF). Em parceria com a Move Parkour, a oficina apresentou a modalidade ao público em um evento que reúne diferentes expressões da cultura urbana.Durante a atividade, crianças, jovens e adultos conheceram os fundamentos do parkour por meio de exercícios de deslocamento, equilíbrio e saltos, sempre acompanhados por instrutores e com foco na prática segura. A proposta foi proporcionar uma experiência tanto para quem já praticava quanto para quem teve o primeiro contato com a modalidade.A oficina foi conduzida pela Move Parkour, projeto idealizado pelo profissional de Educação Física Sérgio Siqueira, que desenvolve ações educacionais, culturais e esportivas utilizando o parkour e o movimento natural como ferramentas de desenvolvimento humano, estimulando autonomia, criatividade, consciência corporal e cooperação.Após o evento, a equipe destacou que também recebeu crianças do Projeto AMAS, em uma parceria com o Instituto Mais Brasal. Segundo a Move Parkour, a oficina foi marcada por momentos de aprendizado, coragem, integração e cooperação, reforçando o compromisso de utilizar o movimento como instrumento de inclusão e desenvolvimento.Tradicionalmente voltado ao skate e a outras manifestações da cultura urbana, o Festival no Quadrado abriu espaço para que o parkour também integrasse sua programação. A presença da modalidade fortalece o diálogo entre diferentes práticas urbanas e aproxima novos públicos de seus valores e princípios.Mais do que ensinar técnicas, iniciativas como essa mostram que o parkour também é uma ferramenta de educação, convivência e transformação social, ampliando sua presença em espaços culturais e comunitários.Texto por @keilinhsc by @parkournacional
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19 days ago
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Anúncio oficial, da página oficial do EGPK 2026, edição 15!Segue a gente pra ir acompanhando nossos avisos, atualizações sobre o evento e já poder ter um gostinho da cidade, dando uma espiada nos nossos melhores picos!-O evento vai abranger atividades e exercícios em conjunto, treinos livres e desafios. Tudo isso incluindo todo o público praticante: seja iniciante, intermediário ou avançado; Criançada, a galera mais jovem ou nossos preciosos fósseis também 😉-Fica por aí, que logo mais enviaremos mais notícias sobre as inscrições, camisas, cronograma, alojamento e nossos objetivos.Evento de Sexta a Domingo: 30/10, 31/10 e 01/11#EGPK15 #pkpoa by @parkournacional
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21 days ago
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2º Encontro Fly Parkour reúne 150 participantes em dia de desafios, integração e aprendizadoA comunidade da Fly Parkour promoveu, no dia 20 de junho, a segunda edição do Encontro Fly Parkour, reunindo cerca de 150 participantes em uma programação voltada ao desenvolvimento técnico, à convivência e ao fortalecimento dos valores do parkour. Com atividades organizadas por faixa etária, o evento priorizou a colaboração e a superação coletiva, deixando de lado o caráter competitivo.Ao longo do encontro, os alunos participaram de desafios com duração de até uma hora, criados para desenvolver força, resistência, técnica e, principalmente, coletividade. As atividades incentivaram o trabalho em equipe e a busca conjunta por soluções, reforçando a essência colaborativa da modalidade.A divisão por idades permitiu que crianças, jovens e adultos vivenciassem desafios adequados ao seu nível de desenvolvimento, ampliando a participação de diferentes públicos dentro da comunidade da Fly.Além dos desafios, a programação contou com duas oficinas especiais. Uma delas foi ministrada por Eric Rubin, voltada ao público adulto. O evento também recebeu o atleta chileno Venja, proporcionando uma troca internacional de experiências e novas perspectivas de treinamento aos participantes.Na divulgação do evento, a Fly Parkour definiu o encontro como "um dia de desafios, movimento e conexão", destacando valores como amizade, união e superação. A proposta esteve presente durante toda a programação, reforçando que o parkour vai além dos movimentos e se consolida como uma prática baseada na cooperação, no respeito e na evolução coletiva.Ao reunir aproximadamente 150 alunos em um único dia, o 2º Encontro Fly Parkour reforça a importância de iniciativas voltadas à formação de novos praticantes e ao fortalecimento da comunidade por meio da troca de experiências e do aprendizado compartilhado.Texto por @keilinhsc by @parkournacional
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21 days ago
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No dia 2 de maio, a equipe da THENICS, academia localizada em Minas Gerais, realizou mais uma edição do “Dia de Parkour na Rua”, iniciativa que vem transformando espaços da cidade em verdadeiros cenários de aventura para as crianças.Segundo os organizadores, o principal objetivo do evento é apresentar o parkour da forma como ele surgiu: nas ruas, explorando obstáculos, criatividade e movimento dentro da própria cidade.Eles nos explicam que a proposta vai além do esporte. A ideia é ensinar as crianças a enxergarem praças, bancos e estruturas urbanas de outra maneira, desenvolvendo uma relação mais ativa tanto com o espaço quanto com o próprio corpo.“Queremos que elas levem isso para a vida, não só para dentro da aula”, destaca a equipe.Além do desenvolvimento físico, a experiência também busca fortalecer a confiança, a autonomia e a imaginação, incentivando uma infância mais ativa e repleta de descobertas.A equipe da THENICS também nos conta que os locais escolhidos para cada edição são pensados com cuidado, buscando proporcionar experiências marcantes, divertidas e diferentes para cada grupo participante.Esta já é a terceira edição do projeto e, até o momento, três praças da cidade já fizeram parte da iniciativa. A expectativa dos organizadores é continuar expandindo a experiência e explorar novos espaços nas próximas edições.O Parkour Nacional agradece à equipe da THENICS pelas informações compartilhadas. Para quem deseja conhecer mais sobre o projeto, acompanhar as próximas atividades e entender melhor o trabalho desenvolvido pela academia em Minas Gerais, vale a pena seguir a página da THENICS e acompanhar de perto essa iniciativa.Texto: @keilinhsc by @parkournacional
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22 days ago
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