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Adjunto do Diretor da @rmop_portugal.⠀⠀
Partilhas: entre poesia, histórias, quotidiano… a vida. ✨
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[Breve apontamento ao anoitecer] De vez em quando, de forma mais consciente, visito a hipocrisia, a inveja, a soberba, a sobranceirísse, a arrogância. Recordo momentos em que cada uma foi aflorando, e que a ou as quis descartar, em auto-engano. É duro que se farta. Assim, como machadada no ego, quando, ainda mais, sei que, por questões de sobrevivência, foi habitando em mim o achar-me especial e superior. Visitar a sombra, com a ajuda do amor de Deus e toda a sua delicadeza, apesar de doer, é mesmo libertador. Depois, ainda acrescentando a vergonha, vou confessar-me. Nos tempos que correm, com tanto ruído, para não cair em projecções e reacções rápidas e injustas, visito o que não gosto em mim, levando aí luz. Custa, mas humaniza. Quero que seja mesmo o amor a ter a última palavra. A sensação que fica no final é de grande silêncio apaziguador. Como um amanhecer de Páscoa. Mais consciente de ser inacabado, vou apurando o olhar de ver o outro com irmão, irmã, de caminho. by @pauloduartesj
22
2 days ago
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[Breve partilha sobre a vida] Há os eclipses celestes e há os da existência. Pequenos momentos de consciência de subtis transformações interiores. No meio da agitação de tanto (e tenho tido algumas agitações de alma), voltar a lugares de terra, num profundo respeito com o sentir, sem preocupações do que se possa achar, há essa travessia de sombras pela luz.  Na escuta em reconciliação, todos ganhamos. Ver o outro ficar e sair em paz, reconhecido na sua força, abrindo-se ao amor de Deus, é arrebatador. É uma celebração ritual, em que todo o meu ser vibra na certeza de que sou sacerdote do divino, habitando a vocação a que sou chamado: dar, transmitir, abrir vida divina. E a sensação de agradecimento que sinto é aconchegante e apaziguadora. by @pauloduartesj
15
4 days ago
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[Notas soltas sobre a passagem por Fátima] Voltou a sensação de profundo respeito diante de milhares de pessoas num lugar em busca de paz. A imagem da Senhora de Fátima, pequena em tamanho, imensa em símbolo, congrega incontáveis orações através de palavras, olhares, lágrimas, sorrisos, acenos. ⠀
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Quando lá cheguei, vi pessoas a chegarem depois de quilómetros, havia cansaço e “saio sempre com o coração leve, senhor padre.”⠀
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Passei a tarde a confessar. É o meu modo de peregrinar. Algumas pessoas, com décadas de peso na alma, sentiram-se acolhidas com a misericórdia que atravessa toda a escuridão. Tantos abraços dei de bem-vindo a casa, com lágrimas partilhadas pela sensação de profunda paz: o amor tem sempre a última palavra.⠀
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Na noite, as velas traduziam vidas. Durante a procissão, olhava os rostos, tantos, mas tantos doridos, e pedia a Maria que rogasse ao Seu Filho por quem sofre. Vi outros a transmitir imensa alegria, nessa consolação de quem se sente profundamente amado. Ia-me comovendo e agradecendo pelo dom da fé.⠀
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Fui rezando pelas intenções que levo no coração, através do abecedário e do silêncio.⠀
Em tempos de tanta convulsão, tensão, pedi luz e paz. Na certeza que cada vez mais me habita: o amor tem sempre a última palavra. ⠀
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[Foto 2: Francisco Homem] by @pauloduartesj
30
6 days ago
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[Breve apontamento a terminar o dia] As boas conversas alimentam e iluminam o ser. Aquelas em que estamos livres de amarras, onde flui a partilha sem tempo, não havendo lugar para julgamentos nenhuns, apenas a vontade de ambos a crescer e a aprender. É um privilégio permitirmo-nos aí estar e viver, desvelando horizontes de amizade, humana e divina. Se mais pessoas as vivermos, mais o mundo se torna lugar de comunidade. by @pauloduartesj
13
8 days ago
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[Notas soltas ao anoitecer] Numa rápida saída à rua, fui atravessado de sol. Senti o calor de Outono. O aconchego foi tal que comovi-me com a subtileza da pele a arrepiar-se. Foram breves segundos em que o tempo parou, numa profunda consciência do presente. Agradeci. Segui caminho aos afazeres.⠀
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Tenho sentido mais necessidade desses breves saboreares do presente. Pinceladas místicas que recordam que é o aqui e o agora que nos habita. E é tão difícil. Entre angústias do passado, que nos prendem no lá, ansiedades de futuro, que nos arrastam para o ainda inexistente, o agora é esquecido.⠀
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Na intensidade de ruídos, em estado de alerta e modo de sobrevivência, é natural a apatia ou a fuga. Por isso, aprender a viver o silêncio saudável é fundamental para passar da sobrevivência à vida, num profundo respeito pelo nosso sentir em corpo no agora, na força e na vulnerabilidade. É esse tipo de sentir em corpo que nos aviva a consciência do muito que somos, sem ter de competir, passando a colaborar. ⠀
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Como tudo, pede aprendizagem. Ainda há muita ignorância de corpo. Ele fala-nos tanto sobre a existência, tanto no ser individualidade como no ser comunidade, abrindo ao sentido do outro.⠀
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Na correria da vida, o sol de Outono em aconchego de pele fez-me parar e agradecer. Comovi-me. Permiti que não tomasse a vida por adquirida, levando-me à humildade do aqui e do agora. Também com outros, a construir comunhão. by @pauloduartesj
26
11 days ago
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[Breve oração ao início da manhã]⠀
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Agradeço-Te⠀
a possibilidade de infinito⠀
no sentir, no viver, no amar⠀
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Peço-Te⠀
respiro ⠀
a tranquilizar-me⠀
na finitude by @pauloduartesj
18
11 days ago
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[Secção boas leituras] As minhas leituras acabam por ser mais técnicas. De vez em quando, como respiro, visito poesia, mas pouco o romance. Prometi-me (ai as promessas!) ler mais romance.⠀
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Terminei há dias “O Homem Inventado”, de Carmen Garcia [@mae.imperfeita._]. Com a leitura, comecei a sentir irritação, incómodo, empatia, dor, compaixão, com o homem que se busca sem querer ser quem é. Senti vontade de abraçar a mãe, de ter uma boa conversa com o pai. À medida que lia, avivava-se a memória de histórias escutadas ao longo de anos em muitas horas de acompanhamento, reveladoras da complexidade de quem somos, das relações, das lutas existenciais que perscrutam tantos corações. Nisso, a quantidade de pecados de mentira, a si mesmos e a outros, e de omissão, envolvidos pela vergonha, medo e nojo. Mas, também, a subtileza do amor, do se gostar, em laços familiares e de amizade, apesar de tudo. ⠀
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“O Homem Inventado” fez-me consolidar a promessa: tenho mesmo de ler mais romances. by @pauloduartesj
6
13 days ago
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[Notas soltas ao final do dia] Bloqueei este dia de agenda para fazer nada. Eis que veio logo o “pop-up” de pensamentos: “que privilégio, se fosses pobre tinhas de trabalhar”; “com tanto para fazer e vais dormir”; “belas vidas”; “ao menos reza mais, fazes algo de útil”. Aliados à sensação de desconforto por estar a falhar em algo. ⠀
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Na linha do que publiquei ontem, acolho as emoções que estes pensamentos provocam, entre incómodo e irritação, em conjunto com a reflexão de quem são estas vozes. Porque, não, não são minhas, muito menos de Deus. ⠀
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Sei de onde vêm. Ao longo dos anos já as fui serenando. Mas, ainda assim, reconheço rostos com reacções (mais ou menos silenciosas) de condenação por eu ter comentando alguma vez que precisava de descanso. ⠀
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Depois de uma bela sesta, fui dar um passeio. Uma ou outra voz ainda despontava. Respirei fundo: “o mundo continua sem mim, hoje permito-me a irrelevância.”⠀
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Olhei o sol, e senti de forma pacificada: ⠀
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Demora-te a contemplar.⠀
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Os ruídos dissiparam-se. De entre as nuvens, a luz despontava. E agradeci a oportunidade de ter tempo para mim. by @pauloduartesj
42
15 days ago
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[Breve apontamento ao adormecer] É tão libertador quando se acolhe qualquer emoção sem a impedir de se manifestar. Passei muito tempo a julgar as emoções, com o famoso pensamento “não posso sentir isto”. Sim, pode-se sentir, por não se controlar a emoção que tem vida própria. Acolho-a. Pergunto-lhe de onde vem, o que a provocou. Ao sentir-se escutada, segue o caminho. Iluminou algo novo. Do que de mim depende é o comportamento, o que faço com esta revelação, como me afecta. Aí, cabe-me decidir manter-me na ignorância ou crescer com a nova informação. Seja qual for. Nessa verdade, sem falsidade ou artificialidade, escolho o que me leva a amar mais. Com essa nova luz, aproximo-me de Deus. E do mistério da humanidade. by @pauloduartesj
34
16 days ago
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[Notas soltas mais pessoais] Esta manhã bloqueei uma pessoa. No seu perfil, diz-se temente a Deus. Mas esse temor é estranho, já que desde há dias vinha ver as minhas publicações, percebia-se propositadamente, e deixava comentários agressivos e ofensivos sobre mim e a Companhia de Jesus. De uns antigos, ainda cheguei a fazer print, os de hoje, não. Não quero lixo acumulado no telefone. Mas, ler coisas como “és a vergonha da Igreja”, “o diabo está feliz com o que fazes”, “a Companhia de Jesus está no degredo com jesuítas como tu”, entre outros do género, entristece e dói a agressão nas palavras.⠀
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Claro que rezo por essa pessoa. É evidente que não está bem e lhe falta mesmo muito amor. Mas, dói!⠀

Ao longo destes muitos anos que ando pelas redes sociais, vou publicando o que me faz sentido, em reflexões pessoais, mais sérias ou com mais humor, com liberdade e sentido de responsabilidade. Quem discorde, que apresente a discordância com humanidade. Quem não goste, não precisa cá vir vomitar ódio. Não escondo que desponta novamente a vontade deixar estes lugares.⠀
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No entanto, Deus sabe enviar anjos a cuidar…⠀
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Depois de ter bloqueado aquela pessoa, tive de sair à rua. Pois, fui abordado por três pessoas em momentos diferentes, que me reconheceram e agradeceram o que vou publicando aqui, com exemplos concretos.⠀
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É sabido que o ódio nas redes aumenta. Da minha parte, quero manter o coração no sítio certo, nesse temor, que implica respeito e humildade, a Deus, a partir da força do Amor. Pertencendo à Rede Mundial de Oração do Papa (@rmop_portugal), que tem como pano de fundo a missão da compaixão, quero continuar a ser promotor de paz. Tal, implica abertura ao diálogo quando é possível. Quando não é, há que pôr limites. ⠀
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Continuo a exortar a que haja mais empatia, cuidado com o outro, mesmo com quem não se goste ou concorde.⠀
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Termino com um agradecimento muito especial a todas as pessoas que fazem deste mundo um lugar mais humano.⠀
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Sejamos Luz. Sejamos Paz.✨

[Foto: Bruno Moreira - @eternal_moments_producoes] by @pauloduartesj
102
17 days ago
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[Breve oração ao adormecer]⠀
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Agradeço-Te⠀
por me ensinares o caminho⠀
da verdade do concreto do que é⠀
e olhar a minha sombra livre⠀
do medo do olhar do outro⠀
permitindo-a ensinar-me a humildade⠀
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Peço-Te⠀
o dom da raíz⠀
a descobrir-se e fortalecer-se⠀
na terra funda e naturalmente adubada by @pauloduartesj
16
18 days ago
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[Secção celebração com partilha mais pessoal]⠀
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486 | 23⠀
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486: anos que neste dia celebra a Companhia de Jesus.⠀
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23: os que vivo como jesuíta.⠀
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Vou sentido como graça o reconhecimento da vulnerabilidade. E hoje, vivi-o de forma forte.⠀
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Convidaram-me a celebrar Missa no encontro “Anjos de Luz”. A 9.ª edição. Juntam-se Mães e Pais que perderam filhas e filhos a prestar memória, homenagem, saudade, em comunidade e oração.⠀
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Cheguei mais cedo, para acompanhar um primeiro momento antes da missa. Estavam muitas famílias. Olhava os rostos dos pais e as t’shirts brancas com os rostos dos filhos. Via o imenso que lhes atravessava a alma. Senti-me pequeno.⠀
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Quando cheguei ao altar e observei novamente os rostos comovidos, a emoção começou a aflorar. Assentei os pés no chão, respirei fundo e pedi a Deus que fosse Seu instrumento de paz e luz. ⠀
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O luto é uma realidade. Todas as relações começam. Nenhuma acaba. Transformam-se. Essa transformação é atravessada de dor, de zanga, de negação, de apatia, que deve de haver muito cuidado em julgar ou querer apressar momentos. Ainda mais quando se trata da perda de filhos. Vi olhares vazios. Alguns mais conscientes. Outros em dor latejante. Tentei que as minhas palavras pudessem ser abraços de acolhimento. Como padre, a sentir pequenez imensa, enviei o amor de Deus. ⠀
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Na consagração, pedi a Cristo que os atravessasse as vidas, dando a esperança do reencontro. Na comunhão, rezava por cada pessoa a Cristo que recebiam.⠀
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Na acção de graças, a organização tinha preparado uma flor para cada família, a entregar a Nossa Senhora. Aí, deixei que a emoção chegasse e partilhasse a dor, a esperança, a angústia, a tristeza, a fé daquelas mães, pais, avós e irmãos. E rezava por eles. Senti-me pequeno. ⠀
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Antes da benção final, exortei, comovido, ao que fazia sentido: que nos focássemos mais no amor. Em tempos de tanta polarização, que o amor nos ajude a ser mais humanos e a construir comunidade, também na diversidade. ⠀
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Agradeço a minha vocação de jesuíta, nestes 23 anos. Na minha pequenez, sou padre para anunciar que a Vida tem a última palavra.⠀
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Sejamos Luz. Sejamos Paz. ✨ by @pauloduartesj
61
22 days ago
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