Instagram story viewer> @plataformaparentesis> Posts
POSTS STORIES REELS TAGGED
 by @plataformaparentesis
21
7 days ago
Download
Tarde na GAM - Galleria Civica d’Arte Moderna e Contemporanea, Turim, 7 de outubro de 2026, topando com esse trabalho incrível, “China Girl”, de Richard Serra, 1972, vídeo de 11 minutos realizado em colaboração com Gerry Schum, que pra quem não conhece, foi o cara que no final da década de 1960 fundou a Fernsehgalerie, junto com a sua companheira, Ursula Wevers. Sou fã de carteirinha desse indivíduo e de suas exposições televisivas, como Land Art, apresentada em 15 de abril de 1969, e Identifications, que foi ao ar no dia 30 de novembro de 1970. 

“China Girl”, de Richard Serra, foi realizado num outro contexto, no da criação da Videogaleria, fundada em Düsseldorf em 1971, pioneira na produção e circulação de edições de vídeos de artistas. 

Passa adiante pra ver a imagem seguinte que é a belezura de múltiplo que Richard Serra realizou a partir do “China Girl”. by @plataformaparentesis
3
9 days ago
Download
Não consigo imaginar uma semana sem começar a segunda-feira lendo A Lábia, de Ana Lima Cecílio. Além das indicações sempre preciosas de livros, e confesso aqui que uma parcela significativa da minha biblioteca é construída a partir de suas dicas, o seus textos introdutórios são maravilhosos. 

Hoje, o que ela escreve e indica texto supera tudo isso que coloquei no parágrafo acima. É urgente de leitura. Mesmo sabendo que quem está acessando aqui são amigos queridos pra lá de convertidos, não importa, o desejo de compartilhar é porque Ana Lima Cecílio nos presenteia com um texto que fala de livros e de política. E não só porque esta semana derradeira pede isso, mas porque o que está posto em seu texto é sobre a gente, sobre a vida, a dor e a alegria, o desespero e a esperança e tudo que cerca o nosso cotidiano. 

Segue o link que te levará direto n’A Lábia 65 _ VOTO de Ana Lima Cecílio

https://alabia.substack.com/p/a-labia-65_-voto?r=1l7pc3&utm_medium=ios by @plataformaparentesis
2
18 days ago
Download
alguns registros da nossa passagem pelo Rio, no Ateliê Beira, em Santa Tereza, com a editora molécula e a plataforma parentesis.

por lá, lançamos a terceira edição da Discoteca Transléxica, uma sacola tripartida com textos de Marília Garcia, Ivana Vollaro e João Reynaldo, e G, de Fabio Morais, editado pela plataforma parentesis.

também teve a performance “a”, de Claudio Moreira (a partir de G, de Fabio Morais), e “um açaí com você”, de Marília Garcia, leitura do texto que integra a sacola da nova edição da d-t., além da exposição Discoteca Transléxica, reunindo trabalhos e materiais desse projeto work in progress que espacializamos pelo Beira.

participam da Discoteca Transléxica: Gabriel Bonfim, Marina Dúbia, Claudio Moreira, Elilson, Raquel Stolf, Regina Melim, Tina Merz, Felipe Prando, Jandir Jr., Antonio Gonzaga Amador, .txt texto de cinema (Carla Lombardo & Ж), Amador e Jr. Segurança Patrimonial Ltda., Marília Garcia, Ivana Vollaro e João Reynaldo.

agradecemos pelas presenças! by @plataformaparentesis
5
2 months ago
Download
Neste sábado pousamos, editora molécula e plataforma parentesis, no Rio de Janeiro para uma sequência de lançamentos, exposição e performances que acontece no Beira, ali em Santa Tereza. Por lá, faremos uma exposição do projeto work in progress Discoteca Transléxica, além da performance “a”, por Claudio Moreira, e da leitura do texto “um açaí com você”, por Marília Garcia, que integra a sacola da nova edição da Discoteca Transléxica.

A programação conta ainda com dois lançamentos: G, por Fabio Morais (que também estará pousando conosco), editado pela plataforma parentesis; e a terceira edição da Discoteca Transléxica, uma sacola especial tripartida entre Ivana Vollaro, Marília Garcia e João Reynaldo. Nos vemos na beira da pista.

Participam da Discoteca Transléxica: Gabriel Bonfim, Marina Dúbia, Claudio Moreira, Elilson, Raquel Stolf, Regina Melim, Tina Merz, Felipe Prando, Jandir Jr, Antonio Gonzaga Amador, .txt texto de cinema (Carla Lombardo & Ж), Amador e Jr. Segurança Patrimonial Ltda, Marília Garcia, Ivana Vollaro e João Reynaldo. by @plataformaparentesis
10
2 months ago
Download
Na edição 5 da Hay em português foram publicados entrevistas que realizamos com alguns dos artistas que criaram revistas e são nossas referências. Carlos Zilío enviou por e-mail um depoimento sobre a Gávea, revista que fez parte da formação de uma geração (me incluo nessa turma); Ricardo Basbaum, num encontro no Rio comigo e com Jorge Bucksdricker, nos concedeu uma longa entrevista; e TRAPLEV, à distância, direto de Recife, enviou também outro depoimento sobre Recibo, a revista mais longeva da nossa história aqui nos trópicos.

Todas essas conversas e outras mais estão no site da plataforma parentesis. Acesse, copie e cole em seus arquivos (antes que tudo isso se perca) e compartilhe. É a nossa história. by @plataformaparentesis
1
2 months ago
Download
A edições da ¿Hay en portugués? número zero, três e quatro apresentam muitos desses espaços criados por artistas voltados para exposição, venda, acervo e pesquisa acerca de publicações de artistas, entre eles, Others Books and So, Printed Matter, Inc., Art Metropole, Zona Archive, e Franklin Furnace, além de um dossiê sobre muitas revistas criadas por artistas.

Todas as edições estão disponíveis no site da plataformaparentesis e o link está na bio. Acesse e compartilhe. by @plataformaparentesis
1
2 months ago
Download
Em 2020, em pleno lockdown global, o artista grego baseado em Berlim, Michalis Pichler, diante do cancelamento da feira Miss Read, organizada por ele anualmente em Berlim desde 2009, achou que seria um bom momento para refletir sobre as feiras de publicações de artista, esse modo que pelo menos a uma década estava em franca atividade em diferentes partes do mundo. Assim, uma das maneiras de repensar sobre isso foi trazer para os dias de hoje a enquete (IDEA POLL) que a revista Art-Rite havia realizado há mais de quatro décadas atrás.
 
IDEA POLL 2021, lançando na Miss Read quando retornou no seu calendário anual, era uma pequena brochura contendo respostas de diferentes artistas, autores, editoras, revistas e coletivos editoriais. Além das perguntas enviadas, tais como: “O que você está lendo? Publicar é economicamente viável? O que você faz para se tornar viável? Como você distribui? Quais são as melhores coisas ou as dificuldades no ato de publicar?”, que podiam ser respondidas apenas uma, algumas ou todas elas, foi sugerido que enviassem também uma declaração na forma de texto ou de imagem. by @plataformaparentesis
1
2 months ago
Download
Nos finais dos anos 1960 e, praticamente, toda a década de 1970, tivemos o auge das publicações de artistas. É o período em que os artistas passam a expor seus trabalhos dentro de revistas de arte e jornais, criam também as suas próprias revistas e jornais, publicam livros e diferentes tipos de impressos como trabalhos de arte.  Se estas décadas foram o auge das publicações de artistas, no final da primeira década de 2000 e na década seguinte, isso irá se repetir e o que presenciaremos é a publicação se firmando como uma prática artística. Que o sistema de arte permaneça alheio a essas experimentações isso não se configurará como novidade. E o fato que irá confirmar esse desinteresse será a criação de inúmeras editoras de artistas como uma espécie de sistema paralelo. 
 
Nas décadas de 1960-70 as iniciativas impressas, principalmente em revistas e jornais de grande tiragem, além de uma centena de espaços criados no formato de livrarias ou arquivos, se constituíram no veículo para a sua circulação. Nesse novo milênio serão as feiras de publicações de artistas que formarão a cena dessas práticas artísticas. 
 
Em 1976, no momento em que o entusiasmo em torno da arte conceitual e das obras impressas (livros, revistas, jornais, cartazes, postais, carimbos, etc.) estavam no topo, a Revista Art-Rite, ela mesma uma revista feita por artistas, dedicou toda a 14ª. edição inteiramente ao tema “livros de artistas”, considerado por muitos como uma das primeiras análises críticas dessa produção. Para isso, realizou uma enquete (IDEA POLL) em torno da ato de publicar coletando depoimentos de cinquenta artistas e profissionais da arte que praticavam ou se interessavam por publicações de artistas, entre eles: Kathy Acker, John Baldessari, Ulises Carrión, Richard Kostelanetz, Daniel Buren, Douglas Huebler, Allan Kaprow, Lucy Lippard, Sol LeWitt, A. A. Bronson, Maurizio Nannuci, Lawrence Weiner, Carolee Schneemann e Pat Steir - artistas que formaram uma espécie de gangue da arte conceitual que me acompanharam como referências em muitos projetos que desenvolvi ao longo desses 20 anos na par(ent)esis. by @plataformaparentesis
4
2 months ago
Download
“HAY LUGAR”, de Ivana Vollaro e “S/T”, múltiplo de Maíra Dietrich para o projeto A2
 
+ cortesia: “Es copia original”, postal de Ivana Vollaro
 
embalados no cartaz/papel de embrulho em comemoração dos 20 anos da par(ent)esis com texto de Fabio Morais e projeto gráfico de Pedro Franz.
 
R$110,00 + R$10,00 (frete)
 
HAY LUGAR, de Ivana Vollaro, é uma publicação concebida como uma exposição, agrupando uma seleção de obras instaladas no espaço impresso. A publicação pensada como um espaço expositivo onde o espectador / leitor percorre ao folhear suas páginas. O texto (de parede) é de Fabio Morais e o projeto gráfico (montagem) é de Pedro Franz.
 
S/T, de Maíra Dietrich integra o projeto A2 (referência ao tamanho/formato do papel), uma peça gráfica impressa um serigrafia, frente e verso, composta por linhas que se unem num dos lados e se separam noutro. Como desenho e escrita que rebate uma folha pautada, com linhas unidas ou que se deslocam para o centro, com linhas separadas ou que se deslocam para as extremidades. ​
 
Es copia original, versão postal de Ivana Vollaro, impresso em serigrafia, comporta o paradoxo que atravessa a linguagem e a autenticidade, duas das características recorrentes nas obras da artista. by @plataformaparentesis
0
2 months ago
Download
“pf” e “amor.love: leve com você.take with you”, vários artistas
 
+ cortesia: “Le Mer”, múltiplo de Fabio Morais
 
embalados no cartaz/papel de embrulho em comemoração dos 20 anos da par(ent)esis com texto de Fabio Morais e projeto gráfico de Pedro Franz.
 
R$70,00 + R$10,00 (frete)
 
pf, é uma exposição no formato de publicação impressa com a participação 36 artistas. Foi com essa publicação que a par(ent)esis nasceu, em 2006, imaginada como uma estrutura portátil, com trabalhos no formato de instruções. O projeto gráfico foi realizado por Giorgia Mesquita e Vanessa Schultz.
 
amor.love: leve com você.take with you, no formato de um livro de bolso, foi também concebida como uma exposição portátil, e teve a participação de 64 artistas e um curador. O projeto gráfico foi realizado por Giorgia Mesquita.
 
Le Mer, múltiplo de Fabio Morais para o projeto A2 (referência ao tamanho/formato do papel), o artista se apropria do trecho de Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, em que Riobaldo vê o corpo nu e sem vida de Diadorin e descobre que Diadorin, seu grande amor, era uma mulher. O título, “Le Mer”, está incorreto, pois em francês, “la mer” (o mar) é feminino, e o correto seria “La Mer”. Se o título for traduzido para o português, com o mesmo erro, obtemos “A Mar”, endereçando ao verbo amar, tema central do Grande Sertão: Veredas – um relacionamento amoroso que não se concretiza devido a questões de gênero. by @plataformaparentesis
0
2 months ago
Download
“Efeitos de museu sem museu: A crítica institucional em contextos precários”, de Felipe Prando e “Tijuana maid”, de Martha Rosler

+ cortesia: “O museu da destruição nacional (Carta ao IPHAN)”, de Beatrice Papillon e “Um sicário em Kassel: o trabalho sujo contemporâneo revelado por Aníbal Lopez”, de Henrique Costa.

embalados no cartaz/papel de embrulho em comemoração dos 20 anos da par(ent)esis com texto de Fabio Morais e projeto gráfico de Pedro Franz.

R$65,00 + R$10,00 (frete)

Efeitos de museu sem museu: A crítica institucional em contextos precários, de Felipe Prando, é um ensaio que apresenta uma série de experiências sobre a relação entre a crítica institucional em diferentes contextos institucionais da América Latina. São experiências institucionais que se revelam como arquiteturas constituídas por redes de artistas, curadores, pesquisadores e instituições e que se mostram hábeis no processamento crítico de suas histórias e de seus contextos, reconectando-as a acontecimentos contemporâneos. O projeto gráfico foi realizado por Pedro Franz.

Tijuana maid, de Martha Rosler, foi escrito nos primeiros anos da década de 1970 como uma novela em série, no formato de postais, numerados e enviados semanalmente para amigos e pessoas do circuito de arte da época: artistas, críticos, galeristas e diretores de instituições. No mesmo período, que compreendeu os anos de 1974-75, a artista escreveu também A budding gourmet e Mctowers maid, que foram, assim como Tijuana maid, enviados como postais. A tradução para o português foi realizada por Mônica Hoff e Regina Melim. O projeto gráfico foi realizado por Tina Merz.

O museu da destruição nacional (Carta ao IPHAN), de Beatrice Papillon e Um sicário em Kassel: o trabalho sujo contemporâneo revelado por Aníbal Lopez, de Henrique Costa, integram a série URGENTE, uma coleção de textos curtos, impressos como plaquetes, para serem lidos com urgência. by @plataformaparentesis
0
2 months ago
Download

Download All

Save the photos and videos currently loaded on this page.

0Photos
0Videos
Ready to download 0 / 0

Keep this tab open until your download is ready.

back to up